This is A War
30 capitulo 30 - I love You....
Notas iniciais
Capitulo 30 – I love you...
— Yelena?
Bucky perguntou, boquiaberto, sem reação. Alison sentia seu estomago se revirar quando Belova sorriu para ele.
— James... Que saudades — Yelena disse, Steve e Tony viraram para Bucky, que fez uma careta quando sua cabeça começou a doer, as lembranças voltando, as vitimas... e então...
— Hey, loirinha.
— Soldado — Ela sorriu, os olhos esverdeados eram de uma cor viva e alegre. Eles já estavam com três meses de treinamento.
— Então, é hoje — James disse, com sua frieza na expressão de sempre.
— Sim. Serei escolhida e farei dupla com você nas missões. — Ela sorriu, um sorriso doce e inocente.
— Yelena...
— Eu sei que eu vou ter que matar — Por um segundo a expressão dela se tornou sombria.
— Não é isso.
— O que é, então? Acha que eu não estou pronta? — Ela perguntou. James olhou para ela de soslaio e Yelena bufou, saindo batendo o pé. — Eu sei que você prefere a ruivinha.
— Lena, não é nada disso...
— OK. Certo. Então, apenas me deixe em paz — Um sorriso sádico apareceu e James apenas assentiu.
Mais tarde, na Sala Vermelha ou Red Room, Bucky estava sentado, avaliando as viúvas negras. Romanova saiu, depois de um belo espetáculo com um revolver e total frieza em matar um inocente qualquer. E Yelena... ela hesitou. Alguns milésimos de segundos que poderiam tê-la levado a morte.
— Você não queria que fosse eu, não é? — Ela perguntou, estavam no terraço, um lugar sombrio, perfeito para encontros no meio da noite.
— Você hesitou. Por isso não fo...
Ela o surpreendeu, com um beijo, do nada, ele a envolveu pela cintura e aprofundou o beijo.
— Por isso eu não queria, você não pode se machucar, Lena.
— Eu sei cuidar de mim, soldado.
Bucky encarou Yelena como se ela fosse um fantasma, ele lembrou que chegou perto de ama-la, porém o destino traiçoeiro fez com que sua mente fosse reiniciada. Ele então olhou para Alison e sentiu raiva emanar de seus poros ao ver o pequeno corte, porém, não podia fazer nada, Tony o puxou pelo ombro.
— Não se preocupe, soldado. Eu só vou mata-la quando você estiver morto. É a minha misericórdia.
— Lena...
— Lena? — Tony perguntou.
— Não faça isso. Por favor — James a encarou, Rhodes agradeceu ao filtro de carbono na armadura dele e de Tony, porém Steve e Bucky estavam desprotegidos. Tony agarrou forte o ombro dele e o puxou para trás.
— Fiquem fora disso, antes que a neblina chegue aqui. — Rhodes os puxou e praticamente os jogou dentro no Quin-Jet.
— Ui, essa doeu — Yelena disse.
— Alison, não respire...
— Nem você, ferroso. — Ela sorriu — acha que eu não sabia sobre o filtro de carbono? Eu não uma vilã de histórias em quadrinhos, eu botei meu plano em pratica no ano novo. Todos vocês estão infectados. — Ela sorriu — Esse aqui só serve para vocês morrerem, dolorosamente. — Ela sorriu — Lembra-se disso? — Ela balançou um livro vermelho de couro, com uma estrela em um vermelho mais escuro.
— Não...
— Bucky? O que é isso?
Bucky ficou calado, todas as lembranças voltando para lhe assombrar, a mão de metal se contraiu em punho.
— O manual do soldado invernal.
Então uma luz forte apareceu, Yelena sacou uma arma, e apontou para a cabeça de Alison no mesmo momento em que Heimdall, Thor, Sif e Loki apareciam na varanda.
— Somos deuses, esse gás não nos afetará.
Yelena sorriu, talvez apenas Heimdall passasse, ou apenas Loki, já que era um Jotun, não que Yelena soubesse disso.
Loki passou pelo gás e o sorriso de Yelena morreu, ele era um gigante de gelo, e essa foi a primeira vez que Tony agradeceu a esse fato.
— Como...
— Eu sou um Jotun.
Antes que ele desse mais um passo Yelena engatilhou a arma.
— você conseguiria parar um tiro a queima roupa?
Isso nem Wanda conseguiria.
Alison respirou fundo, os Vingadores afastados, sem poder ouvir o que eles conversam, andando cada vez mais para trás para fugir do gás.
— Tire esse gás, não fará efeito. — Yelena piscou, e olhou em volta, os soldados dela estavam no chão, mortos.
A porta do elevador estava aberta, para o poço, graças ao PEM que ela lançou na torre os elevadores não estavam funcionando. Um sorriso apareceu em sua face e Bucky soube o que ela faria.
— Certo. — Ela levou a mão livre até uma bomba de implosão, e jogou, que sugou o gás e uma parte da parede. No mesmo momento em que Clint e Natasha apareceram. — Que lindo — ela sorriu — todos reunidos. — Ela deu três passos para trás puxando Alison e então todos souberam o que ela faria.
E depois ela se jogou, puxando Alison, que gritou, Bucky foi o primeiro a chegar no poço do elevador e pular atrás delas. Logo depois foi Tony, Rhodes pulou para ajudar e Tony segurou Bucky antes que ele se espatifasse no chão.
E não havia nada. Ninguém. Nem sangue.
— Mas que porra? — Então eles ouviram uma risada, olharam para cima e lá estavam elas, em uma moto voadora da SHIELD. Elas haviam parado em outro andar. A moto pegou velocidade e saiu riscando, Steve viu a moto quando ela riscou o céu. E soube que Alison estava nela quando ouviu o grito de Bucky.
**
O lugar não era tão longe, eles já deveriam estar seguindo o rastro eletromagnético de assinatura singular que a moto voadora deixada, Alison sabia disso.
— Eles estão vindo — Yelena disse, mesmo em face ao perigo ela sorria. — Sabe, eu estava observando você. é impressionante como uma garota como você simplesmente não percebeu porra nenhuma. — Ela disse rindo — então, eu comecei a achar que você era estupida.
Alison engoliu em seco, ela estava fraca demais para usar os poderes, algo estava atrapalhando ela, a dor na barriga ficava pior a cada segundo.
— Oque?
— Você está gravida.
Alison piscou uma, duas, três vezes.
— Oque? — Repetiu a pergunta. Yelena revirou os olhos azuis e soltou um suspiro pela boca.
— Pela mãe Rússia. — Balançou a cabeça — Você está gravida. E se for julgar essa dor que você deve estar sentindo, você está abortando.
Alison prendeu a respiração, e soltou um riso nervoso.
— Eu não estou gravida....
— ok. Vamos lá. — Yelena puxou os pulsos de Alison e cortou a corda, foi para o tornozelo dela e a soltou completamente. — Você, de madrugada, comeu bife com sorvete de morango — Ela fez uma cara de nojo — vomitou pela manhã, mas achou que era apena o nervosismo habitual das conferencias de imprensa. Ficou... fogosa.
Alison massageou os pulsos, tentando se acalmar, a dor não ajudava. Aquilo era cólica... quer dizer, ela iria menstruar em um dia, era normal a cólica antes assim. Mas não tão forte como estava.
— eu te sequestrei para que você tivesse um tipo de soro... contra isso — Ela apontou para a barriga de alison — Você pode engravidar de todas as formas, mas a gravidez nunca passará de três meses. Esse é meu presente.
Alison se curvou de dor e a loira saiu correndo.
As luzes começaram a piscar, vermelhas, Alison se forçou a ficar de pé, caminhar entre aqueles corredores escuros e estreitos, sentindo o cheiro de sangue, sem saber ao certo de onde vinha, as luzes vermelhas realmente não ajudavam. Então ela caiu, batendo com os joelhos no chão, o cheiro de sangue era metálico. Ela respirou fundo antes de ouvir passos atrás de si, e cair na escuridão.
— Aly? — Bucky apareceu na porta do banheiro — Tá tudo bem?
— Uhum, não se preocupe — Ela sorriu, limpando a boca depois de escovar os dentes. — É a conferencia hoje. Vão fazer perguntas sobre você, meus pais, coisa que vai vender jornais amanhã. — Disse dando de ombros. Bucky se encostou no batente da porta e ela viu que ele estava sem camisa. — Meu deus, James. Vai colocar uma camisa antes que eu te ataque!
— E quem disse que eu não quero que você me ataque, hum?
Ela revirou os olhos sorrindo, e o beijou.
— Eu te amo, Aly.
— Eu te amo, Bucky.
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