The daughter of the Rainbow
1 - Prólogo -
Esta poderia ser mais uma história clichê sobre uma garota e um cara que se amam mas não podem ficar juntos por algum obstáculo do destino, como acontece em filmes e contos românticos, mas creio não ser assim. Quero dizer, depende do seu ponto de vista; vou explicar para você querido(a) leitor(a) como eu enxerguei os acontecimentos e no final você me conta a sua conclusão, ok?
Então vamos lá...
Meu nome é Wisth Poky,
e eu sou uma semideusa.
Nem toda história termina com um final feliz.
Nem todo sonho tem que ser um pesadelo.
Nem todo amor é infinito.
Nem toda paixão é incondicional.
Nem todo casal se une a primeira vista.
Será que o verdadeiro amor poderia estar ao seu lado?
Um amor quase impossível entre duas pessoas completamente diferentes, mas que tem muito em comum.
Será que esse amor vencerá as barreiras necessárias para crescer ou morrerá no ponto em que se iniciou?
—2012- POV’ Wisth -
Eu nunca pesei que minhas férias de verão pudessem ser tão chatas, as mesmas series, os mesmos livros, as mesmas conversas. Mas foram nas aquelas férias tediosas que minha vida começou a mudar.
Sempre fui uma pessoa que se apaixona facilmente e se magoa facilmente também. Felizmente (ou não) para mim, minhas paixonites não sabiam da minha existência e nunca me notavam, até então.
Mal sabia eu que o amor da minha vida estaria bem do meu lado e eu nunca tinha percebido.
Ele mal sabia que sempre mexeu comigo, todas as palhaçadas que havia feito até então só me faziam nota-lo cada vez mais. O amar em segredo não foi fácil, ele sempre estava cercado de pessoas, aventuras e historias, e eu...bem, eu não sou daquelas meninas que tem poucas amigas e fica quietinha no canto, sempre fui extrovertida, tive um número considerável de amizades e saia sempre que podia para encontrá-los. Mas, não tinha nada demais para oferecer, não tinha uma beleza exuberante, ou histórias de aventuras para contar, eu era apenas eu. Ele fazias as pessoas felizes apenas por sorrir pala elas, ou só de dizer oi a elas, ele transbordava felicidade e alegria.
Durante as férias fiquei pensando em como eu ira esconder meus sentimentos, o que eu iria dizer para ele caso ele fala-se comigo por acidente ou, ou, ou eu não sei. Ficava agindo feito uma tola quando pensava nisso, e me martirizava e alimentava meu desejo insano de telo para mim. Inventava e reinventava planos para conseguir dizer tudo a ele, mas tudo sem nenhum sucesso.
Com o passar das férias, fui aceitando que aquele sentimento nunca seria reciproco, e que precisava livrar-me daquela agonia. Mas como a maioria dos meus planos, esse também não deu certo.
Quando finalmente as férias terminaram, eu tive que voltar para o acampamento de novo, ou seja, treinamento, treinamento e mais treinamento, o que seria ótimo para meu estado atual. Nada melhor que treinamento de combate para melhorar dor de cotovelo.
E lá estava eu pegando o próximo um ônibus meu segundo lar.
O Acampamento Meio-Sangue.
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