This Love

25 Bônus Especial. The End.


Notas iniciais
Surpresa! Então esse bônus é especial para todos vocês que me acompanharam até aqui e a pedidos eu decidi realiza-lo! Espero que gostem da surpresa Musica: Turning Page - Sleeping At Last

“ Eu esperei uma centena de anos. Mas eu esperaria mais um milhão para você
Nada me preparou para
O privilégio que seria ser seu. ”

Família Queen

Felicity Smoak.

Eu respirei profundamente com meu coração acelerado, eu olhava para o monitor como se minha vida dependesse daquilo, senti meus olhos marejarem pela a ansiedade que crescia dentro de mim. Meu bebê estava dando seus pontapés, enquanto a pobre enfermeira tentava ver seu sexo. Senti uma mão forte e quente acaricia meu rosto e retirar os fios soltos dos meus cabelos que caíram sobre minha testa suada.

— Amor, relaxe você está muito tensa. – Oliver sorriu para mim, o seu melhor sorriso. Tentei relaxar voltando meu olhar em direção a tela.

— Oh... seu bebê é muito esperto! – Exala a enfermeira Rose com entusiasmo ao meu lado. – Ele está muito bem, querida. – Disse desviando o olhar para mim com carisma.

Ele? Suas palavras infiltraram meu sistema nervoso, me deixando tonta.

— Ele? É outro menino? – Gaguejei olhando da tela para a mulher ao meu lado.

— Sim. Parabéns, vocês terão outro menino. – Sorriu a mulher. Ela começou passar as recomendações entre outras coisas. Mas meus pensamentos estavam longe dali.

Todo bebê que fosse gerado é como uma graça divina e eu amaria cada um deles com todas as minhas forças, mas seria egoísta querer uma menina? Cait tinha sua bebê Mel de quinze meses, Sara tinha sua linda Sophie de nove meses, e apenas eu nessa enorme família tinha homens; Scott, Zack e Zane. Eu amo meus meninos, mas eu desejava uma menina, transforma-la uma princesa e tudo mais. Em silencio sai da cama em direção ao banheiro para poder me trocar, senti o olhar de Oliver queimando minhas costas. Mas eu precisava desse tempo sozinha.

Dias depois..

— Você não anda muito falante desde sua ultrassonografia, que aliás você demorou muito para realiza-la. – Observou Cait ao meu lado, bebericando sua xícara de café preto. O dia hoje estava agradável, o silencio quebrado apenas pelos os exercícios físicos do meu marido em meio ao campo verde.

— São os enjoos. – Minto alisando minha barriga de seis meses. Cait assentiu em silencio, mas eu podia ver as engrenagens da sua cabeça girando, com enumeras perguntas.

— Então vamos ter mais um menino? – Questionou animada. Sorri olhando para minha barriga e concordei. – Você não parece tão feliz.

— Eu estou feliz. – Engasguei com minha agua. – Porque eu não estaria?

— Bem, você disse ao Oliver que desejava tanto uma menina e acabou sendo outro menino, então...

— Então estou feliz, assim como sempre estive, de Scott e dos gêmeos. – Cortei com nervosismo. – Eu não estou triste em está grávida de outro menino, mas eu estava tão animada que fosse uma menina. – Admiti.

— Eu entendo você. – Suspirou segurando minha mão em um aperto firme. – Lembra-se? Eu tive o Jack e Logan antes da Mel chegar, eu sei exatamente o que você está sentindo, eu tinha apenas os meninos e queria uma menina para enfeita-la e torna-la a princesa entre eles.

— Eu vou ama-lo do mesmo jeito Cait, mas não consigo passar por mais outra gravidez, são enjoos matinais, mudanças de humor. Meu Deus, mudanças de humor? Uma hora eu estou gritando com todo mundo, outra hora estou chorando, fico cansada, acabei com diabetes gestacional, sem café, sem chocolate, eu não aguento. – Gemi.

— Tudo bem, respire, ninguém aqui está para julgá-la. – Disse com sorriso amplo. – Você tem os seus lindos garotinhos que te ama mais que tudo nesse mundo, e esse que está aqui vai ser para completa-la. – Sorriu.

— Sim. – Sorri confiante.

— Oh quanto tempo eu esperei por um sorriso lindo assim? – Oliver sorriu ficando a minha frente, tirando suas luvas.

— Bom, eu preciso ir. Tommy e Diggle irão levar as crianças ao zoológico logo após as aulas, vocês tomem seu tempo. – Cait piscou se despedindo de nós e seguindo para o portão principal da escola.

— Você tem algum chocolate? – Ergui a sobrancelha para meu lindo marido. Seus olhos azuis brilharam e ele bufou em diversão.

— Que tal esse chocolate? – Sorriu com malícia, tirando sua camiseta branca, mostrando-me todos os seus músculos fabulosos e suados. Gemi como uma adolescente ao ver seu garoto favorito da escola marcar seus pontos.

— Você sabe como sou depois que meu apetite sexual é despertado. – Rosnei para não sorri e cai no seu jogo.

— Hum, nada do que não possamos corrigir isso. – Deu de ombros me pegando em seus braços.

— Põe-me no chão Oliver Jonas Queen. – Ordenei. – Estou pesando como um elefante.

Sem dá a mínima aos meus protestos Oliver seguiu para o banheiro como se eu não pesasse nada além de uma sacola flutuante. Ao entrar o mesmo trancou a porta e me colocou sobre o pequeno balcão, ficando entre minhas pernas.

— Eu conheço você, sei o quão ficou chateada por não está carregando uma menina, mas só quero que saiba que vou ama-los por toda minha vida, e o sexo não importa. – Afirmou com carinho me formando em uma poça de emoções.

— Você não pode dizer essas coisas para sua mulher grávida. – Fungo.

— Posso sim. – Sorriu beijando meus lábios com suavidade. – Qual o nome? Você já pensou em algum? – Perguntou contra meus lábios.

— Jonas? Seu segundo nome? Eu escolhi Scott e dos gêmeos, mas acho que você poderia fazer dessa vez. – Encolhi os ombros sentindo o bebê chutar.

— Jonas? Hum... perfeito. – Concordou mordendo meu lábio inferior. Gemi e deixe que Oliver trabalhasse todo meu corpo com suas enormes mãos e lábios, até que não tinha nenhuma roupa entre nós, apenas o desejo de consumir um ao outro sem limites, tem sido assim desde o primeiro dia, em que o conheci.

Três meses depois.

— Pai falta muito tempo? – Scott perguntou pela décima vez do seu assento.

— Não, estamos quase lá. – Respondeu esperando o semáforo passar para o verde.

Scott assentiu e voltou para seu manual de jogos, ele estava entre Zack e Zane no assento de trás do SUV. Estávamos indo visitar Ray, meu adorado irmão, o mesmo adoeceu nesse inverno e não pode nos visitar desde então, aproveitando o dia de folga de ambos, decidimos adiar nossa diversão para um momento em família, mesmo que seja para ver a cara verde do meu irmão devido sua atual infecção intestinal.

— Mãe estou um pouco enjoado. – Gemeu Zane chamando minha atenção.

Sua pele estava pálida, ele não se dá muito bem com viagens de carro, diferente de Zack que ainda estar antenado em seu jogo aleatório no celular do pai. Que diabos Ray tinha que mora do outro lado da cidade?

— Falta pouco, okay? – Sorri tentando passar conforto. Mas ele apenas gemeu esfregando sua barriga. – Baby. – Chamo atenção de Oliver. – Pode encostar? Tenho que trocar de lugar com Scott para Zane não desmaiar.

— Claro. – Assentiu encostando o carro no meu fio.

Com ajuda de Oliver sai do carro, minha barriga de nove meses estava enorme, Oliver não queria sair de casa hoje devido o tempo que estava esfriando muito e com medo que eu me quebrasse no meio do percurso, mas era necessário, desde minha primeira gravidez, Ray sempre me apoiou e não seria agora que eu iria falhar com ele.

— Scott fique com seu pai. – Instrui sentando em seu banco vago.

— Tudo bem mãe. – Concordou ficando à frente com Oliver. Puxei Zane para mim, massageando seus cabelos e cantarolando em seu ouvido com suavidade, sentindo sua tensão esvaziar e seu corpo relaxar contra o meu.

— Tudo bem aí, filhote? – Oliver indaga olhando pelo o retrovisor com preocupação.

— Sim, pai. – Murmurou Zane ainda de olhos fechados e respirando mais calmo.

— Ele vai ficar bem mãe? – Zack olhou curioso finalmente largando seu jogo.

— Sim querido. – Sorri alisando seus cabelos pretos para o lado.

— Merda! – Exclamou Oliver dando-nos um susto. Pisquei e franzi o cenho para ele.

Contra as regras, dez dólares na caixinha quando voltarmos pai. – Disse Scott apontando para Oliver que sorriu.

Fizemos as regras de quem chamar mais palavrões tem que pagar como punição, os adultos devem colocar dez dólares e as crianças todos os seus doces e chocolates, o ganhador no final do mês, sempre é Tommy e sua língua solta. Ele um dia ainda sai falido dessa.

— O que houve? – Questiono voltando-me para ele.

— O trânsito está enorme pela interestadual, pelo o que estou vendo, parece que houve alguma batida. – Respondeu com a cabeça fora da janela olhando para o longe.

— Não. – Gemeu Zane olhando para fila de carros que já estava se formando entorno de nós. – Estou ficando cansado mãe.

— Eu sei, mas você precisa ser forte campeão. – Olhei em seus olhos azuis. – Estou aqui por você, agora relaxe.

Os minutos começaram a se mover e nada dos carros saírem do lugar, era uma fila enorme e para completar começou a chover forte. Zane acabou dormindo no meu colo, assim como Zack, enquanto Oliver e Scott falava de jogos aleatórios, tentei relaxar, mas uma pontada acabou me fazendo estremecer, respirei profundamente com quatro minutos depois mais outra pontada. Merda de contrações!

— Não, não. – Respirei sentindo outra pontada quase me estrangular inteira.

— Felicity! – Oliver chamou preocupado.

— Mãe! – Scott chamou nervoso.

— Mama! – Zack chamou sonolento.

— Mamãe! – Zane chamou com seus gemidos.

Ouvi as vozes dos meus garotos, mas eu sabia o que estava por vim o que me fez entrar em pânico.

— Oliver. – Gemo mais alto. – Nosso bebê está nascendo. – Afirmo ao sentir o liquido escorrer por minhas pernas até o banco. Todos eles arregalam os olhos para mim, como eu estivesse com chifres.

— Santo Deus! E agora? – Oliver perguntou em pânico.

— Preciso ir para o hospital. – Lati com as dores aumentando. Sufoquei com um gemido alto. Oliver começo a discar o número da emergência passando todas as informações possíveis e nossa localização. Alguns minutos e todos dentro do carro estavam nervosos, principalmente meus pequenos.

Oliver saiu do carro com as mãos nos cabelos, a chuva começou a cair mais forte deixando-o mais molhado. Pobre homem, no meio de uma avenida de carros com sua esposa aponto de estourar como um balão de seu quarto filho, no meio dos outros três que estão olhando para mim em choque.

— Senhor? – Um homem alto chama do outro lado da pista em sua camionete vermelha.

Oliver olha para o mesmo indeciso, sinto as dores ampliarem o que me escapa um grito agudo. Meu Deus! Isso dói como o inferno. Não sei quanto tempo passou até Oliver já estava com um homem vindo em nossa direção.

— Ela está no banco de trás... – Escuto Oliver passar as informações para o homem estranho. Mas estou no meio das dores para protestar com o que Oliver poder falar em nossa situação atual.

O medo me consome quando sinto que o bebê está vindo, e a necessidade de empurrar suprema. O vento forte bate no meu rosto quando a porta do carro é aberta e o homem estranho me lança um sorriso com covinhas.

— Puta merda! – Exclamo em meio aos meus gemidos. Se não fosse um bebê saindo de mim, acreditaria que fosse um orgasmo sublime, nunca vi um homem tão lindo e construindo assim, além do meu marido e o bastardo ainda possui um olho na cor verde e outro azul, só para dá ênfase no seu ego masculino.

— Contra as regras mãe! Dez dólares na caixinha. – Scott diz tremulo.

Olho para meu filho mais velho que está nervoso assim como os outros ao meu lado.

— Olá senhora. Meu nome é Foster Sullivan, sou paramédico e policial. Vejo que você está em trabalho de parto, enquanto a ambulância não chega, precisamos prepara-la. – Disse o mesmo com a voz suave como uma música. Assobio pela a dor e pelo seu charme. Desvio o olhar para Oliver que retorna com uma maleta.

— Aqui está. – Disse Oliver entregando para Foster que agradece com aceno. – Vamos lá crianças, a mamãe precisa de espaço agora. – Chama abrindo a porta do motorista.

— Oliver, nossos filhos não podem ficar no meio da chuva!

— Não se preocupe agora baby, eles vão para a camionete de Foster até que você esteja bem na segurança da ambulância. – Disse ele confiante o que me deu um pouco de alivio.

— Cuidado. – Gemo alisando minha barriga em busca de conforto.

— Eu não quero deixar minha mamãe. – Zack protesta ao meu lado.

— Ei, você precisa ir com Scott e o papai, eu não quero que você me veja assim. – Falo com carinho, o suor escorrendo por minha testa. Inseguro ele se vai com os outros para o carro. Vejo quando Oliver passar todas as instruções para Scott não mexer em nada e pedir ajuda se precisar, antes da porta ser fechada consigo ver uma menina e um cachorro peludo pela a janela.

— O nome dela é Maggie, minha filha mais velha de seis anos e o cachorro é Phil. – Foster sorriu com as malditas covinhas.

— Bela família. – Estremeço com a dor arrancando meus sentidos.

— Assim como a sua. – Disse suavemente.

Oliver retorna e entra no carro, assim como Foster, não sei como eles dois coube.

— Oliver preciso que você fique aqui, entre as pernas da sua mulher. – Instrui Foster. O mesmo fez o ordenado erguendo meu vestido e puxando minha calcinha para baixo.

— Puta merda! Ele está vindo. – Exala em choque Oliver.

— Felicity preciso que você empurre com todas suas forças e respire profundamente e solte. – Foster disse colocando luvas e passando outro par para Oliver.

Faço como o ordenado, sentindo o bebê deslizando vagarosamente, estou em uma batalha naval, entre as dores o desconforto e o calor que acabou acumulando no carro.

— Não precisa se conter querida, diga o que tem a dizer. – Foster sorrir ao notar que estou mordendo os lábios para não descer o nível dos xingamentos.

— Oh. Meu. Deus. – Exclama Oliver paralisado.

Eu sei que meu marido já viu minha vagina diversas vezes ao longo dos anos, mas agora parece tão constrangedor quando se tem um bebê saindo dela.

— Isso, respire e solte, força mulher! – Escuto Foster tagarelar ao meu lado com seu lado profissional, enquanto Oliver parece estar em um filme da ilha fantasia.

— Você. Nunca. Mais. Vai. Tocar. Meu. Corpo. – Pauso cada palavra entre gritos. – Isso dói, porra.

Estou esgotada, não consigo empurrar mais, estou tonta e cansada, molhada de suor dentro de um carro abafado, meus filhos sozinhos no outro carro, um estranho me dando forças. Isso parece com um filme, e eu não queria ser a protagonista.

— Agora! – Foster sorrir. Aperto sua mão como se minha vida dependesse daquilo com um grito agudo.

Escuto o choro do bebê ecoar, lindo e forte, mas estou cansada demais para abrir os olhos, apenas a escuridão me levando para longe.

[...]

Acordo com meu rosto salpicado de beijos molhados e risadas gostosas. Sinto meu corpo pesado e sem forças, como se um tanque tivesse passado por cima de mim e estacionado, tento abrir os olhos, depois de várias tentativas enfim consigo, pisco com a forte claridade do local, a primeira coisa que vejo é Oliver com seu sorriso de um milhão, o mesmo que me faz derreter todas as vezes, depois Scott com sorriso nervoso mais confiante, a cama afunda de cada lado, onde os gêmeos aparecem no meu campo de visão com os mesmos sorrisos.

— Olá baby. – Disse Oliver.

— Mama. – Os gêmeos acenam entusiasmados.

— Ei mãe. – Pisca Scott.

— Meu Deus! – Gemo sorrindo preguiçosamente para cada um deles, mas algo me bate, como se o vazio tomasse conta de mim. – O bebê... onde está ele? – Gaguejo olhando para os lados.

— A enfermeira levou para tirar as medidas e outros procedimentos, temos uma surpresa para você. – Sorriu Oliver tão animado que chega a ser assustador. Olho para ele desconfiado, esse sorriso é reservado para momentos únicos.

A enfermeira entra com um embrulho branco em seus braços e um sorriso angelical nos lábios, ela é uma senhora de meia idade, com cabelos grisalhos, pele enrugada, pequena e vestida com seu uniforme branco, me emociono em saber que meu bebê está perfeitamente bem.

— Que espécie de mãe sou eu? Desmaiei antes de ver meu filho nos meus braços. – Choramingo. – E Foster? Como devemos agradece-lo?

— Ele teve que sair para uma emergência, mas aceitou meu convite de almoçar no domingo conosco. – Respondeu Oliver com carinho.

— Você perdeu muito sangue querida, sua filha nasceu com quase quatro quilos. – Sorriu a enfermeira. Arregalei os olhos quando ela me entregou minha filha?

— Filha... filha? Mas a outra enfermeira disse que iríamos ter outro menino. – Comecei a gaguejar olhando para um rostinho gordinho e corado, olhos azuis intensos, e lábios pequenos rosados com uma cabeleira loira.

— Ela errou baby, você deu à luz a menina linda. – Disse Oliver com orgulho.

A emoção começou a tomar conta de mim, meus soluços se estenderam por todo o quarto, minha bebê, uma menina linda e fofa.

— Vamos cuidar dela mãe. – Sorriu Zane ao meu lado.

— Isso, dos meninos malvados. – Concordou Zack com uma carranca.

— Sou o mais velho, eles terão que passar por mim primeiro. – Disse Scott tirando os fios loiros da testa da sua mais nova irmã.

— Não esqueçam que o pai dela é um cara grande. – Resmungou Oliver beijando a testa da nossa princesa.

— Parem! Ela acabou de nascer. – Gargalho entre lágrimas, estou em uma maldita bagunça emocional. Eu tenho uma menina para poder faze-la minha princesa, se fosse um menino ele seria meu príncipe, mas agora que tive essa oportunidade não poderia estar mais feliz. Vejo minha bolinha bocejar agarrando o dedo do pai. – Um nome. Ela não tem um nome! – Exclamo nervosa.

Preparamos tudo, o quarto está todo verde e branco com todos os tipos de brinquedos masculinos e nada rosa.

— Valentina era o nome da minha avó! – Encolhe os ombros Oliver. – Você disse que a vez era minha.

— Parece perfeito. – Sorri orgulhosa. – Valentina Maggie, homenagem a Foster que nos ajudou no momento mais importante. – Testo o nome e me sinto alegre.

Olho para todos aqueles que amo e me sinto em casa, me sinto verdadeiramente no paraíso, em um lugar onde ninguém jamais poderá tirar de mim. Amar sempre foi algo que me assustava, hoje é algo que me completa de todas as formas.

“ Seu amor é minha página virada. Onde apenas as palavras mais doces permanecem
Cada beijo é uma linha cursiva
Cada toque é uma frase redefinida. ”

Notas finais
Satisfeita até aqui, agora posso finalmente finaliza-la, deixem seus últimos comentários e agradeço atenção de ambos. Obrigado por tudo babes, nós se ver em SS e BS. Beijos
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!