The Zuera Never Ends

18 Lutadoras de Box Mirins Salvam o Dia


Notas iniciais
Ok, ok... Compreendo os tomates e as pedras. Pois é... Demorei, mas voltei. Primeiramente, devo pedir desculpas aos leitores pela demora, mas também à minha amiga Ruby. Eu ainda amo vocês, viu? Prometo que vou continuar em bom ritmo e que vou escrever meus capítulos logo! Agradeço aos que ainda se lembram da fanfic. Também deixarei aviso que este capítulo talvez esteja um pouco diferente do normal dos meus capítulos (?), já que nesse meio tempo em que fiquei sem postar acabei mudando um pouco meu jeito de escrever. Mas acredito que esteja melhor! É, meus queridos, vocês não vão se livrar dessa fanfic tão rápido... Bom... Boa leitura!

Annabeth POV

Ainda estávamos todos no pátio. Parados. Com caras de bobo.

–Como não tínhamos visto isso antes?- perguntou Lupin com a mesma cara de bosta que a de todos.

Antes que pudéssemos começar uma acalorada discussão sobre teorias e universos paralelos (antes de respondermos “não sei”), a professora Morganny pigarreou, chamando a atenção de todos.

–Vocês estão dispensados. Podem ir para a cantina, afinal, faltam apenas 10 minutos para o sinal bater. E depois... QUERO TODOS NA SALA PARA A MINHA AULA! – fez questão de berrar a última parte, entusiasmada como se tivessem anunciado um show do “Patati Patata” aqui na cidade.

Assim ela se afastou, desfilando entre os fogos, sobre o tapete vermelho.

Aproveitamos os 10 minutos para ver o novo cronograma da cantina.

“Segunda – Bife de fígado de cabra manca com ovos malcozidos de codorna cega

Terça-feira – Porco com verme

Quarta-feira – Ratos do porão da escola

Quinta-feira – Solitárias da diretora e da Bellatrix

Sexta-feira – Pão velho e mofado no molho ‘Aguê de Banheirê’”

–Caraca... Espero que chegue quinta logo! Nunca comi solitária! Deve ser tão bom...

Quase vomitei com a visão de Leo babando e esfregando a mão na barriga.

Mas ficou pior quando Percy comentou:

–E esse molho? “Aguê de Banheirê”. Será que... eles dão descarga antes?

E atingiu um nível considerável na tabela de coisas escrotas quando Luke completou:

–Espero que não... se fizerem isso o molho fica sem gosto.

Rimos, porque era impossível não fazer.

–Como vocês são nojentos, cara – exclamou Dorcas com a mão na boca.

–ENTÃO, MEUS FILHOS, VÃO DEMORAR MUITO AÍ? –berrou a tia da cantina, Dona Núbia, irritada. – Deem os pratos aqui. Tão com sorte. Os ovos acabaram ficando tempo demais na panela e estão bem-cozidos.

Demos de ombros. Realmente era muita sorte. Já que podíamos contrair alguma doença que nos fizesse vomitar até as tripas.

Depois de termos pego aquela “delícia” nos sentamos numa mesa qualquer e disparamos a comer.

Por mim, o quanto mais rápido acabasse, melhor.

–GENTE! ISSO É MUITO BOM! – berrou Luke.

–VALEU TIAZINHA DA CANTINA! –gritou Sirius com toda sua força.

Ela levantou o polegar e sorriu com os dentes amarelos e podres.

–É NÓIS!

Eu estava inconformada.

–PERDEMOS TRÊS AULAS! TRÊS! NO PRIMEIRO DIA! – berrei inconformada.

–Relaxa, sua doida. – disse Lene despreocupada. – Aposto que não perdemos nada a não ser os textos sobre como foram nossas férias.

Will se engasgou com a comida.

–Imagina a gente dizer pro Vânio que sequestramos um bebê! É o sonho dele!

–VERDADE! –berraram Lily e Thalia juntas.

Só para esclarecer, Vânio era um dos nossos melhores professores. E ele dava aulas com um único intuito de ter a chance de mumificar e embalsamar um aluno que morresse durante uma destas.

Sempre tive medo desse maluco.

Coope nos olhava com cara de dúvida.

–Relaxa, ele quer que um aluno morra, mas não quer matar – disse Nico despreocupado.

A garota realmente parecia mais tranquila.

–Sabe, tava pensado da gente ir pro parque depois da aula.

Todos olhamos pasmos para Esther. A frase proferida era tão normal que foi como um soco na nossa cara.

–O de diversões? – perguntou Percy meio abobado.

–Não, idiota, fomos lá esses dias. Estou falando de um parque com árvores e insetos, um parque na base do verde, sabe? Tipo o Golden Park.

–Quer saber? Acho que a gente podia ir lá hoje mesmo, fazer um passeio normal, como pessoas normais, só pra variar, mesmo. – concordou Luke.

Então, enquanto víamos as crianças das outras salas enchendo a cantina e o pátio, combinamos horário e local de encontro (que por sinal seria 14:00, na entrada do parque).

Enquanto conversávamos sobre sérios assuntos, como o da escolha entre coisas nojentas como: beijar a boca da Emmeline ou lamber a privada suja do banheiro do segundo andar, Lily e Thalia foram levar os pratos e bandejas.

Obviamente as duas se disponibilizaram a fazer isso...

Tivemos que apostar no dois ou um.

As duas estavam indo com os últimos pratos de gororoba quando Emmeline e suas amiguinhas passaram pelas duas.

E é claro que tiveram que parar.

–Ora, ora, olha que está aqui. Não acredito que caímos de novo no mesmo período... Infelizmente vamos ter que ver essas suas caras de samambaia.

A chefe do bando começou a rir, mas logo parou, olhando sugestivamente para as comparsas que tentavam entender o que ela havia dito.

Dava pra ver o esforço estampado na cara, tadinhas.

Então, parece que desistiram e só riram, gerando uma cara de orgulho e superioridade em Emmeline.

–Você por acaso sabe o que é uma samambaia?

–Claro, — disse com uma cara de resignação – um animal voadero.

Samambaia: o novo animal “voadero”.

–Caramba! Eu achei que você ia correndo pros braços dos Jamezinho.

–Sua filha da...

Lily foi interrompida por duas garotas que passavam se boxeando com luvas de box (claro), as reconheci como Carolina e Letícia, duas das três garotas que haviam saído da sala do 6º ano para ver o casamento de Clô e junto delas uma terceira, Roberta, segurando um placar e uma caixa de Bis.

Então, antes de sair, uma delas sem querer esbarrou em “Em” e suas queridas amigas, empurrando-as.

Mas se eu contar o que aconteceu depois, você não vai acreditar...

A linda e maravilhosa da Tia Bella estava passando com um carrinho de mão cheio de “adubo” feito pelo mascote da escola, o cavalo chamado Égua, e nossa querida chefe de quadrilha e capangas caíram neste.

Nem sei o que aconteceu depois.

Eu estava rindo tanto que comecei a chorar.

“Emm” também estava chorando, e não era de felicidade, ao contrário de 80% da escola.

Logo o sinal/campa/sino bateu, e nós logo fomos para a sala.

Armamos um jeito de sentarmos todos juntos, tomando um canto qualquer da sala.

Eu conversava animadamente com Lene, que estava do meu lado.

Estávamos discutindo pra decidir o que era melhor: pastel ou pizza.

Antes de podermos argumentar mais, a porta abriu num estrondo, calando todos os projetos de gente.

–BOM DIA ESCRAV... ALUNOS! HOJE, VOCÊS DEIXARÃO DE SER GIRINOS, E PASSARÃO PARA A FASE DOS SAPOS. –Berrou a professora tirando uma katana da bolsa.

Notas finais
Foi isso então, gente. Desculpe, novamente. Me perdoem qualquer erro. Prometo que não vou demorar mais. Bom, pelo menos não tanto. Espero que tenham gostado. Um beijo! Até logo. Lua