Notas iniciais
Oi, eu atrasei quase uma semana, mas além de estar em uma semana CHEIA de trabalhos eu perdi o capítulo que já estava na metade, e isso me deixou meio desanimada. Eu normalmente posto a tarde mas vou postar agora que acabei mesmo. Sem mais blá blá blá, espero que gostem e desculpa pelos errinhos.

#Remus

— Pela tarde já terá alta, Sr. Lupin – falou a enfermeira e ele sorri.

— Muito obrigada.

Ela saiu o deixando com uma bandeja cheia de comida em cima, afinal, era hora do almoço. 5 minutos depois do horário da última aula da manhã ele ouviu uma movimentação na enfermaria, quase uma discussão.

— A senhorita não pode... – falou Madema Pomfrey chegando perto do biombo dele.

— Oi – sorriu Tonks quando entrou em seu campo de visão.

— Senhorita Tonks, eu vou precisar delatar seus atos impróprios para a diretora da sua casa – falou a Senhora aparecendo também.

— Não precisa, Madame Pomfrey, ela já vai sair – falou e ela assentiu saindo – já falei que você não deveria estar aqui.

— Eu falei que viria – disse como se aquilo justificasse.

— Eu estou bem, prometo – falou ele esperando que aquilo bastasse para faze-la ir embora.

— O que você tem? – perguntou se apoiando em um canto da maca.

— Fiquei resfriado – respondeu nervoso.

— Mas e as cicatrizes?

— Elas sempre estiveram aí, eu só estou mais pálido então elas ficam mais aparentes.

— Eu não me lembro dessas – falou ela passando os dedos por 2 cicatrizes nova no rosto dele.

— É, as vezes elas ficam bem fracas, não gosto delas – falou baixinho.

— Eu gosto – disse ela ainda com as mãos no rosto dele.

— Remus, será que a gente pode conversar? – perguntou Lily entrando no biombo – Ai, desculpa, não sabia que tinha mais alguém aqui, eu vou..

Ambos deram um pulo de onde estavam, Dora esbarrou na mesinha que ficava ao lado da maca quase derrubando, seus cabelos já estavam tão ruivos quanto de Lily.

— Não, professora Evans, já estou indo – falou Tonks envergonhada – até mais Rem... quer dizer, professor Lupin.

E saiu deixando os dois professores sozinhos.

— Remus uhm? – perguntou Lily se aproximando com uma sobrancelha levantada.

— Dora ficou preocupada comigo e só veio ver se eu tava bem – respondeu corado.

— Dora? É vocês tão bem próximos heim – falou fazendo o maroto corar ainda mais – mas eu vim aqui para te dar isso – falou esticando a mão com uma carta.

— O que é isso? – perguntou Remus se sentando com um pouco de dificuldade.

— Severo me pediu para entregar para você – ele olhou confuso para ela – é, eu também não entendi direito, ele pediu para eu ler com você, então acho melhor você abrir.

— Ta bom – abriu ele desconfiado.

Remus releu aquilo pelo menos 2 vezes sorrindo.

— Ta tudo bem, Remus? – perguntou Lily vendo a felicidade do amigo.

— Você sabia também?

— Do que? – perguntou Lily e aceitou a carta que o maroto estendia para ela – Eu desconfiava, mas como você nunca falou nada eu achei melhor não perguntar, Severo desconfiava também.

— Bem, é verdade, obrigada por nunca ter afastado – disse ele com um pequeno sorriso.

— Eu nunca faria isso, você é meu amigo – falou ela segurando uma das mãos dele – você está aqui porque ontem foi lua cheia né? – perguntou.

— Sim – respondeu tristemente – mas pode ser a última vez, se ele realmente descobriu a cura para licantropia eu sou capaz de pedir ele em casamento – disse rindo.

— Quem vai pedir quem em casamento? – perguntou James que havia acabado de chegar – eu venho ver se o meu amigo está bem e ele está com a minha garota, não sei se gosto disso – falou cruzando os braços fazendo uma cara de bravo.

— Quem disse que eu sou sua garota? – perguntou Lily sorrindo ainda segurando a mão de Remus.

— Acho que ela prefere os mais quietos e estudiosos, Pontas – respondeu o maroto sorrindo.

— Sabemos que isso não é verdade, Aluado – disse se aproximando de Lily – e você sempre será minha garota – falou dando um beijinho na bochecha dela que riu – mas quem vai casar com quem? – perguntou novamente.

— Eu com o Snape – respondeu Remus.

— Com o Snape? – perguntou levantando uma sobrancelha.

— Pois é, olha – respondeu Lily sorrindo e lhe entregando a carta.

Ele leu e correu para abraçar o amigo.

— Estou tão feliz por você!

— Obrigada, Pontas, mas será que você pode me soltar, eu ainda estou dolorido – reclamou Remus.

— Ai, desculpa – respondeu James o soltando.

Eles continuaram conversando e só perceberam que o tempo havia passado quando o horário do almoço acabou.

— Que raiva, eu estou faminta – reclamou Lily.

— Tem aula agora? – perguntou James e ela negou – Vamos para a cozinha então.

— Você sabe onde fica a cozinha? – perguntou ela de olhos arregalados.

— Eu sei de muita coisa, Ruiva, vamos? – perguntou estendendo o braço para ela que aceitou, fazendo Remus estranhar – Até mais, Aluado.

— Até, juízo vocês dois – respondeu ele fazendo a ruiva corar e acenar com as mãos um tchau.

Eles andaram até um quadro de fruteira e James fez cosquinha na pera fazendo Lily olhar estranho para ele.

— Você vai ver – respondeu ele e logo puxou ela para dentro da cozinha.

A ruiva ficou boquiaberta com o tamanho daquele lugar, vários elfos correndo do um lado para o outro, muitos fogões e pratos eram vistos.

— Boa tarde Sr. Potter – falou uma pequena elfa – faz tempo que não vem nós ver.

— Desculpa Flin, eu tenho ficado muito ocupado, acho que conhece a professora Evans – falou James olhando para Lily.

— Sim sim, nós quase nunca temos trabalho para limpar o quarto dela, é sempre muito arrumado – falou ela fazendo Lily sorrir – bem-vinda a cozinha, Srta. Evans.

— Obrigada, Flin.

— Tem alguma sobra do almoço? Nós acabamos perdendo a hora – falou James para um outro elfo que os olhava.

— Nós podemos fazer comidas novas, é rápido, só pedir – falou ele.

— Não, Brook, não precisa – falou James – vamos querer o que sobrou mesmo – respondeu James.

— Nesse caso temos sopa de tomate, frango assado e batatas cozidas, temos também suco de abóbora e de maça.

— Queremos um pouco de cada, pode ser né Lily? – perguntou James e ela assentiu.

Os elfos pediram licença e saíram, James puxou Lily para uma mesa pequena que tinha ali no canto.

— Eu e os marotos sempre vínhamos aqui a tarde, eles fazem uns bolos excepcionais e trazem guloseimas, depois que comecei a dar aulas aqui consegui vir poucas vezes.

— Eu não sabia que era assim, eu adorei – disse Lily ainda surpresa.

Eles continuaram conversando sendo interrompidos apenas quando os elfos trouxeram os pratos e os copos com suco.

— Obrigada por ter chamado Severo de Snape e não de Ranhoso – falou ela depois de dar um último gole em seu suco de maça.

— Ele é seu amigo e eu sei que você não gosta que chamamos ele assim, não quis chatear você – falou James.

— Eu realmente estava certa quando disse que você está mudando, James – falou e ele sorriu.

— Então você lembra de sábado – disse sorrindo.

— Eu nunca disse que não – falou Lily.

— Lembra também de ter quase me beijado? – perguntou James fazendo a ruiva corar.

— Tenho aula agora – falou se levantando e dando um beijo na bochecha dele.

— Você não me respondeu – falou ele vendo ela indo em direção a porta.

— Você terá que descobrir, até mais Potter – falou e saiu.

Deixou o maroto ali com um sorriso bobo, não acreditando que aquilo era mesmo real, Lilian estava mesmo flertando com ele? Eles fariam ronda juntos aquele fim de semana, e ele já não estava mais aguentando de ansiedade.

#Marlene

Quando ela entrou na massa que era do maroto, ele estava com o cabelo meio comprido preso em um coque e tinha uns fios soltos pelo rosto, tinha uma expressão confusa enquanto olhava para uns papeis em cima da mesa e batucava os dedos na mesma.

— Oi Six, já almoçou? – perguntou se aproximando.

— Oi Lene – falou levantando os olhos e sorrindo – ainda não, você já? – perguntou e ela negou – Quer ir? Eu já tava indo, não estou entendendo mais nada desses relatórios.

— Vamos – falou e esperou ele pegar um casaco, já que começava a esfriar, e se dirigir em direção a saída.

— Qual é a dos relatórios? – perguntou enquanto iam em direção ao elevador.

— São de algumas missões passadas nas quais não houveram prisões, e nem nenhuma captura por erros nossos, dai to tentando encontrar essas falhas, mas não tá sendo fácil assim.

— Você vai conseguir – disse ela e ele sorriu carinhosamente – onde quer ir?

— Vamos no caldeirão furado mesmo, eu tenho que voltar pra terminar pelo menos uns 2 hoje – falou e ela assentiu.

Foram conversando bobeiras até o restaurante, chegaram lá, sentaram em uma mesa e escolheram seus pedidos.

— E então, ao que devo sua visita a minha sala aquela hora? – pergunta Sirius apoiando o rosto na mão e apoiando o cotovelo na mesa.

— Eu precisava te contar uma coisa e eu .... tinha esquecido – falou ela olhando para as unhas curtas e bem limpas por conta da profissão.

— E ...

— Essa é a minha última semana no ministério – falou ela e olhou para ele que ficou confuso.

— Como assim, última semana? – perguntou levantando uma sobrancelha.

— Semana que vem eu volto para o hospital, eu concluí meu tempo de treinamento nos aurores, agora posso atuar com emergências – falou sorrindo.

— Parabéns, Lene! – ele falou sorrindo.

E tudo que ela queria é que ele ficasse ao menos um pouco triste de não ficar mais tão próximo dela diariamente, ao mesmo tempo que ficasse feliz por ela conseguir finalmente exercer o que queria. Mas aparentemente ele tinha apenas ficado feliz.

#Sirius

— Semana que vem eu volto para o hospital, eu concluí meu tempo de treinamento nos aurores, agora posso atuar com emergências – falou sorrindo.

— Parabéns, Lene! – ele falou sorrindo.

Ele sorriu, porque estava feliz pela amiga, mas algo pareceu vazio em sua barriga, e não era fome, era mais como um buraco no estômago, e aquilo definitivamente não tinha explicação.

— Obrigada, Six! – respondeu ela sorrindo fracamente.

Ela estava linda. Uma calça jeans bem clarinha, quase branca, meio flare, uma blusa ¾ branca e soltinha, sapatilhas brancas e o cabelo loiro preso em uma trança. Ele adorava quando ela prendia o cabelo, já que podia olhar com frequência para o pescoço meio bronzeado dela, e ele amava o cheiro que tinha ali e ...

Foi cortado dos seus pensamentos por Marlene que acenava na frente dele.

— Ei, tá tudo bem? – perguntou.

— Tá, tá – falou balançando a cabeça – eu me distraí. Tava falando de que?

— A gente não vai mais passar tanto tempo junto né?! Mas eu não quero perder nossa amizade, sabe? Quero continuar almoçando com você as vezes, jantando, saindo junto – falou ela corando.

Ela raramente corava, isso era um fato.

— Você tá louca né? Não vamos deixar de ser amigos só porque não vamos mais trabalhar juntos! – falou e ela sorriu – Eu prometo.

— Acho bom manter sua promessa – falou apontando o dedo acusadoramente para ele.

— Um maroto nunca quebra uma promessa – disse bem quando as comidas chegaram.

Eles comeram conversando baboseiras, e ficaram rindo de piadas sem graça que ele contava, quando chegou a hora de ir embora ambos pagaram suas contas e foram em direção a saída.

Uma coisa havia aparecido na cabeça de Sirius no meio de sua refeição, será que por não trabalharem juntos mas eles parariam de ser tão... íntimos? Será que essa parte se enquadrava na promessa deles?

— Eu pensei em fazer uma despedida na sexta, chamar o pessoal para beber alguma coisa, o que você acha? – perguntou ela quando estavam chegando no ministério.

— Você sabe que eu vou, falou em sair, beber e pessoas eu tô dentro – falou ele sorrindo, deu um beijo na bochecha dela – eu vou passar na seção de execução antes, te vejo depois – disse antes de ir em direção a entrada dos homens.

— Tchau, Six – falou se dirigindo a sua entrada.

~~ sexta-feira ~~

Ele saiu do ministério quase correndo, estava atrasado, ficou tão entretido com aqueles documentos que nem viu a hora passar, e quando olhou o relógio já havia se passado 1 hora desde o fim do seu expediente.

Ele estava cansado, mas sabia que a amiga nunca o perdoaria por faltar, então rapidamente tomou um banho e vestiu uma calça jeans preta, uma blusa de frio cinza e umas botas também pretas. Antes de aparatar apenas pegou um casaco preto e as chaves.

Quando entrou no cabeça de javali logo reconheceu algumas pessoas do ministério, no meio delas estava Lene, linda como sempre, usava uma saia uns dois palmos acima do joelho toda xadrez, uma blusa agarrada preta de gola alta e mangas compridas, tinha também uma meia calça preta e uma bota de salto preta de cano curto, pra quem estava acostumado a ver ela sempre de tons claros, vê-la com tons tão escuros era estranho, mas definitivamente não era feio.

Ele voltou a terra por causa um tapa fraquinho que recebeu na cabeça e olhou rapidamente para trás pronto para uma briga mas logo recebeu um abraço de James.

— Pontas! – exclamou abraçando o amigo – Você nunca mais apareceu para me ver.

— Como se você viesse muito me ver né, Almofadinhas – respondeu se separando do amigo.

— É diferente, você mora em Hogwarts – falou como se fosse obvio e logo se voltou para as outras pessoas que haviam entrado no bar também – Aluado!

— Oi, Almofadinhas – respondeu abraçando o amigo forte.

— Outra pessoa que não vai me visitar mesmo tendo a chave da minha casa!

— Se você viesse aqui via eu e o Pontas de uma vez só – falou ele e Sirius revirou os olhos.

— Ruivinha! Me diz que você me entende – falou abraçando Lily que olhava tudo aquilo rindo.

— Não entendo, porque a Lene faz a mesma coisa comigo – falou enquanto abraçava ele.

— Você não brigou comigo por te chamar de ruivinha? Temos uma mudança aqui – disse Sirius para James que apenas concordou rindo.

— Que bonito! Todos vocês se cumprimentando mas falar oi para quem chamou todo mundo nada né? – perguntou Marlene chegando perto deles – Estão atrasados!

— Lene! – falou a ruiva pulando para abraçar a amiga.

Elas sussurraram algumas coisas e riram, quando se separaram todos cumprimentaram a loira e ela os puxou para a mesa onde os outros estavam.

— Gente, o Sirius vocês já conhecem, esses são Lilian Evans, James Potter e Remus Lupin – falou apontando para cada um de nós — são meus amigos da época de Hogwarts, Lily, Jay e Rem esses são ... – falou apresentando todas as outras pessoas presentes.

Eles se sentaram e pediram as bebidas, apenas Lily negou o Whisky de fogo, preferindo suco, nessa hora James sussurrou algo para ela que corou e lhe deu um tapinha, Sirius levantou uma sobrancelha para Remus que deu os ombros enquanto respondia.

— Eles estão próximos agora, conversam como bruxos civilizados e até se chamam por nomes e apelidos – Sirius fez uma cara de surpresa e Remus riu fraquinho – ninguém acreditou quando isso começou a acontecer também, Minerva até me chamou uma vez para perguntar se estava tudo bem já que eles estavam muito quietos e não brigando.

Eles continuaram conversando, depois de um tempo Marlene começou a conversar com eles, Remus então contou sobre a cura e a loira ficou chocada pois nunca havia percebido que um de seus amigos sofria com licantropia, apenas disse que achava que as cicatrizes eram para lhe deixar mais sexy, o que fez todos rirem, inclusive um Remus corado e um Sirius meio enraivecido, depois disso a ruiva foi com a loira no banheiro fazendo os marotos ficarem sozinhos.

— Por mais sexy que Lene ache nosso Aluado aqui, ele já está amarrado então não precisa ficar com ciuminho, Almofadinhas – falou James sorrindo.

Remus olhou assustado para ele, enquanto Sirius tentava entender o que o amigo falara, ele não estava com ciúmes afinal.

— Como assim? – perguntou Sirius surpreso – Quando você planejava me contar?

— Como assim pergunto eu? Não tem nada a ver – respondeu Remus.

James, por mais que já houvesse bebido um pouco, não falaria nada que realmente não pudesse, eles eram os marotos, nada podia separar eles afinal.

— Você sabe bem, Aluado – falou James como se fosse obvio.

— Eu... – ele começou mas pareceu mudar de ideia – eu só não gosto de falar porque faz parecer real.

— É real, você precisa entender – falou James.

— Eu que não estou entendendo – disse Sirius fazendo os dois olharem para ele.

Remus olhou para James que apenas acenou, entendendo que o amigo não sabia como contar.

— Digamos que uma aluna acabou encantando nosso maroto aqui – disse James passando um braço pelos ombros do amigo.

— Uma aluna? – perguntou Sirius sorrindo maliciosamente – Olha esse, Aluado.

— Isso não é bom Sirius – fala Remus – Na verdade isso só piora as coisas, vocês sabem que eu já não gosto de me envolver, agora imagina ela sendo uma aluna, tá tudo errado!

— Pelo menos agora você não tem mais aquela bobagem sobre poder machucar ela – falou James.

— Só vou saber se é verdade isso mesmo semana que vem, mas mesmo assim, isso não é ético! – respondeu Aluado colocando a cabeça entre as mãos.

— Mas já rolou alguma coisa? – perguntou Sirius e James assentiu.

— Eles só se beijaram e ele já ficou cheio de remorso.

— Claro que eu fiquei! – disse Remus – Eu não sou assim, mas eu não consigo não pensar nela ou afastar ela, porque eu não quero, mas eu preciso.

— Não acho que você precise, Aluado – falou Sirius – como ela se sente em relação a isso?

— Ela me enfrentou para ir ver ele na enfermaria essa semana – falou James fazendo Remus olhar para ele assustado, ele ainda não sabia disso.

— Ela fez o que? – perguntou.

— Bem, ela veio me perguntar onde você estava e quando eu falei ela correu para lá, mas eu mandei ela ir para a aula, sabia que você não iria querer visitas, mas ela falou que não ligava e que iria te ver, eu meio que não consegui impedir.

— Meu Deus, ela brigou com Madame Pomfrey também, além de discutir comigo quando eu mandei ela sair – falou ele novamente escondendo o rosto nas mãos.

— Acho que ela tá tão apaixonada por você quanto você por ela – falou Sirius — não vejo problemas para não ficarem juntos.

— É claro que não vê, mas eu não sou inconsequente assim, isso pode me fazer perder o emprego e sujar a imagem dela – respondeu ele ainda não olhando para os amigos.

— Isso é uma conversa que vocês precisam ter – falou James – assim vocês apenas vão se desgastar.

— Não se isso realmente vai funcionar – disse Remus olhando para eles.

— Ela não vai desistir tão fácil, Aluado. Sua prima não quer largar o osso, Almofadinhas – falou James.

Remus deu um tapa no amigo que apenas exclamou um “aí”

— Minha prima? -perguntou Sirius confuso — Mas a única prima minha que está em Hogwarts é a Dora... você tá afim da Dora?

— Eu... bem.. – respondeu Aluado sem jeito.

— Ele tá sim, vão virar primos, olha só que maravilha – falou James fazendo com que Remus olhasse feio para ele e Sirius sorrisse.

— Eu adoraria te ter na família, pelo menos você gostou da parte que presta – disse Sirius por fim.

A noite se passou sem maiores problemas, Remus, Lily e James foram quase os últimos a irem embora, Sirius falou que iria esperar Marlene para que essa não fosse embora sozinha. Quando realmente só havia eles no bar, e estavam quase sendo expulsos, aparataram na casa do maroto.

Ambos já estavam bem alterados pela bebida e não demoraram nada para começar a se beijar, logo depois de fechar a porta, e ir em direção ao quarto do maroto. Logo depois do sexo Marlene dormiu, apenas desejando boa noite para Sirius e falando para que lembrasse de não ligar o despertador e ele apenas falou para que ela relaxasse e lhe deu um selinho.

Ele por sua vez perdeu totalmente o sono, foi na cozinha e pegou mais um copo de Whisky de fogo, a sensação de que aquela transa foi de despedida não saia de sua cabeça, junto com isso uma sensação horrível se formou em seu estomago. Ele voltou para o quarto e deitou do lado da loira que logo se aconchegou nele.

Sirius começou a acariciar as costas nuas dela até pegar no sono, até isso acontecer ele percebeu como fora bobo de não aproveitar mais os momentos ao lado da mulher que tinha ali.

Notas finais
E aí? O que acharam? Eu queria agradecer as pessoas que já comentaram, eu realmente me animo muito quando recebo um, eu quase enrolei mais uns dias mas essas pessoas me fazem querer continuar. Prox cap vamos ter um pouco mais de Sirius e Marlene porque sinto que dei mt pouca atenção para eles sendo que eu sou APAIXONADA por ele e foi ele o motivo de eu querer começar a história.