The new girl

17 Capitulo 16 - Hora da Despedida!


Notas iniciais
Oi meus amores, *-* Como estão? Preparados pra mais choro? rs' Não me matem por causa desse capítulo, certo? Amo vocês! Boa leitura!

*ELIJAH*
Por uma lado, eu sabia que Elena havia passado o sábado com Damon. A minha vontade era de ter ido lá, e acabado com essa palhaçada.

Será que ela ia pra cama com ele?

E porque não ia pra cama comigo?

Esse pensamento me deixava furioso por completo.

Mas me permiti pensar na viagem, e tudo passava.
É querido Damon. Você perdeu! Como perdi Katherine.

Mas o domingo felizmente chegou e lá estava eu indo buscar Elena.

Era domingo. Sete da manhã. Mas parecia que todo mundo resolveu sair de casa hoje só pra me encher o saco.

Bufei.

Muito tempo depois, e quando eu digo muito, é muito mesmo, consegui chegar até seu apartamento.

O porteiro não estava em seu local de sempre, mas não preciso ser anunciado! Subi rapidamente.
Bati na porta uma, duas, três vezes, e nada de Elena aparecer.

Liguei no celular dela, e a chamada ia pra caixa postal.

A raiva que eu sentia alguns instantes aumentou três vezes mais.

Se Damon induziu a Elena a fugir... Ah! Eu o mato! Juro que mato.

Desci rapidamente, e procurei o porteiro do prédio em todo lugar.

– Augusto, até que enfim! coloquei a mão no peito, mostrando estar cansado. Eu estou indo viajar com Elena. E ela sumiu. Sabe de alguma coisa?

– Sim senhor. Ela avisou logo cedo que estava indo. Eu estou com a chave de seu apartamento. Ela pediu pra deixar tudo do mesmo jeito. Ela não sabe que dia volta, mas não quer se desfazer do seu apartamento.

– E pra onde ela foi?

– Ela saiu com um rapaz alto, de grandes olhos azuis. Tão lindos que dá inveja. ele sorriu espontâneo.

Bufei mais uma vez. Até o porteiro da Elena achava Damon bonito. O que esse homem tem?

– Obrigado Augusto. Foi um prazer. Até mais!

Acenei pra ele e corri para o carro.

Dirigi-me ao aeroporto. Ligando para Elena todo tempo. Tinha esperança que Damon não tivesse sido tão burro a ponto de fugir. E em vez disso, tê-la levado para o aeroporto.

Isso. Ela estava lá. Estava me esperando.

Mas me enganei.

Quando cheguei lá, Elena não estava. Nem vestígios da minha bela morena existiam por lá.

*DAMON*

Eu precisava mostrar a Elena, um lugar que eu adorava ir depois que Katherine falecera. E eu sabia muito bem que frequentaria esse lugar novamente com a viagem de Elena.

A acordei bem cedo, e a ajudei a colocar as malas no carro. Mas não fui para o aeroporto.

– Damon, onde estamos? ela estava assustada.

– Você estará no aeroporto no horário, Elena! Fique tranquila. sorri.

Ela desceu do carro, imitando-me, e segurou minha mão quando eu a ofereci.

– Eu gosto de vir aqui pensar! a encarei.

Ela fitava o lugar.

Era uma casa abandonada. Minha casa. A casa que morei com meus pais e Stefan. Atrás dela havia uma cerca que dava para ver o sol nascer e se pôr, como em um retrato, ou um quadro
pintado a mão. Elena estava maravilhada.

– Damon... ela pensou por uns instantes. É lindo. Demais.

Ela estava com aquele lindo sorriso no rosto. O sorriso que eu tanto amava. O sorriso que eu fechava os olhos e imaginava perfeitamente. Uma lágrima escapou cair, mas eu a segurei. Não queria deixar Elena mais triste do que já estava. Era a vida dela. E eu a deixaria segui-la da maneira que for. Prometi que a esperaria, e faria isso.

– Eu vou sentir sua falta. ela sussurrou ainda encarando a paisagem.

– Eu também! sussurrei em seu ouvido, a abraçando por trás. Mas o melhor de tudo, é que eu estarei te esperando. Estarei com você mesmo de longe. Nada vai separar a gente.

Ela sorriu ternamente e abraçou minhas mãos que estavam em volta de seu corpo.

*ELENA*

Ficar ali com Damon me fez bem. Fez-me sentir livre. E amada. Como nunca havia sido.

Mas tive que voltar pra realidade. A minha realidade. E ela era cruel demais.

No caminho até o aeroporto, não falamos nada. Apenas observei tudo que passava pela janela do carro.

Damon me encarava algumas vezes, e quando o sinal fechava, ele colocava a mão em minha perna. Mostrando-me que ele estava ali comigo pra qualquer coisa.

– Elijah não pode nos ver né? ele forçou um sorriso.

– Quem disse que não? eu prometi a mim mesma que eu iria fazer a vida do Elijah um inferno, e começaria a cumprir antes mesmo de viajarmos.

– Como? Damon se fez de desentendido.

– Eu quero que você vá ate lá comigo, e se despeça de mim como meu namorado. ele sorriu. Não é isso que somos? sorri travessa.

Damon tirou minhas malas de seu carro, e as trouxe em um carrinho, enquanto com a outra mão, segurava a minha.

– Tem certeza mesmo? ele perguntou assim que a porta de entrada para o aeroporto se abriu em nossa frente.

– Sim! sorri.

Quando passamos pela porta, rapidamente avistei Elijah sentado em uma cadeira com as mãos cobrindo o rosto.

Imaginando que eu havia fugido, suponho.

Nos aproximamos, e ele levantou a cabeça quando notou nossa presença.

– Mas o que... ele não conseguiu continuar.

– Vamos viajar juntos Elijah. Mas quero deixar bem claro: não somos mais namorados. Tenho minha independência. Estou indo pelo meu pai. E estou namorando o Damon.

Ele abriu a boca e a fechou no mesmo instante. Não disse nenhuma palavra. Apenas encarou a minha mão entrelaçada na de Damon.

– Vai ficar tudo bem meu amor. Damon virou-se pra mim e Elijah o encarou com raiva aparente em seus olhos.

– Sim! Vai! sorri. Deixando Elijah com ainda mais raiva.

– Não queria ter que me despedir! ele soltou a mão da minha e a colocou em meu rosto.

– Eu também não!

– Logo eu estarei lá. Não se preocupe. imaginei Elijah arregalando os olhos ao ouvir isso.

Damon me deu um beijo leve.

– Não chore! ele pediu.

– Não vou! prometi.

Ele sorriu.

– Amo você! ele sussurrou.

– Também amo você! sorri.

Anunciaram nosso voo e eu virei para Elijah.

Ele puxou o carrinho com minhas malas de perto de Damon e saiu andando, esperando que o seguisse.

E eu ia segui-lo. Mas voltei e beijei Damon pela última vez.

– Ire vê-la logo. Ligue-me assim que chegar, certo?

Assenti e saí andando sem olhar pra trás.

Prometi a Damon que não choraria. Mas se eu virasse para olhá-lo, não aguentaria.

Então não me virei nem uma vez sequer, e saí andando. Sem chorar. Como prometi a ele.

Notas finais
O que acharam? Mereço alguma recomendação? *-*