The new girl

26 Capitulo 25 - De volta a seus braços!


Notas iniciais
Como sou uma boa pessoa, aqui estou eu para postar mais um capitulo logo cedo, rs. *-* E com uma proposta também: "O que vocês acham de uma segunda temporada?" A Feh salvatore me deu a ideia, e eu gostei. Mas queria saber de vocês também. Comentem suas opiniões, :)) Boa leitura!

*ELENA*

– Filha, seu rosto, está roxo. – minha mãe finalmente percebeu a roxura que se encontrava em meu rosto.

– Eu caí! – menti.

– Como assim?

– Depois eu explico mãe!

Arrumamos algumas roupas em uma mala pequena, e voltamos para sala.

Elijah estava em pé em um canto e meu pai estava sentado no sofá mexendo nas flores ao lado.

– Prontas? – papai colocou a mão no bolso, e depois a estendeu para mim.

Eu lhe entreguei a mala.

Andamos devagar até a porta, mas Elijah puxou meu braço.

– Elena, não vá! – ele pediu, mas eu sabia bem o que ele queria falar.

– É o meu irmão Elijah. Ele precisa de mim. – supliquei com o olhar.

– Você não pode nos impedir de leva-la. – meu pai disse ríspido.

E para minha surpresa, um policial apareceu na porta da casa.

– Senhor Elijah, solte a moça! Você está proibido de chegar perto dela, ou de sair dessa região. Você está sendo acusado de cárcere privado. E agora, vamos acrescentar agressão à lista também. – o policial analisou os hematomas do lado direito do meu rosto.

– Eu só caí! – menti novamente.

– Não precisa nos esconder mais nada! Está segura agora! – o policial me acalmou. – E o senhor, aqui está a ordem do juiz. – ele entregou um papel a Elijah. – E é melhor cumpri-la.

Saímos da casa e Elijah ficou boquiaberto olhando para nós.

– Vocês podem me explicar o que está acontecendo? – perguntei para meus pais.

– Sua mãe tem um sexto sentido querida. Ela sacou tudo desde o começo, quando Damon nos procurou. – meu pai respondeu.

– Espera! O Damon procurou vocês?

Minha mãe assentiu sorrindo para mim.

– Ele é lindo, Elena! E vai ser um bom pai para meu netinho. – minha mãe sorria boba.

– Como você sabe? – perguntei.

– Elena, sou sua mãe. Estranho seria se eu não soubesse.

Sorri e a abracei. Sentia-me segura novamente. E feliz. Feliz porque logo eu veria o Damon novamente.

*DAMON*

“Posso falar com ela?” – pedi.

O pai de Elena estava no celular comigo. Eles conseguiram tirar a Elena daquela casa. Meu coração parecia que ia sair pela boca.

Era sábado de manhã. E eu não havia dormido nada.

“Nosso voo é pra New Orleans Damon. Logo, logo estamos chegando e vocês conversam”.

E então ele desligou.

– E aí? – Alaric perguntou.

Ele e Klaus não saíram da minha casa esses últimos dias.

– E aí que eles fizeram uma parada e o próximo voo deles é pra cá. – suspirei.

– Calma! Logo eles estão aí! Fica tranquilo! – Klaus tentou me acalmar.

*ELENA*

Eu dormi a maior parte do tempo no voo para New Orleans. Estava cansada e ainda sentia algumas dores. Mas estava feliz. Estava segura novamente.

Pensei que íamos para meu antigo apartamento. Mas não.

Eu conhecia bem o caminho que aquele táxi estava seguindo.

E lá estávamos. Na casa do meu Damon.

Meu pai havia me dado seu paletó para eu usar já que estava frio, e eu só usava um vestido meio rodado de alça.

Eles me ajudaram a descer do carro, e antes mesmo que pudéssemos parar para chamar, lá estava ele. Mas lindo que nunca. Com seus lindos olhos azuis, sorrindo pra mim.

– Meu amor! – ele correu para me abraçar.

– Damon! – mais gemi do que falei. A dor que eu sentia havia aumentado.

– Você está bem? – ele me olhou preocupado.

– Não! — e a partir daí, tudo que me lembro, foi que desmaiei.

*DAMON*

– Eu preciso ir até a delegacia, levar a câmera para eles analisarem as filmagens. – o senhor Grayson quebrou o silencio.

Estávamos na sala de espera do hospital. Elena ainda não havia acordado, mas passava por vários exames.

– Tu do bem querido! Vá! – Miranda deu-lhe um selinho e ele saiu.

Alguns minutos depois, Caroline chegou acompanhada de Rebekah e Stefan.

– Como ela está? – Caroline estava nervosa.

– Está bem meu amor! Só fazendo exames. – Klaus a abraçou.

– Tudo bem irmão? – Stefan sussurrou pra mim.

Não respondi. Só assenti.

Os minutos seguintes foram agoniantes. Eu queria saber como estava a Elena, e o nosso bebê que ela carregava.

Mas só muito tempo depois, o médico apareceu para nos informar o estado real dela.

– E aí doutor? – perguntei desesperado.

– Pelos exames percebi que ela não fazia ideia do que estava acontecendo. O bebê não estava em uma posição agradável nem pra ele, nem pra ela. Por isso, ela devia sentir muitas dores. Fizemos várias massagens e ele está retornando a posição que deveria estar.

– Ele? – perguntei bobo.

– Você é o pai? – ele me encarou sorrindo e eu assenti. – Então parabéns! – ele apertou minha mão. – Você será pai de um menino. Um menino muito forte, porque se manteve firme todo esse tempo.

– É um menino gente! – eu quase gritei de felicidade e todos vieram me abraçar.

Caroline tinha lágrimas nos olhos.

– Parabéns Damon. Parabéns de verdade. – ela me abraçou mais forte que os outros.

O sonho de Caroline era ser mãe. E de alguma forma, esse sonho estava se tornando realidade. Mesmo que não estivesse acontecendo com ela.

– Doutor, e porque o desmaio? – Alaric perguntou.

– Por conta da dor que ela estava sentindo. Acredito que ela vinha guardando essa dor pra si há muito tempo.

Uma enfermeira se aproximou do médico.

– Doutor, a paciente acordou! – ela sussurrou pra ele, mas todos nós conseguimos ouvir.

– Só pode entrar duas pessoas, e um de cada vez. – ele falou quebrando nossa animação.

– Miranda... – abri espaço pra mãe da Elena passar.

– Não Damon, vai primeiro! Você precisa muito mais que eu! – ela sorriu pra mim.

E então, o doutor me levou até a sala.

Ela estava linda, apesar de estar pálida.

Seu sorriso apareceu assim que me viu passar pela porta.

– Damon... – ela falou baixinho.

– Shi! – pedi pra ela não falar nada. – Só eu falo aqui. – sorri. – Nós vamos ter um lindo menino. Você sabia disso?

Ela balançou a cabeça negativamente.

– Eu só imaginava! –ela insistiu em falar e eu não impedi. – Como você sabia que eu estava mentindo? Que eu não estava com ele mesmo, e como sabe que o filho é seu?

Pela primeira vez me ocorreu que o filho poderia não ser meu. Mas não fazia sentido. Não tinha como ser do Elijah.

– Porque eu confio em você! E sei que o nosso amor é mais forte que qualquer coisa. E mesmo assim, ninguém consegue ser feliz ao lado daquele homem. – sorri pra ela.

E ela sorriu de volta.

– Eu amo você! – ela sussurrou.

– Eu também amo você! – beijei sua testa.

E com os efeitos do remédio, ela voltou a dormir.

Notas finais
Delena não é a coisa mais linda que existe no mundo? *--* haha' Beijos :**