The adult life of The Marauders
3 Capítulo 3
Notas iniciais
# Ministério #
— Almofadinhas quer me fazer o favor de parar quieto? – reclamou Remus enquanto eles e mais umas 30 pessoas esperavam o líder da sessão dos aurores em uma sala que lembrava uma sala de aula.
— Eu tô nervoso Aluado, e se não der certo? – respondeu o amigo apertando uma mão na outra enquanto balançava desesperadamente o pé esquerdo – e você sabe da minha incapacidade de ficar parado enquanto estou acordado.
— Já estamos aqui, vai dar tudo certo – falou ele colocando a mão no ombro do amigo.
Mas na verdade ele estava tudo, menos calmo, estava extremamente apreensivo, os chefs da sessão sabiam de sua “condição peluda”, mas será que isso seria contado a todos? Como aquilo iria funcionar? Afinal, eles haviam o aceitado para o treinamento sabendo disso, não é? Então devem ter pensado em algo. Certo?
Remus foi tirado de seus devaneios por um homem alto, com a pele, cabelo e olhos morenos, aparentemente bem forte e uma expressão bem séria, que evidenciava bem algumas cicatrizes que tinha no rosto, a única parte, além das mãos, que não era coberta pelo uniforme preto.
Este entrava na sala acompanhado pelo homem mais estranho que ele já havia visto, era queimado de sol, os cabelos meio loiros lhe caiam despenteados pela cabeça, um de seus olhos era azul e girava loucamente em sua concavidade, o nariz não tinha um pedaço e uma cicatriz lhe cortava grande parte da cara, era mais baixo que o anterior mas igualmente forte, e devia ter voltado de uma de suas missões a pouco tempo, deduziu Remus, pelo fato de haver um pano preso ao pescoço que lhe servia de apoio para o braço.
— Boa tarde, eu sou Maximiliano Melínflue, chefe da sessão dos aurores – falou o moreno e ao apontar para seu companheiro disse – esse é Alastor Moody, um dos meus mais antigos e melhores aurores.
— Esse não é aquele tal de “Olho-tonto”? – questionou Sirius para o amigo, mas nem esperou uma resposta ao ver que o olho azul do homem estava focado neles.
— Pois bem – continuou o homem ao sentar-se em uma mesa posta a frente. Mesmo havendo uma cadeira ao seu lado, Moody permaneceu em pé olhando os iniciantes – nosso acampamento esse ano será em uma das montanhas da Escócia, o real local vocês não saberão já que não é permitido visitas. Ele terá início em duas semanas, e durará até uma semana antes do Natal, lá vocês terão aulas teóricas e aprofundamento do que viram em Hogwarts, tipo feitiços, transfigurações e poções. Tudo isso é claro voltado para combater as forças das trevas que ainda ameaçam nosso mundo, além disso, haverá um rígido treinamento físico e diversos duelos, até que estejam prontos para assumir seus primeiros casos e para o fim do treinamento que será no próximo ano, mas até lá traremos mais informações.
— É importante lembra-los que mesmo em um acampamento de treino pode acontecer imprevistos, então terão aula de primeiros socorros também, com os principais feitiços curativos, mas lembrem-se, vigilância constante! – enquanto Alastor Moody proferia a última frase, seu olho azul passou por todas as pessoas presentes.
— Bom, vocês precisaram adquirir uniformes, que são vendidos em diversas lojas bruxas, mas por enquanto vocês trajaram roupas de treino, que assim como os livros, os ingredientes das poções e as coisas necessárias para as aulas, são disponibilizados pelo ministério, mas levem ao menos 2 uniformes, nunca se sabe quando será sua primeira missão – ao falar isso o homem levantou-se – bem, vejo-lhes daqui duas semanas, nesse mesmo local as 9 horas da manhã, sem atrasos, estão liberados.
Os iniciantes começaram a conversar entre si enquanto saiam da sala, Remus e Sirius foram se retirando também, combinando de comprar os uniformes na manhã seguinte, juntos.
— Remus Lupin – falou Alastor Moody e o garoto se virou para ele – pode nos fazer um favor e esperar um minuto?
— Claro – falou Remus com um sorriso meio tenso e olhou para o amigo que apenas moveu os lábios sem emitir som e disse um “te espero aqui fora” enquanto fechava a porta deixando apenas o maroto e os dois homens lá dentro.
— Pois bem senhor Lupin, quando recebemos suas notas do N.I.E.M.S ficamos realmente felizes por saber que iria querer trabalhar no nosso setor – falou Sr. Melínflue enquanto indicava uma cadeira que havia convocado para Remus em frente a mesa, ele e Alastor Moody, este imitindo um ruído estranho no processo, também se sentaram mas do lado oposto – e já estamos acostumados a receber cartas de Dumbledore ou de algum professor junto com as notas indicando os melhores e mais habilidosos alunos, contudo a sua foi um pouco diferente.
Nesse momento Remus olhou para as próprias mãos, estas que continham algumas pequenas cicatrizes, assim como todo o resto de seu corpo e desejou que Fenrir Greyback nunca o tivesse atacado.
Sentia-se diferente, não suficiente e não merecedor de amor, mas apesar de tudo isso havia uma coisa boa. A forma como a suas amizades se provaram ser verdadeiras, como os marotos, que ao invés de se afastarem como ele imaginava que aconteceria, tornaram-se animagos para ajudá-lo nas transformações e sempre lhe apoiam depois do processo, e também as meninas, que por mais que tenha negado a verdade a elas por algum tempo, o aceitaram e até se aproximaram mais dele, sendo as que mais lhe ajudavam quando sua autoestima estava meio baixa.
— Sabemos que o senhor é um lobisomem desde os 5 anos – continuou o chefe da sessão – mas isso não o impedirá de ser um grande auror – Remus sorriu levemente e levantou os olhos para o homem com esta afirmação – mas teremos que tomar alguns cuidados, Alvo Dumbledore contou-me na carte que enviou que o senhor foi o motivo pelo qual o salgueiro lutador foi posto em Hogwarts, assim como a casa dos gritos, então pensamos em algo parecido.
O homem respirou fundo e continuou:
— O acampamento está sendo equipado com uma cabana um pouco distante do acampamento que contará com feitiços contra barulhos e feitiços para manter o local seguro, um fiel segredo. Um não, três: eu, você e o chefe do acampamento, apenas, saberemos como encontra-la, preferimos não espalhar a informação. Quando a transformação passar você receberá tratamento de medibruxos especializados que lá haverão. A cabana também terá feitiços para que independente da força que você tenha seja mantido lá dentro, deixando você e os outros em segurança. Animagos poderão, por vezes, o acompanhar o início do processo para ter certeza de que tudo ocorrerá bem para todos. Tudo bem isso para você?
— Por mim está ótimo, de verdade.
— Ótimo então, nós vemos em duas semanas – falou Sr. Melínflue levantando-se.
Remus seguiu seu movimento e estendeu a mão para o homem que aceitou em um cumprimento, acenou levemente para Alastor Moody, que continuava sentado, mas olhando fixamente para ele (com seus dois olhos), pediu licença e se retirou. Sirius estava encostado em uma parede próxima olhando para as unhas e batendo freneticamente o pé no chão, ao ver o amigo se aproximou
— E aÍ, tá tudo bem? – perguntou quando começaram a andar.
— Sim, eles criaram tipo de um "forte" para mim e minhas transformações, acho que realmente vai funcionar – disse sorrindo para o amigo – espero muito que sim, e eles disseram que por vezes deixaram animagos entrarem – ao terminar a frase olhou para o amigo marotamente.
— Eu vou te fazer umas visitinhas as vezes Aluado, não se preocupe, não ficará sozinho — falou Sirius dando tapinhas nas costas do amigo.
— Não sei como você pretende entrar lá, passar por cima do ministério.
— Você esqueceu quem somos, meu amigo? Somos os marotos, fazer coisas proibidas é o que a gente faz de melhor — disse e piscou para o amigo que riu e concordou.
# Em algum lugar na Irlanda do Norte #
— Então senhor Potter recapitulando, o senhor começará os treinos em duas semanas, que é o tempo necessário para sua organização pessoal, treinará com o time reserva como já lhe disse. A liga começa em 2 meses e irá parar apenas em fevereiro, então o senhor terá apenas 2 dias para se ausentar no Natal e no Ano novo, que serão os dias em que não haverá nenhum treinamento, certo?
Por mais que quisesse passar mais tempo com seus pais, sabia que eles entenderiam como aquilo era importante para ele.
– Depois desta data terá um mês livre para suas férias, e retornará então treinando com a equipe principal, já que o nosso atual apanhador irá se aposentar. No contrato diz também que o senhor poderá participar de algum jogo oficial caso algo acontece com o apanhador e que terá os fins de semana livre, de acordo? – terminou o homem a sua frente.
O coordenador do clube lhe olhou seriamente, aquilo não seria fácil, mas era seu sonho e quadribol sua paixão, então concordou e após ler novamente o contrato, assinou-o. Ambos se levantaram sorrindo e deram as mãos se cumprimentando, logo depois posaram lado a lado enquanto James segurava o seu mais novo uniforme, todo preto apenas com um morcego escarlate no peito, para uma foto que sabia que seria divulgada em alguns jornais como a mais nova contratação.
— Obrigada Senhor Robbinson, será um prazer treinar e jogar com vocês – disse sorrindo – até daqui duas semanas – ao falar isso James saiu da sala e se dirigiu para fora do prédio na qual funcionava a parte burocrática do time.
Ele teria que ver algum apartamento, e decidiu em uma imobiliária bruxo que havia ali perto marcar um horário para ver alguns apartamentos disponíveis e logo depois voltaria a sua estalagem para contar tudo para os pais e amigos.
~ Semana seguinte, segunda feria ~
Marlene deixou o hospital em seu primeiro dia de curso, teve aula teórica em um período da manhã e no começo da tarde, e sua primeira aula prática a poucas horas, afinal eram apenas 7 horas da noite.
Decidiu ir no restaurante que Pedro trabalhava para prestigiar o amigo, e também porque não estava com vontade de testar sua falta de dotes culinários, já que havia se mudado para o apartamento a dois dias, quase se mudado na verdade, faltavam algumas coisas para levar de sua casa e sua cama que ainda não havia chego, ela e seus pais decidiram deixar a cama da menina onde estava para quando ela quisesse ficar na casa dos pais, então no momento ela se contentava a dormir em um velho colchão da família no chão. Lily se mudaria apenas na sexta-feira, já que seu estágio começaria apenas na próxima semana.
Então aparatou em um beco em Londres e foi se demorando a chegar no restaurante, olhando as vitrines trouxas e as pessoas que passavam, ao abrir a porta do local um sininho tocou e ela ficou maravilhada com a decoração, bem rustica e confortável, e para uma segunda-feira estava bem cheio. Ela sabia que os trouxas não viam o local, já que lá dentro pratos voavam até as mesas de seus clientes, assim como alguns alimentos na cozinha, que era visível através de um vidro.
Lá dentro ela observou Pedro, correndo de um lado para o outro com um sorriso na cara, recebendo vez ou outra uma reclamação por esbarrar nas pessoas. Ela riu sozinha e decidiu subir para o segundo andar, era um ambiente tão aconchegante quanto o primeiro, quando estava indo se sentar em uma mesa vazia no canto ouviu uma voz.
— LENE! – ela olhou e Sirius e Remus acenavam repetidamente para ela, que decidiu ir cumprimentar os amigos.
— Oi meninos, que saudade! – falou dando um beijo na bochecha de cada um.
— Sente ai, Lene – apontou Sirius para uma das cadeiras disponíveis na mesa.
— Não quero incomodar vocês, já estão no meio da refeição – falou ela por maior que fosse a vontade de fazer o que o maroto tinha falado.
— Deixa disso, senta aqui – Remus levantou-se e puxou a cadeira para ela que aceitou de bom grado.
— Tão cavalheiro Aluado, estaria apaixonado se não soubesse que você partiria meu coração – disse Sirius colocando a mão sobre a dele quando este se sentou.
— Eu partiria seu coração? Você que tem essa fama.
Um garçom trouxe o cardápio para Marlene que rapidamente escolheu uma das especialidades da casa e uma água.
— O que vocês fazem por aqui? – perguntou ela.
— Viemos comprar nossos novos uniformes – disse Sirius sorrindo orgulhoso – nos enrolamos semana passada e hoje foi o único dia que conseguimos vir, dai viemos ver como está nosso Rabichinho.
— Na verdade ele não quis comer a comida do James já que o Sr. e a Sra. Potter tiveram problemas – falou Remus acusadoramente.
— Isso só é meia verdade – falou ele com a boca cheia recebendo um tapinha de Marlene no braço e exclamando um “ai”
— Ain, eu tinha me esquecido de como era nojento comer com você e essa sua mania, mas eu compreendo, também não estava afim de me aventurar no mundo da culinária.
— Você? Cozinhando? – perguntou Remus depois de tomar um gole de sua bebida.
— Pois é, eu e a Lily decidimos dividir um apê, mas ela ainda não se mudou então estou tendo que me virar – falou ela dando os ombros.
— Nossa que legal, ter sua própria casa, eu e o Aluado vamos nos contentar com acampamentos por pelo menos 1 ano – disse Sirius com cara de derrota.
— Um ano? Nossa mas..., é realmente um longo período, nós não vamos nos ver por todo esse tempo? – questionou ela logo antes ter seu prato e sua água serem magicamente postos em sua frente.
— Temos um período de férias, poderíamos marcar de nos ver– disse Remus depois de limpar a boca com um guardanapo – bom, eu tenho que ir, sei que isso não é nada legal mas prometi que ajudaria meu pai com uma papelada umas 8 horas e não quero me atrasar – ele levantou-se e foi em direção de Marlene.
— Tá tudo bem Rem, eu entendo, a gente marca de se ver nessas férias de vocês, me mande cartas quando estiver lá, de como estão se saindo e caso a gente não se veja essa semana, boa sorte – falou ao receber um beijinho dele na bochecha.
— Foi um prazer revê-la Lene, me mande cartas também me contando mais sobre o que vai fazer já que não tivemos tempo de conversar, até mais.
Remus deu um singelo abraço em Sirius dizendo-lhe "tchau" e se retirou do local.
Os dois continuaram suas refeições enquanto conversavam sobre o que aconteceria no futuro, ou sobre as melhores pegadinhas do passado. E então ambos pagaram suas contas e acenaram para Pedro enquanto saim do restaurante.
— Obrigado por ter me esperado Six, e desculpa te atrasar – falou Lene guardando a carteira na bolsa.
— Relaxa Lene, eu, ao contrário do nosso Reminho, não tinha planos para essa noite – falou ele sorrindo marotamente para ela.
Ela não pode deixar de reparar no olhar meio de lado que ele lhe lançava também, aquilo causou um leve frio em sua barriga, a fazendo lembrar de quantas vezes aquele simples olhar fazia com que os dois acabassem em algum armário de vassouras ou em uma sala esquecida de Hogwarts.
Ela não sabia explicar o que eles tinham, definitivamente não era um namoro e nem uma amizade normal. Eles ficaram, e até mais do que isso, algumas (várias) vez, mais do que ela já havia ficado com qualquer outro menino, e acreditava que o mesmo acontecia com ele. E desde o início ambos sabiam que aquilo não era sério, era apenas uma atração irracional entre amigos.
Todas as vezes que ficavam eles acabavam rindo da situação final em que se encontravam e seguiam suas vidas, como se nada tivesse acontecido. Os amigos sabiam mas nunca falavam nada, a não ser Lily que certa vez a perguntará o que eles tinham e ela não soube responder, então ficou por isso mesmo.
— Isso quer dizer que agora você tem? – ela perguntou levantando uma sobrancelha para ele.
— Se você aceitar meu convite de dar uma volta por aqui, sim. – respondeu ele oferecendo o braço a ela que rapidamente aceitou.
Ela não pode deixar de pensar que já fazia algum tempo desde que não ficavam completamente sozinhos, e que não sabia quando teriam essa oportunidade novamente, já que ele iria para um acampamento isolado por meses, e logo Lily estaria em seu apartamento também, então antes que a sua consciência tomasse conta do que ela estava prestes a fazer ela perguntou:
— Quer conhecer minha casa nova? Não está pronta, mas da pra ter uma noção de como vai ficar – ela mordeu levemente o lábio com medo que ele recusasse sua oferta.
— Mas é claro – seu sorriso dobrou de tamanho – seria um grandíssimo prazer.
Ela sabia que ele tinha noção de suas intenções, e ela também sabia que ele também as tinha. Ela aparatou com ele perto de seu apartamento, em uma rua lateral na qual as construções eram abandonadas e seguiram para a portaria.
— Boa noite, Sr. Jasper – falou ela sorrindo ao abrir o portão e passar pela portaria.
— Boa noite Srta. Marlene, boa noite garoto – respondeu o Senhor.
Marlene entrou com Sirius no elevador, e este não pareceu sentir o buraco na barriga que ela sempre sentia naquele lugar, apenas se apoiou na parede do lado dela chegando com a boca bem perto de sua orelha para então sussurrar:
— Alguém já te disse que você fica extremamente sexy de branco? – e mordeu de leve o lóbulo da orelha dela que suspirou baixinho se virando para ele.
— Não, mas fico extremamente feliz em saber que você gosta – disse ela baixinho mordendo levemente a própria boca e se aproximando dele.
Este por sua vez, vendo a aproximação, colocou a mão na cintura dela os aproximando ainda mais, fazendo com que seus corpos se encostassem.
— O que me resta saber agora é se a lingerie que você está usando também é dessa cor – falou enquanto passava a boca levemente pelo pescoço da loira, e sentiu ela se arrepiar.
— Talvez você descubra ainda hoje – falou ela antes de levantar a cabeça dele e juntar seus lábios.
O beijo começou nada calmo, as mãos dele logo se infiltraram pela camiseta dela, passeando pelas costas, e as dela se perderam naqueles cabelos pretos e compridos puxando-o para mais perto.
Quando o elevador abriu as portas, eles se separaram apenas para saírem de dentro, já que ele a prensou na parede bem ao lado deste, Marlene o empurrou apenas para o puxar em direção ao seu apartamento.
Enquanto tentava abrir a porta, Sirius a abraçou por trás e puxou seu cabelo para o lado, de forma que tivesse o pescoço da garota livre, onde depositou vários beijos e mordidas.
— Caralho Black – falou em meio a um gemido – assim você não me ajuda -disse ela já que parecia uma missão impossível acertar o buraco da chave.
Ele pouco ligou, apenas riu dela e preferiu provoca-la ainda mais, a mão que antes ele deixava em sua barriga foi subindo até lhe alcançar o seio esquerdo.
— Foda-se — disse ao tirar a varinha das vestes e apontar para a porta enquanto dizia “Alohomora”.
Quando a porta se abriu ela logo o puxou para dentro, jogando sua bolsa de qualquer jeito no chão, fazendo com que dessa vez ele ficasse entre ela e a porta que ele havia fechado.
Os beijos voltaram novamente sem calma nenhuma, a garota passava a mão pela barriga do maroto e tentava tirar a camiseta deste com a outra, Sirius gemeu nos lábios dela quando sentiu as mãos perto de mais do cós de sua calça.
Ele estava com as mãos no bumbum da garota, apertando-lhe deliciosamente. Quando o ar acabou, ela finalmente tirou a camisa dele e ele aproveitou para fazer o mesmo com ela, percebendo que sua imaginação estava certa, o sutiã que a garota usava era totalmente branco e com rendas.
Ele lhe apertou os seios antes de levar as mãos nas costas da garota procurando o fecho de seu sutiã:
— Você sabe que eu adoro seus peitos não sabe? – falou ele após ter sucesso em sua tarefa anterior, e antes que ela tivesse tempo de responder ele abocanhou um de seus mamilos.
Ela apenas teve forças para gemer e arranhar de leve as costas dele, ele voltou a beija-la instantes depois, trocando eles de lugar, pegando ela na colo, fazendo com que seus peitos nus se encostassem, e suas intimidades se roçassem, de forma que os dois gemessem auditivamente.
Ele caminhou com ela nos braços para o primeiro quarto apenas para ouvi-la sussurrar em seu ouvido logo antes de morder sua orelha “é o outro”, ele apenas voltou alguns passos e entrou no quarto ao lado a colocando em pé.
— Me desculpe por isso – disse ela desabotoando a calça do maroto, mas referindo-se ao colchão no chão.
— Assim está ótimo – disse ele ajudando ela a retirar sua calça ficando apenas de box preta – cama faz muito barulho mesmo – e sorriu marotamente antes de empurra-la levemente para que deitasse no colchão.
A calça dela e as roupas íntimas dos dois não demoraram muito para sair de seus corpos, e logo eles estavam juntos em uma dança que eles conheciam muito bem, um tempo depois estavam os dois suados e deitados lado a lado.
— Eu adorei sua casa nova – falou ele ainda com a respiração irregular.
— Que bom, espero que possa vim visita-la quando esta estiver pronta, mas deve saber que terá que ser uma visita silenciosa já que Lily estará aqui.
— E que você terá uma cama que provavelmente faz barulho – disse ele apoiando-se para olhar para ela mais de cima.
— Prometo aprender um feitiço que controle isso – foi o tempo que ela teve antes que ele lhe roubasse um beijo, fazendo com que Sirius conhecesse o apartamento muito bem.
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