The crown

1 O primeiro dia


Notas iniciais
Bem essa é minha mais nova fic e espero que vcs gostem dela e comentem !!!

Eu não sei se estava pronta para ser rainha, depois dos votos e de ver todas essas pessoas à nossa volta me dando parabéns, se apresentando e baixando minhas mãos e bochechas eu já nem consigo me lembrar de quando ninguém me conhecia. E pensar que antes eu era uma "desprezível Cinco". A garota imprudente e mal educada. Bem, parece que o príncipe gostou de mim assim não é? Enfim, eu me sento no trono da sala de recepção e conhecido hoje como "salão de festas".
— O que aconteceu minha querida? — Maxon se senta ao meu lado acariciando minha mão.
— Já disse que não gosto que me chame assim. — digo. — Pode ser outra coisa, qualquer coisa.
— O que aconteceu amada? — diz ele com um sorriso sarcástico no rosto.
— Só estou vendo as pessoas, todas essas pessoas. — digo. — Aquela é Daphne?
Aponto uma jovem princesa vestida de rosa com tranças amarradas em um coque, é muito bonita, talvez mais que eu, mas ainda me sinto apreensiva quanto à ela.
—Sim, a princesa da França e seu noivo. — diz ele se referindo a um homem de olhos e cabelos claros.
— Que legal. — digo desenhando espirais no vestido branco.
— Porque está desanimada? — pergunta ele. — É porque vai virar a grande democrata ou por que quer voltar atrás com nosso casamento?
— Não! — parece que eu disse isso alto demais, já que a música parece parar e todos olham para mim e para Maxon. Mas eu não me importo. — Eu nunca deixaria você sozinho Maxon! Só que estou lembrando dos rebeldes.... — digo a ultima sentença mais baixo, e todos soltam um "awn" e voltam para a música.
— Oops. Você disse um pouco alto.
— Eu sei. — digo. — Só estou pensando que posso ser um problema no seu plano das castas.
— Você é o problema mais lindo e maravilhoso que eu poderia ter. — ele fala me dando um beijo.
— Certo. Eu também sei disso... E espero que Daphne saiba.
— Ciúmes? — ele fala.
— Mais do que você imagina. — minhas palavras saem junto com um sorriso, e falo sério. — E quando a festa vai acabar? — pergunto.
— Porque? Você não quer conversar com suas amigas?
— Não. Eu não quero, quando nós vamos sair daqui? — pergunto segurando em sua gravata creme.
— Hmm entendi. — ele não me responde, mas seu sorriso me faz corar.
— Então vamos fugir! — digo animada e me levanto.
— Vamos fugir! — ele pula do seu acento e me levanta do chão.
Maxon me carrega e sai correndo do salão, meu véu fica lá, mas não me preocupo em pega-lo de volta. Chegamos no corredor onde, no fundo, fica o quarto da princesa, deveríamos estar no quarto real, só que Maxon não quer seguir as regras impostas por... Bem... Ele mesmo agora é quem faz as regras então... Não contesto.
Maxon beija meu pescoço, levanta seu rosto e me beija mais uma vez. Não vou conseguir suportar mais uma vez sem ele, esperei tanto por esse momento. Suas mãos pairam por todo meu vestido, talvez esteja perdido em como abri-lo.
— Zíper. — sussurro.
Levo as mãos dele ao fecho do zíper, o qual ele abre devagar enquanto me preocupo em tirar a barra de sua blusa de dentro da calça. Ele passa as mãos por minhas costas, minhas pernas até o vestido ser completamente retirado. Minhas criadas tiveram o cuidado de me vestir com um sutiã e calcinha rendados em preto. Maxon fica paralisado, me olha de cima a baixo, meio bobo. Aproveito a situação para tirar seu terno e a gravata. Sinto seus lábios tocarem meu ombro enquanto desabotôo a camisa branca. Lembro do dia que estivemos, na mesma situação, mas agora não há nada que nos possa impedir. Ele aperta minha cintura, meu quadril, minhas coxas e pernas. Sua mão vai ao fecho frontal do meu sutiã, ele não sabe como abrir, mas quando entende, o fecho se abre. Minha pele arrepia conforme sinto suas carícias, mês pés tocam o chão mais uma vez e me sento a beira da cama. Tiro sua calça. Suas mãos deslizam sobre meus ombros e chegam a barra da minha calcinha, onde há dois laços que a prendem no meu corpo. Maxon desamarra os laços e joga o tecido em qualquer canto. E depois faz o mesmo com sua cueca. Como Marlee disse, não é uma sensação das melhores, incomoda um pouco, mas vejo que não é o mesmo para Maxon. Apesar disso ainda consigo sentir aquela sensação calorosa aumentando, aos poucos pequenas explosões de prazer me atingem.
Maxon acaricia o meu cabelo cheio de grampos por causa do penteado.
— Como se sente agora? — pergunta ele.
— Cansada. — digo descansando a cabeça em seu peito.
— Cansada?
— Você me deu um trabalho e tanto hoje. — digo cutucando seu braço sobre minha cintura.
— Você também não é tão centrada assim. E não estou cansado. — ele se gaba.
— Mas eu estou. — digo. — Vou dormir...

MAXON

A respiração de America começa a pesar e fica mais lenta, America nunca esteve cansada, sempre de bom humor, ou não, mas sempre cheia de energia. Aquela era minha America. A garota da seleção que me deu uma bronca, que me chutou, que brigou comigo milhares de vezes, que foi minha salvação e meu problema, a que soube do meu segredo e que me ama assim mesmo.
— Eu amo você. — sussurro em seu ouvido, sabendo que ela não ouviu.
Fico a observando, um ligeiro sorriso toma conta de seu rosto, aquele sorriso, aqueles lábios, aquelas linhas, aquela garota três anos mais nova, que agora tem dezessete, e eu vou fazer vinte logo mais. Meu Deus, ela é realmente nova. Uma garota que acabou de se tornar mulher, dezessete anos.
Daphne tem dezenove, que deve ter completado há pouco. Ainda sim é nova e vai se casar. America é a nova rainha e muitas pessoas são bem mais velhas que ela é que eu também, a maior parte delas é.
America Singer. Não quis mudar seu nome, ela não se importou com isso, e finalmente ela está comigo.
— Meu coração está aqui, mas ele sempre foi seu. Pode fazer o que quiser com ele. — volto a sussurrar com alguém que não vai responder.
Finalmente consigo sentir as pálpebras pesarem.

Notas finais
Então??? Gostaram??? Logo começam as tretas!!! MUAHAHAHA
Obrigada por lerem!!!