Notas iniciais
Atrasei com o capitulo né? Poisé eu sei, nao tive como posta na madrugada então me desculpem....

POV Percy

Eu dormi feito um anjo.

Sabe aquela baboseira que as pessoas dizem “dormir de conchinha para o homem é horrível”?

Não escutem essas pessoas.

Foi a melhor noite da minha vida e eu ainda flutuava sonhando com ela.

Até sentir alguma coisa se remexer inquieta.

Abri os olhos com dificuldade e olhei pra Annabeth. Ela transpirava, seus dedos se agarravam aos lençóis, suas sobrancelhas estavam franzidas e ela tremia de vez em quando.

– Annie? – Eu toquei seu ombro e ela tremeu ainda mais. Eu me apavorei. – Annabeth! – Tirei alguns fios do seu cabelo do rosto e enxuguei o suor frio que escorria. – Hey, loira. Por deus abra os olhos. Olha pra mim amor. – E de repente ela levantou a cabeça correndo e se eu não fosse rápido teríamos um galo enorme na testa. Ela chorava muito e olhava pra todos os lados desesperada. Entrei no seu campo de visão e então ela começou a soluçar muito alto e me abraçou afoita. Eu não sei quem tremia mais, ela ou eu ao passar os braços a sua volta. – Hey minha loira, o que houve? Shhh respira fundo.

– Foi ele Percy! – Eu nunca a vi tão desesperada, ela ainda tremia mais que tudo e sua voz transmitia o pânico. Era tanto medo que eu também acabei ficando tenso.

– Ele quem? O que ele fez? – Eu nos afastei o suficiente pra olhar nos seus olhos e ver desespero dentro deles.

– O-o cara, o pai da ruiva lá. – Sua voz tremia e falhava e ela soluçou mais alto e as lágrimas escorriam incansavelmente pelo seu rosto. – O meu deus Percy! Ele matou meu pai. – Eu estanquei.

– Como é que é? – Eu enxuguei seu rosto devagar enquanto ela me contava sobre suas lembranças que vieram em forma de pesadelo e ia se acalmando.

– Era ele, eu tenho certeza. Por isso que a minha... que Atena ficou daquele jeito, por isso eu tinha tanto receio de se quer chegar perto daquele homem. – Ela escondeu o rosto entre as mãos e respirou fundo tentando se acalmar. – Ele matou meu pai. – Eu voltei a aninha-la em meus braços e ela fungou me agarrando feito um bicho de pelúcia.

– Vamos falar com Quíron está bem? Agora nós temos testemunhas, você pode lhe contar tudo, sua mãe pode confirmar a história e eu posso dizer como o comportamento dele era extremamente suspeito. – Ela riu fraquinho.

– Você acha que isso pode dar certo? Quer dizer, faz tanto tempo.

– Bom, não temos nada a perder. E só de te ver nesse desespero eu quero furar aquele gordo no dente pra ver se ele desinfla. – Ela gargalhou, dando uma ultima fungada. Ela levantou o rosto pra mim e eu sorri e enxuguei embaixo dos seus olhos.

– Você é impossível. – Eu dei de ombros.

– E você me conseguiu, viu como é vitoriosa? – Ela riu e pulou em cima de mim.

– Ah eu não queria uma manhã pós-primeira vez assim. – Eu ri e corri os dedos por suas costas nua.

– Bom, na verdade, a manhã está apenas começando. – Eu peguei ela no colo e nos levantei da cama. Ela deu um pequeno grito e riu, se agarrando ao meu pescoço. – Agora venha, vamos relaxar um pouco no banho. – Ela riu e deu um chupão no meu pescoço.

– Hm Percy, você está salgado. – Ela deu outro chupão e eu trinquei os dentes.

– Pelos deuses mulher, não dá pra esperar chegar no banheiro? – Ela riu e passou sua língua por todo meu pescoço e depois deu uma mordida. Eu gemi.

– Não, você está uma delícia. Eu poderia te lamber inteiro. – Ela sussurrou no meu ouvido e eu chutei a porta do banheiro e nos enfiei dentro do box.

– Ótimo, você conseguiu uma ereção sem ao menos me beijar. Está feliz? – Ela riu e agarrou minha ereção continuando com suas lambidas pelo meu peito.

– Ainda não, porque dessa vez eu quero gozar com você dentro de mim. – Ela passou uma perna pela minha cintura e eu a agarrei.

– Não ta ardendo? – Ela riu.

– Um pouco, ta mais pra super sensível. – Ela jogou seu quadril contra o meu e eu fechei os olhos e respirei fundo.

– Merda, a camisinha. – Eu disse entredentes. Meu membro já estava roçando no seu sexo.

– Ah não vai da tempo. Goza fora por favor, só me fode logo. – Eu não pensei duas vezes, peguei ela no colo e me afundei lentamente dentro dela. Eu gemi, sai e entrei de novo, dessa vez por inteiro. Annabeth encostou a cabeça no box e puxou meu cabelo. – Caralho, a segunda vez é muito melhor. – Eu ri e comecei a estocar dentro dela. Ela gemeu mais alto dessa vez, arranhando minhas costas. Eu lambi seu pescoço suado sentindo o gosto salgado que ela disse. Ela começou a rebolar no meu colo e eu segurei firmemente na sua bunda pra que ela continuasse a fazer aquilo. Ela baixou os olhos e viu meu membro entrando e saindo dela freneticamente, ela gemeu, enfiou os dedos na boca e logo tirou, estimulando seu clitóris. Puta merda cara, aquilo me excitou pra caralho.

Senti ela me engolir cada vez mais, suas paredes me apertavam e assim como ela eu estava pronto pra gozar. Mas me segurei. Alcancei seus seios com a boca e apertei firmemente a sua bunda, e com um longo, alto e delicioso gemido ela gozou. Rapidamente eu sai de dentro dela, me masturbei algumas vezes e também cheguei ao clímax, soltando o ar que nem percebi que estava segurando.

Olhei pra ela que estava mole encostada no vidro do box. Eu ri e me aproximei beijando seu ombro.

– Quando seu pai volta? – Ela perguntou e correu suas mãos pequenas pelas minhas costas. Eu abri o chuveiro e entramos embaixo da água morna.

– Não sei, espero que com passar a noite fora inclua até pelo menos umas três da tarde. – Ela sorriu e alcançou o sabonete passando ele pelo meu corpo.

– Eu também espero, você me privou por tempo demais. Vamos recompensar o tempo perdido. – Ela disse isso com tanta naturalidade, que nem parecia aquela pessoa que não queria sentar na minha cara ontem a noite. Eu sorri lembrando daquilo. – Porque está me olhando assim?

– Eu quero te chupar de novo. – Não era pra ser dito em voz alta, mas eu acho que eu fiz isso, porque ela me olhou com uma cara engraçada, jogou o sabonete no chão e apoiou as mãos no meu ombro, forçando pra baixo.

– Não vamos deixa-lo passar vontade né? – Eu gargalhei e me agachei aos seus pés.

– Porra como você ainda consegue estar excitada? – Ela abriu bem as pernas e eu literalmente cai de boca, ouvindo ela gemer.

– Eu acho que eu sou uma ninfomaníaca Percy. Daqui a pouco eu vou começar a ver seu pau em vários objetos. – Eu ri e dei um tapa na sua bunda. Ela sibilou e me agarrou pelos cabelos. – Promete cuidar de mim direitinho né? Não vai me deixar passar vontade como esteve fazendo por todo esse tempo? – Eu neguei e em resposta penetrei ela com dois dedos e a chupei feito um esfomeado. Ela gemeu meu nome alto o que me deixou muito orgulhoso de mim mesmo.

Eu me levantei subindo as mãos pelo seu corpo molhado, lambi a água do seu pescoço enquanto ela acariciava meu abdome.

– Por deus eu vou amarra-lo na cama Percy. – Eu ri e alcancei o shampoo lavando os cabelos.

– Isso não seria nada mal. – Terminamos o banho mais calmos depois disso.

...

– Hmmm espera. – Descolei nossos lábios e segurei sua cintura, pra ela não cair do meu colo, e levantei o quadril pegando o celular que vibrava no meu bolso. Annie desceu seus lábios pro meu pescoço me enlouquecendo enquanto se remexia sobre mim. Oh meus deuses eu tenho que agradece-los todos os dias por isso. Eu soltei um gemido antes de atender o telefone quando ela me mordeu. Escutei sua risada no meu ouvido e ai sim eu atendi o telefone. – Alô? – Eu perguntei com a voz meio ofegante.

– Am... Percy? Você está muito ocupado criança? – Tampei o microfone do celular.

– É Quíron. – Annabeth cambaleou do meu colo, quase caindo, mas eu a puxei pela gravata que ela estava usando.

Não pergunte.

– Ah oi não, pode falar. – Annie passou sua perna sobre mim e eu acompanhei seu movimento com os olhos. Chacoalhei a cabeça forçando a me concentrar.

– Os papéis já estão prontos. Temos um mandato de prisão para Ares. – Eu levantei com tudo do sofá fazendo Annabeth me olhar desesperada.

– Sério? Quando? Eu quero estar lá pra ver isso.

– Bom, ainda vai levar algum tempo. Temos que falar com o juiz primeiro, mas com todas as acusações não tem por onde escapar. Nós o investigamos mais a fundo Percy, o cara é um merda. – Eu sorri.

– Isso é maravilhoso. Ouvi dizer que na cadeia os estupradores não são bem vindos. – Quíron riu.

– É isso mesmo, Ares será a nova bonequinha dos presos.

– Obrigado por isso Quíron.

– Isso ainda não acabou, temos o julgamento ainda... – Eu estanquei.

– Mas por favor, me diz que não tem como ele escapar dessa... – Olhei pra Annie que comia a ponta do dedo. – Olha, nós podemos conversar pessoalmente? Algumas coisas aconteceram que eu preciso comentar com você.

– Claro criança, venha aqui as 16:00 pode ser? Eu tenho um cliente agora e preciso desligar.

– Tudo bem, até lá. – Eu desliguei o telefone e me agachei na sua frente. – Vão prende-lo Annie. – Ela sorriu de canto.

– Ele tem chance de se safar ainda? – Eu acariciei seu joelho. – Eu sei que são mínimas, mas tem.

– Parece que encontraram coisas ainda piores sobre ele, vai sim haver um julgamento, mas ele não vai escapar. – Ela sorriu e me abraçou pelo pescoço.

– Vão prende-lo Percy! – Sua voz embargou e eu sorri apertando-a nos meus braços.

– Sim, você está livre dele! – Ela tremeu tentando evitar os soluços. Seus olhos encararam os meus e ela sorriu beijando todo meu rosto.

– Eu não acredito! – Ela subiu no sofá e começou a dançar loucamente. Eu gargalhei.

Puxei-a pela gravata, deixando seu rosto a milímetros do meu.

– Você tá livre minha loira. – Ela sorriu e roçou nossos lábios.

– Eu to livre. Vou poder chegar em casa sem me preocupar em ter que dormir com a porta do quarto trancada! – Eu fiz uma cara feia.

– Ah não, você vai embora! – Ela riu e abraçou meu pescoço.

– É bom pra não enjoar. – Eu subi minha mão pela sua cintura por debaixo da sua camiseta e choraminguei.

– Como eu poderia enjoar disso? – Ela gargalhou e entrelaçou suas pernas na minha cintura.

– Você tem razão, eu posso vir aqui tomar banho com você? – Eu ri e a beijei.

Ouvimos a porta da sala se abrir e viramos a cabeça naquela direção. Meu pai olhou pra gente, checou seu relógio e bufou.

– Puta que pariu em? – Ele disse fechando a porta logo em seguida. Eu olhei pra Annie que estava me olhando com vontade de rir, ela não se aguentou e nem eu.

...

– Preste atenção, nós estávamos nessa festa e esse cara gordo apareceu...

– Pera, Percy. Deixa que eu conto está bem? – Annie colocou a mão sobre a minha perna e eu assenti e observei ela contar a sua versão da história, que era bem melhor que a minha. Quíron cruzou as mãos sobre a mesa e ouviu tudo com atenção.

– Então, W. Dare, que é dono da metade, senão mais, dessa cidade é o assassino do seu pai? – Nós assentimos. Quíron esfregou as mãos sobre o rosto e bufou. – Que merda cara, isso vai ser difícil. Mas nós vamos tentar.

– Eu sei que você fará o melhor Quíron, mas um passo de cada vez. Ares está muito próximo de ser preso e isso me deixa extremamente animado. – Eles riram.

– Sim, sim. Ele será mantido preso por enquanto, até a audição, que será daqui a exatamente duas semanas. – Annie sorriu e apertou sua mão no meu joelho.

– Isso é maravilhoso. Em pouco tempo eu posso entrar em casa sem ser perseguida por um maníaco estuprador. – Eu sorri e acariciei a sua mão.

– Assine aqui querida. – Quíron estendeu alguns papeis pra Annie e ela assinou. – Você também criança, pra dizer que vocês estavam cientes de tudo isso.

– Ah eu to muito ciente sim. Eu quero que esse filha da puta sofra muito, nem cagar ele vai conseguir. – Quíron riu e Annabeth estapeou a própria testa.

– Que coisa bonita de se falar cabeça de algas. – Ela assinou os papeis e fechou a pasta entregando pra Quíron.

– Bom então vamos. – Ele pegou seu terno na cadeira e abriu a porta, eu me levantei o olhando confuso.

– Vamos onde?

– Entregar esse mandato ao Senhor La Rue. Querem me acompanhar? – Segurei a mão de Annie firmemente e sai logo atrás dele.

...

Annabeth entrou pela porta da frente e demos de cara com o próprio demônio. Ele olhou pra ela satisfeitíssimo e eu me segurei pra não partir pra cima dele. Logo depois ele nos notou.

– Ares, visitinha pra você. – Ela pegou a minha mão e me puxou pro canto da sala. Ele acompanhou nossos movimentos com a cara fechada. Quíron entrou na sala e impôs a sua presença. Estávamos acompanhados de mais dois policiais, e a cara dele foi extremamente agradável pra mim.

– Então, a filhinha voltou? – Atena entrou na sala e viu todos parados daquele jeito. Ela olhou pra gente e depois pros policiais. – O que está acontecendo aqui? – Os policiais mostraram seus distintivos.

– Policia, nós temos um mandato de prisão contra Ares La Rue. – Ares deu um passo pra trás.

– Que brincadeira é essa? – Automaticamente ele olhou pra Annabeth. Entrei na sua frente tirando-a do seu campo de visão.

– Annabeth Chase o que você fez? – Atena gritou.

– Bom, meus clientes não responderão absolutamente nada pra vocês. Ares, você será mantido preso até o dia do julgamento. – Os policiais tentaram algema-lo mas ele se debatia, felizmente os caras eram tão fortes quanto o diabo e conseguiram prende-lo. Meu sorriso deveria estar como o de um maníaco nesse momento.

– Isso é um absurdo, porque eu estou sendo preso??? – Os policiais entortaram seus braços e ele se curvou pra frente com dor.

– Meu marido não fez nada! Ela é louca! Ficou assim por causa da morte do pai e agora se juntou com esse... trombadinha ai! Soltem meu marido imediatamente. – Annabeth agarrou minha camiseta e eu segurei em suas costas.

– Senhora, eu não sei onde você esteve esse tempo todo onde esse homem abusava da sua filha. – As unhas de Annabeth quase furavam minha camiseta. Eu vi lágrimas escorrerem dos olhos de Atena.

– Impossível! Ele nunca faria uma coisa dessas. – Atena olhou pra nós e o estado de Annie escondida atrás de mim a quebrou. – Faria?

– Não só por isso, o senhor está sendo preso por abusar de dançarinas, e por possuir material ilícito de pedofilia. – Apertei mais Annabeth contra mim. Mas que filho da puta!

– Não tem por onde escapar desgraçado. – Eu sibilei e ele me olhou furioso.

– Mas que porra! Quem é você moleque insolente? – Eu sorri.

– Olha bem da minha cara e lembre-se bem quando estiverem literalmente fodendo você na cadeia, seu merda. Eu te coloquei lá. Você nunca mais vai relar um dedo na minha mulher. – Quíron sorriu satisfeito e fez sinal pra que os policiais tirassem ele daqui.

Ares olhava pra mim com fogo nos olhos, eu abracei Annabeth e beijei seus cabelos olhando enquanto ele se debatia pra entrar na viatura. Ela tremia em meus braços e eu a abracei firmemente.

– Acabou Annie. Acabou.

– Sua puta! O que foi que você fez? – Me coloquei na frente dela novamente e fuzilei minha sogra.

– Nem chega perto. Como pode dizer uma coisa dessas? Ele tentou abusar dela cacete! É a sua filha!!

– Ela está mentindo! Mentindo seu idiota. Saiam da minha casa, SAIAM AGORA!

– Vai com calma ai o maluca, essa casa também é dela...

– Não enquanto eu estiver viva. Seu pai não deixou nada pra você pequena vadiazinha, SAIAM! – Eu encarava tudo aquilo simplesmente chocado. Que tipo de mulher era aquela?

– É melhor mesmo, eu não suportaria viver aqui com essa mulher. – Annabeth segurou a minha mão e me puxou porta a fora. Quíron olhava aquilo tudo calado. Eu me virei e olhei bem nos olhos daquela mulher, olhos cinzas que conseguiam ser iguais e diferentes do de Annie.

– Isso não vai ficar assim. Annabeth já sofreu demais nessa vida Atena, parte disso pelos seus erros. Eu não vou deixar que isso aconteça mais está me ouvindo? – Ela apenas me encarava de volta sem nenhuma expressão no rosto. Eu sai daquela casa e entrei no carro voltando pra nossa casa.

...

Notas finais
TOMOU NO CUUUUU ARES FILHO DA PUTA!!!!!! hohohoho E esse hentai em? gente reclamando q tá faltando fogo!! seus tarados! Amei escrever esse capitulo cara, espero q vcs tamb tenham gostado pq eu amei lol. bjos lindinhos!!! PS: Como eu volto só na quinta, FELIZ NATAL PRA TODO MUNDO CAMBADA!!! E feliz aniversário pra nati chase q nasceu no natal, cara eu imagino o parto da sua mãe, deve ter sido uma zoeira sem fim kkkkkkkkkkkk