The new extraction

4 Conversa a base de confiança!


Notas iniciais
Demorei, mas cheguei!!!!!! E com um capítulo fofo e com as explicações básicas... Meus caros... Quase chorei escrevendo esse capítulo, MAS!!!!!! Consegui escrever Jarida... Psé..... Boa leitura!!!!!!!!!!!!!! Porque eu REALMENTE me esforcei....

Pov Jack

– O que você é dela? – perguntou Merida com um sorriso malicioso no rosto.

– Ela é minha amiga. – respondeu Hiccup virando seu rosto e fitando seriamente a ruiva.

– Eu sei me cuidar Hiccup. – falou a loira passando por debaixo do braço dele. Mas ele a segurou e a puxou para uma cadeira ao lado da mesa.

– Você nem sequer sabe o perigo que está correndo! – o moreno gritou perdendo a paciência.

– Eu sei que posso morrer! – ela falou o encarando fixamente.

– Não! – gritou Hiccup com os olhos arregalados. – Se isso pudesse acontecer eu matava o Jack agora!

– Epa! – chamei. – Eu não trouxe sua prima, eu trouxe a Punzie.

– What? – perguntou a Tochinha se aproximando de nós confusa. – Ela? Prima? Dele?!

– Ela. Não. É. Minha. Prima. – falou Hiccup pausadamente.

– Então namorados? – a ruiva indagou dando de ombros.

Hiccup e Rapunzel a encararam como se ela tivesse acabado de dizer para eles se suicidarem.

– Calma povo! – chamei.

– Iceberg... A conversa ainda não chegou a você.

– Tochinha... Eu não tava falando com você.

– Ela não vai participar disso! – gritou Hiccup nos interrompendo.

– Você especificou que não queria que eu trouxesse a Astrid, não a Punzie! – falei com uma sobrancelha arqueada.

– Não estou falando dela... – ele respondeu rolando os olhos.

– Não?! – perguntamos eu e a ruiva confusos.

Ele encarou a ruiva e eu olhei para ela, logo em seguida o olhar confuso de Rapunzel pousou sobre o rosto da ruiva de cabelos rebeldes.

– Porque eu?! – ela perguntou confusa e a ponto de matar alguém.

– Você e o Jack não se dão muito bem, então vamos considerar uma hipótese. Merida, se você estivesse num plano vazio que você pudesse controlar e construir qualquer coisa com apenas um pensamento, o que você faria se o Jack aparecesse e te irritasse?

A ruiva pensou um pouco, e finalmente deu a sua resposta:

– Acho que eu criaria uma bazuca e mataria o Jack...

– Eu faria a mesma coisa! – afirmei a fitando.

– Viu só. Se vocês forem para um sonho vão se matar! E o trabalho não daria muito certo... – concluiu Hiccup.

– Então enquanto eles não se controlarem e se entenderem... Não podemos entrar na mente de nenhum deles? – perguntou Punzie.

– Exatamente. – respondeu o moreno.

Encarei a ruiva que pousou seus olhos intensamente azuis sobre mim.

– Tá bom. – suspirei vencido. – Vem comigo Tochinha.

A puxei pelo pulso deixando Hiccup e Punzie sós na mesa, seguimos até uma parte no canto do depósito e sentamos um de frente para o outro, comecei a fitar os olhos de la e ela desviou seu olhar me forçando a chama-la:

– Presta atenção, por favor!

– Porque temos que fazer isso?

– Porque preciso de você, mas você pode me matar.

– Eu faria isso de qualquer jeito, então sugiro que você encontre outra pessoa...

– Não posso...

– Como assim não pode?

– A pessoa de que preciso já sabe de tudo.

– Justamente!

– Essa pessoa é você. – completei a deixando sem palavras.

Finalmente ela ficou quieta e passou a me encarar nos olhos, depois de alguns minutos a ruiva quebrou o silêncio.

– Isso não está dando certo.

– Porque não? – questionei arqueando uma sobrancelha.

– Eu tô com vontade de te esganar! – ela revelou levantando os braços estressada.

– Até que eu estou me controlando...

Seguiu-se um pouco de silêncio até que ela voltou a falar:

– Por... Porque me chamou? – perguntou fitando o chão.

– Preciso de você. – respondi me aproximando.

– Porque não usa a loira?

– Mesmo a gente brigando muito... – segurei seu queixo e a forcei a olhar para mim. – Eu confio em você. E para isso preciso de alguém em quem confiaria minha vida.

A Tochina ficou meio ruborizada então balançou a cabeça e voltou a sua cor normal, além da costumeira seriedade constante.

– E o que você quer dizer com “isso”? – perguntou se aproximando curiosa.

– Bom... – passei a mão na nuca desconfortável.

– Se você confiaria até mesmo sua vida a mim, não acha que devia me contar o motivo pelo qual eu estou aqui? Pelo visto isso também envolve a minha vida.

Suspirei derrotado e comecei a explicar.

– Há muitos anos minha mãe foi sequestrada e me disseram que ela morreu nas mãos dos sequestradores... Acontece que eu nunca acreditei nisso, e um dia conheci um espião muito, digamos, problemático! Ele já foi muito procurado nos Estados Unidos, mas foi absolvido, descobri o porquê, mas depois te falo.

– Tudo bem.

– Ele me ensinou como entrar na mente das pessoas e extrair segredos e informações que você seria quase incapaz de descobrir, pois se fosse algo muito importante essa pessoa preferiria a morte a contar, e uma pessoa morta não serve para mostrar segredos...

– Esse espião... Tinha uma filha? – ela perguntou, como se tivesse dúvidas se falava ou não aquilo.

– Sim. Por quê?

– Eu a conheci... Ele é Dom Coob, certo?

– Sim. – respondi fitando seus olhos azuis elétricos.

– Eu entendi a parte de que você o conheceu e tudo o mais... Pode continuar.

– Bom... Ele me ensinou seus truques e me colocou no ambiente prático...

– Um sonho? – a ruiva me interrompeu.

– Sim... E tinha apenas uma coisa em toda a rede de pensamentos, tanto a minha quanto a dele, que eu queria.

– E isso seria... – ela me incentivou curiosa.

– O cofre. – respondi firme.

– O cofre de segredos? – ela perguntou arqueando uma sobrancelha.

– Exatamente. E eu consegui acha-lo e abri-lo, mas eu não esperava encontrar 2 informações!

– Elas tinham a ver com a sua mãe não é?

– Ela está presa. Em um sonho. Um eterno pesadelo do qual ela não pode se livrar. Ela dilacera pouco a pouco e destrói todas as suas esperanças e vontades...

Senti uma gota quente fugir dos meus olhos e escorregar pela minha bochecha, parando ali.

– Eu... – a ruiva na minha frente estava sem palavras.

– E agora preciso de vocês para entrar na mente da única pessoa acessível que temos, que sabe onde ela está e o que houve com ela.

Fitei a Tochinha, ela ainda estava horrorizada, abaixei a cabeça esperando que ela me passasse alguma reação, mas nada.

– Você...

Fui interrompido por um abraço surpresa dela, senti seu corpo quente me protegendo, me segurando para que eu não caísse, mesmo que eu esquecesse que ainda tenho uma vida a seguir e não posso desistir, ela estaria lá, me segurando para que eu não caísse, mas não só isso, mas para que se eu caísse eu pudesse me levantar.

– Estarei sempre com você... – escutei sua voz ecoar suave em meu ouvido.

Notas finais
Enton? O que acharam? Bjs Bia ^-^