The Witch
1 Prólogo
Notas iniciais
Seguem os links com imagens dos personagens:
Selene: https://www.google.com.br/search?q=akemi+homura&espv=2&biw=1366&bih=667&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0CAYQ_AUoAWoVChMIp9KX36anyAIVSROQCh0YsAXC#tbm=isch&q=akemi+homura+rebellion&imgrc=v7bCv7bqnLtWWM%3A
Artemísia:https://www.google.com.br/search?q=akemi+homura&espv=2&biw=1366&bih=667&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0CAYQ_AUoAWoVChMIp9KX36anyAIVSROQCh0YsAXC#tbm=isch&q=anime+garota+inteligente&imgrc=a1VfiJp3ULL_GM%3A
Tia da Selene: https://www.google.com.br/search?q=anime+tsundere&espv=2&biw=1366&bih=667&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0CAYQ_AUoAWoVChMIge_e-aCnyAIVyQyQCh19dALQ#imgrc=Yk_THFEhUw2yfM%3A
Vampira: https://www.google.com.br/search?q=owari+no+seraph+vampire&espv=2&biw=1366&bih=623&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ved=0CCsQsARqFQoTCJHwkfGnp8gCFcKSkAodKPANwA#imgrc=iiHn4nv27LD7hM%3A
Qualquer problema com as imagens é só falar que eu arrumo.
Prólogo
"Talvez eu seja cabeça dura de querer as coisas tudo do meu jeito ou quase não precisar de ninguém pra qualquer coisa. Mas á verdade é que sempre precisamos de alguém".
Fazia quanto tempo que ela estava lá? Dois dias? Talvez, mas para ela foi como semanas, a falta de luz e aquele lugar estava a matando, refiro-me a cela, suja escura, sem vida.
Seu feitiço não duraria muito tempo, logo a camuflagem acabaria e tudo iria pelos ares. Um barulho de passos foi ouvido cada vez mais próximo. Será que havia chegado a sua vez?
Quando o soldado do Exército Demoníaco Imperial Japonês apareceu na frente das grades ela pode ver que ele não estava sozinho, ao seu lado uma garota de cabelos loiros prateados e olhos vermelhos.
—Entre! –Assim que a porta da jaula foi aberta ela foi jogada para dentro com brutalidade pelo guarda, sendo amparada pela outra residente da cela.
—Você está bem? –Olhando de perto seus olhos vermelhos pareciam claros demais. Era um feitiço assim como o dela feito para camuflar e enganar humanos.
—Sim, quem é você? –A de cabelos prateados perguntou a de cabelos negros.
—Selene, sou como você. –Com essa afirmação a outra arregalou os olhos e um sorriso brotou em seu rosto.
—Artemísia, é um alívio ver um de nós, mas porque está aqui? –Agora ambas estavam escoradas na parede oposta as grades e conversavam o mais baixo possível, não arriscariam serem descobertas.
—Emboscada, usei um feitiço para me disfarçar de vampira, enganar os humanos é fácil o difícil vai ser sair daqui. E você como chegou aqui? –Selene olhou para a companheira que simplesmente ficou calada e depois de alguns segundos voltou a falar.
—Eu consegui ouvir e ver algumas coisas vão fazer experimentos em nós e você sabe que eles não podem descobrir que existimos. O lugar é guardado, precisamos de uma distração para sairmos daqui. –Selene sabia o que aquilo significava se eles descobrissem era game over.
—Eu tenho uma ideia. –Com um olhar determinado, Selene se aproximou das grades olhando ao redor em busca de soldados, mas o lugar estava vazio a sua frente outra cela e nessa uma vampira de verdade estava presa. —Psiu... Ei.
Selene viu um movimento nas sombras e então uma mulher de cabelos rosa e olhos vermelhos apareceu, ela estava suja e parecia não ter se alimentado a um bom tempo. Ainda bem que ela não era uma humana...
—Uma bruxa? Achei que estivessem extintos. O que você quer? –Ela falava calmamente, com a voz arrastada, em um tom calmo. Os vampiros eram assim, frios.
—Há quanto tempo está aqui? Pelo que vejo muito. Tanto eu quanto você queremos sair daqui. Você me ajuda e eu te ajudo. Depois que sairmos dessa prisão é cada um por si. Fechado? –Selene estava a persuadindo, algo não muito próprio de si, mas ali naquele lugar era uma questão de sobrevivência.
—E como você pretende nos tirar daqui? -Inqueriu a vampira com uma pitada de sarcasmo.
—Isso é comigo, você vai receber um sinal. E então sabe o que fazer. –Com isso a vampira apenas concordou com a cabeça e Selene engatinhou para onde Artemísia ainda permanecia escorada.
—E aí?
—Ela concordou você acabou de chegar tem energia suficiente para conjurarmos um feitiço, eu vou te ajudar e então quando sairmos chame o seu contratado. E damos o fora daqui. –Selene olhou para ela que apenas afirmou com a cabeça, era tudo ou nada.
—Que feitiço escuta tem muitos soldados aqui vamos precisar de uma explosão e depois uma distração... –Ela parou, e pela segunda vez arregalou os olhos como se agora entendesse.
—Sim, vamos precisar de uma explosão e das grandes, e quanto à distração já temos. Olha vai ser um de nível sete, você sabe o que acontece quando mandamos água no sistema deles? Cabum.
—Vamos fazer o seguinte...
No dia seguinte...
—Ei! Você levante. –Era um soldado que abrira a porta e entrado na cela me segurando por um dos braços e me arrastando para fora.
“Merda, merda, merda! Devia ter terminado antes!”
Selene mordia o lábio inferior com força, após passar por diversos corredores chegou de frente a uma porta dupla que ao ser a luz quase a segou, quando sua visão voltou ao normal ela se deparou com diversas camas brancas onde corpos até mesmo de humanos estavam amarrados, alguns estava dentro de tubos, gritos enchiam aquela sala enquanto alguns humanos vestidos de brancos examinavam tudo.
...
—Parece que sua amiga foi levada. –Disse a vampira com o sarcasmo já característico dela.
Artemísia apenas a ignorou enquanto tentava completar o feitiço, ela estava escorada na parede como no dia anterior só que de olhos fechados enquanto murmurava um feitiço. Este em si era simples o problema é que ela tinha que fazer isso acontecer onde Selene estava e tentar explodir alguma coisa aqui também.
“ubi apparet de flammas emergit cin” (apareça do nada pegue fogo, que o cheiro de fumaça surja).
“Consegui” — Pensou Artemísia.
...
Aquelas amarras doíam e o jeito que aquele humano a olhava era enervante sem falar no bisturi que ele segurava.
—Sua vez vampiro nojento, farei ser bem doloroso. –O olhar que ele lhe lançava era puramente sádico e carregava ódio puro. Selene estava pronta para recitar seu último feitiço quando do nada uma explosão aconteceu, o cheiro de fumaça encheu o lugar, fazendo água jorrar por todo lugar, fritando alguns computadores. Gritos e em menos de um segundo o que era uma sala de tortura extremamente organizada virou um caos, alguns vampiros usaram os dentes para contar as amarras e partiram para cima dos humanos que agora voltavam a ser a presa.
O homem ao lado dela saiu correndo largando o bisturi perto o suficiente para que ela pudesse alcança-lo, movimentou uma das mãos sentindo as amarras a apertarem, mas ela não ia desistir assim, tinha que ir atrás de Artemísia.
—Por favor, vamos lá. –Um sorriso de vitória surgiu em seu rosto quando finalmente consegui alcança-lo e cortar as amarras, depois disso se levantou e sorrateiramente saiu daquele lugar, não podia usar magia agora não no estado em que estava, passou por aqueles corredores vendo alguns vampiros correndo para fora perseguindo humanos provavelmente.
...
Depois de ter conjurado o feitiço Artemísia se desesperou ao ver que a explosão não tinha aberto sua jaula.
“Maldição”
A sua frente a vampira saia da cela e a olhava, Artemísia pensou que ela fosse embora e estava preparada para essa possibilidade, quando ela arrebentou a trava e abriu a cela para Artemísia.
—Eu sei pagar minhas dívidas bruxa-Depois saiu derrubando um soldado que estava lá e bebendo seu sangue.
Artemísia aproveitou a confusão e foi na direção para onde haviam levado Selene.
...
O cheiro de fumaça era insuportável, estava cansada, mas não podia desistir se o fizesse nunca mais veria a luz da Lua. Suas pernas tremiam com o esforço feito, Selene ouviu ao longe vozes humanas, eles estavam chegando ela tinha que se apressar. Foi quando suas pernas cederam e ela foi de encontro ao chão sendo amparada por Artemísia.
—E ai Arty? Tudo bem. –Artemísia deu um sorriso fraco para a amiga e a passou seu braço ao redor de seu pescoço dando-a apoio e assim as duas andaram rapidamente para fora. Quando saíram daquele nível, viram alguns corpos pelo local, e paredes quebradas. Depois de uns minutos chegaram a um local totalmente branco e ao passarem por duas portas, viram a luz do sol e a cidade dos humanos à frente.
—Eles não devem demorar a chegar, você tem energia para chamar seu contratado? —Selene custava a se manter em pé se sua amiga não conseguisse elas estariam em maus lençóis.
—Não.
—Eu pensei que Shibuya fosse segura! – Selene ouviu um humano gritar ao longe e foi como se uma lâmpada acendesse em sua cabeça.
—Vem eu tenho uma ideia a julgar pelo lugar onde estamos só precisamos encontrar um beco. –Artemísia começou a andar na direção oposta aquele lugar horrível, ao passo que seu feitiço e o de Selene acabava revelando seus olhos dourados e os safira de Selene. Tinham que se apressar, passaram por alguns humanos civis que estavam tão preocupados consigo mesmo que nem as notaram. Sim aquela vampira estava sendo a distração.
Depois de virarem em uma rua viram ao longe homens uniformizados.
—Merda são do exército.
—Eu sei vem. —Artemísia viu um beco próximo e se jogou nele junto com a amiga escorando na parede e pedindo para que eles não a vissem.
—Vamos rápido tem um vampiro na escola. O coronel Ichinose Guren já foi para lá. Ei você ande rápido! —Berrou um humano para outro que se aproximava do beco suspeitando ter ouvido algo.
—Ufa essa foi por pouco. Agora Arty? —Perguntou Artemísia estranhando o apelido que a amiga dará a ela.
—Oras Arty de Artemísia, porque seu nome é comprido, e nem vem que o apelido é perfeito você devia me agradecer. —Disse Selene em tom de brincadeira.
—Tudo bem Sely agora qual é a grande ideia em sabichona. —Retrucou Artemísia no mesmo tom.
—Me ajuda a arrastar aquela lata de lixo, se eu não estiver enganada o símbolo vai estar aqui em algum lugar. —Artemísia se perguntou como a amiga sabia tanto, afinal ela parentava ser bastante jovem uns 15 ou 16 então como ela podia saber coisas que só magos graduados sabiam?
Com um suspiro ela foi ajudar afinal essas perguntas não a tirariam dali. Uma lata de lixo foi empurrada e atrás dela estava o bendito símbolo. Era como uma estrela de várias pontas, Selene pegou um caco de vidro próximo dali e começou a recitar um encantamento, assim como Artemísia que entendeu de imediato ao ver o símbolo o que a amiga queria fazer. Abrir um portal.
“Ego filia Hesperus
Quærite input Terrae nostrae .
Et per sanguinem fluentem per magus reposcam ad portam domus Eliasi”
(Eu filho da estrela da noite. Busco a entrada para nossa Terra. E por meio do sangue que corre em todo mago exijo minha entrada para casa).
E então uma luz brilhou e antes que qualquer humano aparecesse elas haviam sumido.
Quando abriu os olhos Selene se viu no pátio de Wizardium (é a escola de magia na Terra Natal dos Bruxos Hesperus), junto com uma Artemísia desmaiada já no terceiro sonho, mas para o seu azar ao seu lado estava uma mulher alto de cabelos castanhos e olhos da mesma cor, os braços cruzados e uma aura de puro ódio a rodeava.
—Oi, antes que você me passe um sermão eu quero que saiba que eu te amo Tia. –Disse fazendo cara de cachorro sem dono.
—Boa tentativa, mas não vai funcionar. Você meu amor saiu em uma missão suicida em busca do seu irmão adotivo, sem proteção, além de ter ficado fora por semanas. Acredite você vai ter mais do que um sermão. —Disse ela estralando os dedos com um olhar puramente sádico.
—Me ferrei...
Notas finais
Essas perguntas serão respondidas no próximo capítulo.
Fale com o autor