The strange

3 O encontro


Notas iniciais
Olá, espero que esteja gostando! Beijinhos.

— Essa não.. muito menos essa. — Dizia Mary enquanto jogava suas roupas do guarda-roupa, parecia que escolher uma roupa estava mais difícil do que parecia, deveria não levar muito á sério e ir com qualquer uma?

Depois de horas escolhendo, vestiu uma saia preta, uma blusinha branca e uma sapatilha preta com detalhes prateado, pegou um casaco e então desceu para espera-lo. 15 minutos depois ouviu a campainha soar e então foi atender, era ele. Estava muito elegante, o seu perfume, dava pra sentir de longe.

— Vamos? — Léo a interrompeu de seus pensamentos.

— é.. claro — Disse ela, e logo ouviu uma gargalhada. Era ele rindo, ela tinha cara de palhaça? Sua roupa não estava boa? Não sei.. mas foi o que ecoava na cabeça de Mary.

Os dois foram para uma cafeteria da cidade, conversaram por um bom tempo, viu alguém se aproximar. Era uma garota loira de olhos azuis acinzentados. Que diabos era aquela garota?

— Oi Léo. — Cumprimentou ela dando beijinhos e abraços.

— Oi Sara, tudo bem? — Respondeu ele

Os dois conversaram como se Mary não existisse, ela desejava morrer. Ela estava com ciúmes? Não sei, acho que 7 meses de amizade é muito pouco.

Mary sem pensar levantou dali interrompendo os dois, Sara olhou assustada e riu:

— Quem é essa guria? — Começou Sara

— É apenas uma amiga. — Respondeu rapidamente Léo.

— Você me considera apenas como uma amiga, uma garota qualquer? — Disse Mary irritada, sim ela tava gostando dele.

— Querida, ainda não percebeu? Ele só ta contigo por pena. — Continuou Sara.

— Já chega, fique ai vocês dois. — Disse Mary ainda irritada.

Mary pegou seu casaco, vestiu e saiu daquele lugar. Caminhava sozinha pelas ruas da cidade, já estava tarde e escuro. Começou a chover e ela não tinha para onde ir. Viu alguém por o guarda-chuva sob sua cabeça, era o infeliz do Léo.

— O que você quer? — Disse ela.

— Queria te explica que Sara é minha irmã, e as vezes não mede o que fala. — Léo começou a explicar.

— Entendi. — Foi apenas o que Mary conseguiu responder

Os dois caminharam para casa, Mary estava triste. Ao chegar correu para o seu quarto e começou a chorar. Queria sumir, por que Léo estava sendo boa com ela? Era pena?

No dia seguinte Mary tomou uma decisão, caminhou pela cidade até a casa abandonada onde brincava quando criança. Amarrou uma corda no alto da viga da casa, subiu numa cadeira velha e pois a corda sobre seu pescoço. O fim estava próximo. Mary estava quase pulando quando ouve passos pela casa.

— Mary, cadê você? — Alguém lhe disse.

Quem é? Como sabe onde estou, e me conhece? Aquilo matutava na cabeça de Mary como um martelo. Viu uma sombra se aproximar e então olhou e viu Léo. Ele a olhava assustado.

— Por que está fazendo isso? Quer me deixar? — Falou ele.

— Não, apenas quero desaparecer. — Disse ela, e uma lágrima insistiu em cair.

Ele a convenceu de desistir daquilo e lhe disse que a morte não é a solução, saíram pelas ruas da cidade conversando. Agora o mundo de Mary tem cor, agora ela tem que viver por alguém.

Notas finais
Gostou? Não? Comenta ai.