Notas iniciais
Olá novamente! Eis aqui o capítulo mais chato que você lerá em toda sua vida. /brincadeira

Estou dizendo isso porque foi muito chatinho escrever, até por causa da intervenção de certa pessoa neste capítulo.

Prevejo reviews me xingando, mas tudo bem, estive me preparando psicologicamente por uma semana pra aguentar as reclamações! UASHA Gente, eu to brincando. ;;

Enfim, espero que não tenha ficado muito confuso. Eu revisei, mas sabe como é.

Okay! Boa (sorte) leitura pra vocês! :'3

Lenalee esperava sentada em um banco de madeira estilizada na frente do cinema quando reparou Allen correndo para fora dali. Levantou-se rapidamente sem entender o que se passava; chegou a chamá-lo, entretanto fora ignorada. O ruivo sozinho aproximava-se da noiva que mantinha a expressão estranhada.

–O que aconteceu, Lavi? –a menina agarrou os braços do seu par.

–Ah... Lena... Deu tudo errado. –sentou-se no mesmo banco em que a outra se encontrava anteriormente. –Basicamente: o Yuu disse que jamais ficaria com alguém como o Allen, e ele ouviu...

–E aonde tá o Kanda?

–Sei lá, ele saiu do banheiro logo depois do Allen e... –acariciou o antebraço direito. –... Me deu um belo soco. –sorriu sem jeito.

Algumas pessoas assistiam à cena sem ter muito que comentar e retiraram-se aos poucos assim que o clima acalmou.

Lenalee tratou de encher a caixa postal do celular de Kanda, não obtendo resposta nenhuma das vezes.

...

O japonês bateu a porta assim que entrou no Honda negro; furioso, deu vida àquele veículo enterrando o pé no acelerador. O celular vibrava seguido, enquanto isso seu medidor de paciência interno entrava em erupção instantânea; Kanda sabia que era a amiga à espera de alguma justificativa sua, portanto jogou o aparelho para trás a fim de esquecer tudo aquilo.

Iria direto para casa desligar-se da realidade e de todos; queria sumir, queria apagar o ocorrido, ao mesmo tempo em que desprezava todas as suas vontades. Fitava o banco do carona sentindo-se estranho; “Que raiva!” exclamou em seus pensamentos enquanto a culpa o dominava por completo.

Já não é a primeira vez que Lavi se mete em seus assuntos “pessoais” e, sempre que acontecia isso, “incomodações” provavelmente vinham atrás. Se gosta, ama, ou odeia aquele imbecil, o problema era seu e de mais ninguém; intervenções externas tornavam-no insano.

Assim que chegou ao lar, decidiu mergulhar na banheira da suíte; abriu a torneira de água quente e esperou alguns minutos para encher o suficiente, já estando completamente despido. O céu escuro das seis da tarde o embalou para que cochilasse ali mesmo.

...

Adentrou o taxi já retendo as lágrimas, havia acalmado após o choque, contudo seu rosto permanecia avermelhado e inchado. Allen informou seu endereço ao taxista que o fitava pelo retrovisor, indiscreto, porém o garoto o ignorou assistindo ao céu que absorvia o negro da noite.

Ah... Do que adiantou todas aquelas horas de sono perdidas pensando nele, criando expectativas, inventando diálogos? Foi tudo em vão; o amor que preservou durante dez anos da sua vida agora escorria entre seus dedos como areia. O peito apertou mais uma vez quando relembrou a simplicidade de Kanda em dizer aquela frase.

–Problemas amorosos? –finalizando a viagem, o motorista revelou-se.

–H-hein?

–Ah... Eram bons tempos aqueles... –girou o volante para a direita entrando na rua do inglês que permanecera calado. –Quando conheci minha mulher, ambos éramos muito tímidos... –deu uma risada. –E sempre que tentávamos nos aproximar, nossos amigos estragavam tudo. –Allen encarou o espelho dando atenção ao falante. –Até que uma vez, sozinhos, conseguimos nos abrir. –freou.

Allen estranhou; o mais velho havia apresentado uma situação parecida com a sua, como se soubesse o que se passava por seus pensamentos; embaraçado, fitou a janela.

–Deu um total de quarenta e cinco dólares. –desviou para o menino atrás de si. –Mas eu aceito quarenta. –sorriu.

–Obrigado. –retirava as notas da carteira o alcançando.

–Então reserve um horário pra se encontrarem a sós. –continuou, dando brilho àqueles olhos prateados.

–Hm! – acenou deixando o veículo enquanto sorria.

Entrou no apartamento retirando as botas, caiu no sofá com o rosto cravado nas almofadas e a mão cega à procura do controle remoto. Ligou a televisão já programada no canal preferido, agarrou o celular notando mensagens na caixa postal e que, certamente, não seriam dele.


Lena

Allen o q aconteceu?


Aonde vc foi? To preocupada

Me liga

Vc foi p casa?

Por favor me da retorno :(


Rabbit


Ei cara eu sinto mt por mais cedo


Foi td minha culpa...

Não qro q leve isso em consideração

Eu q pressionei o Yuu


Suspirou. De acordo com sua previsão, Kanda não foi capaz de envia-lo nada. Respondeu Lavi acalmando o amigo, confirmando que deixaria tal assunto para trás e tratou de ligar para Lenalee.

Allen! –atendeu imediatamente. –Aonde você está? Tá tudo bem aí? Comeu alguma coisa? –a menina demonstrava preocupação.


–Tá tudo ok, Lena... Eu acho. Cheguei em casa agora.

Sua voz tá fanha...

–...

Posso passar aí amanhã?

–Que horas? –deixou o braço cair do sofá, sentindo-se destruído.

Ah... De tardezinha, porque eu e o Lavi vamos sair. Perto das seis, pode ser?

–Certo.

Por favor, te cuida. Beijos.

Desligou o celular assim que a amiga saiu da linha. Permaneceu fitando o aparelho até que resolveu animar-se.


Link


Heeey não qr vir aqui?


To sem nada p fazer...

Walker!

Estava pensando agorinha em ti!

Criei uma nova receita

Hahahhaha legal! :D

Não entendi o porquê da risada, mas estou indo aí

Link... vc eh formal até nas sms...

Vou levar Starbucks pra gente


Allen preparou a sala com alguns de seus consoles e trouxe sua caixa lotada de jogos, pretendia jogar com o colega de trabalho até ficarem exaustos; precisava descontrair; sozinho, não conseguiria elevar a autoestima. Aproveitou o tempo para trocar aqueles trajes por algo mais confortável, como calças de moletom e uma camiseta mais fina.

Eram quase sete horas quando o loiro tocou o interfone. O inglês recebeu o amigo que trazia suas bebidas quentes e alguns lanches, além do sorriso encabulado. Allen guardou os alimentos na cozinha americana enquanto Link já se ajeitava no sofá com seu capuchino de soja.


–Walker, quero que você experimente o bolo que está naquele pote. –apontou para uma das sacolas. –É minha nova receita.

–Ah! Certo! –logo abriu a tampa examinando a criação. –Hm! –degustou vagarosamente notando o sabor do morango junto da massa de baunilha e a camada de leite condensado com frutas vermelhas.

–Fiz especialmente pra aqueles que não são fãs de chocolate. –aproximou-se do menor, deixou o café sobre o balcão, tomando aquele rosto para si, depositando um beijo próximo aos lábios dele. –Olá, Walker.

–O-oi, Link... –afastava o amigo de si com ambas as mãos.

Conversaram por algumas horas enquanto degustavam os salgados e os copos de Starbucks que Link havia trazido; combinaram de segunda-feira estrear na confeitaria com o novo doce do mais velho, e que ele precisaria da ajuda de Allen para montá-lo.

O albino acabou amolecendo e confessou que havia se desentendido com Kanda, já o outro não apreciou muito a notícia: Link sabia dos sentimentos do amigo e isso o deixava furioso.

Na época da faculdade, os dois colegas haviam saído, porém Allen não conseguiu manter o namoro por muito tempo, até por ambos serem homens e naquela época a sociedade não era tão liberal. Mesmo assim, Allen não quis perder o contato com Link; enfim resolveram deixar o relacionamento amoroso de lado.

–Vamos à diversão, Link? –dirigiram-se aos videogames sentando um ao lado do outro. Allen tomou a caixa de jogos e começou a escolher alguns títulos de Playstation 3. –Tekken 6 e o Hybrid... Tem FIFA também. Você prefere versus ou campanha? Senão tem Resident Evil e...

–Ah, estou por você. –não era costume seu jogar.

–Okay, vamos de Tekken. Vai perder em dois toques! –brincava.

O mais novo derrubou a caixa com os CDs assim que suas costas bateram contra o encosto forrado do móvel. O loiro pressionou seu corpo sobre o de Allen, agarrando os pulsos dele; examinava a expressão assustada do menor, assistiu aos orbes prateados ganharem medo, curtindo a cena sem demonstrar. As bochechas do albino ganharam cor assim que Link tocou seus lábios nos dele.

–L-Link... –tentava cessar o ato inesperado, porém estava preso pela técnica marcial do maior.

–Eu sei que você não me chamou aqui pra jogar. –pressionou o joelho entre as pernas do outro. –Eu sei o que você quer.

–Não! Link, por favor! –e fora calado novamente por aquele homem que sugava seus lábios. Estremeceu assim que Link movimentou circularmente o joelho, crescendo o volume entre suas pernas. –Não... –gemeu baixinho.

–Você está triste com ele, não é mesmo? –referia-se a Kanda. –Por que não esquece ele? –sem mais preliminares, enfiou a mão por dentro das calças do menor, fazendo arrepiar-se todo.

Allen rejeitava, mas seu membro obedecia àqueles toques descontrolando seu corpo; fechou os olhos com força arranhando as unhas no estofamento, cerrava os dentes não permitindo seus gemidos de manifestarem-se.

Link provocava a ereção do outro com movimentos lentos e suaves; contornava a glande dele com o indicador, o que o fez arquear.

–Eu já lhe disse uma vez, Walker... –chegou ao ouvido dele. –Eu, sim, amo você. –beijou os lábios trêmulos do menor enquanto intensificava o ato lá embaixo.

O loiro descia o moletom das coxas de Allen, revelando o sexo pulsante dele, o tendo inteirinho em mão; acariciava todo o local, até que sentiu o membro respingar.

O mais novo segurava a ejaculação mesmo estando no ápice, sentia um fervor dominar sua região pélvica até tornar-se irresistível, deixando aquele líquido branco transbordar e permitindo que a voz escapasse entre seus dentes.

Allen arfava pesado e mantinha seus olhos fechados sentindo-se constrangido. Link o soltou e logo beijou aquele rosto encabulado.

–Sinto muito, Link... –escondia-se entre os braços. –E-eu simplesmente não posso corresponder seus sentimentos.

–É, te toquei pra ter certeza desta vez... –levantou. –Walker, simplesmente não quero rever essa sua expressão melancólica em relação a ele. Do contrário, não hesitarei em socar aquele cara.

–...

–Bom, acho que depois disso... Melhor eu ir embora. –rumou para a porta dando mais uma espiada para o garoto no sofá; enfim deixou o apartamento.

Não demorou muito para que o celular do albino vibrasse.

Link

Desculpe-me, vamos esquecer isso... De novo


Porém Allen não respondeu, pegando no sono ali mesmo, naquele estado, desfrutando a companhia das almofadas.

...


Enxaguava os cabelos no chuveiro da própria banheira, deixando aquela água ir embora esvaziando vagarosamente. Havia relaxado o corpo tenso e retirado um pouco do peso na consciência. Pisou no tapete enrolando-se na toalha de algodão; enxugou-se.

Kanda ouviu o celular tocar pela décima vez naquele instante; vestiu-se confortavelmente e foi atrás do aparelho, sem pressa. Assim que ergueu o eletrônico, a chamada cessou; era Lenalee em todas as dez ligações.

Voltou ao banheiro para secar os cabelos; sentou-se sobre a borda da banheira já com o secador em mãos e deixou o celular ao lado, da próxima vez iria atendê-la.

Passados alguns minutos e a maioria dos fios negros já estavam secos; não era do costume de Kanda secá-los, porém permanecer com eles molhados naquele frio traria problemas como: resfriado, febre e vários dias de cama, o que é desgastante para quem trabalha a semana inteira.

Desligou o aparelho assim que ouviu chamar o telefone residencial; atendeu no do quarto.

–Pronto...

Kanda! –era a amiga; o japonês afastou o telefone do ouvido. –Até quando pretende me ignorar?! –disse a voz estridente.

–O que é? –sentou-se na cama.

Como assim? Estou ligando porque quero satisfações! Primeiro me ignora e depois desliga o celular...

–Não desliguei o celular, eu tava no banho. –Kanda levantou voltando ao banheiro.

Mas quando ligo, a caixa postal avisa que o celular tá desligado...

–Eu não desliguei. –insistiu irritado e foi procurar o celular na borda da banheira. –Peraí. –estranhava. –Por acaso você me ligou recentemente? Eu tava com barulho em volta... –continuou examinando.

Não faz nem um minuto que te liguei. –disse do outro lado da linha sem entender a situação.

–Merda.

–O que houve?

–O que houve o quê, Lena? –era possível escutar Lavi junto da chinesa.

–A porcaria deve ter vibrado e caiu dentro da banheira. –Kanda observava a água do banho, aflito. –Diabos!

O celular caiu na banheira? –a menina tentava entender o que se passava.

O quê? O celular do Yuu caiu na banheira?! –o ruivo gargalhava do outro lado da ligação.

Kanda remangou a camiseta mergulhando ambos os braços na água, enquanto segurava o telefone sem fio entre a cabeça e o ombro.

–Me faz um favor? Manda o coelho ir pra aquele lugar que ele conhece muito bem. –comentou para Lenalee que riu.

Crueldade, Yuu, me mandando ir à merda! –continuava rindo.

Enfim, Kanda... Eu ainda estou chateada contigo. –fitou o noivo. –E com você também... –Lavi murchou abaixando as orelhinhas.

–E o que quer que eu faça? –continuava com os braços mergulhados; seu pescoço já doía um pouco. –Quer que eu vá até o moyashi pedir desculpas a ele, é isso? –disse irônico.

Sim e amanhã. Eu disse a ele que iria pelas seis horas, mas você irá no meu lugar.

–Até parece.

Vai sim... Senão irei publicar no Instagram a foto de vocês dormindo abraçadinhos no cinema.

–Hein?! Não mesmo, isso pode prejudicar meu emprego e-

Então é só fazer o que eu digo.

Sem escolha, Kanda aceitou com muita má vontade aquele “desafio”; antes isso do que fotos comprometedoras circulando pela internet, ainda mais com aquele abobado do lado.

Assim que a banheira esvaziou pela metade, Yuu encontrou o aparelho encharcado; suspirou um pouco abatido, não havia feito uma semana desde que comprara. Tratou em ocupar-se com outros assuntos, aceitando, deste modo, que seu dia terminasse.

...

Acordou torto sobre o sofá, com dores na cabeça e garganta; certamente havia sido péssima ideia ter dormido ali sem ao menos tapar-se. Allen reparou seu reflexo na tela escura do televisor: cabelos bagunçados, roupa amassada e olheiras fundas; precisava dar um jeito em tudo isso, primeiramente um remédio para aliviar o mal-estar.

Coçou a cabeça bocejando enquanto enchia o copo com água que acompanharia o medicamento, lembrou-se que mais tarde Lenalee viria visitar e teria de arrumar a bagunça do cômodo.

Sentia frio por todo o corpo encolhendo os dedos dos pés descalços a cada passo que dava; adentrou o banheiro assim que engoliu o comprimido, precisava fazer sua higiene acompanhada de um banho quente e demorado e só depois pensaria em seu farto café da manhã, ou almoço, pois já eram onze horas passadas.

Enquanto Allen sentia dor de cabeça por resfriar-se, Kanda já não aguentava mais o telefone tocar ao lado da cama. O moreno ergueu-se sentado tomando o aparelho maldito em mãos, pensou em silenciá-lo, todavia relembrou a ameaça da chinesa.

–Pronto... –a voz saiu rouca e sonolenta.

Poxa, te acordei? –Lenalee sentiu.

–Anda logo.

Bom, queria avisar que tanto eu como Lavi estaremos ocupados a tarde toda. Só estou prevenindo você de não se desesperar na hora “h”, pois não teremos como ajudar...

–Tsc, não vá criando expectativas. Vou lá apenas pra retirar o que disse e irei embora.

Boa sorte, Kanda! –desligou assim que a garota proferiu.

–Seis horas... –balbuciou enquanto voltava àqueles edredons. –Seis... Horas... –encolheu-se voltando a dormir.

...

Cinco e meia, e Allen não havia aprontado o apartamento para recebê-la. Carregava um rolo de papel higiênico consigo enquanto tentava organizar a sala, ora retirava peças de roupa do caminho, ora assuava o nariz já inchado; o complicado é manter-se de pé enquanto suas forças reduzem à metade e seu peso parece aumentar em quatro vezes.

O garoto trajava roupas confortáveis, pijamas, não se importando com o visual, até porque Lenalee era sua melhor amiga e consideravam-se íntimos. Allen serviu o chocolate quente na caneca de bichinhos que Lavi havia dado de presente, rumou para o sofá esquentando-se entre algumas colchas peludas, assistindo à programação à espera da menina.

...

Tratou de sair do veículo após suspirar pela milésima vez, cismado; ou acabava logo isso ou teria sua reputação destruída. Kanda ativou o alarme do carro notando uma senhora parada na portaria do prédio assistindo aos pequenos flocos de gelo que começaram a dar vida naquele instante; era a mesma da outra vez que viera buscar Allen.

Yuu aproximou-se dela. –E-ei. –arriscou um tanto encabulado.

–Óh! Se não é o amigo do pequeno Allen. Boa tarde, meu jovem, ou melhor: boa noite. A vinda do inverno diminui ainda mais nossos dias, não é mesmo? –observou Kanda confuso com seu assunto. –É por isso que não podemos esperar pra fazermos nossas escolhas...

–Huh? –tentava decifrar a mensagem.

–Simplesmente aja em cima dos seus valores. Algo que te faz bem, não poderá ser considerado errado. –voltou-se para a entrada do edifício. –Entre, eu sei aonde você quer ir. –deu passagem a Kanda que continuou sem entender.

Subia as escadas daquele prédio tradicional de apenas cinco andares, surpreendia-se relembrando o valor daqueles apartamentos sendo que Allen era apenas um confeiteiro; uma vez sendo tradicionais, não é qualquer renda que pode bancar tal condomínio. Parou em frente à porta do apartamento 401, suspirou e enfim tocou a campainha.

–Ué, a Lena não usou a portaria? –o mais novo aproximava-se da porta, desentendido. –Lenalee? –não obteve resposta.

Allen observou pelo olho-mágico, porém não conseguiu distinguir a pessoa; abriu receoso dando de cara com o japonês mal-encarado. Congelou e, sem pensar, bateu a porta imediatamente.

–Kanda?! –berrou em seus pensamentos enquanto enrubescia por completo.

...

Notas finais
E então? Já estão com os tomates em mãos? ;;

Bom, eu sei que o Link forçou a barra ali, mas o cara é apaixonado pelo Allen nessa fic e ele odeia muito o Kanda.

Imagina você gostar de alguém que sofre por outra pessoa, vai dizer que você não iria se confessar? Talvez não, mas sei lá /cala.a.boca.eu.

Prometo que o próximo vai estar muito, MUITO mimoso! Tá um pouco menor do que os capítulos que eu já postei, mas foi proposital. ♥

Okie, era isso. Até quinta!

(weeee~ de 5 leitores, pulou para 13! Obrigada a todos)