Notas iniciais
Oiee, turubom? Atrasei 2 dias, sorry, eu tava morta de cansaço essa semana e não consegui madrugar para escrever, desculpa os erros e espero q gostem.

#Lily

Sábado passou rapidamente, Lily acordou um pouco mais tarde, mas não a ponto de perder o café da manhã e resolveu corrigir alguns trabalhos que faltavam antes do almoço, após esse ela decidiu que faria uma visita aos pais que a tempos a via e jantou por lá mesmo, voltando para a escola pouco tempo antes da ronda.

Ela estava o dia todo com borboletas no estomago, parecia até que ia para algum tipo de encontro, ela definitivamente não sabia o que esperar daquele tempo que teria a sós com James Potter. Ela teve pouco tempo para tomar um banho e colocar roupas quentinhas antes de ouvir batidas em sua porta.

— Quem é? — perguntou enquanto terminava de colocar suas botas de pelinho.

— O amor da sua vida — falou James a fazendo sorrir.

— To indo — falou enquanto passava perfume.

Ela se dirigiu em direção a porta e viu que ele estava encostado na parede do corredor girando a varinha entre os dedos. Vestia uma calça escura, all stars pretos e uma capa preta que parecia ser bem quentinha.

— Achei que íamos nos encontrar na frente do salão como a última vez — falou fechando a porta.

— Íamos, mas eu pensei em começarmos daqui já se você ainda estivesse no quarto — falou ele dando os ombros e desencostando da parede.

— Chegou cedo, ainda faltam 10 minutos — falou ela olhando o seu relógio de pulso.

— Que bom, mais tempo com você — disse ele piscando fazendo ela rir.

Eles começaram a andar lado a lado planejando o que poderiam fazer naquela noite com os alunos, a princípio não tinha alunos fora da cama então apenas caminhavam conversando às vezes.

Quase meia hora depois viram um garoto sair da torre da grifinória e se dirigir a um dos banheiros da escola, pouco tempo depois um outro menino da lufa-lufa também saiu do salão comunal e foi em direção a esse mesmo banheiro.

Hoje eles contavam apenas com o pó de coceira já que todas as bombas de bosta de James haviam desaparecido, e ele jurava que não tinha nada a ver com as vezes que Filch e Pirraça saíam xingando pelos corredores.

Por ser um banheiro masculino James entraria lá e iria para uma cabine do lado dos dois, depois de um tempo Lily apenas abriria a porta do banheiro para parecer que mais alguém entrou, mas continuaria do lado de fora, James jogaria o pó neles e sairia do banheiro se coçando também, fingindo que também haviam jogado nele, nisso Lily bateria a porta novamente e entraria embaixo da capa de James, como se não estivesse ali.

E tudo funcionou, os meninos saíram assustado ao dar de cara com James mas se coçavam muito, muito mesmo, James fingiu-se bravo e foi atrás do suposto aluno, apenas tirou pontos dos meninos antes disso e mandou que fossem para seus dormitórios, que iria procurar por eles depois, antes de virar o corredor sentiu uma mão no seu ombro e viu Lily saindo de baixo da capa, ela estava vermelha de tanto rir.

Eles riram da situação depois que os dois alunos se afastaram, eles andaram mais um tempo até fazerem a volta toda, nenhum outro aluno saiu mais do seu salão comunal então eles decidiram que já poderiam dar um fim naquela ronda.

— Isso me lembra muito minhas rondas como monitora, eu sinto falta de estar aqui como aluna — fala Lily meio sonhadora.

— Eu também, ainda é ótimo, mas era diferente — respondeu James — nenhum aluno hoje em dia sabe se divertir como nós.

— Vocês eram impossíveis, se eu soubesse disso naquela época... — falou e ergueu um pouco o mapa do maroto que segurava.

— Você teria nos delatado — falou ele e ela corou um pouco mas concordou.

— Eu era uma aluna correta — disse.

— Nós também éramos, só nos divertiamos um pouco — falou ele dando os ombros — e além dos marotos, hoje em dia não tem nenhum casal estrela que todos em Hogwarts torciam para ficarem junto — falou sorrindo e empurrando ela com o ombro fraquinho.

— Nem todos torciam para que nós ficássemos juntos — falou ela sorrindo.

— Eu nunca falei que era a gente — disse ele e ela corou fazendo-o rir — mas se hipoteticamente eu estivesse falando de nós, quem não torcia? — perguntou ele.

— Eu, ué — falou ela dando os ombros.

— Só você, Lírio, até os professores torciam pela gente, nós dávamos belos shows nas refeições, éramos bons em entreter as pessoas.

— Culpa sua né, Potter — falou ela empurrando ele fraquinho — se você tivesse me deixado na minha.

Ele apenas riu e deu os ombros. Eles estavam chegando no quarto de Lily e as borboletas em sua barriga estavam se agitando cada vez mais, o que preocupava ela, afinal, não havia nada até o momento que passasse uma impressão mais de que amizade ou profissionalismo entre eles.

— Entregue — falou ele quando pararam na frente da porta dela.

— Obrigada, James — disse ela sorrindo e indo em direção a porta.

— Até amanhã — falou ele já dando as costas.

— James — chamou ela depois de abrir a porta e pensar por uns 2 segundos.

Ele virou e olhou para ela, esperando que falasse alguma coisa.

— Por que? — perguntou ela se afastando um pouco da porta e apoiando na parede do corredor.

— Por que o que? — perguntou ele novamente sem entender.

— Por que eu? Por que você ia atrás de mim sendo que tinha várias pessoas atrás de você?

Ele riu um pouco e se aproximou mais dela.

— Eu tinha vários motivos para não correr atrás de você,Lily, mas eu simplesmente não conseguia — falou ele passando as mãos pelo cabelo, algo que antes a irritava e hoje em dia achava extremamente sexy a forma como ele fazia aquilo — acho que meu coração e meu corpo decidiram, sem a minha aprovação, que era você! Você é linda, inteligente, determinada, segura de si, educada, engraçada e tudo de bom que poderia ter — ele suspirou uma vez e olhou para ela — Acho que a pergunta que você devia me fazer é “Como poderia não ser você”?

Ela sorriu para ele e levou suas mãos para as bochechas dele.

— Ainda sou eu? — perguntou.

— Sempre vai ser — respondeu ele meio rouco.

James não contaria para ninguém mas suas mãos estavam suando e tremendo nesse momento, por isso ela havia as enfiado no bolso.

— Fico feliz por isso — fala ela antes de puxar ele mais para perto e selar os lábios deles.

Ele por um momento não entendeu o que estava acontecendo, mas quando as mãos dela deslizaram para sua nuca ele tirou as mãos do bolso e apoiou uma delas na curva da cintura dela e uma na parede em que ela estava encostada.

O coração de ambos estava muito acelerado, ele havia esperado por aquilo a muito tempo, e ela não sabia se aquilo era certo, mas estava seguindo o conselho da amiga e se permitindo.

Se separaram depois de um tempo com um selinho, o beijo todo havia sido muito calmo e profundo, e ficaram com as testas encostadas com os olhos fechados.

— Tenho medo de abrir os olhos e descobrir que é só mais um sonho — respondeu ele e ela riu abrindo os olhos junto com ele.

— Talvez seja — falou ela e ele se afastou um pouco ainda mantendo uma das mãos nela e a outra na parede — tenho que entrar — disse ela.

— Precisa mesmo? — perguntou ele fazendo uma cara de dó.

— Sim — respondeu ela dando um beijinho no canto da boca dele e se afastando — Boa noite, Jay.

— Boa noite, Lils — respondeu ele vendo ela entrar no quarto e fechar a porta.

Ele fez uma dancinha boba de comemoração e saiu quase saltitando para o seu quarto, não podia esperar pelo dia seguinte.

Lily se encostou na porta que havia acabado de fechar e tampou o rosto com as mãos, ela queria muito fazer aquilo, sentia o coração bater rápido ainda e as borboletas agora competiam quem voava mais rápido.

Ela não sabia se havia feito a coisa certa, mas o que estava feito estava feito, ela apenas não sabia o que faria no próximo dia e o que aconteceria dali para frente.


#James

Ele acordou domingo com o despertador, tomou banho e trocou de roupa e já desceu para toda café, afinal, arrumar seu cabelo nunca era uma opção.

— Pontas, você tá quase saltitando na cadeira, tá tudo bem? — perguntou Remus quando sentou do seu lado.

Ele fez que sim com a cabeça e olhou novamente para a porta lateral do salão, ele nunca quis tanto ver Lily entrando por ali, e ele sempre queria vê-la. Por fim ela não apareceu e ele se preocupou, primeiro porque algo poderia ter acontecido com ela e segundo porque ela poderia ter visto que o beijo foi um erro e queria evitá-lo.

Mal acabou o horário do café e ele já seguiu para o próprio quarto, pensou em ver no mapa se ela estava ali e se estava tudo ok mas lembrou que ela não havia lhe devolvido, ou seja, teria que esperar até o almoço para isso.

Resolveu passar no quarto de Remus para conversar, ele não aguentaria ficar ali sozinho até aquela hora. Ele chegou em frente a porta do amigo e bateu.

— Quem é? — perguntou ele lá de dentro.

— James — falou ele e logo o amigo abriu a porta.

— Aconteceu alguma coisa né? — perguntou Remus dando passagem para o amigo que logo entrou no quarto.

— Sim, a Lily tá com o nosso mapa — falou James sentando em uma poltrona que tinha no canto.

— O mapa do maroto? Com a Lily? — perguntou Remus sentando em sua própria cama.

— É, eu esqueci com ela — falou James.

— Ela sabe? — perguntou.

— Uhum, eu meio que contei pra ela nas nossas rondas.

— Isso não era para ser um segredo nosso? — perguntou Remus levantando uma das sobrancelhas.

— Era mas… eu quis deixar nossas rondas mais divertidas — comentou James e Remus olhou com uma cara confusa — meio que nós pregamos peças em alguns alunos e depois tiramos pontos deles por estarem fora da cama aquela hora.

— PONTAS! — repreendeu Remus — você é um professor agora e ... pera, a Lily apoiou isso?

— SIM! Por isso eu mostrei o mapa pra ela — falou James rindo lembrando das pegadinhas.

— Acho que você obrigou ela a isso, não é possível — falou Remus cruzando os braços.

— Não Aluado, ela é ainda mais perfeita do que eu imaginava, além de tudo que eu já sabia eu descobri que ela tem um lado maroto! Como nós — falou James feliz.

Remus riu da felicidade do amigo, ele tinha um sorriso que atravessava o rosto todo dele, ele sabia que tinha mais coisa nessa história de James e Lily, mas decidiu não perguntar.

Eles passaram a manhã todo lembrando das pegadinhas que faziam e rindo disso, logo chegou a hora do almoço e James quase saiu correndo. Chegaram lá e a ruiva já estava no seu lugar.

— Boa tarde, Lily — falou James sentando sorridente ao lado dela.

— Boa tarde, James — falou ela sorrindo também — ah, isso é seu — falou ela entregando um pergaminho para ele.

— Sim sim — falou James pegando ele de volta e vendo se estava tudo bem — fez bom proveito dele? — perguntou.

— Na verdade eu só estudei ele pra ver como funcionava e é… genial! Eu preciso descobrir os outros feitiços que vocês usaram — falou ela animada.

— Quem sabe eu não te dou uma aula depois, ruiva — disse ele e piscou para ela que corou muito.

— Eu apreciaria isso — falou com um sorriso maroto e logo se calou para o diretor que se levantou.

A semana passou normal, ele e Lily sempre conversavam se provocando com palavras quando podiam, não tiveram outro contato desde a ronda, e nem falaram sobre aquilo. James queria muito saber por qual motivo a ruiva havia o beijado, será que realmente estava gostando dele?

Porém ele não forçou o assunto, estava dando tempo ao tempo, uma hora a conversa aconteceria, e quem sabe com ela novos beijos, até lá eles seguiram mais amigos que nunca.


#Lene

Ela acordou antes mesmo do despertador segunda, estava ansiosa pelo seu primeiro dia, ocorreu tudo normalmente, recebeu algumas instruções e acabou ficando de plantão com alguns outros médicos. Ficou no pronto atendimento recebendo pacientes com doenças mais simples, que eram facilmente tratáveis, não houve nenhum acidente que precisasse de um socorrista até então.

Isso só foi acontecer na quarta feira, quando enfermeiros chegaram gritando por ela, um bruxo havia tentado fazer poções para crescer cabelo em sua própria casa e havia causado uma explosão, queimando parte do próprio corpo e se cortando em algumas partes.

Ela acabou saindo mais tarde do que deveria aquele dia e tudo que queria era um banho e sua cama, e foi isso que ela fez. Estava feliz no hospital mas não negava que sentia falta do ministério, principalmente das pessoas de lá.

Na quinta tudo ocorreu normalmente, Sirius mandou uma coruja para ela no meio da tarde perguntando se ela queria sair mais tarde para ir em algum barzinho mas ela já havia marcado de sair com uns enfermeiros e médicos do hospital, queria virar amiga deles também, aquele seria seu ambiente de trabalho por um bom tempo. Chamou Sirius para sair na sexta então, mas esse respondeu a noite que já tinha compromisso então não poderia ir, marcaram por fim para sábado.

Sexta feira foi mais um dia comum, tinha atendido apenas alguns pacientes com problemas simples e logo foi para sua própria casa e pediu uma pizza e cerveja, lembrou das vezes que fazia isso com Sirius e seu coração apertou, fazia tanto tempo que estava acostumada a ver ele diariamente que agora sentia muita falta.

Sábado chegou e ela tinha folga naquele dia, então aproveitou para dar uma geral no apartamento e fazer umas máscaras no cabelo e rosto. Quando faltava uma hora para encontrar Sirius foi se arrumar, mas estava tentando fechar o vestido de mangas compridas quando um patrono adentrou sua casa a fazendo pular de susto.

Era um porco espinho e a voz de sua chefe saiu dele, avisando que precisavam dela urgentemente no hospital, ela trocou de roupa o mais rápido que pode e aparatou lá perto, chegou ao hospital poucos minutos depois, uma bruxa grávida havia sido mordida por algum animal não identificado e estava com vários cortes no corpo, que por algum motivo não paravam de sangrar.

Depois de duas horas eles conseguiram estabilizar a mulher e ela saiu do hospital e merda, havia esquecido de avisar o Sirius. Aparatou em frente ao prédio dele e logo estava no apartamento. Ela tocou a campainha e ouviu vozes lá dentro, depois ouviu uma movimentação e por fim uma voz perto da porta.

— Quem é? — perguntou Sirius.

— É a Lene, quero me desculpar — falou enquanto esfregava uma mão na outra, não queria ter falhado com o amigo mas fora uma emergência. Sua roupa estava um pouco suja de sangue que havia passado pelo jaleco que usava.

Ele abriu um pouco a porta e ficou no meio do caminho, fechando a visão que ela poderia ter de dentro, estava descalço e apenas com uma calça jeans, não parecia ter chegado a muito tempo.

— Tá tudo bem, Lene — falou ele.

— Não, Sirius, é sério, eu não consegui te avisar, me chamaram no hospital com urgência e …

— Tá tudo bem, loira, eu entendo — falou ele segurando a mão dela para se acalmar.

— Jura? — perguntou e ele fez que sim com a cabeça.

Ela se aproximou dele para abraçá-lo e ele abriu um pouco os braços mas não ficaram abraçados muito tempo.

— Sirius? — soou uma voz feminina lá de dentro.

— Bem, eu tenho que entrar — falou Sirius dando os ombros.

— Ata, claro — falou se afastando dele.

É claro que ele não ficaria triste por ela não ter ido, ele já havia arranjado outra companhia, como sempre. Ao pensar em outra pessoa lá dentro fazendo coisas que ela fazia com ele seu coração se apertou mais uma vez naquela noite.

— Até mais então — falou se afastando.

— Até, Lene — falou ele entrando novamente para o apartamento.

Ela saiu sabendo que se tivesse ido com ele talvez seria ela lá dentro, que talvez eles estivessem se divertindo e bebendo alguma coisa.

Naquele sábado ela voltou para casa dela e abriu uma garrafa de vinho, colocou um filme romântico na tv e seu pijama quentinho. Na metade do filme ela já estava dormindo, com um pouco menos de meia garrafa esquecida no chão e embolada em cobertas.


#Sirius

Ele fechou a porta e voltou para dentro. Rebecca estava no sofá dele apenas de lingerie ainda o esperando mas ele apenas sentou no sofá do lado.

— Hey, tá tudo bem? — perguntou sentando do lado dele e passando mão por sua coxas

— Tá sim mas não vai mais rolar — falou ele se levantando e pegando as roupas dela do chão.

— Que? Como assim? Está me mandando embora? — perguntou com as mãos na cintura e uma cara de confusa.

— Bem… sim — falou ele colocando as roupas dela nas mãos da mesma.

— Seu… seu… Argh — falou ela colocando as roupas — nunca mais olha na minha cara, Sirius Black — terminou ela empurrando ele e saindo do apartamento.

Ele suspirou e sentou no sofá.

Ele havia chego no local marcado 10 minutos antes da hora combinada, esperou lá por mais 40 minutos sem ela chegar, depois decidiu que iria beber sem ela mesmo, mas que ainda ficaria lá esperando por ela. Cerca de uma hora e meia depois nem sinal dela, mas Rebecca sentou do seu lado no bar, pediu um drink e começou a conversar com ele.

Ela era Sul Africana e havia se mudado para a inglaterra a uns 3 meses para trabalhar na indústria de poções de beleza, e ela realmente era muito bela. Tinha a pele bem escura, lábios grandes e o cabelo preto cheio de tranças, ele se encantou e a conversa rendeu.

Quando já fazia duas horas que ele estava esperando por ela decidiu que ela não viria mais, então começou a paquerar a moça da mesma forma que ela fazia com ele, logo decidiram que iam para a casa dele.

Estava tudo bom, ele não podia negar que a cada momento Marlene vinha em sua cabeça, que ele poderia estar fazendo aquilo com ela e não com uma estranha, mas ele estava tentando ao máximo ignorar essa vozinha chata.

Quando tocaram a campainha ele teve certeza que era ela, conversaram e tudo que ele queria era puxá-la para dentro e colocar Rebecca para fora, mas estava com o orgulho ferido. Seu coração deu um pulo ao ver a loira, estava com saudade da amiga, e o mesmo se apertou ao ver ela ir embora.

Mas ele não podia ficar com ela agora, não, ele entendeu que fora uma emergência mas não custava avisá-lo, ele ficou lá como um bobo por horas esperando por ela. Tudo que ele queria no momento era ficar sozinho, por isso pediu para que Rebecca fosse embora, porém ele não pensou que sozinho seus pensamentos tomariam conta dele, e nem que esses pensamentos voltavam o tempo todo para a loira que a pouco tempo havia saído da sua casa.

Ele foi dormir pouco tempo depois, ele nunca havia dispensado uma mulher bonita, e hoje que metade dos passos já estavam dados ele pulou para trás, não sentiu mais vontade, alguma coisa definitivamente estava errada.

Notas finais
E aí? O que acharam? Falem cmg, eu amo ouvir vcs!