Therapy

1 Capítulo 1- Prólogo


Notas iniciais
Oláá pessoal kk

Bem, eu sei que tenho outra fic mas essa história me apareceu na cabeça e não consegui me conter. Então aqui está ela e espero que vocês gostem ;)

Esse é só o prólogo, tipo uma prévia... A história só começa mesmo n próximo capítulo. Preciso da opinião de vocês ^~^

~Boa leitura!

Minha mãe sempre me dizia que não existia homem gay, o que existia é homem que não teve uma boa transa selvagem com uma mulher de verdade. Minha mãe sempre foi meio louca então eu nunca levava as coisas que ela dizia a sério, mas o tempo foi passando e eu fui percebendo que alguns de seus conselhos loucos estavam certos.

Quando estava no colegial, namorei com Mike, jogador oficial da liga escolar do futebol americano (eca!), mas não durou muito já que ele foi preso por trafico de drogas dentro da escola. O que isso tem haver com a minha mãe? Simples, foi ela que falou para mim que todo jogador do time de futebol americano fuma maconha antes do jogo para não sentir muito as pancadas que eles levavam durante o mesmo.

Reneé também disse que tesão é mais importante que o amor, descordei no mesmo segundo como uma leitora fanático dos romances ingleses e ela simplesmente respondeu: “ Cadê o amor quando você está na cama de agarrando com o seu homem, Bella? Ele some!”

Olhei para o casal que dormia na cama a minha frente, decidindo o que fazer. A cama que eu estou sendo “obrigada” a dividir com Edward. Sim, “obrigada”, eu meio que gosto dele então não ligo de dividir a cama com ele. Até gosto de ver aquela cara de débil mental que ele tem quando acorda de manhã, é fofa!

Encarei novamente o casal que dormia tranquilamente naquela cama e não pensei duas vezes antes de ir ao banheiro e encher o balde que a faxineira esqueceu no nosso quarto.

Mas para que um balde de água fria, Bella? Você não sabe que é falta de educação acordar as pessoas assim? E afinal de contas, quem é esse casal?

Sim queridos, eu posso ler a mente de vocês... A resposta é bem simples: o casal que se encontrava deitado na cama que eu estava prestes a hibernar não era ninguém mais e ninguém menos que Edward e a merda do namorado dele. Eu reconheço essa cabeleira loira em qualquer lugar.

- Boiolas de merda... – rosnei baixinho puxando o cobertor de cima dos dois e jogando o balde de água fria.

Os dois acordaram assustados e o namoradinho soltou um grito fino demais.

Fino demais até para um gay...

Certo... Isso é estranho!

Bem, vocês devem estar se perguntando que merda é essa Bella? Ok... Vou explicar para vocês desde o começo para não ficarem perdidos. Tudo começou numa bela tarde com uma simples ida ao shopping com a minha melhor amiga...

* Duas semanas atrás*

Terapia em grupo.

Repeti a frase em meus pensamentos tentando me controlar minha vontade de rolar os olhos.

- Terapia em grupo... – sussurrei absorvendo as palavras e me certificando que essas três palavras pareciam tão ridículas tanto nos meus pensamentos quanto na minha boca.

- Sim, Bella... Terapia em grupo! – repetiu Alice, minha cunhada com cara de fada, empolgada com a sua idéia supostamente genial.

Supostamente já que sua idéia era absurda.

- Porque diabos eu iria fazer uma terapia em grupo Alice? – resmunguei zangada. – A viciada em compras aqui é você! – completei revirando os olhos.

- Porque você precisa dar apoio moral para sua melhor amiga... – respondeu olhando-me com seus grandes olhos verdes. – E não é uma terapia em grupo para viciados em... – continuou falando sobre alguma coisa, mas eu já estava viajando para longe.

Iguais aos de Edward...

- Desde quando você precisa de apoio moral?! – respondi cética lembrando-me de voltar ao mundo real. – E além do mais você tem o Jazz. – completei lhe dando uns tapinhas no ombro, aqueles tapas camaradas que Charlie vive dando em Jake quando o time de Baseball deles ganha.

– Você não escutou nada que eu disse Bella? – reclamou chateada.

Só escutei a parte da terapia em grupo, o que veio antes e depois eu meio que ignorei já que você fala muito, Alice... Essa era a resposta que eu deveria dar, mas ainda sou nova demais para morrer com as chantagens emocionais que essa baixinha usaria contra mim pelo resto da minha vida.

- Claro que escutei. – respondi automaticamente, deixando-a desconfiada porque eu me enrolei nas palavras. – Olha que sapatos lindos! – exclamei olhando a primeira loja que vi, distraindo-a por um segundo.

- Nossa, como você tem mau gosto Bella... – resmungou olhando o par de sapatos laranja florescente. – Não é por menos que se apaixonou pelo cabeçudo do meu irmão. – completou baixo olhando para uma vitrine de alguma loja com roupas que custam mais que a casa da minha mãe em Phoenix.

Olhei chocada para ela. Edward é lindo!

- Edward é lindo. – respondi lhe dando um empurrão de leve. Todas as mulheres sempre caem aos pés dele não só as mulheres... Infelizmente. – Lindo demais para minha sanidade.

- Prefiro o meu Jazz. – disse rolando os olhos. – Mas voltando ao assunto... – continuou fazendo um gesto teatral, fingindo estar rebobinando uma fita.

- Você precisa fazer uma terapia em grupo por causa do seu vicio em compras. – completei prestativa abraçando-a pelos ombros. – Tudo bem... – resmunguei dando-me por vencida. – Faço essa terapia com você.

Alice olhou zangada, percebi que queria rebater, mas acho que ela resolveu deixar do jeito que está já que decidi ir com ela, mesmo não gostando nada de fazer compras. Ela sabe que se ela me irritar muito eu não faço nada até ela começar a fazer chantagem emocional.

- Promete? – vi um brilho divertido passar pelos seus olhos, ela estava me escondendo algo.

- Prometo... – resmunguei entrelaçando o meu dedo mindinho ao dela. – Mas como vai ser essa terapia em grupo? – perguntei curiosa, tentando não pensar no tempo que perderia indo nessas reuniões.

- Ela é meio diferente... – começou desconcertada.

- Diferente como? – perguntei desconfiada.

- Você verá amanhã... Esteja com as suas malas prontas. – respondeu rapidamente não me dando tempo para raciocinar.

Peraí. Malas?

- Como assim malas, alpinista de poltrona? – perguntei chocada, irritada, cética e várias outras coisas que não consigo distinguir no momento.

- Nós vamos viajar numa terapia de casais. – respondeu sorrindo decidida. Odeio esse sorriso!

- Droga, Alice... – rosnei passando uma mão pelos meus cabelos. – Não acredito que você passou a perna em mim de novo, mas dessa vez não vai dar certo. Eu não tenho marido esqueceu? – lhe lembrei de repente.

- A culpa não é minha se você não prestou atenção em nada do que eu disse antes, só pensa no Edward... – respondeu sorrindo convincente. – Você vai continuar fingindo que é a mulher do cabeçudo do meu irmão e vamos todos viajar para o Resort Doublé Beach para casais em recuperação no Caribe, vocês participaram de todas as reuniões pelas manhãs... – ela continuou explicando, mas eu ignorei ela como sempre.

Respirei fundo, pensando no que fazer. Certo, vocês não estão entendendo a minha situação então vou explicar para que vocês não fiquem confusos. Primeiro: Sou a namorada de mentirinha do Edward. Segundo: Ele já tem um namorado, sim, namorado! Mesmo eu nunca tendo sequer visto a sombra desse homem e não, eu não vou reclamar disso. Terceiro: Todos da família dele, exceto Alice, acham que o nosso namoro é de verdade. Quarto: Nós moramos juntos, mas é só por fachada e sabemos fingir muito bem as coisas. Na verdade eu sempre me aproveito quando estamos com sua família para beijar ele. Quinto: Sou louca por ele e quero que ele seja feliz, nem que para que isso aconteça, ele tenha que comer o rabo de alguém. Sexto: Somente Alice e eu sabemos desse seu gosto... Err... Exótico!

-... Você só tem que convencer o meu irmão a ir porque ele... – continuou falando, falando e falando.

Notas finais
Gente... Dêem uma chance para essa história, ok? Eu vou explicando as coisas aos poucos, qualquer dúvida deixe nos comentários e lembrem-se que dependo da resposta de vocês para saber se posto a história ou não kk'

Tudo depende da reação de vocês, me falem pelo comentário ;)
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.