Notas iniciais
Pessoal, espero que gostem do primeiro capítulo.

Nathan. Um menino especial. Muito especial. Ninguém via isso muito menos os pais. Muito Ricos para ligar para o conforto do filho ou pelo menos a educação para coisas piores na adolescência. Foi muito influenciado. Quase foi morto. Quando uma simples adolescente avisou do seu futuro. Ele pensava muito em tudo que fazia, mas não demonstrava isso. Ele escutou e fez sua família. Contaremos toda a história dele até os dias de hoje. Mas é como aquela frase. O passado sempre bate na nossa porta. Tudo começou quando tinha 7 anos. Morava com seus pais. Quando queria sair para brincar com seus amigos. Os pais de todos eles estavam juntos, e conversando, o dele nunca estava. Nathan um dia foi uma pessoa humilde. Ele que morava no edifício mais caro do bairro, simplesmente queria brincar na parte mais pobre de Arcadia Bay, pois seus amigos do escola e do prédio sempre tinham tudo o que queriam, e não tinham assunto além de presentes novos. Quando queria ir não podia. Ou sua mãe estava fazendo as unhas, ou seu pai estava em reuniões de trabalho. Ficava com a babá, sua única companhia, ela se sustentava com o salário que a família Prescott dava, com uma casa e comida. Ele sabia dessa condição. Foi quando ele insistiu muito para a babá o levar, pois os pais não estavam em casa. Ela então cedeu uma hora. Nathan se divertiu muito, se sujou de barro, e a babá riu muito. E então depois de várias risadas, eles chegaram em casa. O pai estava esperando dentro de casa. E quando viu o Nathan cheio de barro, começou a gritar. A Babá tentou mentir para ele não descobrir, mas acabou desconfiando muito. Ele ficou muito nervoso, quando sacou uma arma e matou a babá. O Nathan ficou parado, olhando, horrorizado. Começou a chorar e foi para seu quarto.

Eles sempre iam para o interior, em um antigo seleiro, de seu avô. Quando ele percebeu que não foram mais. O que teria sido do antigo seleiro? O pequeno Nathan não sabia. Mas isso não o afetou. A ausência do pai foi comprada com presentes e roupas, e isso não satisfazia o Nathan. Ele já estava naquela fase, que realmente entendia tudo que estava acontecendo, pré-adolescente, começou a ficar curioso. Como já era independente, fazia tudo sozinho. Ele visitava todos os lugares possíveis. Mas seu lugar favorito era a praia. Um dia, sentado, uma menina que conhecia no colégio, sentou ao seu lado.

-Linda a vista, não Nathan?

Ele demorou a responder, mas respondeu.

-Não tão quanto você.

A menina que Nathan gostava na época ficou surpreendida, e foi ali que Nathan Prescott teve seu primeiro beijo. Quem diria que ele iria virar em poucos anos depois um pegador de primeira? Nem ele sabia. Se soubesse como teria escapado da morte, fugiria de todo o mal da sua vida. Depois disso, atordoado, foi no Two Whales, um novo restaurante que havia aberto, cujo a dona era a D. Joyce.

Quando tinha 15 anos, foi em uma festa que mudou sua vida. Era de seu amigo,Brady, e se ele soubesse o que iria acontecer nunca teria saído de casa, mas esse foi seu destino, não dá para correr dele. Antes de sair de casa, houve uma briga, o que o fez sair do controle.

-Aí drogado, só não bebe muito. –Disse seu pai, que estava muito bêbado.

-Pai, pela última vez, não sou um drogado.-Respondeu Nathan.

-VOCÊ É SIM. NÃO ME RESPONDA. DESORGULHO. SEMPRE FOI. –Gritou o Sr.Prescott.

Cansado de ser insultado de um bêbado quase toda noite, explodiu.

-ESTOU POUCO ME LIXANDO SE SOU UMA P*RRA DE UM DESORGULHO! QUERO QUE VOCÊ SE F*DA! SE EU QUISER EU BEBO, SE EU QUISER EU ME DROGO. VOCÊ NÃO TA NEM AI! BEBE, ME XINGA E FINGE QUE NADA ACONTECEU.

Seu pai nervoso quase foi para cima de Nathan e sacou uma arma, quando Nathan saiu correndo pela porta. Estava cansado de tudo, queria se entregar. Foi quando seu egoísmo cresceu, e como seu pai não lhe dava atenção, ou pelo menos ligava para ele, ele teria que fazer isso com as pessoas. Ele não tinha uma mente formada, aprendeu tudo fora de casa.

Foi quando chegou na festa de Brady. Fingiu estar tudo ok. Queria encher a cara, beber, e voltar só de manhã para sua casa, pegar todas, e ‘’curtir’’.

Entrou, e foi recebido por ele.

-Eai Nathan? Tudo tranquilo?

-Eai Brady? Tudo...

-Entra ai, bebe todas..

Ele entrou, e riu, vendo todas as pessoas que se aglomeravam na boate. Pegou uma garrafa de Vodka, e sentou no sofá, apenas descontando todo seu ódio na bebida. Quando um grupo de homens chegou ao seu lado. Ele cumprimentou e continuou bebendo, aos poucos.

-Ei, você tá afim de experimentar?

-Como assim?-Ele perguntou.

-Tipo, tenho uns negócios aqui...

-Tipo droga?

-Eh isso aí..

-Hoje não... Só quero beber. Qual é seu nome?

-Doggy.

-Certo, se um dia eu quiser eu te procuro Doggy.

O cara saiu com seus amigos para fora, e Nathan depois de terminar a Vodka foi para o Whiskey. Depois, ele não se lembrou de mais nada até acordar com uma terrível dor de cabeça, deitado no chão da boate, com uma menina deitada no seu peito. Não entendeu, e se viu com uma garrafa na sua mão. Ele riu. E não era só ele que estava lá. Brady limpava as coisas com uma vassoura.

-Aê cara, arrasou ontem...-Falou ele, quando viu que Nathan estava acordado.

Nathan deu uma gargalhada rouca, e perguntou o que aconteceu.

-Cara, você bebeu todas, e ainda pegou essa mina. Ta de ressaca né? Relaxa, toma um remédio e vai dormir.

Ele deu um remédio para ressaca na mão de Nathan. Ele agradeceu e com cuidado tirou a menina do seu peito e foi embora.

Chegando em casa, viu que seu pai não estava lá, só sua mãe, quando tocou na porta de casa.

-NATHAN PRESCOTT! O SENHOR VAI ME DIZER AGORA MESMO ONDE ESTEVE NA ÚLITMA NOITE! SÃO 10:00 HORAS DA MANHÃ! –Disse a Sra.Prescott, indignada.

-Ah mãe, depois daquela briga fui na festa do Brady.

-Ah! Aquele Brady bêbado! Ele não é uma boa companhia.

-Só preciso dormir.

-Você bebeu não é? Sabe o que acontece quando vendem bebida para menores? Ou eles são presos ou você é preso. Melhor só beber em casa! Meu Deus. Vai dormir.

Nathan mesmo com dor de cabeça percebeu que pelo menos sua mãe se importava com ele.

Ele deitou na cama, e apenas dormiu.

Assim que acordou, viu que já era a hora do almoço. Mas sabia que seu pai iria ir em casa. Então iria almoçar no Two Whales.

Indo para lá, se lembrou de seu primeiro beijo na praia. Depois de comer, iria direto para lá.

Quando entrou, uma menina de cabelos azuis passou por ele, com uma de camiseta xadrez. Quando se esbarraram, ela falou.

-Ou, cuidado por onde anda!

Joyce gritou do balcão.

-Chloe! Para de azucrinar meus clientes!

E então as duas meninas saíram. Quando Nathan pode entrar. E então não havia mesa para sentar, quando se rendeu ao balcão. Quando ia sentar, um homem, de mais ou menos 25 anos, com barba, com roupa social e um óculos quadrado, mais parecendo de Hipster, ele chamou Nathan.

-Ei, sei que é ruim sentar no balcão. Sente aqui.

Nathan ficou meio desconfiado mas sentou na frente do homem.

-Mark Jefferson. –Ele estendeu a mão para Nathan ele retribuiu.

-Nathan Prescott.

-Uou, você é da família Prescott?

-Sou sim... O que você faz da vida?

-Ah, sou professor de Fotografia na Faculdade de Blackwell Academy..Estou procurando uns talentos por aqui... Sei tirar ótimas fotos, talvez se você quisesse me ajudar...

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.