Notas iniciais
Se encontrarem algum erro, por favor me avisem. :c

O neto da vizinha, cujo eu nunca perguntei o nome, me puxou pelo braço a fim de me tirar da casa, mas eu ainda não conseguia ficar de pé. Ele não entendia e continuava me puxando até me fazer cair no chão. Eu já estava muito chateado com ele e mandei ele me por na cama, mas ao invés disso ele me pôs em suas costas e me levou para fora do quarto. Eu disse que eu não poderia ir sem o meu pai, mas ele não me deu ouvidos. Eu não quis gritar pois ele, de alguma forma, estava tentando me salvar e eu não queria chamar a atenção da minha pseudo-mãe.

Quando ele estava para descer as escadas, uma mão saiu de dentro do degrau e o puxou para dentro, eu logo caí de bunda na escada. Desesperadamente saí me arrastando em direção a porta, mas logo foi fechada sozinha. Eu gritei chamando meu pai, mas quem apareceu foi a minha pseudo-mãe e a mulher albina. Eu não tinha forças nas pernas, por isso não consegui me levantar e sair correndo, então eu fiquei me arrastando no chão igual aquelas mocinhas prestes a serem devoradas pelo o bicho papão em filmes de terror.

A minha pseudo-mãe estendeu a mão na minha frente e rapidamente o corpo do neto da vizinha saiu debaixo do chão quebrando a madeira velha indo parar na mão dela todo sanguentado. Meu pai apareceu mesmo na hora e tomou um grande susto, acho que o maior de todos os sustos que ele já tomara. A minha pseudo-mãe estendeu a outra mão em direção ao meu pai e logo ele foi jogado com uma enorme força contra a parede. Ela então esmagou a cabeça do neto da vizinha com as próprias mãos e disse que eu seria o próximo. Eu comecei a chorar no chão desesperadamente, quando ela estava vindo já para esmagar a minha cabeça ou fazer algo terrível, a mulher albina a segurou pelo o braço e a puxou derrubando no chão. Eu não entendi, Parecia que a mulher albina estava me defendendo... acho que não!

Meu pai, confuso, logo levantou do chão e me pôs nos braços e correu para a cozinha a fim de fugir pela a porta dos fundos. Mas lá também estava trancada. Tentamos fugir pelas as janelas, mas estavam todas trancadas também. A mulher albina apareceu do nada em cima das costas do meu pai, tão magra e leve que ele levou uns segundos para percebe-la. Meu pai, assustado, sem querer me soltou e eu caí no chão. Ele tentou tira-la de suas costas, mas a danada não saía. Eu, por sorte, consegui me levantar e saí tombando até o faqueiro que estava sobre a mesa. Tremendo, peguei a maior faca que tinha e lancei nas costas da mulher albina. Ela largou meu pai e veio na minha direção na tentativa de me enforcar.

Notas finais
Não deixe de ler o próximo capítulo.
Obrigado pela a atenção.
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