The chosen one

15 Capitulo 15 - The blue eyes


Notas iniciais
Hey selecionadas e príncipes. Estou de volta as notas para encher vocês. Rsrs - Comecemos com o agradecimento do dia: Susan_Salvatore SUA LINDA!!! Muito obrigada pela recomendação. Juro que já tinha perdido as esperanças de mais alguém enviar recomendação, então abrir o NYAH! e ver isso, mudou meu dia! Então obrigada! - Sinto falta de umas pessoas que costumavam comentar. Fico muito feliz com comentarios, então obrigada a todos os que comentam! -Vick, falei que ia postar hoje, não falei?! Só não disse a hora! Kkk Boa leitura ;*

A ar brincava com cortina da janela da sacada, me impedindo de ver qualquer coisa. A brisa vindo do jardim encheu o quarto; cheirava a grama recém cortada e Jasmin.Eu travei onde estava. Eu não era da realeza. E ali estava uma pessoa insistindo em me chamar de alteza. O que me deixava com só uma alternativa: um rebelde. Seria essa a perfeita hora para gritar?

– Quem é você? O que você quer? – Perguntei

Então ele entrou no meu quarto, me dando total visão do seu rosto. Se ele era um rebelde, não chegava nem perto do que eu tinha imaginado. Era um rapaz alto, pele branca, olhos azuis tão encantadores quanto olhos podiam ser e cabelos negros. Carregava um sorriso de canto de lábios no rosto. Ele era bonito demais para ser um rebelde. Ou talvez os rebeldes não são tão nojentos como eu imaginei. Depois da historia da Lucy, não conseguia imaginar eles de outra forma.

Ele não me respondeu. Pareceu se divertir com minha confusão. Olhou para mim e apenas deu um sorriso. De repente começou a andar pelo quarto, o analisando. Seus olhos e pés percorriam todo o cômodo.

– Vocês têm um belo lugar aqui. – Disse enfim.

Como se não bastasse ter invadido o quarto, ele se jogou em minha cama. Bem deitado, com a cabeça apoiada nas mãos. O encarei, tentando deduzir o que ele queria.

–Você não pretende me machucar com isso, não é docinho? – Ele disse, apontando para o pente que ainda estava em minhas mãos.

–Poderia. – Retruquei e coloquei o pente de volta a mesinha. – Você ainda não me respondeu. Quem é, e o que quer? Ou prefere que eu chame os guardas para te perguntar?!

Tentei no tom mais ameaçador que tinha. Aparentemente não deu certo, ele apenas gargalhou.

– Não se incomode. Não vim te matar ou algo do tipo. Estou aqui só pra te dar um aviso.

Agora todo o medo estava no momento foi substituído por curiosidade. Um rebelde e um aviso para mim. Essa noite tinha como ficar mais estranha?!

–Um aviso?! – Incentivei para que continua-se.

Ele assentiu. – Seja cuidadosa com o rei. – Ele disse.

E essa foi minha vez de gargalhar. A expressão que ele fez, deu a idéia de que me achava louca. Porém não conseguia evitar; mal sabia ele que eu já tento ser cuidadosa com o rei.

Ele não me acompanhou nas risadas. Seu semblante foi passando de confuso para um de raiva. Levantou da cama e murmurou algo como: “ – Porque sempre tenho que ficar com as loucas e mimadas?!” e revirou os olhos.

– Olha aqui garoto ... – Estava pronta para falar umas verdades. Quem ele pensava que era? Não me conhecia e me chamando de mimada e louca? Mas antes que tivesse a chance de continuar ele chegou mais perto com aqueles profundos olhos azuis, me interrompendo.

– Olhe aqui, você! – Alertou enquanto me encarava– Será que da pra deixar de ser uma menininha do pai por alguns minutos e prestar atenção no que digo?! Nem tudo na vida é uma brincadeira como você pensa! .

Meu sangue ferveu. Em nenhum momento levei em brincadeira, muito pelo contrario. Eu ri porque tomar cuidado com o rei já havia se tornado algo bem comum para mim. Aquela situação toda estava conseguindo me irritar.

– Apesar do que você pensa, não estava te caçoando. – Ponderei. – Estou ciente da situação com o rei. Então se você não tem mais nenhum aviso ou ofensa para essa noite, pode sair.

– Hm... Desculpe por isso. – Disse em um sussurro quase inaudível.

–Voltando para o assunto... – continuou. – Eu não acho que tenha conhecimento da real situação com o rei. Desconfiamos que ele já sabe sobre você. Então preciso que entenda que todo cuidado é pouco com ele.

– Como assim sabe sobre mim? Eu sei que ele não quer que eu case com o Maxon. Então precisa mesmo disso tudo?!

– Isso é mais do que você imagina. Um dia, não muito longe — eu espero, você compreendera tudo. Mas por enquanto, só faça o que eu estou dizendo. – Sentenciou.

Bufei. Estou farta de pessoas tentando me controlar. Estou farta de não poder ser eu mesma. Estou totalmente farta de pessoas acharem que sabem mais da minha vida do que eu. Isso pode soar totalmente uma pessoa mimada mas não é isso. Apenas quero ter minha vida de volta. Tenho total capacidade para tomar minhas próprias decisões.

Um assovio vindo de fora começou. O rapaz se aproximou da janela e olhou. Então outro assovio se seguiu.

– Infelizmente essa é minha deixa docinho. – Falou com uma piscadela para mim e caminhou até a sacada. Rapidamente o segui.

– Pare com essa de docinho. E aliais, qual é a de me chamar de alteza? – Aproveitei a deixa.

– Acho que essa vai ter que ficar para depois. – Seu corpo fez menção de ir embora então, em um ato involuntário e impensado agarrei seu braço.

Então ele fez aquilo. Ele se aproximou para sussurrar em meu ouvido.

– Você é infinitamente mais bonita e intensa pessoalmente, sabia docinho? – Um sorriso sarcástico se formou em seus lábios.

E você é mais irritante do que pensei que um rebelde seria, quis acrescentar. Então o assovio tornou a vim e percebi que restava-me poucos minutos.

– Parece que sei muito pouco de uma pessoa que me conhece tanto. – Arrisquei. – Você não teria um nome, teria?!

– Jeremy, alteza. – Fez uma reverencia antes de pular da sacada

Gritei e corri para o parapeito porém não havia nenhum corpo abaixo. Sumiu totalmente, deixando apenas seu cheiro no ar.

Notas finais
Podem xingar, reconheço que não ficou um dos melhores. Porém é o que tem pra hoje. Xingamentos? Criticas? Um oi? No espaço abaixo. Beijo, até mais ;*