The end !!
1 THE END
Meu nome é Jordan tenho 17 anos e estou preste a colocar um ponto final em minha vida.
Por quê motivo? Minha vida, já um grande motivo para você?
É igual diz o ditado ”para morrer basta estar vivo”!
Mas se você quer saber o porquê vou me jogar do ultimo andar do Empare Stade, vou te contar um pouco da minha vida. Aposto que isso vai deixar as coisas bem mais claras.
Eu quando tinha quatro anos de idade eu morava com meus pais numa cidadezinha do interior dos Estados Unidos. Confesso-te que aquele tempo eu era feliz. Vivia no meio de pessoas que me amava, que me queriam bem, não nesse lugar de pessoas que me odeiam. Eu tinha uma vida normal como a de qualquer criança de quatro anos, ia há escola , tinha amigos , pessoas que me queriam bem que me amavam , enfim uma vida normal, de uma criança normal.
Até que no dia 1 de Março de 2001 eu e meus pais saímos em uma viajem em família. Eu estava muito animada, pois aquela era minha primeira viajem, mas mal sabia eu que aquela viajem ia marcar para sempre a minha vida. Eu era bem pequena mais eu me lembro de bastante coisa daquela viajem, lembro que mamãe e papai viajaram a noite toda, e pelo trajeto ate chegar ao destino eles revezavam na direção. “Vocês devem estar pensando,” como uma garotinha de quatro anos lembra-se de tudo isso?”, é mais eu te digo uma coisa , nós não esquecemos datas que marcam nossas vidas, ainda mais do jeito que esse 1 de Março me marcou. Bom voltando ao assunto, naquela noite mamãe é quem ficou dirigindo durante a noite, depois disso só me lembro de um forte clara vindo em nossa direção, mamãe gritando, papai acordando em pânico , o carro girando, caindo , e girando e girando cada vez mais, e no fim tudo escuro. Depois disso eu me lembro de ter acordado em um hospital com o braço engessado e papai do meu lado com um curativo na cabeça e me perguntando se eu estava bem. Também me lembro de que perguntei para ele onde estava à mamãe e ele em resposta abaixou a cabeça. E me disse – sua mãe foi morar com o papai do céu, ai eu disse para ele- mas ela vai voltar?. Ele em resposta somente balançou a cabeça negando, quando cai em si não acreditei e comecei a chorar , papai me consolava acariciando meus cabelos.
No outro dia eu já estava de alta e também era o enterro de minha mãe, lembro-me de ver meu pai, meus avós chorando e eu não entendia o porquê, era muito pequena não sabia que dentro daquela caixa enorme de madeira estava minha mãe.
Depois do enterro nos passamos um bom tempo na casa da vovó Celi, durante semanas todos só vestiam preto, e ninguém quase falava somente chorava. Todo o dia perguntava para o papai quando a mamãe iria voltar, mas em resposta ele somente me abraçava e dizia que tudo daria certo e que um dia ela estaria de volta, mas passaram-se os meses, os anos e esse dia nunca chegava. A cada aniversario meu na hora dos parabéns não tinha minha mãe para me abraçar depois que eu sopra a velinha, enfim em todos os meus aniversários quando eu apagava as velinhas eu fechava os olhos e fazia o mesmo pedido, que no próximo ano minha mãe estivesse ao meu lado. Só que esse ano também nunca chegava.
Chegava a hora de dormir para mim era um martírio, pois não tinha ela para me contar uma história, nem me dar um beijo de boa noite. O papai se esforçava para sempre estrar presentes em cada parte de minha vida, mas na maioria das vezes isso não era possível.
E ai esse foi um bom motivo para eu fazer isso que estou preste a fazer?
Não? Então vou te contar mais!
Se vai piorar minha vida? Claro! Minha vida depois desse 1 de março foi uma verdadeira desventura em série.
Se vocês não acreditaram que minha vida poderia piorar, ai vai outra desventura.
Depois de dois anos da morte da minha mãe, papai resolveu me dar outra “mamãe” resumindo uma “MADRASTA” era só isso que me faltava, o que ele estava pensando? Que eu queria outra mãe?! Mas ele estava muito enganado, redondamente enganado, eu queria a minha mãe Lucy de volta.
Numa desventurada tarde papai me trouxe uma mulher para nossa casa. A “Beatriz”, ela era uma cantora de bar que ele havia conhecido quando foi “encher a cara” me desculpa a expressão, mas foi isso que aconteceu. E “depois quando ele ia pedir ela em casamento ele chegou perto de mim e falou” você gosta da Beatriz?” fiz que sim com a cabeça mas no fundo queria mesmo é disser que ela não tem direito de entrar em minha vida roubar o meu pai e anda tomar o lugar da minha mãe. Ele continuou “então ela vai ser sua nova mamãe, eu vou pedir ela em casamento” quando ouvi essas palavra saindo da boca do meu pai fiquei em estado de choque, pois não estava acreditando que aquela mulher iria se tornar minha madrasta, mas fiquei firme e concordei com a cabeça e não disse mais nada.
Depois disso dois meses depois ele se casou com ela e ela veio morar em nossa casa. De começo ela me tratava bem, para ganhar minha confiança, mas depois de um mês toda vez que meu pai saia para trabalhar eu não podia falar nada que ela brigava comigo, no inicio ela só falava, mas depois ela começou a me bater, ela me batia se eu não fizesse o que ela mandasse, eu era na mão dela como uma empregada, e eu só tinha seis anos de idade.
Se eu tentava contar às coisas que ela me fazia para o meu pai? “Sim, “mas em todas às vezes ele não me dava ouvido e me dava sempre a mesma resposta” nós conversaremos amanha, querida” só isso, todos os dia era a mesma coisa. Ate que um belo dia teve a noticia que a Beatriz estava grávida, papai e os avós ficaram radiantes, porem eu não estava nada contente eu iria cair no esquecimento mais uma vez. Quando o Júnior nasceu, vocês devem estar se perguntando, mas porque Júnior? Eu vou lhes disser ela fez questão de colocar o nome do papai para cair nas graças da família.
Vocês devem estar pensando “ isso é coisa de criança ciumenta que não gosta de dividir o mar nos pais”
Mas vou te contar o que aconteceu depois.
Depois que o Júnior nasceu tudo mudou mens uma coisa eu continuava sendo maltratada ainda mais pela Beatriz, um dia papai chegou radiante que tinha recebido uma proposta de trabalho e que ele ia ganhar o triplo e íamos se mudar para New York. Beatriz ficou super Empolgada, pois aquela ali gostava era de dinheiro. E ainda tem mais, dali a dois meses nós iriamos se muda. Mal sabia eu que as coisas iam piorar cada vez mais .
Antes devirmos para New York meus avós paternos morreram em um acidente de carro para piorar minha situação, pois eles eram os únicos que me apoiavam e que eu sabia que não iram trocar por nem uma cantorazinha de bar. Senti-me desolada sem ter ninguém para confiar, sem ter ninguém para me apoiar, sem ter quem ficar ao meu favor.
E ai esses motivos foram convincentes para vocês? Não? Então irei contar outro.
Quando chegamos em New York fomos morar me um apartamento no centro da cidade. De conheço estranhei a cidade, pois não era pacata como eu estava acostumada pelo contrario era muito agitada, ninguém conhecia ninguém, você não via ninguém sento gentil com ninguém, nem sequer um bom dia eles davam. No apartamento meu martírio aumentava cada dia mais, fiquei no pior quarto, que mais parecia um armário de casacos pois só caia uma cama de solteiro e uma cômoda que nem cabia minhas roupas direito, pois a maioria ficava em um saco de baixo da cama. E o pior é que meu pai não disse nada sobre isso o segundo maior quarto da casa ficou para um bebe de um ano. Não que eu estou querendo que colocassem o bebê no quartinho não pelo contrario na casa avia mais um quarto que era só um pouco menor que o do Júnior que ele poderia ficar confortavelmente pois lá cabia uma cama de solteiro um guarda-roupas médio e sobrava espaço para por mais coisas. Mas não lá ficou sendo o quarto de hóspedes, e eu fiquei com um quartinho de empregado, afinal o quarto da empregada era maior que o meu. E aquela bisca ainda teve a coragem de se fazer de vitima para meu pai e disser que fui eu que escolhi ficar naquele quartinho, e tem mais ela disse ainda que falou para eu ficar com a suíte aonde é o quarto do Júnior, mas eu recusei. Que ódio que me deu daquela mulher e eu não podia dizer nada, pois ela me ameaçava de me bater, quando ela cismava ela me deixava com fome o dia inteiro só deixava eu comer quando meu pai chegasse, minha dirá era uma verdadeira desventura.
Na medida em que eu ia crescendo e minhas roupas não me serviam mais ela me dava às roupas dela para eu vestir. E depois falava com meu pai que foi eu que quis. Quando eu completei 15 anos meu pai me levou ao shopping para eu renovar meu guarda-roupa. Ela ficou furiosa quando viu eu e meu pai chegando em casa com todas aquelas sacolas. Ele havia me dado um vestido rosa lindo de festa ele era todo trabalhado em pedrarias pratas era divino, ele havia comprado para eu usar no jantar em comemoração ao meu aniversario de quinze aos que seria no dia seguinte, na manha do dia seguinte depois que meu pai saiu ela pegou o vestido e esfregou no vaso de plantas que tinha na varanda do apartamento, rasgou o véu que tinha por cima do vestido. Ela fez questão de me entrega-lo, quando eu vi o estado do vestido fiquei arrasada, comecei a chorar e pensando no que eu iria vestir no jantar em comemoração ao meu aniversário, fui para o tanque tentar limpa-lo , te confesso que minhas lagrimas escorriam em meus rosto. Depois de horas eu consegui limpa-lo , mas tinha um porem o véu ainda estava todo rasgado, como eu iria fazer, resolvi tirar a véu e deixar somente as partes que tinham as aplicações em pedraria. Quando chegou na hora do jantar todos estavam ansiosos me esperando. Mas não dei o gosto para aquela cantorazinha de me ver triste, estava com o vestido ate mais bonito do que era e todos me elogiavam.
Um ponto para mim e nada para e Beatriz. Mas tudo aquilo não parou por ai , além de servi de escrava da Beatriz eu também era babá e empregada do Junior.
Se eu tinha vida social? Eu tentei. Quando fui para new York tive uma amiga chamada Katherine, mas para minha desventurada vida ficar pior ela morreu depois de dois meses de conhece-la em um acidente de carro, eles estavam indo para o Califórnia e o carro bateu e ninguém sobreviveu, eu e meu pai fomos ao enterro dela e de seu pais, mas o corpo tinha ficado carbonizado então não pude ver o rosto da minha amiga pela ultima vez. Sofri muito com essa perda, pois mais uma vez eu perdera uma pessoa que me queria bem, não que meu pai não me queria bem, mas é que ele esta cego de amor pela Beatriz então tudo o que ela quer ele faz de bom grado. Que falta sinto da minha mãe!
Depois de cinco meses da morte de Katherine para piorar minha vida , em uma viajem em “família” para minha cidade natal , nos fomos na parte da noite depois do meu pai sair do serviço , fomos eu , meu pai a Beatriz e o Júnior. Num certo trecho da estrada o papai dormiu no volante e batemos com o carro. O lado do motorista acabou. E o meu pai e o júnior morreram só ficou eu e a Beatriz com ferimentos leves.
No enterro de meu pai a Beatriz não derramou uma lagrima se quer por causa do meu pai , somente lamentava pelo Júnior , está bem que ele era filho dela , mas o meu pai era marido dela ela pelo menos tinha que ter um pouco de compaixão ou ao menos fingir que se preocupava com meu pai.
Depois do enterro voltamos para New York e todos os dias ela me culpava pela morte do Júnior, dizia que era eu que deveria ter morrido e não o filho dela e mais coisas que me deixavam triste , pois ela deveria ter ficado feliz que eu e ela ficamos vivas mais não, não havia um dia que ela não me culpava pela morte dele. E te mais passado duas semanas da morte do meu pai ela já tinha colocado outro homem dentro de casa. Um homem bem mais jovem que ela , parecia ser um modelo que sinceramente eu desconfio que ela já tinha um caso com ele antes mesmo do meu pai morrer, e ele coitado acreditava em todas aquelas declarações de amor que ela fazia pra ele, fala seio a mim ela não me engana e nunca em enganou , aquela víbora só queria era o dinheiro do meu pai .
Depois que eu fui descobri que ela estudava com meu pai na época de escola e que era ela também que dava em cima do meu pai quando ele namorava minha mãe e mais depois que meu pai se casou com minha mãe ele teve um caso com ela. Então aquela historinha de “conheci ela em um bar na qual ela era cantora” é tudo mentira ela era cantora de bar sim mais ele todo dia ia no bar para vê-la. Ai que ódio que eu tenho dessa mulherzinha.
Depois que ela colocou esse homem dentro de casa eu tinha 16 anos e toda vez que ela saia de casa ele tentava me agarrar mais não conseguia que eu corria e me trancava no quartinho. Um dia eu fui falar pra ela e sabe o que ela me disse? Que eu que era a mentirosa da historia.
Isso permaneceu por muito tempo eu completei 17 anos e isso só piorava, quando foi hoje pela manhã eu acordei fui trocar minha roupa eu sempre tenho o costume de quando eu vou trocar de roupa eu tranco a porta, mas eu não se o que me deu que eu esqueci de trancar , e a Beatriz havia saído e só estava eu e o John o namoradinho da Beatriz , só que eu pensei que ele estivesse dormindo porque ele só acorda depois do meio dia ,e eram oito da manhã , mas me enganei quando estava trocando de roupa ele entrou em meu quarto e me agarrou a força e abusou de mim , de tudo que já havia acontecido em minha vida isso foi a pior coisa , quando a Beatriz chegou eu estava caída no meu quarto nua e desacordada, e o John disse para ela que eu tinha seduzido ele, que eu tinha me insinuado para ele e era tudo mentira eu tentei contar para ela que ele que havia abusado de mim , mas ela não me deu oportunidade ela me batei mais do que as outras vezes eu fiquei durante quase duas horar e depois disso ela me trancou no quartinho e ficou com a chave, mas ela não sabia que eu tinha outra chave então presa naquele quarto eu tomei uma decisão em minha vida, ia colocar um ponto final nela . esperei a noite cair e a casa ficar toda em silencio e fui ate o Empire State aonde todos me conheciam pois eu sempre ia visitar a Katherine e subi ate o ultimo andar , e fui para o terraço e aqui estou , preste a acabar com todos os meus sofrimentos.
Você deve de estar pensando , mas por que ela não foge para um lugar aonde ela não ira te encontrar.
Mas eu lhe pergunto. Pra onde eu vou? Se eu não tenho ninguém por mim. Se eu não tenho nem um amigo. Para onde eu vou? Vou ficar na rua vivendo que nem mendigo pelo resto de meus dias? Não esse não foi o fim que eu sonhei para mim, não mesmo e nem esse mais dos males o melhor é esse.
E também eu não tenho mais razão para viver. Como eu queria que chegasse alguém nessa hora e dissesse que me amasse isso mudaria tudo, mas isso nunca ira acontecer, tanto é que ninguém se preocupa comigo que a dois dias atrás teve um home que tentou se jogar daqui de onde eu estou a essa mesma hora , ele parrou New York inteira , veio bombeiros , helicópteros , ambulância para socorre-lo e acabou que ele não pulou nada, mas eu estou aqui a mais de meia hora e ninguém percebeu que eu estou aqui prestes a me matar. Eu aposto que só iram perceber que eu me joguei daqui quando ver meu corpo estirado no chão ,e amanha vai ter uma pequena nota da decima pagina do jornal com o titulo “ jovem de 17 anos se joga do Empire State se ao menos uma foto para as pessoas me conhecerem pelo menos depois da morte.
Mas em fim esta na hora do FIM, FIN , 完, ΤΕΛΟΣ enfim THE END !!
Abro meus braços e me jogo do Empire State , sinto minha visão indo embora , meu coração aceleirando e barulhos e vultos e não vejo mais , somente sinto meu corpo sendo jogado ao chão e tudo ficando escuro e…
… THE END
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