The Zuera Never Ends

5 Capítulo 4 – Eles vão sentir na pele


Notas iniciais
Olá queridos leitores. Por favor, não atirem suas pedras. Desculpem pela demora, as coisas estão meio corridas já que esta é a última semana de curso, e tenho que estudar para passar na prova que terá. Portanto agora está tudo se acalmando, já conseguirei postar rapidamente, a não se que aconteça algum imprevisto muito sério (mas muito mesmo). Obrigada a vocês por esperarem e principalmente a Ruby, por ter esperado pacientemente. Você é demais. Agradeço também todos que estão favoritando, acompanhando, lendo e comentando. Vocês todos são nosso maior incentivo. Espero que gostem do capítulo.

Esther Foreman POV

–O-o que?- perguntei.

Que história era aquela de eu estar traindo meu namorado?

E porque este estava na casa do Sirius?

E porque tinha uma criança na porta da casa deste?

Não pude fazer nenhuma dessas perguntas, pois Spike, meu namorado, já estava inundando-me com as dele.

–O que faz aqui a essa hora? Por que diabos está com uma criança no colo? Como está sua vó? Não era para você voltar só semana que vem? Você... –interrompi-o .

–Cale a boca! Eu voltei antes porque minha vó na verdade estava bem, só com uma caganeira, e eu sou vizinha do Sirius, e como não estava conseguindo dormir por conta de um choro de criança vindo daqui vim falar com ele. – despejei.

Nesse momento Algumas garotas e outros garotos estavam atrás de Spike. Os garotos com cara de enterro.

–Agora senhor Spike, – comecei vendo a cara envergonhada dele – posso saber o que faz aqui a esta hora? Você este me traindo com o Sirius?

–O QUE?!? – berrou Sirius enquanto os outros riam.

–Olha, não estou nem ai para o que aconteceu. Só quero que vocês façam essa belezinha ficar quieta. Ok? – perguntei passando a bebê do meu colo para o colo de James.

Todos me olhavam com cara de taxo.

–Boa noite.

Virei as costas e saí.

Logo percebi que Spike vinha na minha cola.

–O que você quer?

–Oras, te explicar o que eu estava fazendo na casa do Sirius. Via que esse boato que estamos namorando vaza?

–O que é que tem se vazar? – virei-me

Obviamente já estávamos na porta de casa.

–É uma história muito longa, — falou – vamos entrar.

–Ah Spike, estou cansada. Amanhã nos falamos ok?

–Por favor!

–Ok, mas tenho que acordar cedo para ir no centro amanhã. Seja rápido e não atrapalhe meus planos.

Nesse momento sua expressão se tornou desesperada.

–O que foi?

–Acho que acabei de ferrar com a vida dos meninos.

–Como é que é?

–Eu realmente preciso me explicar.

Revirei os olhos e bufei enquanto abria a porta de casa.

–Entre quieto e suba para o meu quarto. Meus pais estão dormindo.

Pareceu que eu estava falando com uma porta.

Spike tropeçou no fio do controle do videogame, caiu da escada e meteu a cabeça na porta do meu quarto.

Suspirei e corri para cima, implorando para que meus pais não tivessem acordado.

Sentei na cama com o estrupício de bode azedo ao meu lado.

–Pode começar.

–Então...

Will Grayson POV

Fechei a porta sem me atrever a olhar para as garotas.

–Hora de se explicarem. – disse Clarisse estralando os dedos.

Nico fechou os olhos e começou a cantar com o Leo:

–Amo você, você me ama, somos uma família feliz, com um forte abraço...

Quando perceberam o silêncio lentamente abriram os olhos, se deparando com doze adolescentes os olhando sem entender nada.

–Esquece- disse Leo.

Lene e Thalia estralaram o pescoço e trocaram olhares assassinos.

–Vou contar até 10. – ameaçou Lily.

–Ok! Ok! – disse Potter ajeitando Skyler no colo – Nós abrimos o jogo. Mas vamos sentar, porque a história é longa e um bebê pesa.

Assim que sentamos todos no chão da sala (que estava coberto de colchões) Annie pegou a bebê em seu colo.

–Por favor, não nos matem, esperem nós contarmos tudo antes. – pediu Lupin.

Elas assentiram e assim começamos nosso discurso de últimas palavras.

A cada parte da história contada era um pouco mais de ódio e indignação que se somava aos seus olhares.

Ao terminarmos a história Annie logo berrou:

–UM BEBÊ! NÃO DA PRA PENSAR EM ALGO MAIS IRRESPONSÁVEL, NÃO?

–Eu achei que o nível de demência de vocês já estivesse no máximo, mas me enganei. – lamentou-se Dorcas.

–Eu só não mato vocês agora porque eu não tenho o endereço da casa dos pais dessa criança. – sorriu Thalia.

–Deve ser o hospício que fica ali perto do shopping, porque ninguém que esteja são emprestaria essa criança para vocês, mesmo sob sua ameaça. – disse Lene

–Mas afinal, vocês acharam que esse plano ia dar certo? Meu santo Vaider. – desaprovou Lily

–Mas ele tinha tudo para ser perfeito! – protestei junto com os outros meninos, que assim como eu se mantinham quietos.

–Ok. Antes que eu perca todo esse auto-controle, vamos devolver Skyler. Depois nos tratamos de matar vocês. – avisou Annie.

Decidimos que iriam James, Sirius, Annie, Lily e Clarisse (que até então estava quieta) e o resto ficaria arrumando a casa, já que estava quase amanhecendo e todos precisavam tomar café antes de voltarem para suas casas.

Ordem de mãe.

Enquanto dobrava os cobertores no quarto falei para Percy e Leo, que estavam ao meu lado:

–Sortudo foi o Spike, que ficou dormindo e não participou de nada.

–E também não vai morrer. – se intrometeu Lene, que estava colocando o último colchão inflável no armário.

Revirei os olhos.

–Eu não pensaria assim. Ele teve que se desenroscar com a namorada. – falou Leo.

–Assim como eu também vou. – bufou Percy, cansado.

–Ah, caras... Eu estou acabado... Quase nem dormi! – reclamei.

–E todos os outros garotos também! – berrou Nico entrando no quarto enquanto tentava calçar os tênis sem cair.

Todo o esforço do garoto foi em vão, pois este deu de cara com o chão alguns segundos depois de a frase ser proferida.

–Só espero que as garotas não matem os meninos no caminho de volta. – murmurou Lene entrando no quarto.

–Marlene! – choramingou Lupin.

–Nem vem com essa. Só vim avisar que o café tá pronto.

Logo já estávamos todos descendo as escadas.

Ainda eram 6:00 da manhã.

Tínhamos combinado que voltaríamos para casa 10:30.

As garotas teriam tempo o suficiente para matar-nos, esconder os corpos e tomar café.

Menos de 20 minutos depois, o café já estava acabando, sobrando só o necessário para os que estavam fora, que logo chegaram.

As meninas entraram enfurecidas e os garotos com feições assustadas, e isso logo se espalhou.

Os outros tomaram café rapidamente e sem que ninguém trocasse uma sequer palavra.

Depois da louça lavada, as meninas se trancaram no banheiro.

–Ah, meus Deuses! Não permita que a morte nos alcance hoje!

–Já sei! Não podemos ficar aqui esperando as garotas. Vamos nos esconder e bolar uma defesa! – exclamou Sirius.

–Como? – questionou Luke.

–Cada um pega um travesseiro ou duas almofadas e garrafas de água. – falei

–Quantas?

–Uma só, para ser fácil carrega-la. Mas bem cheia. – completou Nico.

Sorrimos e executamos tudo.

–E agora? Estamos parecendo bonecos de posto fajutos e atropelados!- reclamou Leo

–Se escondam nos lugares menos improváveis. – disse Sirius

Todos olharam para ele com cara de taxo.

–Ok. Eu, Leo, Nico e Luke ficamos no sótão. James fica dentro do armário mais alto da cozinha e o resto fica embaixo da escada, no meio das caixas.

Assentimos e fomos para postos.

Depois de alguns minutos escutamos uma correria pela casa e a porta do banheiro batendo de novo.

Suspirei.

Provavelmente as garotas haviam buscado armamento.

–Meninos, é melhor correrem... – cantarolou Annie de cima da escada.

Então escutamos a risada maldosa de Lene.

Era agora que íamos sentir o que era dor de verdade.

Spike POV

–Entendeu? – perguntei para Esther.

–Sim... Mas espero que as meninas me expliquem essa história de bebê direito depois...

Rimos.

–E agora? Perdi o sono! – lamentou-se.

Eu, que também havia o perdido, sugeri:

–Que tal assistirmos Hora de Aventura?

Sorrimos.

Era o nosso desenho favorito da Cartoon.

Corremos escada abaixo e pegamos qualquer salgadinho na cozinha, depois nos jogando no sofá como moribundos e ligando a TV.

Liguei para minha mãe a avisei que ia passar o dia com a Esther e que a avó dela estava bem.

E lá se ia mais uma tarde vendo o desenho que tanto amávamos.

Annabeth Chase POV

Os garotos iriam sentir na pele a dor do desespero.

Pena que eu não poderia arrancar os olhos deles.

Eu e as outras meninas havíamos dividido a casa em setores e nos armado com um galão de água e uma vassoura, além de termos nos coberto com lençóis com buracos nos olhos e narizes.

Eu ia com a Thalia checar a cozinha e a despensa, que eram cômodos que ficavam praticamente colados.

–Você checa a despensa, ok? – perguntou Thalia.

–Ok.

Mal havíamos entrado nos respectivos cômodos que fomos chamadas pelo grito de guerra:

–TORRADA!!!!!!!!! – alguém berrou.

Corremos de volta para o banheiro.

–O que foi? – perguntei revirando os olhos.

–Tive uma ideia melhor. – começou Dorcas — Os garotos estão escondidos, não é?

–É claro, oras! – falou Clarisse.

–Se ficarmos mudando rondas, eles vão perceber e bolar uma estratégia. Então temos que fazer eles se revelarem logo.

–E como vamos fazer isso, gênio? – Perguntou Lily.

–Fácil! Annie, eu, Lene e você vamos berrar da sala, os garotos que vivem na nossa cola vão vir correndo!

Olhei para ela abismada.

Até que a ideia podia dar certo.

–Faremos assim: as garotas continuam com ondas disfarçadas, perto dos pontos da escada, outras de nós ficam atrás dos sofás e perto da passagem da cozinha, que é praticamente do lado da escada.

–Perfeito!

–Todas para fora. Contem até vinte e comecem a gritar.

Assentimos e descemos.

Tudo como planejado.

Começamos a gritar.

Derrubei uma cadeira para parecer que tinha esbarrado em algo.

Logo os garotos estavam a nossa volta, e outros no topo da escada.

–Olá garotos... – Ri sarcástica.

–O que diabos...?

–TORRADA!!!!!!

Notas finais
Gente, para vocês que se perguntam com Esther é, coloquei no link uma foto sua. https://blogdaruiva.files.wordpress.com/2012/07/ruiva.jpg Espero que tenham gostado! Um grande beijo, SraLua.