The last love

6 Capítulo 5: Vida de adulto


Notas iniciais
Agora a fic entra na segunda fase, a fase em que Elena e Damon são efetivamente adultos, com responsabilidades e deveres. Espero que gostem pq agra tdo vai complicar.

Aproximadamente sete anos depois...

—Jeremy, anda logo ou você vai se atrasar pra escola!

—Já vou mamãe.

Vi meu filho — um menininho magro, de cabelos curtos escuros, e olhos verdes — se arrastar pelo corredor do apartamento como um zumbi. Eu realmente odiava ter que acordá-lo sete horas da manhã, mas era preciso. Eu tinha que ir trabalhar, e ele precisava ir para escola. O colégio na qual ele estudava era integral, e cuidava dele oito horas por dia.

Jeremy terminou de calçar os sapatos escolares dentro do carro e seguimos nosso caminho conhecido ao som de músicas infantis e brincadeiras. O portão principal da escola que já estava abarrotada de crianças e pais.

—Tenha um bom dia querido.

—Valeu mamãe. Tchau.

—Tchau querido. Até a hora da saída.

Entrei no retorno, e segui na pista em direção ao outro lado da cidade. Quarenta minutos depois estacionei na frente do prédio arredondado de vidros espelhados azulados. Ser responsável pelo departamento jurídico da CSI Interprise era a prova de meus esforços tinham valido a pena.

—Bom dia senhorita Gilbert. — Anna, minha secretária, me cumprimentou.

—Bom dia Anna. — peguei minha agenda na mão dela. — O que temos hoje de manhã?

—A senhorita tem uma reunião com o Dr. Elijah pra discutir sobre os investimentos na área de informática e antes o Dr. Finn a chamou na sala dele.

—O que ele quer comigo? — perguntei ainda pegando um bolo de documentos da sua mão.

—Ele não disse o assunto, mas parece que é algo urgente sobre o caso do Jornal.

—Ah, sim! Diga a ele que eu não estou com tempo pra discutir isso logo pela manhã. Eu tenho algum recado?

—Na verdade, a senhorita têm alguns.

—Obrigado... Er... Você traz um caputtino pra mim? — falei pegando tudo e indo em direção ao meu escritório.

Sentei na minha mesa e peguei meus recados.

"Caso você não ligue para mim ainda hoje, vou esquecer que você é minha melhor amiga e te tiro completamente da minha vida. Caroline." — melodramática.

"Por que você não atendeu o celular ontem? Alex"

"Atenda o celular! Miranda" — minha mãe continuava meio histérica.

"Assim que chegar me liga, por favor? Matt" problemas à vista.

Sentei na minha cadeira e comecei a ler uma pilha de documentos que precisavam ser assinados. Agora eu era a principal e única diretora dessa empresa. Eu não podia dar atenção a pequenas coisas.

Damon Salvatore

Cheguei ao La Luna, meu restaurante, por volta das nove da manhã. Logo o restaurante abriria para o almoço, e esse era um horário agitado. Coloquei meu uniforme, e fui para o escritório antes de começar a preparar os pratos.

—Bom dia Damon! — Bonnie minha namorada e sócia, disse, já me beijando. E dessa vez eu tinha certeza que o nome dela era esse; tinha parado de trocar o nome das mulheres.

—Bom dia. Você está com a cara “Vou atacar sua carteira amor!”.

Ela riu.

—E vou. Damon pare pra pensar. Publicidade hoje é tudo. O La Luna tem tudo pra se tornar algo mais; é só você querer.

—Bonnie talvez eu não queira que o La Luna se torne algo mais. Ele é perfeito porque é o que é e...

—E porque ele é dedicado a tal Elena Gilbert, não é? — era meia verdade. Sim, o restaurante era em homenagem a ela, mas... Bonnie tinha um ciúme absurdo dela, e de uma maneira ou outra Elena sempre acabava entrando na nossa vida.

—Vamos começar de novo? Porque se for, eu já vou pra a cozinha.

—Mas é verdade! Você não quer mudar o La Luna porque foi ela quem te ajudou a projetá-lo. Você não quer crescer o nosso negócio, porque acha que vai perder a essência dela!

Suspirei.

—Fique aí pensando no monte de besteira que você falou.

Saí sabendo que era verdade.

Elena me ajudou a imaginá-lo, me ajudou a construí-lo. O La Luna era Elena Gilbert.

Notas finais
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