The poet and the Sword
5 ACT V - The Beast, The Magician and the Poet.
Notas iniciais
é isso kkk acho que ficou bom ♥
Bom, essa foi a hora em que eu fui jogado na parede, Fred não reagiu muito bem a noticia de que sua Irmã, tão preciosa Anna terá que morrer e ele terá que me ajudar.
— Estais Louco Caro Irmão, Pelos deuses, não terias a coragem que me profanou tais palavras! — As meninas gritavam e eu já estava no chão e eu já me preparava pra pegar minha adaga, pois sabia que ele iria me atacar de novo.- Merecer morrer por Sua Língua,Inseto. Já se foram nossos pais e agora vens com essa asneira!Minha adaga banhada com as águas do Rio dos mortos, tinha um brilho prata porém com partes negras, sua bainha e seu cabo eram envoltos de um tecido preto onde se camuflava em qualquer lugar. Retirei do bolso e a Mostrei como o nome de Anna aparecia. Atordoado, foi caindo pra trás, sempre foi meu pupilo e meu protegido, mostrei algumas vezes quando nomes apareciam e o que tinhamos que fazer a ele.— Como? Esta adaga não lhe serve mais. — Gritava ainda sem acreditar no futuro que nos aguardava ali. simplesmente deter a Filha do tempo, a Rainha das visões e premonições, a Vadia de minha irmã. Conversamos e finalmente convenci o Monstro a me ajudar. Matar Anna não seria fácil, por isso o convenci a ir em seu ponto fraco. O poeta. Quando chegamos, la estava a cantar e a recitar ao mundo seus poemas, era alto e magro, porém a coisa que lhe chamava a atenção eram seus olhos. Teu nome era Sebastian Golearth, o cuidador das artes, o protegido de Allyah, a Deusa das Artes e Rainha dos dias que se passavam. Os olhos de Sebastian sabiam sobre tudo. eles eram de cor arroxeada com as pupilas iguais a de um gato. Era o Amor da vida de Anna, a Pessoa na qual íamos pegar pra poder nos ajudar.— Sabiam que viriam, Anna mandou tomar cuidado com vocês, ela acha que estão tramando algo contra ela. — falou e continuou tocando sua viola. Aquela viola era o que precisávamos.— Sebastian meu Caro amigo, não tramamos nada contra ninguém, só viemos cobrar um serviço que nos deve, depois de ter tirado Andrian dos caminhos que te impediam de se aproximar de minha irmã. Poderíamos ter pedido a um mortal, mas não podemos deixar que os mundanos saibam disso. Claro que ele nos olhou e ficou abismado, porem ele sabia que eramos mais rápidos e mais fortes, bom Fred era mais forte, que ele. Foi quando ele parou de tocar e as luzes que o rodeavam pararam e desapareceram.— Por que precisam tanto de mim? Isso não vai me afastar de Anna? Sabe que eu a amo. — porém já era Tarde de mais. O troglodita já havia voado na Garganta do pobre rapaz, não pude fazer nada. e o mandei leva — lo Até nossa casa. Chegando la, Anna nos esperava na porta, e já sairá correndo pra tentar livrar dos braços do Monstro o "precioso e amado rapaz." Gritando foi chegando cada vez mais perto, e mais perto, e quando chegou perto o suficiente, Fred o Largou e a Segurou em seus Braços. Coitada de minha irmã.— Anna minha querida, Estou aqui por você... — Falava como se nada fosse acontecer. porém ela me surpreendeu com uma coisa. Estava recitando. Estava conjurando. Foi quando Fred a Largou e caiu desmaiado no chão.— Achou que era o único que tinha truques amado irmão, sua adaga pode falar a morte, mas o que não sabe é que sou conjuradora, esse foi o poder que os deuses me deram alem de ver o que sempre fez, Acha que não sei sobre nossos pais, ou sobre Sebastian? haha. — E foi ai que notei, estávamos no meio de um circulo com um desenho que nunca me foi estranho no meio. Dois triângulos entrelaçados. O simbolo de Pheros, sua Patrona. Tudo em minha volta e envolta de Fred começava a Brilhar com uma cor roxa como os olhos de Sebastian. — Recriate Avoe Demonon Pria Mae! — Gritava isso junto com Sebastian, e o brilho foi se intensificando e eu paralisado sem poder me mexer, e o brilho se intensificou me deixando cego. foi quando tudo se apagou e eu não os vi mais.Anna sabia de tudo, começaria uma Guerra por este motivo e eu estou pronto pra lutar, pois estava com o bem mais precioso dela. O violão de Sebastian. a unica coisa que lhe dava poder. A unica coisa que faria minha irmã voltar.
Fale com o autor