The evil in land
10 Lembrei de algo desagradável
Casas em chamas, o último grito solto e então pisadas, palavras sobre juntar os corpos e levá-los ao acampamento. Do armário só enxergava a metade de cima da irmã imovel para além do batente da porta. Então ela foi arrastada para longe. Não saberia dizer quanto tempo levou até um grupo de aventureiros a tirar daquele móvel, era mais osso que gente e não pôde comer nada que não sopas por dias, levou semanas para tornar a andar e ao alcançarem a cidade…
´´Oh, doce criança, eu posso ver minha arte crescendo nela. Duas peças de ouro bastam por essa?``
As pálpebras de Ubel abriram abruptamente, a boca puxando ar e os dedos apertando o cabo de sua varinha/tridente. Fitou os arredores do aposento, pelos quadros nas paredes, escrivaninhas, espelho oval e pilhas de livros. Um maldito sonho. Soprou um fio de cabelo para fora do olho. A sua esquerda, na cama, não havia vivalma. Mais para lá a porta dupla da varanda estava aberta.
A atravessou e cruzou os braços sobre o parapeito, quase recuando sob a gelidez, mas não. Era muito pouco comparado ao do sonho.
— Problemas para dormir?
— Não é você quem veio para cá primeiro, quatro-olhos?
Ele deu de ombros, apoiava-se no curto muro separando-os de uma queda às árvores do jardim dezenas de metros abaixo. Os dois pairavam a uma mão de ter ombros a colidirem e trajavam pijamas dotados de estrelas cedidos pelos assistentes de Serie.
— Só… — Ubel, então baixou as pálpebras e encostou a cabeça em Land. — Lembrei de algo desagradável.
Fale com o autor