The Zuera Never Ends

3 Capítulo 2 - Mendigos, Doces e... Perseguição?–


Notas iniciais
Olá pessoas. Aqui está mais um capítulo. Obrigada a PercyPlays por comentar e favoritar. Você é um grande incentivo para nós duas. Espero que gostem!

Nico DiAngelo POV

Estava indo para a casa de Will.

Eu e Spike havíamos recebido a notícia da festa de Piper.

–Eu não quero ir...-Fazia drama.

–Cara. Se você não calar a boca, juro que enfio um tijolo na sua goela e nunca mais você vai... “Fazer sua necessidades” de novo!-Ameaçou.

Não falei mais nada até chegarmos no loft do garoto.

Tocamos a campainha uma, duas, três, quatro vezes.

–Ô SEU ESTRUPÍCIO! NÃO VAI ATENDER?-Berrou Spike gentilmente.

Apenas revirei os olhos.

Logo a porta foi aberta e um ser de roupão veio nos atender.

–Ah não, cara. Se fosse para ver isso preferia ter ficado pra fora. – Disse fechando os olhos.

–Oras... Vocês queriam que eu atendesse. Eu atendi, ué.

Spike já estava se sentando no sofá e mexendo nos restos de salgadinho na mesa.

Entrei e me sentei também.

Ficamos esperando Will se arrumar por volta de 30 minutos.

–Aê, princesa. Já terminou a maquiagem?- Disse nervoso.

–Cala a boca.

Spike estava terminando de comer os salgados na mesa.

–Ah... Spike, meu amigo... Eu te aconselharia a vomitar tudo o que você comeu.

–Pûr...Quêh?-Perguntou com a boca extremamente cheia.

–Porque eu deixei essas salgados vencidos de 3 meses ai para ver se Tobi e Rolly comiam. Mas nem eles quiseram.

Logo a criatura ao meu lado arregalou os olhos e correu para o banheiro.

–Que nojo.

–Ah, que nada cara. Só falei aquilo pra ele parar de comer meus salgados.

–Você é mau. E falando no Tobi e na Rolly... Cadê eles?

–No pet shop precisavam de um banho.

Só para esclarecer, Tobi e Rolly eram seus cãezinhos.

–O que vieram fazer aqui?

–Viemos te chamar para a festa da Piper, lá da escola. Ela chamou todo mundo do Colegial.

–Hum...Que horas começa?

–Daqui uns 20 minutos.

–O QUE? EU TENHO QUE ME ARRUMAR SABIA?

–Sim, oras.

–Ah, Zeus...

Foi correndo para o quarto.

Spike se sentou ao meu lado.

–Cara... Vou vomitar por três dias.

–Coitada da Esther...

–Vou ligar pra ela para ver se ela vai na festa.

–Ok. –Disse me deitando no sofá.

–Vou dormir enquanto o Will não se arruma.

–EU ESCUTEI ISSO!

Passaram-se 40 minutos.

Eu e Spike estava esmurrando a porta do quarto do dono do loft.

–VAMOS LOGO, RAPUNZEL!

–To indo!- Disse abrindo a porta.

Logo entramos no carro de Will e fomos para a festa.

Na esquina da casa já dava pra ouvir as músicas tocando.

Paramos na garagem e logo estávamos no salão da mansão.

–Spike, a Esther tá ai?

–Não. Ela teve que ir na casa da avó dela, do outro lado da cidade. Volta em uma semana.

–Hum...

–Agora sumam que eu não quero passar vergonha. Imagina, eu, lindo e maravilhoso Nico, ao lado de dois acéfalos com vocês.

Logo me distanciei deles.

Examinei a festa, prestando atenção em cada detalhe.

O crime precisava ser perfeito. Nada podia sair dos conformes.

Foquei o olhar em meu alvo, e percebi que ele estava sendo também observado pelas minhas maiores inimigas.

A garotas da ESDAP sempre tentavam sabotar meus planos.

Mas nem sempre conseguiam.

Nossos olhares se chocaram.

Meu alvo era deliciosamente defeituoso.

O beijinho havia sido coberto com granulado de chocolate por engano.

Disfarcei fingindo que ia para o bar, mas no último momento mudei a direção, correndo até a mesa do bolo.

Elas perceberam.

Peguei o doce e saí correndo com elas em meu encalço.

Virei-me para elas sem deixar de correr, e comi o beijinho.

Comecei a rir e percebi que havia esbarrado em alguém.

Era a tia da limpeza da escola, Bellatrix Lestrange.

Ela estava provavelmente bêbada.

Segui ela e sua ajudante para ver no que daria.

Quando pararam percebi que havia mais de uma pessoa no local.

Lá estavam: Lily Evans, Clarisse LaRue, Leo Valdez, Percy Jackson, James Potter, Sirius Black, Thalia Grace, Annabeth Chase, Remo Lupin, Luke Castellan, Spike, Will Grayson, Dorcas Meadowes e Marlene McKinnon.

A mulher havia mandado comprarmos mais cachaça para ela.

Como eu e todos ali tínhamos medo dela, aceitamos, mas infelizmente percebi tarde demais no que havia me metido.

– Vamos à taberna da rua debaixo, eles dão doces de graça! – Disse.

– Mas a do Seu Zé é mais perto, vamos lá – disse Sirius.

E lá fomos nós.

Quinze adolescentes que facilmente se confundiam com mendigos, andando pela rua em direção a uma maldita taberna para comprar cachaça.

Então nos lembramos... Ninguém tinha dinheiro.

Um plano maquiavélico foi feito.

E podia ter dado certo.

Se não fosse Sirius Black para estragar a minha vida de uma vez.

Ah, claro, sem falar nas galinhas também. Elas provavelmente tomavam o lugar de um guarda, ou algo do tipo.

Eu duvidava que elas pudessem fazer algo contra nós. Até que fomos brutalmente atacados pelas mesmas.

Até que o galo. Lindo e maravilhoso galo apareceu.

E com ele um sapato rosa, também.

Olhei o objeto e tive uma ideia.

Com aquela bugiganga poderia passar pelas galinhas um pouco mais alto, e ter uma visão do que precisava desviar.

Logo coloquei-os e segurei meus tênis na mão.

Escutei gritos de negação, mas não olhei para os lados, mas percebi que estava sendo seguido.

Olhei para trás com medo de que fossem mais galinhas. Mas eram só os garotos. Com a mesma estratégia que a minha.

Mais alguns passos e quase meti a minha linda carinha no chão.

Mas me equilibrei.

Logo peguei o jeito e comecei a correr em direção a prateleira com as bebidas.

Até que não era tão ruim.

Eu havia gostado de saltos.

E o que estava em meus pés era lindo!

Me perguntava de quem seria, enquanto examinava as bebidas. Haviam muitas, e de muitos tipos.

Não sabia qual era a melhor, então Leo chegou ao meu lado.

–Leva essa aqui. – Disse apontando para uma qualquer.

–Como você sabe que é essa? – Perguntou Spike.

–Lily é cachaceira.

–Ata. – Dissemos.

Pegamos umas duas logo.

Saímos correndo, chamando a atenção da galinhas.

Logo que as meninas nos viram, assentiram silenciosamente e saíram correndo também.

Aos tropeços fechamos a porta bem em cima das monstrinhas assassinas.

Sentamos no chão.

Estávamos sem fôlego.

–Essa foi a coisa mais ridícula que passei na minha vida. – Disse James.

–Precisamos esquecer isso... – Disse o Valdez.

–O que foi visto nunca mais será desvisto...

–A não ser que...

–Ah, não. Nem vem Will. Não vou entrar lá de novo para pegar mais cachaça. Já perdi meus saltos. – Disse uma morena que imaginei ser Thalia.

–Ér... Sobre seus sapatos... – Tiramos eles de nossos pés e entregamos para elas.

Seus olhares horrorizados foram o suficiente para me fazer rir.

–Ficaram perfeitos, viu? –Disse Percy rindo.

–Vlacas! Baka! Necabo! Rip oculi vestri et monilia! – Gritava Annabeth.

–Alguém por favor traduz o que ela tá falando? – Pedi

– Ela disse: Idiotas! Idiotas! Mato vocês! Arranco seus olhos e faço colares!- Disse Percy abraçando a namorada.

Todos ficaram quietos.

–Mas, enfim... Vocês pegaram a maldita bebida? – Perguntou Luke, quebrando o silêncio.

–Sim! – Comemorei erguendo as duas garrafas.

Um carro passou na rua e o moço no banco de passageiro nos olhos com dó.

Ele cutucou o motorista e o carro for brecado.

–Ah, meus jovens... Tão novos e já são sem-teto... Espera. Isso é pinga? – Suas pupilas foram crescendo.

–Sabe, jovens. Eu preciso mais disso do que vocês...

Trocamos olhares e em menos de um segundo estávamos correndo como malucos.

Quando você está correndo de um cara que te confunde com um mendigo e quer roubar sua cachaça, nada faz diferença.

Pisávamos em cocôs de cachorros, pulávamos em poças de água parada, e não nos importávamos.

Estávamos na frente da casa de Piper.

Fazia uma hora que havíamos saído, então a festa continuava na mesma.

Quando fomos entrar, os seguranças nos barraram.

–Os senhores estão com vestimentas desapropriadas para entrar aqui.

–Nós fomos atacados por galinhas, perseguidos por um alcoólatra e quase morremos para buscar uma bebida para a Bellatrix. Deixe-nos entrar! – Berrou Lily enquanto olhava para trás para ver se o homem já estava perto.

–Bebida? Ah, tá certo. Ela está importunando todos. Mas só por isso.

Rapidamente estávamos no salão novamente.

–Cadê aquela bêbada?

–Não sei! Vamos procurar.

Algo pulou em minhas costas e me fez cair no chão.

Sorte que as garrafas estavam com Marlene.

–QUERU... Minha... –A faxineira caiu dormindo em cima de mim.

–Tirem-na daqui! –Pedi sem ar.

Emmeline puxou a senhora.

Nos entregamos o seu precioso bem, e fomos ao encontro da mesa de comidas.

Chegando lá Dorcas disse:

–Peguem cadeiras do bar. A mesa será nossa.

Entendemos a mensagem e então fizemos a ceia.

Algumas pessoas que passavam por ali perto nos olhavam horrorizadas.

Outras já nos conheciam, então nem se importavam.

–Senhoras e senhores! Venham para a área da piscina, o parabéns vai começar!

Assim fomos.

Piper estava atrás da mesa enfeitada, onde seu nariz em pé estava mais arrebitado que a Torre Eiffel.

Cantamos o parabéns sem muita animação.

E enquanto ela cortava o bolo, levantou o olhar e nos viu.

–QUEM DEIXOU MENDIGOS ENTRAREM AQUI? GUARDAS! PONHAM ESTES INTRUSOS PARA FORA!

–O que? Isso não é justo!

Antes de nos alcançarem, pegamos a caixa com brigadeiros e saímos em disparada para o muro da casa da garota, pulando-o.

–Mwahahahahaha! Os brigadeiros serão nossos!- Berraram Annie, Thalia e Clarisse para as pessoas atrás do muro.

Corríamos e riamos ao mesmo tempo.

–Para onde vamos? – perguntou Luke.

–Para o meu loft! – Disse Leo.

–NUNCA! – Berrou Lily.

–Para onde então?

–Vamos para a casa do Sirius.

–Meus Deuses. Não quero morrer intoxicado com cheiro de cuecas sujas! –Lamentou-se Lupin.

–Qual é a sua sugestão então?

–Ãhn... Ah! Que droga! Vamos para lá então.

Lá se foram quinze adolescente pela rua, comendo doces e rindo.

Quatro quadras depois, estávamos na frente da casa de Sirius, enquanto este abria a porta para nós.

–Sintam-se em casa.

Entramos, e até que o lugar era arrumadinho.

Jogamos a caixa vazia de doces no lixo e começamos a arrumara sala para que as meninas conseguissem dormir ali, já que se recusaram a dormir no quarto conosco.

Logo estávamos todos ajeitados para dormir.

Morrendo de sono, depois de 2 horas de conversa, estávamos em nossos cantos, prontos para dormir.

Já eram 4 da manhã, fazia 20 minutos que estávamos deitados.

Will acendeu a luza do abajur do quarto, acordando todos os outros meninos.

–Pirou? Apaga isso! – Murmurou Percy.

–Tive uma ideia. – Disse.

–Ninguém se importa. Vai dormir. – Disse Spike.

–Então vocês não querem assustar as meninas?

Todos nos sentamos, prontos para os comandos, que rapidamente foram dados.

Aquilo seria engraçado.

Notas finais
Bom, espero que tenham gostado Qualquer sugestão é só comentar. O link desse capítulo é: Loft do Will: https://encrypted-tbn1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSLIl5UkQbB0hVcKYukba-T8knJoZsqgspVkZ1H92BGdl-XXtf6hw Desculpem qualquer erro. Um grande beijo, Lua.