Those were not,
1 Prólogo
Meu nome é Bartolomeu.
Completo 16 anos amanhã, e minha mãe está voltando de viagem para comemoração, iremos ter uma grande festa surpresa que minha avó sem querer acabou me contando, vai ser o melhor dia de todos.
Dia seguinte:
Mal acordei, ainda estava tudo embaçado quando ouvi minha avó subindo as escadas, ela parecia estar chorando... Entrou em meu quarto, desesperada:
— O que aconteceu vó? Por que você está chorando?
Minha avó ficou em silêncio.
— Vó? O que aconteceu?
Minha avó olhou nos meus olhos, pegou minha mão e começou a falar:
— Querido, sua mãe está morta!
— O quê? Como assim morta? Não vó, ela está bem. Falei com ela ontem no telefone.
Eu não estava entendendo o que estava acontecendo, ou não queria entender.
— Foi um acidente de carro...
— É mentira!
— Me desculpe querido, mas é a verdade!
— Como isso foi acontecer?!
— Ela vinha para cá, mas eu falei para ela comprar umas coisas para a festa antes... Parece que um homem que estava bêbado vinha dirigindo um carro, e ai tudo aconteceu....
— Não... A minha mãe está bem. Eu sei que está.
— Por favor, querido, não torne tudo mais difícil.
— Isso é culpa sua! Se você...
Minha avó me interrompeu.
— Depois falamos sobre isso. Agora precisamos ir ao hospital.
— Eu vou! Mas é para te provar que minha mãe não está morta!
Peguei minha jaqueta, entrei no carro com minha avó e fomos ao hospital.
Eu não aceitava o fato de que minha mãe estivesse morta, mas quando chegamos ao hospital e vi o corpo da minha mãe... Não pude evitar, desabei em lágrimas.
— Será que posso ficar um pouco sozinho com ela?
— Ele pode? — vovó perguntou ao medico.
— Claro.
Os dois saíram da sala e fiquei junto a ela, deitada sobre aquela mesa fria, tão pálida, mas ainda sim linda, ela era modelo e por isso nunca estava muito em casa.
Eu senti sua respiração fraca.
Respiração?
— Vovó! Ela está viva! Chame o médico, Vovó!
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