The Zuera Never Ends

13 “A Casa de La Comida Mias Apimentada de Lo Mundo!”


Notas iniciais
Então? Como estão? Espero que estejam todos bem! Bom, obrigada novamente por estarem lendo e comentando! Fiquem om mais um capítulo.

Esther Grace POV

Cheguei em casa acabada.

Estava morrendo de sono e minha voz havia ido dar um passeio pela estrada.

Bocejei enquanto trancava a porta.

Queria ter forças para tomar pelo menos um banhozinho... Mas a única cosia que eu fiz foi por meu pijama e me jogar na cama, logo fechando os olhos e apagando.

Tive um sonho maluco em que eu tomava sorvete com um alienígena... Mas não me lembro de mais nada.

Acordei com um peso em cima de mim, que logo reconheci como Pinóquio, minha lebre.

–Bom dia... – resmunguei virando para o outro lado, jogando Pinko para o meu lado.

Abracei o bichinho e resmunguei.

Logo minha porta foi aberta com uma voadora. Depois fechou delicadamente.

Não. Não era Lily, nem Thalia, nem Clarisse e nenhuma outra menina. Era minha mãezinha.

–ACORDAAAAAAAAAAAAAA! ME AJUDA A FAZER O CAFÉ PRA CAMBADA LÁ EM BAIXO!

Quando ela viu que eu não ia ir, se jogou na cama do meu lado e começou a dormir.

Aí sim, minha porta foi arrombada por Lily, Thalia e Clarisse.

–LEVANTAAAAAA! EU QUERO CUMEEEEEEEEE! – Disse Lily.

Comecei e choramingar.

–Me deixa...O que vocês estão fazendo aqui a essa hora?

–Bom... Contando que são 12:00, nós viemos levar você para almoçar num restaurante qualquer.

–“Mim deixem-me”! tentei gritar, mas não consegui, o que desatou umas risadas nas garotas.

–ESTHEEEEER! ME DA O PINÓQUIO E SOME COM ESSA CORJA DAQUI QUE EU QUERO DORMIR!- berrou minha mãe.

Fiz o que ela mandou e entrei no banho.

Todas as minhas tentativas de cantar fora em vão.

Saí do banheiro com um vestidinho preto solto e sandálias também pretas, apenas com delineador nos olhos.

Sim, eu sei passar delineador.

Assim que saí, Spike me puxou pelo braço e me enfiou na lata-velha de Luke, que saiu arrancando.

–Meus Deuses do Eterno Egito... – ajeitei os cabelos. – O que foi isso?

Vi as caras esfomeadas de todos a minha volta.

–Entendi. Ok.

–Estamos esperando você acordar desde cedo. – explicou James.

–Estão na minha casa desde cedo?!?

–Não... Estávamos na rua! Esperteza!

E caso você tenha lido isso com um tom de sarcasmos, pode reler.

Eles realmente ficaram na rua até 12:00.

–Qual é o problema de vocês? – me arrependi de perguntar.

Leo começou a citar tudo o que havíamos feito desde que nos conhecemos.

–Tá, Leo. Pode calar a boca, agora. – disse de saco cheio.

–É isso aí! – berrou Lily estendendo a mão para mim, para fazermos um High Five.

–Hey! Chegamos! – Luke freou com tudo.

Caímos para a frente.

–Luke eu arranco sua cabeça fora e depois colo ela no luar de novo se não sua mãe me mata! – berrou Coope.

Rimos e descemos.

Luke havia nos levado num lugar chamado: “A Casa de La Comida Mias Apimentada de Lo Mundo!”, o que era um nome relativamente estranho e talvez meio errado.

O lugar era até que arrumadinho e tinha algumas pessoas (consegui contar 20).

–ANDRÔMEDA! –berrou Luke, assustando Sirius que gritou como uma garotinha.

As pessoas sessaram suas conversas e olharam para nós.

Acenei timidamente com a mão.

Logo uma senhora carrancuda veio em nossa direção.

Quando viu Luke sua carranca se desfez.

–Luke! Meu melhor cliente! – abraçou o garoto. – Estes são os amigos de que você me falou?

–Sim, sim. Vou fazê-los comer algo de verdade hoje... – disse relativamente maléfico.

Ninguém merece.

Sentamos todos numa mesa só, e logo vieram os cardápios.

Antes que pudéssemos abrir um seque Luke perguntou:

–Alguém aqui é intolerante a pimenta ou não gosta?

Por uma questão de milagre ninguém disse nada.

Então ele completou:

–Ótimo. Eu farei os pedidos, então.

Engoli em seco.

–Andrômeda, eu quero o mais apimentado da casa para mim e para meus amigos.

–Vai uma jarra de leita também? – zombou a senhora.

Luke riu.

–Vamos prevenir, não é? Traga três e umas cocas também.

A senhora riu e entrou na cozinha.

Olhamos para Luke.

–Lukezinho... Seu eu morrer... Quero que saiba que vou fazer de tudo para que você seja mais do que responsabilizado. Vou te levar junto. – disse Nico sorrindo de modo assustador.

–Se você morrer... Te trago de volta só pra terminar de comer.

–Será que vai demorar muito? – começou Dorcas a se lamentar.

–Não. – respondeu uma voz de senhora.

Bom... Provavelmente porque era a senhora que nos levou a comida.

Quando o negócio chegou tinha mais pimenta do que tudo... Ér... Quer dizer... A comida mais apimentada da casa era apenas uma pimentinha pequena num copinho pequeno com um líquido claro.

Sirius e Lene começaram a rir.

–É sério? Engulo isso de uma vez só.

–Na verdade... – interrompeu Luke. – É para virar tudo, engolir o líquido e mastigar a pimenta durante cindo segundos, e depois engolir essa também.

Demos de ombros.

–Vamos todos engolir no 3, ok?

Assentimos e logo começou a contagem.

–Um... Dois... Três!

Todos viramos o negócio e durante pelo menos uns 15 segundos nada aconteceu.

Nos entreolhamos e começamos a rir, destacando a risada maléfica de Luke, que logo se juntou com a da senhora que brotou do lado dele.

Literalmente.

Comecei a tossir.

Senti primeiro meu estômago queimar, depois veio subindo algo parecido om LAVA pela minha garganta.

Ia por para fora quando Luke gritou:

–Quem vomitar paga TUDO!

Engoli.

Tentei gritar, mas minha voz não saia.

Durante pelo menos alguns minutos, a sensação continuou.

Nesse meio tempo, Luke bateu uma foto, que depois de impressa foi colocada no painel de fracassados.

Depois de engolir pelo menos as duas jarras de leite, fiquei procurando a foto de Luke com a nossa, quando me dei conta de que ele não tinha passada pelo mesmo acesso de queimação que nós.

–O que..?

–Venho comer aqui toda semana. A pimenta já não faz mais tanto efeito.

Ele arrotou e continuou:

–Só se limita a isso.

Deu de ombros e voltou a comer o resto de um taco que havia pedido.

Eu não estava com nenhuma fome, e tinha a impressão de que se tentasse comer, colocaria para fora.

–Alguém quer comer alguma coisa?

Todos dispensaram.

Os únicos que não tinham se recuperado ainda eram Nico e Leo, que tossiam freneticamente e se estapeavam.

Tentei conter o riso, mas não pude, e esse veio dando uma sensação ode que estavam rasgando minha garganta.

Depois de quase morrerem, os dois se entreolharam e depois olharam para Luke.

–Luke... – começou Nico.

–... Você...- Leo.

–... Vai... – Nico.

–MORRER! – os dois gritaram juntos.

Notas finais
Então... Foi isso. Espero que tenham gostado! Um grande beijo, e obrigada pro acompanhar. Lua.