The poet and the Sword
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A vida que eu tinha não me era ruim, mas era o que eu não queria.
Há 12 anos foram incumbidos a 12 pessoas de fazer a tarefa mais Linda e prestigiada do mundo. Eu Redigia a Sentença de morte dos Mundanos. Matávamos pelo o que achávamos justo, um sonhador com a sua taça de vinho, o poeta sem a rima perfeita. A morte era a coisa mais linda do mundo. Até o dia em que tive que matar minha própria família.
Em Meados de Marzo de 1435, vivíamos em Felicitá, uma das províncias do Reino de Empathica, um dos reinos mais lindos. Éramos uma das mais nobres famílias do Reino, os Nightshades, além de sermos nobres, tínhamos certos dons sobre o mundo.
Minha Irmã conseguia prever o futuro assim como meu Irmão a Força e eu a Inteligência, Nossos pais eram considerados Loucos por nos manter em casa, mesmo pela comunidade magica. Eramos a personificação dos 3 soberanos do mundo. Minha irmã, Annie era a Personificação de Pheros, A deusa da Beleza e do tempo, A rainha dos dias. Meu Irmão, Frederic era de Thamos, o Forte e Rei dos Deuses, e eu era apenas Fellipo o caçula, eu era a representação de Alexander, o Deus dos Sábios, o guardião da balança.
Mas voltando, há 12 anos pessoas especiais, como Frederic, Annie e eu, eram escolhidas para a função de Redator das mortes. Com 2 anos de cargo comecei o que não devia ter aceitado.
De noite em noite recebíamos em nossa lista 10 nomes, onde eles só eram apagados dela quando as mortes ocorriam, recebíamos uma adaga de Prata dos deuses, banhado no rio das trevas, para que cada morte fosse a Alexander para ser julgada e condenada, se a alma fosse boa, iria aos Campos elísios, se a alma fosse perversa iria ao Purgatório.
Na noite de 23 de Marzo do mesmo ano, Já havia anoitecido e a lua estava no seu ápice. Quando o primeiro nome surgiu: Maria Esperanza Nigthshade, vulgo Minha própria mãe.
Como seria, para um filho, executar a pior tarefa que lhe foi dada no mundo. Não devia ter aceitado porem quando a lua gritou no céu, minha mãe gritou na terra, seria muita imprudência deixar vestígios de meu crime perfeito, não seria de boas maneiras, deixar em meio a mesa de jantar um Cadáver.
Escondi o que restava do corpo, os corvos se encarregaram da maior parte dele, foi quando entrei em casa e me deparei com o próximo nome revelado Victor Nithgshade, vulgo, Meu Pai.
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