Notas iniciais
Hey :) Estou de volta. Etá ENORME o capitulo u.u
Bom, quero agradecer pelas reviews li todas *-*
E bem, quero agradecer pela Recomendação da Glaucia Portela. Sinto que a fanfic está indo para um estagio mais maduro, e me fascina muito saber que, não somente agrada o público adolescente, mas como tambem agrada os Adultos :)
É isso
*Desculpem-me os erros e aproveitem*

Olhei para o lado e percebi que estava com uma bolsa de soro. Sentei-me na cama, cuidadosamente. A cada movimento que eu fazia, mas meu corpo doía, uma dor que eu já estava ficando cansada de sentir. Coloquei meu pé direito no chão e tremi ao sentir a superfície gelada.

Apoiei-me na cama com uma das minhas mãos e com a outra segurei o suporte do soro. Assim que dei o primeiro passo, apoiando-me na perna direita, a parte com o curativo e os pontos começou a doer e eu sentia como se minha pele estivesse rasgando. Ah não. E então fui de encontro com o chão e a agulha que estava em meu braço, por sorte, em vez de ir mais fundo, saiu, rasgando minha pele. Sua Burra.

O suporte do soro caiu ao meu lado no chão e a bolsa estourou. Excelente. Meu braço começou a sangrar de tal maneira e comecei a me desesperar e a dor na lateral de minha barriga começou a aumentar e percebi que também sangrava.

Virei-me com o resto das forças que eu ainda tinha, ficando de costa no chão e esticando-me. O soro já molhava meus cabelos, levemente bagunçados e escorria pelo chão, molhando boa parte de meu corpo. Comecei a chorar com a dor que estava sentindo, agora em meu braço também.

Ouvi a porta abrir e olhei por baixo da cama, sapatos sociais pretos. Subi meu olhar e vi Harry, encarar-me totalmente apavorado, o que fez eu chorar mais ainda.

- Leeah. – Falou preocupado e baixo, ele se agachou ao meu lado e me pegou rapidamente nos seus braços, me arqueando do chão frio. Eu já estava me sentindo fraca, o sangue saia de meu corpo muito rapidamente. A camisa branca de Harry já tomava outra cor, uma cor avermelhada. Meus pontos, que agora provavelmente estariam abertos, estavam em contato com sua roupa, manchando-a. – Doutor Drew! – Gritou exasperado. – Socorro! Alguém.

Vi uma médica correndo em nossa direção e logo atrás dela uma equipe médica. Inspirei profundamente, e apaguei.

Quando acordei, eu estava em outro ambiente e não mais nos braços de Harry. Era noite e a cama parecia estar mais confortável. Eu já não sentia tanta dor igual a ultima vez em que eu acordei. Olhei ao redor e percebi que não reconhecia o local. Eu estava em um quarto desconhecido.

A parede atrás da cama era totalmente de vidro e uma cortina cor de vinho, cobria parcialmente o vidro, a cama era bastante espaçosa. O quarto era enorme. As demais paredes eram brancas. Não haviam muitas coisas ali dentro. Haviam três portas, a que eu julguei, uma ser do Banheiro, outra da saída e a ultima provavelmente do Closet.

Desta vez, não me arrisquei a levantar da cama. Continuei ali, esperando que alguém aparecesse. Vi que meu celular estava em cima do criado mundo ao meu lado. Lembrei-me da ultima vez que eu tivera visto, e não fora uma boa lembrança.

Passei as mãos na lateral de minha barriga e percebi que ainda estava com um curativo, mas desta vez, não havia sangue. Meu pulso e uma pequena parte de minha mão estavam enfaixados também, o respectivo local onde a agulha tivera me machucado. Ambas as partes enfaixadas de meu corpo, estavam dormentes, diferente do restante de meu corpo.

Ouvi o barulho de uma das portas abrindo e vi Harry adentrando o quarto, sorrindo. Ele usava uma bermuda branca e uma camisa preta longa. Estava parecendo um adolescente, tenho que falar. Seu cabelo estava bagunçado e parecia molhado. A cada passo que dava em minha direção, eu sentia seu cheiro cada vez mais forte adentrar minhas narinas, fazendo-me sorrir.

- Boa Noite. – Falou ao se sentar na beira da cama, aos meus pés.

- Boa Noite. – Sorri. – Onde eu estou?

- Meu apartamento. Está com fome? – Perguntou e eu assenti. – Venha. – Disse assim que se levantou, se aproximando de mim e me pegando em seus braços.

Passei meus braços cuidadosamente em seu pescoço e eu pude sentir mais ainda seu perfume. Saímos do quarto e seguimos para a cozinha, que ficava no primeiro andar da cobertura. Harry carregava-me cuidadosamente para não machucar ou causar algum tipo de dor em meus pontos. Ele apenas me tirou de seus braços, para me sentar na cadeira da bancada de granito da cozinha. Olhei para meu próprio corpo e só até então, dei-me conta que estava com uma delicada roupa de dormir que julguei ser de seda. Um curto short, deixando a mostra quase que totalmente, minhas pernas e uma camiseta de alça, que completava o conjunto cor de vinho.

Harry deu meia volta e seguiu até o fogão. Pegou dois pratos e colocou o que parecia ser macarronada ao molho branco em ambos os pratos. Serviu-me e se sentou ao meu lado. Lembrei-me da ultima vez que eu tivera comido aquele prato, uma lembrança um tanto quanto desagradável. Rapidamente minha vontade de comer passou, aliais, eu já não estava com fome, e isso fez-me ficar com menos fome ainda. Virei meu olhar para Harry e o mesmo fitava-me silenciosamente, parecia analisar-me.

- Não vai comer? – perguntou e eu neguei silenciosamente com um balanço de cabeça. – Por quê?

- Não estou com muita fome. – falei baixo. O ambiente estava totalmente silencioso, calmo.

- Você não come direito faz uns três dias, Leeah. Coma.

- três dias? – arqueei uma de minhas sobrancelhas. – Que dia é hoje?

- Quinta. – Permaneci em silencio. O incidente com Beatrice tivera acontecido na segunda-feira. Eu tivera ficado apagada por 3 dias?

- Eu entrei em coma foi isso? – Harry riu e eu permaneci séria.

- Não. Você apenas estava sedada. – Ele parou por um curto período e logo voltou a falar. – Eu pedi para o médico fazer isso. – Arregalei meus olhos, mas ele permanecia do mesmo jeito, como se já soubesse como eu reagiria.

- Por que você pediu isso?

- Não sei se você se lembra, mas na ultima vez em que estava consciente, você teve que ser operada novamente. – Falou fazendo-me lembrar do pequeno incidente que causei comigo mesma.

- Desculpe. – Entortei meus lábios e o mesmo riu.

- Agora coma. – Disse por fim, encerrando o assunto se voltando para seu prato, começando a comer.

Durante o jantar, ambos permanecemos em silencio, não por falta de assunto de minha parte, ao contrario. Tudo que eu queria naquele momento era lotar Harry de perguntas, como por exemplo: Por que estou na casa dele? Ou De quem é essa roupa que estou usando? Entre outras milhares.

Assim que terminamos de jantar, Harry pois nossos pratos no lava-louças, pegou-me nos seus braços novamente e levou-me de volta para o quarto, pondo-me sentada na cama e sentando-se ao meu lado. Está na hora do interrogatório.

- Harry? – Chamei-o. Deixou de lado o notebook que tivera acabado de pegar e virou-se para mim.

- Quer algo?

- Não... – Respirei fundo e comecei. – O que aconteceu com Beatrice? – Seu pequeno sorriso, se desfez e passou a me olhar sério.

- Está com Logan.

- Com Logan?

- Sim. – Falou rápido. – Não iria deixa-la aqui, não depois do que ela causou a você. – Sorri amarelo na sua direção. Mas Ela fez aquilo por um motivo.

- E o que você causou a ela? – Ele virou-se totalmente para mim e passou os dedos pelos lábios, fazendo-me parar de olhar seus olhos e olhar para seus lábios.

- Não me orgulho do que fiz, Leeah. Mas se não tivesse feito o que fiz, provavelmente você não estaria aqui, e eu não estaria Feliz. – Suas sobrancelhas se arquearam quando a ultima palavra soou.

- Feliz? Não era feliz com Beatrice?

- Não quis dizer isso. Eu a amava. – Falou calmo, analisando a situação calmamente. – Se não amasse, eu não teria me casado com ela. Você se lembra de Logan? – Assenti. – Bem, ele não é tão Gay, quanto pensei que fosse. – Ele Deixou que um sorriso mínimo aparecesse em seus lábios. – Eu já deveria saber disso.

- Então, ela também estava... – Deixei a frase por incompleta e Harry, felizmente a completou por mim.

- traindo. Sim, estava. – Ele se aproximou de mim e selou nossos lábios, demoradamente. – Se importa se eu trabalhar aqui? – falou assim que separou nossos lábios e eu assenti.

Permaneci quieta, olhando para o nada. Eu estava entediada. Harry estava trabalhando e no quarto não havia uma tv no quarto e bem, meu computador estava na minha casa. Lembrei-me momentaneamente de Elizabeth, e onde provavelmente ela estaria. Peguei meu celular que estava em cima do criado mundo em ao lado da cama.

Olhei para a tela toch e haviam três mensagens ainda fechadas. Uma de Matthew, outra de Thomas e a ultima de um numero desconhecido, mas familiar.

Esta era de Thomas:

“Como você está? Assim que ler a mensagem, me avise;

Todos na empresa estão preocupados. Xx”

Tratei de responde-lo rapidamente:

“Estou bem, obrigado por se preocupar.

Volto para a empresa o mais rápido que conseguir. Boa Noite xx”

Esta de Matthew:

“Melhoras! Se você precisar de minha ajuda, me ligue.

Provavelmente nunca mais irei me desculpar pelo

O que aconteceu com você. :| xx”

E a última, do numero desconhecido:

“Queria estar ao seu lado, me desculpe se fui ausente;

Não foi proposital, espero que um dia me entenda.

Xx M.”

Eu já tivera recebido uma mensagem desse mesmo número, a algumas semanas atrás. E o que eu me perguntava, era se eu conhecia essa pessoa, pois de uma coisa eu sabia, ela me conhecia.

Olhei para o lado e vi Harry digitando algo no computador. Eu ainda não estava satisfeita com as poucas perguntas que lhe fiz. Eu esta inconformada com algumas coisas ainda. Virei-me para ele e fiquei analisando-o por um momento. Seus dedos eram ágeis, e ele parecia concentrado no que fazia. Seria muito chato da minha parte atrapalha-lo, certo?

- Harry. – Sussurrei e o mesmo parou de digitar, olhando-me novamente.

- Alguma coisa errada?

- De quem é esse pijama que estou usando? – Falei baixo, fazendo meu tom de voz soar doce e calmo.

- Seu, por quê?

- Meu? – ele assentiu. – Ninguém nunca o usou antes? – Talvez eu estivesse forçando a barra, mas eu precisava saber. Seus olhos se estreitaram analisando-me.

- Se você está querendo saber se é da Beatrice felizmente, não, ele não é. – Sorri e ao ver meu sorriso, Harry sorriu junto. – Pedi para Keaton compra-lo.

- Keaton? – Fiz uma “careta” por não saber que era.

- Sim, digamos que ele é meu faz tudo.

- Hm... – Falei apenas isso, eu ainda tinha que pergunta-lo mais uma coisa, mas não queria incomoda-lo.

- Pode perguntar, Leeah. – Sorri na sua direção, por facilitar minha situação.

- E este quarto? Você dormia aqui com Beatrice?

- Não. – Falou calmo. – Na verdade, Beatrice nunca dormiu aqui, eu dormia no apartamento dela.

- Nem quando você estava “preso” aqui?

- Não, Leeah. Eu ficava aqui por escolha própria. – Sorri mais ainda. Eu estava me sentindo confortável depois desse pequeno interrogatório.

Ele sorriu em minha direção e assim que percebeu que eu não perguntaria mais nada, voltou a digitar no notebook. Percebi que ficaria daquele jeito, até que algum de nós dois decidisse dormir, e eu realmente não queria ficar entediada.

Peguei o notebook de Harry, tirando-o de cima de suas pernas e coloquei-o em cima do criado mundo do meu lado da cama. Ele olhou-me sem entender o que eu estava fazendo, mas logo saberia. Com ajuda de meus braços mexi-me na cama e fui mais para perto dele, enquanto o mesmo apenas analisava cada movimento que eu fazia.

Coloquei-me delicadamente por cima dele e depositei um demorado beijo em seu pescoço. Senti sua respiração ficar mais pesada em minha nuca e sorri. Assim que olhei-o ele estava com os olhos fechados e eu pude sorrir mais ainda.

Senti suas mãos em minha cintura, pegando logo abaixo de meus pontos, para não me machucar e em seguida abriu os olhos, parecendo acordar de algo.

- Leeah, não acho q... – Interrompi-o com um beijo. Passei minha língua delicadamente em seus lábios e em seguida os de Harry se abriram, começando um delicado beijo que logo ficou agressivo. Nossas línguas travavam uma batalha e tinham perfeita sincronia.

Harry virou-me, ficando por cima de mim e deslizando suas mãos por dentro de minha camisa do pijama. Sorri entre o beijo e puxei sua camisa, tentando tira-la. Interrompemos o beijo apenas para sua camisa sair. Joguei-a para longe e logo voltamos a nos beijar

Deslizei minhas mãos por sua costa apertando-a, enquanto as suas tiravam meu short, que sem delongas, foi arremessado para algum canto do quarto. Sua mão deslizou por minha cintura até chegar em minha roupa intima. Não foi preciso esperar muito e em seguida senti os dedos de Harry acariciando meu clitóris. Fechei meus olhos e deixei um baixo gemido sair por meus lábios.

- Você tem certeza que quer fazer isso? – Harry sussurrou, rouco ao meu ouvido e eu apenas balancei a cabeça assentindo. Ainda de olhos fechados apreciando o momento. Harry começou a depositar beijos e chupões ao longo de meu pescoço. Cravei minhas unhas em seus, com certeza, ficariam marcas.

Harry pressionou mais forte meus clitóris e em seguida, ficou massageando-o. Aquilo já estava me agoniando, eu o queria sentir dentro de mim. Levei minhas mãos até a barra de seu short e com sua ajuda, deslizei-a para baixo, tirando-a.

Harry subiu suas mãos para meus seios e apertou-os ainda por cima do sutiã. Puxei seu corpo conta o meu, fazendo-me sentir seu membro já ereto tocar minha intimidade. Ergui minhas costas para que Harry pudesse abrir o fecho de meu sutiã, o que rápido fez. Uma de suas mãos apertou um de meus seios, fazendo contrair-me com a dor. Sua boca foi direto para meu outro seio.

Senti sua língua deslizar por meus mamilos, lambendo-me e chupando-me, fazendo-me ir ao delírio lentamente. Enterrei minhas mãos em seus cabelos e puxei seus lábios para junto dos meus. E então começamos mais um beijo ofegante.

Viro-me ficando por cima desta vez e ao fazer isso estico-me de uma forma com que faz-me sentir meus pontos na lateral de minha barriga abrindo-se. Paro imediatamente de beijar Harry e aperto meu corpo contra o dele, afins de aliviar um pouco a dor, o que não acontece.

- Seus pontos. – Sussurrou para mim com os dentes semicerrados. Ele me deitou ao seu lado e se sentou na cama para ter uma vista melhor do curativo. – Droga, Leeah. – Diz jogando a primeira coisa que ver ao chão.

Ele levanta-se rapidamente e segue para fora do quarto. Olho para a parte de minha barriga que está coberta por um pequeno pedaço de tecido e vejo que está mudando de cor, do branco para o vermelho, lentamente. Excelente!

Harry volta para o quarto com uma sacola de farmácia na mão e despeja o conteúdo em cima da cama ao meu lado, e senta-se. Ele retira cuidadosamente o tecido e para a minha felicidade os pontos não abriram. Tento sorrir para amenizar a situação, mas Harry ainda demonstrava estar com raiva.

Ele troca o pequeno curativo e recoloca o conteúdo jogado na cama de volta na sacola e a guarda. Assim que volta a se sentar na cama, pega seu notebook novamente e rápido, começa a digitar algo.

Eu tivera o deixado com raiva. Mas ele estava na razão, claro. Fui eu que forcei-o desde o inicio. Comecei a me sentir péssima com aquilo, não conseguiria dormir sabendo que ainda estaria com raiva de mim.

Ajeito-me cuidadosamente na cama e o fito, mas ele me ignora.

- Desculpe. – Digo baixo, calma, mas o mesmo parece não escutar, e me ignora novamente. – Harry. – Desta vez, falo mais alto e o mesmo para de mexer no seu computador mas não me olha.

Já cansada. Não iria querer provoca-lo mais. Volto a minha posição inicial e deito-me na cama, com cuidado para não machucar os pontos, ainda doloridos. Fico de costas para o mesmo e fecho os olhos em uma tentativa inútil de dormir. Claro que eu não iria dormir, eu tivera acabado de dormir pelo menos dois dias seguidos. Eu poderia ficar acordada até o final de semana.

Fechei os olhos e fiquei apenas escutando o barulho do teclado do notebook de Harry soando pelo quarto. Após alguns minutos, o barulho sessou e eu senti a cama se mexer. Sem mais delongas, Harry aproximou-se de mim e depositou um demorado beijo em minha testa.

- Desculpe, anjo. – Sussurrou e se virou para deitar-se, ficando de costas para mim. Virei-me no estante seguinte e o abracei pelas costas, ainda deitada. Senti sua pele quente encostar na minha, fazendo-me estremecer por um momento. Passei meus braços pela sua cintura e o apertei o máximo que pude contra meu corpo.

- Tudo bem. – Minha voz saiu baixa e delicada. Fechei meus olhos novamente ao sentir seu braço puxar o meu para abraça-lo mais ainda e em seguida acabei dormindo agarrada a seu corpo tendo um dos meus sonos mais calmos a tempos.

Notas finais
Deixem Reviews e Recomendações por favor! Tentarei postar Terça ou quarta. Capitulo do mesmo tamanho :D xxo