The new girl
15 Capitulo 14 - Estarei te esperando!
Notas iniciais
*ELENA*
– Nunca mais me faça correr assim! – encarei Damon.
Após toda a correria, e de termos atraído todos os olhares do parque, Damon cansou e se jogou no chão. Agradeci mentalmente por ele ter desistido das cocegas.
Estávamos sentados na grama. Eu estava entre as pernas dele, e ele acariciava meu cabelo.
Eu nunca mais esqueceria aquele momento.
– Elena? – Damon chamou.
– Oi! – respondi prontamente.
– Você quer ser minha futura mulher? A futura mãe dos meus filhos?
– Com assim Damon? – virei-me para encará-lo.
– Estou pedindo pra namorar com você Elena. Não atrapalha! – ele sorriu.
– Damon... – eu tentei falar, mas ele não deixou.
– Você é linda Elena. – ele passou a mão levemente em meu rosto. – Eu não consigo parar de falar isso. – ele sorriu levemente.
Damon iria me odiar. Mas havia chegado o momento.
– Damon existe coisas no momento que não tornam nosso namoro possível. – fiz aspas quando mencionei namoro.
– Como assim? – ele perguntou confuso.
– Tipo a minha viagem amanhã para a Alemanha.
Damon arregalou os olhos, mas não disse nada.
– Eu vou com o Elijah! – abaixei o olhar.
– E quando eu ia saber disso Elena? Quando você estivesse lá? Ia mandar um sms e dizer: “Damon foi muito bom transar com você! Agora adeus.” É isso?
– Não! Não Damon. Por favor, me ouve. – eu já estava chorando descontroladamente.
E quando eu pensei que Damon ia levantar, ir embora e me deixar ali, ele só me encarou. E alguns segundos depois, me abraçou.
– Me explica. Eu vou ouvir. – ele sussurrou enquanto fazia carinho no meu cabelo.
Contei a Damon toda a história. Tudo o que Elijah havia feito para me tirar da cidade. Contei a ele também que o único motivo para tal coisa, era que ele havia descoberto nosso caso. E Damon acredita na mesma coisa.
– Vai ficar tudo bem! Para de chorar! – ele limpou uma lágrima que caía.
– Como vai ficar tudo bem Damon? Eu vou cursar medicina lá! São seis anos. Longe de você. Perto do Elijah. Eu não quero ir! Mas não posso decepcionar meus pais. – chorei ainda mais.
– Olha pra mim Elena! – Damon pediu.
Relutei por uns instantes, mas logo cedi, e o encarei com os olhos ainda cheio de lágrimas.
– Siga seu caminho sem pensar... – ele parou por uns instantes – Mas lembra onde eu vou estar. Agora e sempre. Foi a vida que quis assim. – ele me abraçou novamente – Eu sei que vai ficar tudo bem! Siga o seu sonho, o sonho dos seus pais pra você. E depois volte pra mim. Não faz sentido agora, mas depois vai. Porque eu sempre vou estar aqui... – ele parou pra respirar e vi lágrimas em seus olhos. – Te esperando!
Damon me abraçou e eu chorei ainda mais por vê-lo chorar.
Eu o estava machucando. E era tudo que eu não queria.
– E eu posso ir te ver de vez em quando. Se você quiser. – ele sorriu entre as lágrimas.
– Você faria isso? – um sorriso nasceu em meus lábios.
– Sempre que quiser! – ele acariciou meu rosto.
Deitei no peito de Damon, e respirei por uns instantes.
Como dizem, há sempre uma luz no fim do túnel. E Damon, achou a nossa luz. A nossa solução.
– Você poderia esquecer isso um pouco? Quero curtir meu dia como sua namorada! – pedi.
– O dia como minha namorada? – ele repetiu.
– Sim! Somos namorados hoje. – sorri.
– Só hoje? – ele fez beicinho.
– Você tem ideia melhor?
– Que tal se namorássemos escondido? Como adolescentes? – ele sorriu cínico.
– Eu adoraria! – sorri e o beijei.
Ficamos no parque por um tempo longo. Até a chuva começar a cair e fazer com que voltássemos correndo pra casa.
– Temos que levar do guarda chuva na próxima vez! – Damon sorria enquanto corria de mãos dadas comigo pelas calçadas das casas.
– Já mencionei o quanto namorar com você é divertido? – eu sorria ainda mais.
E Damon parou. E me encarou.
– Quão divertido? – ele perguntou me olhando nos olhos.
– O suficiente pra eu não querer sair de perto de você! – uma lágrima caiu sem querer.
Damon continuou me encarando e se aproximou devagar.
Seus lábios encostaram-se aos meus com delicadeza e calma.
Enquanto nos beijávamos, a chuva caia sobre nossas cabeças, dando o ar romântico ao momento.
Mais lembranças pra acrescentar em minha lista.
Eu só queria que aquele momento não acabasse.
Mas acabou!
Damon me soltou e sorriu me encarando. Voltando a me puxar pela mão, correndo até meu apartamento.
– Você está horrível! – Damon sorria de mim.
– Muito obrigado querido namorado! – ele sorriu ainda mais.
Ele me beijou.
– Precisamos de um banho. – ele sussurrou.
– Vou pegar uma toalha pra você!
– Nada disso! – ele me puxou pelo braço e me levou até o banheiro.
Damon começou a me beijar com fúria. Como se quisesse fazer da nossa última vez em meu apartamento, a melhor.
E eu estava adorando.
Seus beijos desceram pelo meu pescoço e suas mãos trataram de tirar minha blusa e meu sutiã molhado de uma só vez.
Seus beijos foram descendo devagar, e ele mordiscou um de meus seios devagar. O que me fez arrepiar e gemer baixinho.
Ele passou para o outro seio, e repetiu o mesmo movimento.
Tirei sua camisa rapidamente, e minhas unhas brincavam com sua costa.
Ele voltou a beijar minha boca, e me carregou. Apoiando-me na pia bem grande que havia em meu banheiro.
Ele tirou meu short devagar e rapidamente levou a mão para minha calcinha.
Quando ele a tirou, ele sorriu.
– Abre bem as pernas Elena! – ele sussurrou.
Obedeci as suas ordens.
Apoiei a cabeça no espelho atrás de mim, e coloquei as pernas em cima da pia, dando uma enorme visão de minha intimidade a Damon.
Ele rapidamente abraçou minha cintura, e me penetrou a língua devagar. Tirando e brincando com minha intimidade.
Sua língua foi para meu clitóris e eu arqueei o corpo para sentir seu toque.
Rebolei em sua língua algumas vezes, e gemidos altos escapavam de minha boca.
Com muita luta, tirei a cabeça de Damon de minha intimidade.
O abracei com as pernas e o beijei.
– Termine seu banho querido. Estarei dessa mesma forma te esperando na cama. – sussurrei em seu ouvido.
Ele sorriu ainda ofegante e me ajudou a descer.
Dei-lhe um selinho, e o deixei no banheiro sozinho.
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