Notas iniciais
JHDBKHVEKUHFVBKJDNLSHVGWIFJNWDIFH é o seguinte pessoas vcs sabem q a fic nao é movida a comentarios e recomendações nem nada disso, eu posto duas vezes na semana e tudo mais. maaaaaaaaaaas eu não posso deixar de postar quando recebo uma recomendação, assim como eu vim adiantando capítulos por ai, to adiantando mais um!! (aeeeeeeeeeeeh) e pq vcs me pareceram desesperados nos comentarios kkkkkkkkkkkk OBRIGADA a Leticia Garcia pela recomendação s2s2s2 esse cap é seu ;) aproveitem mais um capitulo e o meu bom humor (pq to achando q esse ano vai em?!! to sentindo coisas boas vindo por ai). Eu amei tanto esse capitulo gente. As ideias que eu tenho no ônibus são geralmente as melhores ideias, só não ganham das que eu tenho lá pelas 3 da manhã...

POV Percy

– Então você é o moleque que rejeitou minha pequena Rachel?

Eu não sei em que momento nós saímos do bar, mas entramos por uma porta lateral do lado da cozinha e assim que essa porta se fechou minhas mãos estavam presas por dois armários enquanto aquela almondega ruiva ria da minha cara.

Eu já deveria saber que ia da nisso.

– Ainda esse assunto? Ela tem que superar sabia? – Ele me olhou raivoso e deu um murro na minha barriga. Eu trinquei os dentes. – Gordo desgraçado, assassino de uma figa. – Ele riu.

– Ora, então ela finalmente descobriu? O que? Foi a mamãe gostosa que abriu o bico ou ela resolveu dar uma de loira inteligente? – Eu fechei as mãos em punho. – Matei sim o pai da garota. Sabe, eu mandei vários capangas atrás dele, mas o filho da puta sempre escapava. Quando se quer um serviço bem feito você mesmo tem que fazer não é rapazes? – Os pau mandado que estavam me segurando riram e ele me deu mais um soco, mais forte dessa vez. Gemi de dor. – E sabe, até que a piranha loira é gostosa, quem sabe eu não vou lá visita-la. – Cara, eu vi vermelho.

Chutei um dos joelhos dos caras que me seguravam e ele me soltou gemendo, segurando a perna. Virei o punho com toda a força na cara do outro, mas ele era maior nem cambaleou, então eu chutei o seu saco e nem fiquei pra ver o estrago, avancei sobre o velho barrigudo e o enforquei.

– Nem pense em chegar perto dela seu nojento. – Ouvi um gatilho ser puxado atrás de mim e W. Dare, com a cara vermelha por estar sem ar, rir de mim.

– Não seja inocente moleque. – Eu o soltei, ele arrumou a roupa e me deu um soco no rosto.

Eu desviei então pegou de raspão no supercílio, o que é uma merda. Essa área do rosto incha na hora.

Senti um pequeno filete de sangue escorrer pelo meu rosto. Enxuguei com a própria mão.

Nesse momento a porta se abriu e um garçom nos olhou chocados. Eu sorri.

– Tá fodido. – Eu disse quando vi o cara discar o número da policia. O velho trincou os dentes.

...

– Então o que aconteceu? – Estávamos a mais de meia hora naquela delegacia e o melhor de tudo é que o delegado era um merda.

Resultado eu estava algemado enquanto via ele contar as notas que havia recebido da almondega.

– Foi apenas um mal entendido, entendo completamente Sr. Dare, esses garçons veem demais. – O velho riu e deu dois tapinhas no meu rosto. Eu rosnei.

– Que bom que me entende Dionísio. Agora se me der licença eu tenho negócios a tratar. – Ele nem olhou pra trás e saiu. O delegado descruzou os pés de cima da mesa e me encarou.

– Então faveladinho, qual o seu nome?

– Eu quero meu advogado. – Ele riu.

– Ah tá, você tem um advogado? – Eu fechei a cara e assenti. – Tudo bem, ligue pra ele. – Eu ergui as mãos com sangue seco mostrando que ainda estava algemado. – Se vira pivete. – Ele se levantou e me estendeu o telefone, com muito custo disquei o número de Quíron. – Olha garoto, com essa sua carinha bonita vai ser um belo brinquedo pros nossos presos o que acha Tântanos? – O policial deu um sorriso, mas assim que Dionísio se virou pra mim ele fez uma careta.

...

– Ele está enrolando, mas não vai demorar muito. – Eu bufei e cocei a cabeça com a própria algema.

– Valeu Quíron. — Ele deu um tapinha nas minhas costas.

– Não se preocupe Percy. – Eu encostei a cabeça na parede e fechei os olhos respirando fundo. Faz horas que eu estou aqui, nesse momento Annie já deve estar mais do que puta comigo. – Toma. – Ele estendeu o celular e eu o olhei confuso. – Liga pra ela. – Eu o olhei envergonhado e aceitei seu celular.

– Alô.

– Me desculpa, loira. – Ouvi uma risada sarcástica do outro lado da linha, e aquilo foi o suficiente pra eu me sentir melhor.

– Não acredito que me ligou de outro telefone pensando que eu não te atenderia.

– Ééé não é exatamente por isso...

– Por que então? – Eu suspirei.

– Depois de ver a burrada que eu tinha feito, eu peguei o ônibus e sai atrás de você. E acidentalmente eu fui parar na cadeia. – Ela ficou em silêncio do outro lado da linha. De repente eu ouvi barulhos de chave e porta batendo, e sorri.

– Que porra Percy, onde você tá? – Eu ri discretamente e disse qual o distrito.

– Você sabe que eu te amo né? Me desculpe pela explosão.

– Eu fiquei bem chocada pra falar a verdade, mas não se preocupe eu vou resgata-lo herói. – Eu ri e desliguei.

– Agora sim, você parecia até mais doentio antes. – Eu ri.

Como o delegado era um filho da puta ele nos deu um pouco de trabalho, então quando Annie chegou, eu ainda estava algemado e provavelmente um pouco inchado no supercílio por conta do último soco que aquele canalha me deu.

– Mas que merda Percy, a gente se separou por o que? Uma hora e você vem parar na cadeia? – Eu ri e a puxei pela blusa fazendo-a cair sentada no meu colo.

– Pra você vê como eu fico perdido. – Ela sorriu e me beijou, e logo deu um tapa na minha cara. — Outch! Você bate mais forte do que aquele gordo ruivo. – Ela me olhou por um tempo e eu vi seus olhos se escurecerem.

– Que merda você fez Percy? Eu te implorei pra não fazer isso...

– Pronto favelado, está liberado. – O delegado entrou pela porta e viu Annie naquele estado no meu colo. Passei os braços sobre a sua cabeça para abraça-la. – O que está fazendo? Largue a moça! – Aí Annie explodiu.

– Vai à merda! Solta logo meu namorado seu filho da puta. – Eu levantei uma sobrancelha e ri da cara descrente que ele fez. Ele acenou pro guarda que nos trouxe as chaves da algema, me soltando. Esfreguei os pulsos avermelhados e Annie levantou do meu colo, me puxando junto.

– Saiba que eu posso prende-la, mocinha. – Annie bufou e segurou minha mão não ensanguentada.

– É, vai sonhando. – Passamos por Quíron que estava tentando conter a risada. – Obrigada por tudo Quíron.

– Imagina criança. – Ele nos acompanhou até o lado de fora.

– Você ficou incrivelmente sexy enfrentando aquele delegado. – Ela riu e me abraçou.

– Ah e você me deu várias ideias com aquelas algemas. – Eu gargalhei e a abracei apertado.

– Vocês não estavam brigados? – Quíron perguntou, encarando a gente sorridente.

– É eu deveria te bater. – Ela disse, mas não fez nada além de enterrar a cabeça no meu peito e respirar fundo. Eu sorri e cheirei seus fios loiros.

– Eu me prenderia e deixaria você me bater até a morte. Eu fui um idiota, me desculpe. – Ela sorriu.

– Se você estivesse preso, bater seria a ultima coisa que eu faria. — Eu ri e vi Quíron revirar os olhos.

– Vocês são impossíveis. Bom, eu tenho que ir. Vê se não dá uma de herói da próxima vez. – Eu assenti e trocamos um aperto de mão.

– Vamos também, seu pai está louco atrás de você. – Eu a encarei confuso enquanto entrávamos no carro.

– Como ele sabe?

– Ele já está em casa, pensou que você também estivesse, mas eu disse pra ele não se preocupar que você ia demorar porque estava de ônibus.

– Como sabia que eu fui de ônibus? – Ela riu.

– Você deixou seu celular e sua carteira na minha bolsa, e julgando pela calça que você estava usando eu sabia que só tinha um passe de ônibus dentro dela. – A encarei chocado.

– Você é uma bruxa. – Ela gargalhou.

– Não, eu sou esperta. – Eu sorri e me inclinei para lhe beijar o pescoço.

– É minha loira sabichona. – Ela sorriu.

...

– COMO ASSIM PRESO? – Tampei os ouvidos.

– Calma, eu não fui preso, só fui parar na delegacia. Nem fichado eu fui. Estava sem documento e eles não sabiam meu nome. Uma delegacia de merda pra falar a verdade. E se fosse realmente um criminoso? – Meu pai suspirou e caiu sentado no sofá.

– Você ainda me deixa louco Percy. Duas burradas no mesmo dia. Filha de deus, não sai do lado dele ok? – Annie riu e me abraçou.

– Vou acorrenta-lo, pode deixar. – Acho que todas aquelas ideias sobre algemas deixaram ela bem alegrinha, eu apertei sua cintura.

– Bom, agora que já está tudo certo e que eu sei que você não vai me contar o motivo de você ter ido visitar a cadeia, eu vou desfazer as malas. Amanhã a gente vai lá buscar o resto das coisas. – Eu assenti e ele sorriu pra gente e subiu as escadas.

Annie se afastou de mim e me olhou com cara de brava. Eu engoli em seco.

– Agora você vai me explicar isso direitinho Perseu Jackson. – Eu fiquei em silêncio enquanto ela batia o pé no chão. – Mas depois, que a gente colocar um gelo nisso ai. – Ela foi em direção a cozinha e eu a segui.

– Tá muito feio? – Eu sentei no banquinho do balcão e ela virou pra mim já com a bolsa fria na mão e soltou uma risada pelo nariz.

– Chega a ser patético sabia? Mesmo depois de levar um murro na cara você continua lindo. – Eu sorri pra ela e ela pressionou a compressa fria na minha testa com aquela delicadeza.

– Aii amor. – Ela deu um sorrisinho sarcástico.

– Aii amor. Para de ser frouxo, na hora de gritar comigo e sair por ai atrás de um assassino você é todo durão né? – Eu fiz um bico e a puxei pela cintura.

– Eu já te pedi desculpa.

– E eu já te desculpei, mas isso não impede de jogar isso na sua cara a todo o momento.

– Você é má... e até isso eu amo em você. – Ela revirou os olhos mas sorriu.

– Nossa como você fica meloso depois de uma briga! – Eu ri e rocei nossos narizes.

– Imagine o sexo de reconciliação então? – Eu levantei as sobrancelhas o que doeu pra porra. Ela riu.

– Mal posso esperar, eu preciso arrumar umas algemas. – Eu gargalhei e tentei beija-la, ela se esquivou. – Nem vem, depois que você me contar o que aconteceu de verdade. – Eu bufei.

– Tem que ser agora, agora? Eu não posso tomar uma banho primeiro? – Fiz aquela cara marota de filhote de foca e ela sorriu pra mim.

– Ahhh que lindo meu chuchu. – Eu franzi a cara e ela riu de mim. – Vamos lá eu vou te dar um banho. – Aí eu já fiquei mais alegre.

Subimos as escadas e entramos no seu quarto. Aquela coisa enorme e com cara de Annabeth. Eu sorri, dava pra conviver tranquilamente com isso.

Entramos no seu banheiro e eu coloquei a compressa sobre a pia, enquanto Annie enxia a banheira. Desabotoei minha calça e tirei os tênis e as meias com o próprio pé e joguei tudo em um canto. Tentei tirar a camiseta, mas os socos que levei no estômago me fizeram gemer de dor. Annie se virou pra mim com uma cara confusa.

– O que foi? – Eu desviei meus olhos.

– Nada. – Ela juntou as sobrancelhas e se aproximou, puxando a barra da minha camiseta. Ela soltou um ofego e me olhou nos olhos. – Percy! – Eu olhei também e fiz careta.

– Putz, ficou muito roxo. – Ela fechou as mãos em punhos e respirou fundo, me ajudando a tirar.

– Aquele filho da puta. – Sua voz estava embargada enquanto ela acariciava o lugar. Eu puxei ela pelo ombro e a abracei.

– Não foi nada...

– Como não foi nada cacete, olha isso aqui! – Eu ri fraquinho.

– Hey eu sou um herói tá lembrada? Escoriações fazem parte. – Ela fungou e me abraçou apertado, eu beijei seus cabelos.

– Porque foi atrás dele seu idiota? – Eu ri e dei dois tapinhas na sua bunda.

– Banho primeiro, conversa chata sobre seu namorado ter apanhado depois. – Ela conseguiu rir e tirou a roupa também.

...

Notas finais
Fala se não é um capitulo lindo? s2s2s2s2 OBRIGADA de novo pela recomendação Leticia Garcia s2s2s2s2 khubcidsuhcbiufhcboewfiuvbhoewfvhubu é o proximo gente!!! voltando com a safadeza!!