Notas iniciais
Gente eu realmente ia parar de postar aqui e postar só no spirit mas estou postando aqui somente por algumas leitoras, sem me preocupar em responder os comentarios aqui( porque eu não me acustumei com esse site ainda) e nem me preocupar com os favoritos mas os capitulos aqui estã atrasados em relação ao sprit então se vcs quiserem ser respondidos e ter os capitulos mais adiantados acompanhem por lá okay? Se não quiserem então acompanhem por aqui mesmo porque os capitulos vão ser os mesmos e eu vou continuar postando bjks espero que me compreendam e que gostem deste capitulo

POV Mônica

Enfim depois de tantos olhares, tantos papos com minhas amigas novas e de tanto tédio em algumas aulas, o sinal final tocou. Arrumei os meus materiais dentro da minha mochila, essa sem dúvidas foi a minhas mochila mais bonita de todos os anos em que eu estudei em qualquer que seja a escola. Ela era verde-água e com vários detalhes em pedras douradas, tinha um chaveiro lindo pendurado de caça sonhos com penas em tons de lilás. Ajeitei minha short-saia preta com o simbolo da escola em seu canto superior, na cocha e saí da sala acompanhada de Marina e Denise.

Fizemos todo o trajeto até a praça de alimentação, que era o lugar onde esperávamos os pais ou amigos, eu iria embora apé mas fiquei um tempinho esperando unto com a Marina o pai da Denise chegar para não deixar ela sozinha por um tempão. Eu tinha combinado com Marina de irmos embora juntas já que ela morava no mesmo bairro que eu, estranho eu nunca ter visto ela.

Quando o pai da Dê chegou nós fomos, saímos da escola em direção à rua mas quando estávamos na esquina eu ouvi uma voz gritando e me virei:

_Hey! Me esperem! — Era o menino cujo meus olhos grudaram como imãs em seu rosto.

_Cebolácio?! — Falei com intenção de perguntar se esse era realmente o nome dele quando ele já estava na minha frente.

_Cebola, por favor — Ele diz com vergonha do próprio nome.

_Fique sabendo que Cebola não é mais normal que Cebolácio — Eu disse tirando sarro de seu apelido. — Vou te chamar de Cê! Acho mais fofo!

_ Me chame como você quiser! — Ele disse e continuou logo depois — Nós vamos sair!

_ Nós? E eu por acaso aceitei? — Falei indignada.

_ Eu passo na sua casa três horas da tarde e nós vamos tomar um sorvete na pracinha! — Ele falou autoritário.

_ Quem é você para me dar ordens? — Pergunto.

_Eu sou o Cebola!

_Sendo assim eu não vou! — Falei dando de costas para ele quando ele me segurou pelo braço emburrado.

_Tudo bem, quando você quer sair? — Ele disse se dando por vencido.

_Nós vamos no shopping cinco horas da tarde! — Eu falei e ele aceitou.

_Ta bom, passo na sua casa às cinco! Tchau Mônica! Tchau outra menina! — Ele falou saindo de perto de nós.

A Marina ficava me olhando assustada enquanto caminhávamos de volta para casa e isso á estava me irritando.

_Oque foi amiga? — Perguntei para ela que estava assustada claramente.

_ Ele nunca recebeu ordens de ninguém desse jeito... AI MEU DEUS QUE TUDO! — Ela falava comemorando — Depois você vai me contar t.u.d.o.

_Confesso que ele é gato, mas também muito mimado! Quem ele pensa que é para me dar ordens? — Eu falei verdadeiramente apesar de ter gamado naquele lindo.

Cheguei em minha casa e dormi por um bom tempo, só acordei quando a Denise me ligou, era quatro horas da tarde:

_ Gatz preparada para o seu primeiro encontro com o bofe? — Ela disse sem nem mesmo dizer oi ou alô.

_ Ai nem me fale! E a minha roupa? Ai meu Jesus

_ Relaxa amiga, estou indo na sua casa porque de roupa eu entendo! — Ela falou e logo desligou.

Desci as escada e fui até a sala assistir um pouco de televisão, mas infelizmente como toda TV não tem nada que me agrade. Subi as escadas novamente e tomei um banho e lavei meus cabelos em uma água tão gelada quanto água de rios, uma certa vez me falaram que essa água faz bem para a pele e da brilho nos cabelos, não que eu acredite nisso mas melhor não arriscar e ficar com um cabelo opaco. Logo quando eu terminei o meu banho eu escutei a campainha e lógico que era a Denise, então eu só coloquei um roupão e desci para atende-la, só de subir e descer as escadas eu já fiz o meu exercício do dia.

Subi novamente as escadas, desta vez acompanhada por ela, nós fomos diretamente para o meu quarto e sem pedir permissão alguma ela entrou no meu closet já analisando as roupas enquanto eu secava o meu cabelo e fazia babyliss.

_ Seguinte, nós precisamos de uma roupa que mostre pele, mas não à ponto de você ficar parecendo uma puta.

_É, por favor não me deixe parecendo uma puta! — Eu disse dando risada mas ao mesmo tempo falando sério.

_Talvez um vestido curto ou shorts — Ela falava indecisa olhando em minha coleção de roupas, eu sou realmente viciada em comprar roupas.

_ Vestido, vestido! — falei animada — Já sei qual — Tirei um vestido Preto com listras em branco do cabide e entreguei nas mãos da Denise.

_Esse não! Formal demais, você vai à um encontro não à um casamento! — Ela fala recusando esse vestido — Tente ser mais despojada. Que tal esse? — Ela pergunta tirando um vestido amarelo.

_ Nãão, vou parecer um minion com esse vestido Denise.

_ Que tal esse macacão? — Ela pega o meu macacão, ele era sem mangas (regata) e curto nas pernas, formando um shorts, ele era todo de estampado floral com cores variantes entre rosa, vermelho, verde e amarelo, e branco.

_Perfeito! — Digo olhando para o macacão — Vou me trocar! — Falo correndo para o banheiro.

Já faltava menos que vinte minutos para ele chegar e eu ainda não tinha terminado o babyliss do meu cabelo e nem tinha feito a minha maquiagem. Eu estava com uma certa dificuldade em fazer cachos na parte de trás do meu cabelo então a Denise fez o babyliss atrás enquanto eu me maquiava. Passei um rímel e lápis no olho, e passei um batom vermelho meio marrom opaco, tentei ser o mais despojada possível. E então eu soltei os cachos do meu cabelo deixando ele não tão engomadinho e peguei minha bolsa do Victor Hugo.

O Cebola chegou não muito depois de a Dê ter ido embora. Ele veio em um táxi já que nenhum de nós dois tem idade para dirigir. Ele tocou a campainha e eu fui correndo atender, ele vestia uma camisa azul polo que valorizava ainda mais os seus músculos e calça jeans.

_Nossa como você está linda! — Ele disse com um sorriso torto em seu rosto.

_Obrigada — Eu falei até então corada.

Nós estramos no carro e fomos para o shopping, não aconteceu nada de interessante até então.

***

Estávamos andando pelo shopping de mão dadas olhando as lojas e conversando, discutindo interesses quando ele tem uma ideia que eu amei.

_Vamos ver um filme! — Adorei essa ideia mas como eu sou muito cabeça-dura eu não aceitei por ele estar me ordenando.

_Só vou se você falar direito comigo — Digo cruzando os braços.

_Você quer ver um filme? — Ele pergunta se dando por vencido.

_Adoraria! — Falo concordando com a ideia.

_HAHAHA você é impossível — Ele fala e eu dou risada — E além disso muito linda! — Ele continua e nós nos beijamos encostados na parede externa de uma das lojas.

Ele beija tão bem! Agora eu entendo porque as meninas se apaixonam por ele. Fomos para a fila dos ingressos onde iriamos comprar ingressos para ver o filme A Culpa É Das Estrelas, claro que foi eu que escolhi, compramos a pipoca e entramos na sala aonde ia passar o filme.Nos sentamos nas cadeiras H-6 e H-7, bem no meio, que na minha opinião é o melhor lugar.

Eu como toda menina passei o filme inteiro chorando, ainda bem que a Denise levou sua maquiagem à prova d'água. Quando acabou o filme todos da sala estavam chorando principalmente eu, olhei para o Cebola quando as luzes á estavam acesas e vi seu rosto molhado:

_Ai meu Deus! — Digo alto.

_O que foi? — Ele diz desesperado procurando um erro em seu rosto enquanto eu aponto para ele dando pequenas risadas.

_Eu fiz o cara mais macho da escola chorar! — Falo rindo um pouco.

_Você não! O filme! — Ele fala indignado — Mas se você quiser fazer um dia eu não me importo de chorar por você no altar Mônica Sousa! — Ele diz e nós começamos à nos beijar ainda sentados nas cadeiras da sala.

_Não entendo porque as meninas gostam de ver esse filme! Só para chorar — Ele diz enquanto nós saímos das sala de cinema.

_Chorar faz bem pra alma! — Eu digo olhando com uma cara fofa para ele.

Quando o encontro acabou ele chamou outro Táxi que iria nos levar de volta para a minha casa e depois ele para a dele. Já passava da meia noite quando o Táxi me deixou em casa.

_Tchau Cê, até amanhã! — falo dando um selinho de tchau em sua boca.

_ Quem sabe agente não sai mais vezes! — Ele fala esperançoso.

_É.. quem sabe — Eu digo saindo do taxi e entrando em minha casa.

Subo as escadas e entro no meu quarto, troco de roupa e tiro minha maquiagem. Ao fim de tudo me ogo na minha cama cansada pensando:

"Não posso estar apaixonada pelo menino mais galinha do colégio"

"É, DROGA, eu estou!"