The War Of The Great Kingdom

1 O Reencontro dos Digi-Escolhidos.


Notas iniciais
Em primeiro lugar eu quero pedir desculpa pra quem já lei a outra fic, e deixou o seu review, perdão mesmo, eu não esperava essa mudança, mas ela veio, garanto para melhorar e não piorar e pra que não dizer até fantasiar mais? Boa leitura.

Capitulo I

O Reencontro dos Digi-Escolhidos.

Estados Unidos da América (Nova Iorque), Escritório do Senhor Kamiya.

Um homem moreno estava sentado atrás de uma escrivaninha enquanto observava como passatempo à bela Estatua da Liberdade dos Estados Unidos, olhando-a pensava como era bom estar nos Estados Unidos, em Nova Iorque a capital do mundo, mas também em como sentia falta do Japão, foi quando um pequeno ser entrou na sua sala e fechou a porta.

— O que está acontecendo aqui? Quem é você? É você Agumon? Tailmon? Quaisquer um dos dois? — Mas não veio a resposta e então a criatura levantou a cabeça.

Seus cabelos escondiam-se atrás de um chapéu de bruxo, uma face de cor estranha, e roupas amarrotadas de um bruxo, ele então olhou mais uma vez para o senhor Kamiya e disse:

— Não sou Agumon nem Tailmon, humano só estou aqui para lhe pedir uma coisa, volte para o Japão imediatamente, fale com seu chefe se preciso, mas nós precisamos de você lá, eu irei lhe ajudar. Eu sou Wizardmon, o Bruxo, o Rei. Agora vá.

Tremendo o senhor Kamiya saiu da sua sala e trinta minutos depois voltava para casa com um enorme sorriso no rosto, a senhora Kamiya fazer o jantar para sua família e Tai fazia embaixadinha na sala, Kari estava grudada no laptop com os olhos tristes que não sumiam da sua face mesmo depois de três anos.

— Venham todos para sala, tenho uma noticia importante para dar a todos vocês. — Disse o senhor Kamiya. — Principalmente para você Hikari.

Lá fora do apartamento a noite confirmava cada vez mais o seu firmamento na terra enquanto o sol ia se pondo á longe, no céu não brilhava nenhuma estrela e ao longe onde ficava a antiga casa de Mimi, uma menina estranha olhava para a residência dos Kamiya, com longos cabelos loiros e olhos verdes era a amiga de Tai, Catherine a digi-escolhida da França que esperava alguma noticia de TK através de Tai, mas naquele dia seu pai anunciara que se mudariam para o Japão.

A mesa estava posta e todos se sentaram quietos, os olhos do Senhor Kamiya pousavam principalmente em Kari e logo depois daquela refeição no dia 19 de Setembro inesquecível o Senhora Kamiya anunciou.

— Vamos voltar ao Japão. Eu falei com chefe e ele disse que me transferiria para lá, agora todos vamos poder ficar felizes e voltar a terra que tanto amamos. — Ele olhou para Kari que levantou seus olhos rapidamente para ele.

— É... É verdade papai? — perguntou.

— Como?! — Perguntou Tai.

— Indo, é verdade Kari, podem arrumar suas malas pra amanhã e você tem algo contra Tai? — perguntou o Senhor Kamiya.

— Absolutamente, nenhum papai. — Respondeu o garoto sorrindo.

No alto da noite Tai entrou no quarto de Kari quieto e tampo a boca de sua irmã antes que ela pudesse gritar e disse:

— Se acalma Kari, sou eu, o Tai eu só queria conversar com você, acho que merecemos comemorar.

— Eu também Tai, eu vou poder ver a Yolei, o Ken, o Cody e o TK. — Disse sorrindo ao pronunciar o apelido de Takeru Takaishi, o seu melhor amigo.

— E também a Mimi, o Izzy, o Devis e o Matt, mas não é sobre isso que eu vim falar aqui sério, é na verdade sobre outra coisa, a verdade é que Catherine me disse que amanhã ela também iria para o Japão, não é legal? Por isso eu disse “como?!” na hora da janta, pra você ver como o destino está ao nosso favor.

— É verdade — disse Kari sem saber que mais tarde se arrependeria de ter dito essas palavras.

Japão (Tóquio), Casa de Sora.

— Mamãe, eu estive pensando que tal se nós voltássemos para Odaiaba, eu estou morrendo de saudades e haverá um torneio de tênis lá e...

— Eu também estive pensando e acho que vamos voltar minha filha.

Austrália, (Em uma ilha qualquer daquele enorme arquipélago), Dormitório.

Joe estava sentado no seu dormitório vendo qual alternativa estaria certa, de como poderia cuidar de uma onça parda atingida por um tiro de um infeliz caçador que responderia um processo bem grande.

O sol estava apenas nascendo na Austrália ele estava sentado observando feliz, sentia muita saudade do Japão e não via a hora de voltar para lá, mas seus Mestres disseram-lhe que ainda teria de permanecer mais três meses ali.

Dividia seu dormitório com Tobias, o Tobb que também era um digi-escolhido com dezessete anos e viera de outro lugar, fui enquanto trabalhava para responder a questão que houveram batidos na porta e o Mestre Sammie entrou.

— Joe, vejo que você já esta á acordado, agora acorde Tobias Jackson, vocês foram transferidos para o Japão por alguns estudos avançados que os japoneses estão fazendo em... Minha nossa, é Odaiaba o nome dessa cidade? — Perguntou o australiano com um inglês forte.

— Sim — respondeu Joe feliz da vida, não sabia como, mas as coisas pareciam estar voltando para os seus lugares devagar.

Japão (Por falta de dinheiro não localizamos essa parte), Apartamento dos Motomya.

— Daisuke quem você pensa que é para falar assim com a sua irmã? — Perguntou a mãe de Davis. — Vá recolher suas roupas e fazer a mala, voltaremos a Odaiaba, seu pai finalmente arranjou um emprego melhor.

Aeroporto de Odaiaba.

O sol saia brilhante por atrás das gigantes montanhas verdes, de um lado do pequeno aeroporto, Matt esperava por Sora, Davis e Joe que chegariam na Seção A, TK esperaria na Seção B, por Tai e Kari, já Izzy e esperavam todos para uma festa na casa de Mimi. Yolei, Cody esperavam por Ken que chegaria depois do lado de fora do aeroporto.

Seção A.

Ao longe Sora aparecia com os seus cabelos balançando ao vento, uma blusa amarela e uma saia laranja e do seu lado vinha a sua mãe sorrindo, Matt ficou esperando como se aquilo fosse um sonho.

Do outro lado, Joe vinha falando animadamente com Tobb, os dois viram Matt e foram para lá rapidamente e por fim, um grito alucinado se deu pelo corredor e a irmã de Davis agarrou no pescoço de Matt.

— Ei! Quem você pensa que é? — Perguntou Sora praticamente arrancando a menina do pescoço de Matt. — Ah Matt, que saudades — disse abraçando o garoto que ficara sem reação.

— Eaê pessoal! — Disse Joe alegre, com seus óculos gigantes, do seu lado vinha Tobb, que falou um “oi”, tão baixo que quase ninguém ouviu.

Tobb apesar de ter 17 anos aparentava a idade de um garoto de catorze anos, não era tão baixo, mas seu sorriso o deixava com uma cara infantil e seus olhos verdes brilhavam como o de uma criança feliz. Magro e loiro, deixava as garotas suspirando por onde passava, mas não era galinha ao ponto de ficar com todas elas.

— Bem, acho que está na hora de nos encontrarmos com os outros. — Disse Matt por fim.

Seção B.

TK aguardava os seus amigos sentado em um banco impaciente, esperava por Kari a tanto tempo e agora que parecia que ela voltaria com Tai, tudo ficava muito mais difícil de acreditar.

Sentado com roupas completamente diferentes do que costumava usar, uma calça preta e uma blusa branca, o seu chapéu tivera a sua trocada para uma verde como o “capacete” que usara a muito tempo atrás.

O que não esperava é que aquelagarota estivesse ali.

— Buu! — fez uma bela garota loira de olhos azuis brilhantes e que falava japonês com um sotaque francês tão rápido que TK mal conseguia entender o que ela estava dizendo.

— Hm... Quem... É você, mesmo? — perguntou o garoto desconcertado por não saber com quem ele falava.

— Eu... Você não se lembra de mim Takeru Takaishi, eu não acredito, nos encontramos na França, quando Malomyotismon queria destruir a todos, você não consegue se lembrar? — perguntou ela, — Catherine é o meu nome, nos conhecemos na França. Seu avô...

— Ah! — Fez o garoto se relembrando da pequena francesa que encontrara a três anos atrás não acreditando que aquela criança, estivesse ali na sua frente muito mais atraente e...

— TK! — O berro foi ouvido até pela “Seção A”, pelo que comentara Matt depois de se reencontrarem.

Kari veio correndo enquanto Tai olhava para Catherine boquiaberto, TK se levantou e Catherine perguntou:

— Quem é aquela louca vindo no caminho? — Mas não deu tempo de TK responder e o abraço dos amigos parecera durar anos, as saudades todas postas para fora, tudo aquilo para fora...

— Será que dá para parar? — Perguntou Catherine.

— O que foi Catherine? — Perguntou Tai. — E bem, é verdade, os outros já estão nos esperando já faz algum tempinho, será que dá para irmos?

Os dois se separaram e então Catherine reconheceu a irmã de Tai, dos Estados Unidos e começou a se lembrar nos “Anos Insuportáveis” que estudara com ela, agora o caso era só esperar para ver no que daria.

Será só impressão minha ou esses dois são apaixonados um pelo outro?, Se perguntou, mas deixou isso mais para frente.

Eles se encontraram na portaria e os cumprimentos foram alegres, tristes e até mesmo engraçados, até que Yolei percebeu que faltava alguém...

— VOCÊS NEM PARA ME ESPERAR, QUERIAM IR ANDANDO E ME DEIXANDO PARA TRÁS... KARI! — disse olhando para a garota.

Kari havia crescido e também se tornada muito bonita, a conversa durou mais um minuto para acalmar Davis até que ele percebeu...

— Quem são esses dois novos? — perguntou olhando para Tobb e Catherine.

— Esse é Tobb, amigo do curso de enfermagem de Joe e essa é Catherine digi-escolhida da França, amiga de Tai dos Estados Unidos.

— Hm... Mas que barulho é esse? — Se perguntando foi quando todos perceberam que os seus digi-vices estavam apitando estranhamente.

Quando todos encostaram nos seus um Wizardmon apareceu, e disse:

— Hoje vocês estão para se reencontrarem apenas, amanhã a tarefa vai ser grande, Kari, Davis, Takeru, Yolei, Ken e Cody, amanhã na escola vocês farão como sempre fizeram para visitar o Digimundo, os outros, vão ser chamados, vocês ainda tem muito que aprender, a profecia está para se cumprir e A Guerra, não vai demorar. Apressem-se.

E então, o digimon se foi sem mais nem menos deixando todos encolhidos, olharam apenas para a face dos outro e apenas assentiram ficando quietos, sem entender o que havia acontecido, uma criança havia gritado quando vira o digimon e todos ficaram parados olhando para eles, sem dizerem nada, o pessoal que chegou com Matt entrou no carro dele e o pessoal que havia chegado com TK haviam ido de táxi para a casa de Mimi.

Carro de Matt.

O dia fora estava ameno e tranquilo e todos estavam quietos, exceto Davis que se sentia desconfortável, olhou para todos e por fim falou:

— Vocês entenderam muito o bem o que aquele digimon disse? — perguntou garoto, Matt olhou para trás no retrovisor e disse:

— Você ainda não percebeu? Amanhã vocês irão para o Digimundo e ficaram esperando, agora, eu acho melhor mudarmos o nosso rumo, vamos deixar cada um em sua casa, amanhã de manhã...

— E os outros? — perguntou Sora. — Eles estão todos se dirigindo para lá.

— É verdade. — Concordou Joe.

— Bem, posso dar minha opinião? — perguntou Tobb olhando sério para todos, — eu conheço a algumas quadras daqui, um centro, mas não um qualquer, é o Centro da Navegação e lá, há vários computadores o que...

— Não, não e não — disse Davis, — você escutou o que Wizardmon disse? Vocês vão ser chamados.

— É verdade. — Disse Tobb sem dizer mais nada, e então fizeram uma silenciosa viagem até a cara de Mimi, tendo o silêncio somente rompido pelos buracos das estradas.

Táxi.

O motorista dirigia devagar pela estrada que os levaria á casa de Mimi, e enquanto o passado ia ficando para trás, Tk, Kari e Yolei ficavam falando cada vez mais sob o acontecimento.

— Acho que vamos ver isso somente amanhã, ou na casa da Mimi, mas bem, já faz quanto tempo que vocês não vão no Digimundo? — perguntou Yolei.

— Umas duas semanas — disse TK, que ia somente ver Kari nos finais de semana.

— O mesmo tempo que TK, — disse Kari.

— Eu já faz tempo — disseram Cody e Ken quase ao mesmo tempo. Nos últimos anos eles haviam se entendido bastante.

— Eu acho que devemos falar sobre isso hoje, tentarmos ir para o Digimundo hoje mesmo, para que esperar por amanhã? — Perguntou Yolei.

— Eu não sei, mas eu acho melhor esperar até amanhã. — Disse TK.

— Qual vai ser a diferença? — Perguntou Yolei.

— Eu não sei, — disse Kari tomando a atenção para si mesma. — Mas eu acho que devemos falar hoje mesmo, a minha opinião é igual a da Yolei, vai que esteja alguma coisa muito grave acontecendo.

— É verdade, sem falar que Armadilomon já deve estar sentindo a minha falta. — Disse Cody.

— É verdade, agora pensando vejo como nos relaxamos com os nossos digimons e como o Digimundo. — Disse Ken.

E todos ficaram quietos por um tempo, depois começando conversar triviais até chegarem perto da casa de Mimi, quando Yolei eu um pinote e disse:

— Agora vamos ter que ajudar o Matt com a Sora! — Disse sorrindo. — Eu acho que os dois também formam um belo casal. — Disse Yolei olhando para TK.

— Eu achei que o Tai, gostasse da Sora, não? — Perguntou Cody.

— Todos achamos Cody. — Disse Ken, — mas para ele ter se oferecido á ir com a Catherine para o apartamento dela, alguma coisa estranha deve haver por aí...

— Outro casal que se daria bem era o Joe e a Mimi...

— Não, pêra aí! — disse Cody interrompendo a Yolei, — A Mimi não gosta do Izzy?

— Eu acho que não — disse Yolei levantando o nariz, — o Izzy não serviria para ela, ela é toda delicadinha, enquanto ele...

— Ele o quê? — perguntou Ken com o rosto ardendo e as bochechas vermelhas.

— Ah, deixa quieto...

— Vocês dois brigando? Eu achei que vocês também fossem um casal como a Kari e o TK!

Todos então ficaram em silêncio pensado nas ultimas palavras de Cody. Kari não ousava nem olhar para TK e o motorista do carro parou bem na hora em que Cody parecia querer falar alguma coisa.

Viram então Matt colocando o carro na enorme garagem, pagaram o motorista do táxi, desceram em silêncio até que por fim Yolei falou:

— É... lá vamos nós.


Notas finais
Espero que tenham gostado, desse novo capitulo da mesma fic, pois bem, é bem estranho, não se preocupem em criticar por favor, deem sugestões, critiquem ser for preciso, o próximo post, acontecerá no próximo domingo. Elton-. (ATUALIZADA)