The World Against Us
13 Capítulo 13
Notas iniciais
:(
Larissa Diva Chase, Obrigado pela linda recomendação!! *--*
ahah
*Desculpem-me os erros e leiam ai*
– Não. – Falei simples e sorrindo, seu sorriso desapareceu no mesmo momento e eu dei de ombros. Como se já não bastasse o celular que ele tivera me dado. Não, eu ainda não esqueci. Levantei-me da cama e segui até meu armário, retirando um conjunto de roupa, vi Harry se levantar e pegar suas roupas que estavam jogadas pelo chão do quarto, seguindo para o banheiro. Troquei-me ali mesmo. Vesti uma calça skinny preta, uma camisa branca com alguns babados e joguei por cima uma jaqueta marrom. (http://weheartit.com/entry/37364326/via/pallomaalencar_)
– Para onde você vai? – Escutei a voz de Harry ecoar pelo quarto. Olhei para sua direção e vi que ele estava apenas com sua calça, deixando a amostra seu lindo abdômen definido.
– Vou na Hasteed, falar com Thomas e achar outro emprego. – Falei virando-me e saindo do quarto, sabendo que estou sendo seguida por Harry.
– Matt está vindo ai.
– Você o chamou? – olhei-o e o mesmo assentiu. – Algum motivo em especial?
– Ele me chamou para almoçar, e eu estou a chamando para ir conosco.
– Primeiro irei na Hasteed e mas tarde encontro vocês no restaurante.
– Por que? Vamos almoçar primeiro, Leeah. Você ainda nem comeu café-da-manhã. – Ele falou se colocando a minha frente. – Aonde vai?
– Harry, eu acho que consigo sobreviver mas algumas poucas horas sem comer. E eu estou indo para a Hasteed.
– Deixe-me leva-la então.
– Não Harry, a empresa é a pouquíssimos quarteirões daqui. Matthew deve estar vindo, pode ficar aqui. – Falei abrindo a porta e encontrando Matthew com o dedo na campainha. Assim que me viu, abriu um sorriso, fazendo-me sorrir também. – Entra.
– Você vai conosco? – Ele disse me dando um rápido beijo em minha bochecha e um balanço de cabeça para Harry, que nos olhava.
– Vou, mas não agora. Tenho compromisso.
– Deixe Matthew lhe levar então. – Escutei Harry falar, virei-me para ele. Seu olhar pairava sobre mim. Ele não iria desistir fácil. Voltei meu olhar para Matthew, indo com ele, pelo menos evitaria quaisquer comentário.
– Tudo bem. – Assenti e percebi Harry jogar um olhar censurado para Matthew, que pareceu receber o recado. – Vamos?
– Até mais tarde, Noan. – Matthew despediu-se do irmão e antes de sair, depositei um demorado beijo nos lábios de Harry, que rapidamente levou suas mãos para minha cintura.
Assim que separei o beijo, por falta de ir, sai do apartamento, sendo seguida por Matthew. Entrei no seu carro, uma mercedes benz slk branca. Indiquei o endereço para ele e o mesmo seguiu o trajeto. Durante quase todo o caminha, fomos em silencio, um tanto quanto incomodador para mim.
– Matthew... – Comecei mais fui interrompida.
– Matt.
– Matt. – Falei e o mesmo assentiu sorrindo. – Você sabe sobre, Hm, eu e... Eu e Harry? — Senti minhas bochechas queimando, e eu estava vermelha, com vergonha. Matt olhou-me rapidamente e logo voltou seu olhar para o caminho a frente.
– Sei que Beatrice acha que vocês dois são primos... – Ele disse como se estivesse analisando minha situação com Harry. – E pelo o que eu sei também, primos são parentes e parentes não transam, ou transam? Bom, mas eu acho que essa pequena regra passa despercebida para você e Noan. – Matt falou tudo, extremamente natural. Eu deveria estar vermelha igual uma pimenta. Matthew olhou para mim e riu. Tirei meus olhos dele e voltei-os para os meus pés. – Não tive a intenção de constrange-la. – Disse rindo.
– Tudo bem. – Falei fraco. Claro que não estava tudo bem, Ele sabia sobre meu relacionamento com Harry, e também sabia que aquilo era traição, como ele não se importava em relação a isso. Pergunto-me se Beatrice sabe disso. – Por que você chama o Harry de Noan? – mudei de assunto.
– Bem, quando eu fui adotado por meus pais, eu ainda era novo, tinha uns 4 anos de idade. Eu não conseguia pronunciar o nome de Harry e com isso, comecei a chama-lo de Noan. Um nome muito mais fácil para um criança com língua enrolada, certo? – Ele disse, já parando o carro em frente a Hasteed.
– Obrigado pela carona. – Sorri para ele e o mesmo sorriu em resposta.
– Irá almoçar conosco?
– Sim.
– Quer que eu venha buscar você? É só me ligar ou mandar mensagem. – Disse sorrindo.
– Harry provavelmente irá querer vir me pegar. Obrigado, mas uma vez. – Disse saindo do Carro. Matthew fez um aceno de cabeça e então, me direcionei para o enorme prédio a minha frente.
– Você tem hora marcada? – Escutei a secretaria falar, desconcentrando-me.
– Não, mas gostaria de falar com Thomas se for possível, diga Srta. Parker. – A loira fez sinal para que eu esperasse e eu assenti. A mulher pegou um possível interfone e discou um numero que não fiz questão de gravar. Assim que colocou o telefone no gancho novamente, voltou a me olhar.
– Decimo primeiro andar, Srta. Parker. – A mulher disse e eu assenti.
Assim que cheguei ao escritório de Thomas, ele já estava me esperando, menos mal. Ele usava uma bermuda jeans escura e uma camisa azul manga comprida, estava particularmente charmoso. (http://weheartit.com/entry/44299595/via/pallomaalencar_)
– Leeah, Bom Dia. – Disse sentando-se novamente em sua cadeira. – Está atrás das novas empresas? – Assenti e o mesmo sorriu, digitando algo em seu computador.
Sua sala era bem grande, com grandes janelões de vidro dando uma vista extremamente esbelta de Londres.
– Eu aconselharia para você, minha empresa, está entre as 5 melhores de todo Reino Unido, modéstias a parte. – Disse rindo.
– Seria excelente. Poderia marcar uma entrevista para mim? – Ele me fitou e arqueou uma de suas sobrancelhas.
– Não precisamos fazer isso. – Sorriu travesso. – Podemos quebrar essa regra da empresa. Afinal, eu já entrevistei-a certo? – Assenti sorrindo.
Ficamos conversando algumas coisas e falando sobre meu novo local de trabalho! Descobri que Thomas começou a trabalhar no ramo aos seus 17 anos, na empresa do pai. Tambem falou que por escolher fotografia, sua família achou que era homossexual, mas me garantiu que não era.
Chamou-me para almoçar juntamente a ele, mas neguei, afinal, eu já tinha compromisso. No meio de nossa conversa sinto meu celular vibrar. Retiro-o do bolso e vejo 3 chamadas perdidas, duas de Harry e uma de Matthew, fora uma mensagem de Matthew
Se eu fosse você, atenderia seu celular.
Harry está quase gritando comigo, preocupado com você x.
. Não que eu estivesse ignorando-os, mas não tivera sentido o celular tocar antes.
– Posso? – apontei para meu celular e Thomas assentiu.
– Harry? – O mesmo atendeu no primeiro toque.
– Leeah, onde você está? – Sua voz soava pesada, ele estava estressado talvez.
– Estou aqui na Hasteed, aconteceu alguma coisa?
– Sim, você não atendeu a nenhuma das minhas ligações e nem de Matthew. Estou indo busca-la, agora! – Harry deu ênfase no Agora. Sua voz estava hispida, assustando-me um pouco.
– Tudo bem. – Encerrei a ligação sem nem ao menos esperar uma resposta.
Olhei para Thomas que fingia não escutar, ou tentava. Seu olhar passou de seu computador para mim.
– Aconteceu algo?
– Não. Desculpe, mas tenho que ir. Outro dia marcamos de almoçar tudo bem para você? – Disse e o mesmo assentiu.
Ele guiou-me até o térreo do prédio e ficou esperando Harry juntamente a mim. Despedi-me dele com um beijo em cada bochecha e entrei no carro assim que Harry apareceu. Ele parecia sério, muito ao contrario da ultima vez que o vi. Com isso, permaneci o caminho todo em silencio.
– Droga, Leeah! – Exclamou baixo, dando um leve empurrão no volante do carro, assim que paramos em um semáforo.
– O que e... – O mesmo me interrompeu.
– Por que você não atendeu minhas ligações? Nem as de Matthew? – Disse ríspido
– Eu não percebi meu celular tocar, Harry. Desculpe.
– Não quero brigar com você. – Ele voltou a dirigir. Colocou sua mão direita em cima de minha coxa, deslizando-a até meu joelho, parando lá e apertando de leve.
– Então não brigue! – Desta vez aumentei meu tom de voz. Ele retirou sua mão de meu joelho, parando a leve massagem e levou-a para o volante, bufei, passando as mãos pelo rosto, como alguém que tivesse acabado de acordar. Retirei sua mesma mão do volante do carro e a entrelacei nas minhas.
– Desculpe. – Suspirei.
Fomos almoçar em um restaurante francês, Alain Ducasset at Dorchester. Um restaurante fino e um dos mais famosos em Londres. Assim que descemos do carro o mesmo entrelaçou nossas mãos, mas recuei, fazendo-o fitar-me estranhamente.
Em casa, é algo que eu não reclamo, mas já em publico, temos que ser discretos. Afinal, Harry é famoso por Londres e todos por ali sabiam que ele tivera acabado de se casar. Ver-nos de dedos entrelaçados seria algo esquisito. Não que eu não quisesse. Acelerei os passos para ignorar seu olhar e adentramos ao restaurante.
Matthew já estava sento a mesa e assim que nos viu, acenou todo sorridente. Seguimos até o mesmo. Abracei-o e sentei-me ao seu lado e Harry a nossa frente.
– Conseguiu? Missão bem sucedida? – Matthew disse animadamente.
– Sim. – ri.
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