The mine word

5 Capitulo 4: O segredo.


Notas iniciais
E ai galera, beleza? Desculpa pela demora, a manutenção do site e a minha semana de provas me deixaram sem tempo pra escrever. Bora lê?

Visão da Pompo:

Estou no ringue, meus pés descalços em contato com o solo causam uma sensação estranha. Tempestade me encara com aqueles olhos claros, meu sangue ferve de excitação pela batalha que esta pra acontecer.

–Hi hi hi hi hi.

–Está rindo do que?

–Da sua cara de convencido.

O juiz da à partida. Parto pra cima dele com tudo, seus olhos agora estão perplexos devido a minha investida brusca.

–Oque foi? Ficou com medo?

Chuto suas costas e ele cai no chão, ele me encara e revida com uma rasteira seguida de uma explosão azul, bloqueio o ataque com meus braços.

–Você é durona.

–Você que é molenga.

Aplico outra investida sobre ele, porem, ele me bloqueia pegando meu pescoço.

–Arg...

–He he, parece que o jogo virou. –Após essa fala eu o olho com um sorriso e desapareço. –Oque? Aonde ela foi?

Minha habilidade “Passo leve” e a técnica do meu pai “Camuflagem” me tornavam quase indetectável. Dou um soco explosivo em seu peito, ele revida, mas não me acerta. Continuo aplicando vários golpes até perceber um movimento de seu olho direito. –Merda! Ele viu minha sombra! –Ele acerta um soco que me faz cair perto do vão que separa o ringue da arquibancada.

–Parece que acabou. –Ele coloca o pé sobre meu peito. –É o seu fi... Ahhhhh... –Puxo seu pé e ele cai no vão. –Isso não é justo!

–Não tem regras lembra? –Falo mostrando a língua pra ele.

–B-bem... A vencedora e atual campeã, Pompo. –Diz o juiz erguendo meu braço direito.

Steve ficou perplexo pela minha vitória, a cara de espanto dele é a melhor. O juiz me da o prêmio e eu saio de lá feliz da vida.

–Poxa Pompo, não precisa ficar se arriscando assim.

–Porque não? Agora temos dinheiro pra viajem.

–Não precisa se arriscar tanto pra me ajudar, apenas me levar aos Endermans já é o suficiente.

–Certo, certo. Vamos ao banco trocar parte dos diamantes por dinheiro.

–Não da pra comprar com o diamante?

–Claro que não! Os diamantes são muito valiosos.

O Steve tem cada idéia estranha. Andamos um pouco e chegamos ao banco, uma construção de madeira reforçada com pedra e algum ferro aqui e ali.

–Oque gostariam meus jovens?

É um senhor de idade que cuida do lugar, ele tem barba e cabelos brancos como neve e usa uma roupa verde bem clara com listras pretas.

–Gostaríamos que o senhor avaliasse esses diamantes. –Falo abrindo o saco de couro de retirando três diamantes de dentro.

–Deixe-me ver... Pela aparência e tamanho eu posso dizer que cada diamante vale 6000 Rawers.

–Isso é muito Pompo?

–Esta de brincadeira? Isso é muita coisa, com todos os diamantes eu comprava a fazenda do meu pai e as dos vizinhos.

–Nossa.

–Senhorita, você ira realizar a troca?

–Sim, por favor.

O senhor pega os três diamantes e os leva para outro cômodo. Ele volta algum tempo depois com dois sacos de couro cheios de Rawers.

–Aqui esta senhorita, gostaria de conferir o valor?

–Não, muito obrigada senhor.

–O prazer foi meu, voltem sempre que precisarem.

–Esta com fome Steve? Podemos ir comer alguma coisa.

–Por mim tudo bem.

Saímos do banco e fomos à mesma padaria que aviamos ido antes.

–Vocês de novo? Oque vão querer crianças?

–Uma cesta pequena de pão e um pouco de geléia de maçã.

–É pra já, podem ir sentando em alguma mesa enquanto esperam.

Gosto desse lugar, além do pão ser gostoso, o atendente é muito simpático.

–Você está bem, Steve?

–Sim, talvez um pouco preocupado.

–Não se preocupe, comida é a solução de todos os problemas.

–He he, você é engraçada Pompo.

–Que nada.

–Aqui esta a cesta de pão e a geléia para o casalzinho.

Sinto-me tremendamente constrangida. –Nós não somos um casal!

–Bem, me desculpe. Bom apetite.

Começamos a comer, a geléia de maçã junto com o pão estava uma delicia, olho para Steve e parece que ele também achou isso. Terminamos de comer e pagamos a conta, míseros vinte Rawers de pedra.

–Vamos fazer oque agora Pompo?

–Vamos voltar à pousada pra arrumar nossas coisas. Já ficamos tempo demais por aqui, deveríamos ir embora o quanto antes.

Voltamos à pousada, entramos no quarto, pegamos oque era nosso e deixamos do lado da porta. Enquanto arrumava a cama, a imagem da noite passada me veio à cabeça.

–Você esta bem? Esta vermelha.

–N-não é n-n-nada. –Digo toda envergonhada.

–Bem, parece que terminamos aqui, quer ir fazer mais alguma coisa na cidade?

–Não, estou cansada, prefiro dormir o resto do dia todo. –Digo me jogando na cama.

–Você podia ter dito isso antes de arrumarmos a cama.

–Desculpa.

Steve senta na cama e fica olhando a janela.

–Algum problema?

–Quanto tempo faz? Quatro... Talvez cinco dias? Quanto tempo mais eu ficarei aqui?

–Você realmente não gosta daqui?

–Longe disso, essa talvez seja a coisa mais significativa que eu tenha feito na vida, é só que... Não tenho certeza do que eu quero.

–Eu irei te ajudar não importando oque você queira fazer, essa foi a minha promessa.

–Você esta mesmo bem com isso? Você mal me conhece.

–Te conheço o suficiente pra decidir te ajudar. –Digo de uma forma determinada.

–Desculpa Pompo, eu vou dar uma volta. –Steve levanta da cama e abre a porta.

–Esper... –Ele sai do quarto me deixando sozinha. –Quem ele pensa que é?!

Horas se passam e nada do Steve volta à pousada. Ele poderia ter ido embora? Sem chance, ele não saberia o caminho. Fico rolando na cama pensando em todo tipo de coisa e em nada ao mesmo tempo, uma mistura de emoções e sensações que só aumentam minha preocupação. Já esta quase anoitecendo, decido me arrumar e procurar ele.

–Desculpa senhor, você viu um rapaz vestido como zumbi?

–Eu ouvi de uns amigos que um rapaz parecido com um zumbi esta no terreno atrás da vila.

–Obrigada.

Oque ele estaria fazendo lá que demoraria tanto tempo? Chego ao loca e o encontro sem camisa e sapatos, seu corpo está suado e sujo de terra. –Oque será que ele est... –Foi então que eu vi, Steve realizou um craft de movimentação de terra bem na minha frente, fiquei pasma. Me escondi atrás de uma árvore e fiquei o observando. Ele parecia não saber controlar aquilo, parecia que estava tentando entender como aquele poder funcionava.

–Droga! Porque isso é tão difícil? A Pompo faz parecer tão fácil.

–Que? Ele está me elogiando? –Penso eu.

–Ai! Talvez eu devesse voltar à pousada, Pompo pode estar preocupada comigo.

–Ferrou! Não posso o deixar saber que descobri seu segredo. –Uso minhas habilidades de camuflagem e consigo voltar ao quarto antes dele chegar.

–Pompo, voltei, ficou preocupada? Ela esta dormindo? Melhor fazer silêncio.

O truque de fingir que estou dormindo nunca falha. Mas porque será que Steve está escondendo aquela habilidade de mim?

Notas finais
Gostaram? Vou tentar postar os próximos capítulos regularmente de agora em diante. Deixe um comentário, mesmo que seja uma critica, você não sabe como isso ajuda.