The new girl

29 Capitulo 28 - Wedding!


Notas iniciais
Voltaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaamos *-* Só eu estou animada? rs' A fic está chegando ao fim. Teremos mais um capítulo e então o epílogo, mas a segunda temporada está chegando! o/ Para alegria de muitos e tristeza para os recalcados. haha' Ok. Parei. Então é isso. Espero que amem! E tem dois avisos lá em baixo ok? Boa leitura!

*ELENA*

Olhar meu reflexo no espelho, mais parecia um sonho.

Minha barriga já grande dava um ar ainda mais bonito ao meu corpo, modelado pelo vestido branco que tinha uma longa calda.

– Oh meu deus! Você é a noiva mais linda que eu já vi! – Caroline ficou parada na porta do meu quarto completamente surpresa.

– Fiz ou não fiz um ótimo trabalho? – Rebekah perguntou ainda guardando os pincéis de maquiagem.

– Cara, larga esse negócio de secretária e vai abrir seu próprio salão. – Caroline falou e eu e Rebekah soltamos uma gargalhada.

– Para de falar besteira! – Rebekah jogou uma almofada do sofá que fica ao lado da cama em Caroline.

Caroline se sentou sorrindo.

– Eu preciso confessar uma coisa! – quebrei o silencio.

– Você não quer mais casar? – Caroline me olhou assustada!

– Para de falar besteira! – repeti as palavras de Rebekah.

– Vocês duas hoje estão chatas pra caramba! – ela reclamou.

– Cala a boca! – eu e Rebekah falamos juntas.

Voltei a me encarar no espelho.

– Eu estou tão nervosa sabe? Vou casar, estou grávida. Sendo que a poucos dias eu estava presa com um psicopata, que graças a Deus está preso. – suspirei aliviada lembrando da prisão com sucesso do Elijah. – É muita coisa acontecendo junto.

– Mas o que importa é que você está feliz! – Caroline se aproximou de mim.

– Finalmente uma coisa concreta! – Rebekah levantou as mãos pro céu e Caroline revirou os olhos.

– Vocês duas se amam não é mesmo? – sorri pra elas e elas assentiram sorrindo junto comigo.

– Agora vamos! Damon deve estar pelos cabelos de tão ansioso lá embaixo. – Rebekah pegou minha mão e me conduziu até a porta.

Lá no corredor, parado, estava meu pai me esperando.

As meninas me deram um beijo e sussurraram uma boa sorte de leve e então desceram. As madrinhas tinham que entrar antes da noiva, e não junto com ele, para colaborar ainda mais com meu nervosismo.

– Você está tremendo, Elena! – meu pai sussurrou sorrindo.

– Isso não está ajudando! – sorri irônica, o que só aumentou o sorriso dele.

Ouvi uma música lenta tocar e então percebi que estava chegando a minha vez. Os padrinhos (Caroline e Klaus, Stefan e Rebekah e Alaric com Jenna) deveriam estar entrando nesse momento.

Alguns minutos se passaram, e eu pude ouvir a marcha nupcial. Era a nossa deixa. Meu pai segurou firme em meu braço e eu respirei fundo. Andando lentamente, tentando conter o nervosismo.

No alto da escada, consegui encontrar o belo par de olhos azuis a me encarar. Ele estava radiante, e aquilo me acalmou. As pessoas lá presentes (maioria amigos de Damon, já que eu não conhecia tanta gente assim por aqui) demonstravam felicidade. Afinal, Damon já havia sofrido o suficiente, e todos torciam pra que ele encontrasse alguém que lhe fizesse feliz, suponho.

Consegui ver Bonnie e Jeremy lá na frente, perto da minha mãe. Minha amiga não sabia se chorava ou se sorria, e isso, por incrível que pareça só me tranquilizava ainda mais.

Descemos as escadas como em um filme usando câmera lenta. Consegui olhar para o rosto de cada pessoa presente. Mas quando chegamos no fim da escada, o nervosismo me pegou de surpresa. Senti minhas mãos gelarem e meu pai as acariciou. Sorri para ele e ele para mim.

– Fica tranquila! Vai dar tudo certo. – ele sussurrou pra mim.

Andamos mais um pouco em direção a Damon, e então meu pai parou a minha frente, dando um beijo leve em minha testa.

– Eu te amo! – ele sussurrou novamente, e então, colocou a minha mão na de Damon.

Damon estava tão sorridente que dava vontade de enchê-lo de beijos ali mesmo.

– Minha para sempre! – ele sussurrou próximo ao meu ouvido.

E no meu ouvido o “para sempre” ecoava. A partir daquele momento, nada no mundo me deixava mais feliz, do que saber que eu pertenceria a Damon Salvatore, para sempre. Que eu teria o homem da minha vida ao meu lado até o último dia de minha vida.

– Você, Damon Salvatore, aceita Elena Gilbert como sua legítima esposa, para amá-la e respeitá-la na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, até que a morte os separe? – o padre em nossa frente perguntou, mas eu estava perdida demais em um par de olhos azuis ao meu lado, para observá-lo.

Damon me encarou por um longo segundo e então sussurrou sorrindo:

– Sim! Eu aceito!

– E Você, Elena Gilbert, aceita Damon Salvatore como seu legítimo esposo, para amá-lo e respeitá-lo na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, até que a morte os separe?

– Sim! – falei ainda encarando Damon.

– Pois bem! – o padre soltou um sorrisinho leve. – Pode beijar a noiva!

Damon me olhou sorrindo e passou os braços pela minha cintura. Me abraçou de leve e parou a boca próxima do meu ouvido.

– Teremos a lua de mel e a vida toda pra isso! – e então, deixou um leve beijo em meu pescoço.

Eu sorri aliviada. Não queria beijar Damon com todos aqueles olhares voltados para nós.

Nossa plateia soltou um “aaaah” triste por não termos cumprido o que nos foi mandado.

Eu e Damon trocamos olhares, sorrindo um para o outro. E então fomos surpreendidos por uma chuva de arroz que surgiu do nada.

Damon me abraçou e sorriu próximo ao meu ouvido. Ouvir aquela risada ali pertinho, naquele dia tão importante, foi a melhor sensação do mundo.

– Eu amo você! – sussurrei pra ele.

– Eu te amo muito mais! – ele me prendeu ainda mais ao seu corpo.

Ouvi soltarem uma valsa e então entendi que havia chegado o momento mais temido por Damon: a dança.

– Só respira e segue meus passos, como te ensinei. – o tranquilizei.

Damon passou vários dias treinando a tão temida valsa comigo, e todas as vezes ele dava um jeito de pisar meu pé.

“Você sabe dançar tudo, menos uma valsa que é a coisa mais fácil do mundo?” – lembro que Klaus fez essa pergunta a Damon quando estávamos todos reunidos na sala de casa.

“Você diz isso porque já casou!” – Damon rebateu com a cara fechada.

Aquilo fez ele jurar que nunca mais dançaria valsa na vida, mas aqui estávamos, juntos, dançando valsa.

– Seguir seus passos, seguir seus passos, seguir seus passos... – Damon repetia baixinho.

– Você só vai ficar nervoso assim! – sussurrei sorrindo.

– Mas eu não sei dançar esse negócio.

– Sabe sim! É só ir com calma.

– Como ter calma Elena? Estou suando frio.

– Não sei se você percebeu, mas já está dançando. – sorri.

Ele parou de falar e analisou seus pés. Percebeu que ele seguia o mesmo ritmo que eu.

– Você me acalmou!

– Da mesma forma como você me acalmou quando eu estava lá no todo da escada.

Nos encaramos por uns segundos, e então pousei minha cabeça em seu ombro, sentindo seu perfume, dançando como se nada mais ao nosso redor importasse.

E de certa forma, não importava mesmo.

A partir de agora era eu e Damon, Damon e eu, com nosso bebê, para sempre.

Notas finais
Então... o primeiro aviso é para os leitores de "Queridos Gêmeos", não deu pra postar nas duas fics hoje, por problemas pessoais, :/ Mas amanhã estarei atualizando-a e se der, postarei o último capítulo de TNG, tudo bem? O segundo, é que eu estou planejando uma nova fic e eu queria saber o que vocês preferem: Stelena ou Delena? Porque como todos sabem, tenho três fics publicadas aqui e todas são Delena. Mas fica a critério de vocês. É isso! Até amanhã! Bjs, bjs. :*