“Você quer que eu vá embora?” perguntou mirando os detalhes de alabastro do lustre clássico e formal do quarto de Momose em uma tentativa desesperada de engolir a súbita vontade de chorar.

“Nani?” assim como o sorriso de Yashiro era a corrente para a dissociação para suas fantasias, a repentina cara de choro do menino o trouxe de volta.

Momo estava confuso confuso. Não se lembrava de como tinha ido parar em casa ou há quanto tempo estava ali. Momose sequer sabia o que tinha feito para deixar Yashiro triste daquele jeito.

Mas com certeza era culpa dele. Lembrava de estar com medo de levar o namorado consigo para casa e entrou em modo introspectivo a fim de encontrar um maneira de não estragar tudo com Yashiro mais uma vez por conta de sua incapacidade de se controlar naquele dia.

Agora estava sentado em sua cama e Yashiro estava a beira do choro em sua frente. Certamente tinha feito algo vergonhoso e imperdoável, algo que agora se quer era capaz de lembrar.

“Você não me quer em sua casa, certo?” a pergunta soou extremamente triste e conformada “Não me quer aqui nem vestido com um garoto.”