The Vampire Diaries - Season 5 (Love Crushes)
2 02 - The outsiders
Notas iniciais
Boa leitura
Damon não respondeu, apenas assentiu e surpreendeu o irmão quando num segundo, quebrou o cabo da vassoura e enfiou no estômago de Stefan. Em seguida o pressionando contra a parede.
– Diga, Silas, o que você fez com o meu irmão?
A risada mórbida e estridente de Silas ecoou por toda a mansão e então ele fixou seu olhar em Damon. No segundo seguinte, o pedaço da vassoura que servia como estaca, já não estava mais em Silas e o mesmo havia atirado Damon para o outro lado do cômodo.
Elena entrou na sala correndo, sendo seguida por Jeremy. Ambos não entenderam nada.
– Stefan, o que está fazendo? — disse a jovem, incrédula, já amparando Damon a se levantar
– Ele não é o Stefan. — Damon cuspiu as palavras — É o Silas.
– Silas? — Jeremy desacreditou
– Exato. — o vilão interferiu — O primeiro imortal, que não tem como ser morto... nada melhor do que haver alguém como ele... um igual, um duplicato... que possa ser morto.
– Você matou meu irmão! — o Salvatore mais velho vociferou e partiu pra cima de Silas novamente, o que foi inútil, novamente o moreno foi ao chão
– Como você está aqui? — Elena deu um passo a frente — Bonnie acabou com você, não deveria estar aqui.
– Bonnie, Bonnie, Bonnie... — Silas debochou — Bonnie está morta, então, o feitiço dela se foi.
Damon cambaleou após levantar, por um breve momento ele pensou em atacar novamente mas então voltou para perto de Elena e Jeremy.
– Espere, você disse ''um duplicato''? — Elena questionou novamente — O que quis dizer com isso?
– O que você acha que eu quis dizer? — Silas abriu os braços como se fosse a coisa mais óbvia do mundo — Assim como você e Katherine, Stefan é meu duplicato. Essa é minha real aparência, eu e ele somos iguais... se bem que, ele deve estar um pouco diferente de mim agora devido a água do fundo do rio que deve ter deixado a by Text-Enhance\">pele dele como um ''belo'' maracujá apodrecido.
– O quê?! — Damon olhava furiosamente para o adversário, frustrado por saber que não seria páreo para ele — Onde está meu irmão?!!
E num piscar de olhos, Silas não estava mais lá. Damon bufou de raiva, Elena não soube o que dizer e Jeremy já estava calado há muito tempo.
(...)
– Rebekah, por favor. — Matt insistiu — Ela não merece seu tempo e sua intenção.
– Ohh que meigo. — Katherine disse tossindo, com a garganta sufocada pela pressão da mão da loira
– Cala a boca! — Rebekah imperou com raiva, mas então trocou um breve olhar com Matt e logo desistiu do que planejava e voltou a falar com Katherine — Você, saia daqui agora. E para o seu bem, é melhor que eu não te veja.
Rebekah soltou Katherine e abriu a porta, a vilã não exitou em sair. Matt suspirou aliviado após fechar a porta.
– Eu pensei que você fosse matar ela.
– Eu ia.
– Por que?
– ''Por que''? — ela ironizou a dúvida de Matt — Essa vadia merece tudo de ruim que possa acontecer com ela e ainda mais.
– Esqueça ela. — ele pediu docemente — Você mesma disse que essa será a nossa viagem, então permita que seja.
Ao ouvir aquilo, foi como se a raiva de Rebekah nunca tivesse sequer existido, um brilhante sorriso se abriu em seu rosto e Matt pegou nas mãos dela.
(...)
Caroline e Tyler estavam no banco de uma praça, sozinhos, a cabeça dela debruçada sobre o ombro do parceiro. Eles não conversavam, não era necessário naquele momento, apenas precisavam ficar um ao lado do outro.
Mas o momento foi interrompido quando o celular dela tocou, era Elena.
– Elena? Tudo bem? Por que está ligando a essa hora?
– Caroline, preste atenção: Silas voltou, tome cuidado, ele pode ser qualquer um... é complicado explicar agora mas se vir o Stefan, fuja. Eu falo com você depois.
– Tudo bem. — Caroline assentiu e então desligou, Tyler não havia ouvido a conversa e a loira não deixou transparecer sua dúvida em relação ao homem que estava ao seu lado ser realmente Tyler
(...)
Era alta madrugada, mas ele não estava nem aí. Jeremy andava pelo jardim da mansão Salvatore, chutando pequenas pedrinhas quando estas se encontravam no caminho, ou esmagando folhas secas.
– Jer... — aquela voz soou como a mais bela das melodias aos ouvidos do rapaz, que se voltou diretamente a origem da voz — ... eu estou aqui.
Era Bonnie... seu espírito. Jeremy mal a viu e as lágrimas começaram a brotar em seus olhos, poucos segundos mais tarde elas já escorriam por seu rosto.
– Bonnie. — ele se aproximou, os passos foram ganhando velocidade rapidamente até que se encontrou o mais perto possível dela — Me desculpe, Bonnie. Me desculpe... eu contei á eles, eu contei o que aconteceu com você.
– Jer... eu te pedi.
– Elena tinha o direito de saber, ela é sua melhor amiga. Passaram por muita coisa juntas. Bonnie, eu te prometo, nós vamos encontrar um jeito de trazer você de volta pra nós. Eu vou, nem que tenha de fazer isso sozinho.
– Não faça isso. Pode ser perigoso, eu quero muito estar com vocês, estar com você mas se isso significa colocá-los em perigo eu prefiro continuar aqui. Não se arrisque por mim.
– Mas precisamos de você, eu preciso de você.
– E eu também. — ela fez pausa para tentar conter as lágrimas, o que foi inútil — Eu quero ficar com você, mas se isso fizer com que aqui seja o lugar onde ficaremos juntos, eu prefiro que não aconteça.
– Mas e quanto a Elena? E quanto a Caroline? Elas não podem ver espíritos como eu posso, elas não podem ver você. É injusto, Bonnie, eu não desistir de você... nunca.
(...)
E um pouco distante da civilização de Mystic Falls, numa caverna um tanto quanto bem ajeitada... um rapaz jovem, de pele morena, cabelo curto e preto... conversava com aquele que ele havia resgatado do fundo de um rio há poucos dias.
– E aí? — disse Troy, o garoto — Então quer dizer que você é o duplicato do Silas, uma versão dele que pode morrer. E diga-se de passagem que estava completamente assustador quando eu e minha irmã te achamos.
Stefan sorriu de canto
– Por falar na sua irmã. — Stefan pigarreou — Onde ela está?
– Bom, faz alguns dias que te achamos, o certo é procurar o seu irmão e trazer ele aqui. Silas já pode até estar dentro da sua casa e ninguem fazer ideia de com quem está lidando.
– Se isso aconteceu, duvido muito que Damon não saberia reconhecer uma farsa do irmão dele. — o Salvatore mais novo apontou um dedo para Troy — Agora, sempre que eu faço essa pergunta você dá voltas e voltas e nunca diz nada que eu queira saber. Quem são vocês? O que querem aqui? Eu sei que me salvaram e cuidaram de mim mas mesmo assim acho que eu deveria saber quem são.
– Stefan, eu sei que deve estar desconfiado mas eu e Lacey achamos melhor esperar nosso primo chegar, para podermos explicar tudo.
– Faz dois dias que você disse que ele está chegando. — Stefan o lembrou — E até agora nada.
– Ele me ligou. Disse que surgiram uns imprevistos mas que pela manhã deve estar chegando.
– As únicas coisas que você me disse foram seus nomes e que seu primo é um vampiro, fora isso eu estou cego.
– Relaxa, ele vai chegar logo.
(...)
Pela manhã, Elena quase amaldiçoou o maldito ou maldita que batia na porta aquela hora. Damon chegou antes dela e atendeu. Era uma jovem moça com lisos cabelos loiros... humana.
– Quem é você? — ele perguntou
– Meu nome é Lacey.
– Tudo bem, Lacey, quem é você? — ele repetiu ironicamente como se a informação não valesse de nada
– Alguém que quer ajudar. — ela deu um passo a frente — Agora nós podemos ficar aqui e falar sobre mim, ou eu posso levar você até seu irmão.
Os olhos do moreno se arregalaram, assim como os de Elena que se encontrava logo atrás dele.
(...)
– Caroline, espera! — Jeremy disse quando viu a loira andando na calçada, ela automaticamente o esperou e então eles continuaram caminhando — Eu vi ela, falei com ela ontem. Com a Bonnie.
– Bonnie! — exclamou feliz — O que vocês conversaram?
– Ela tentou me convencer a desistir de encontrar um meio para a trazer de volta, mas eu não vou. Me ajude, Caroline. Eu vou encontrar um modo com ou sem ajuda, mas sem ajuda vai demorar mais.
– Jeremy, eu quero a Bonnie de volta tanto quanto você mas não adianta nada entrar em território desconhecido com os olhos vendados.
Jeremy arqueou uma sobrancelha
– O quê? — disse ele em dúvida
– O que eu quero dizer é que é preciso saber onde procurar, o que procurar e quem procurar. Nós não conhecemos, ou eu pelo menos não conheço, nenhuma bruxa. E não sei onde encontrar alguém de confiança... — Caroline parou de falar assim que algo veio a sua mente e então ela sorriu — ... a menos que, pode ser.
– Pode ser o quê?
– Pode ser que alguém possa ajudar, ou que esse alguém conheça alguém que pode ajudar.
– Quem?
(...)
Katherine acabava de comer algo numa lanchonete. Ela já ia se retirar quando alguém sentou-se de frente á ela.
– Stefan? — disse ela — A que devo a honra?
– Stefan... — Silas riu — ... tente de novo.
– Silas. — ela ficou séria — Como é possível?
– É uma longa história e eu adoraria contar mas não é pra isso que estou aqui, se é que estou aqui. Como você pode saber se está realmente falando comigo ou estou apenas na sua mente? Tudo bem, vamos pular a parte chata. Posso ver que você agora é humana, tomou a cura.
– Contra minha vontade. — ela enfatizou — Minha querida vadia Elena enfiou ela garganta abaixo em mim. Agora estou assim: fraca, vulnerável.
– Nada bom. — Silas estalou a língua um par de vezes — Ainda mais pra alguém como você. Com certeza você deve ter mais pessoas querendo sua cabeça numa bandeja do que querendo te dar um abraço. Se é que tem alguém que queria te dar um abraço por ai.
– Por que está com a cara do Stefan?
– Eu acho que a questão devia ser... porque o Stefan tem a minha cara? Não acha? — ele disse e na hora Katherine pareceu entender
– Vocês dois. — ela cerrou os olhos — Ele é seu duplicato?!
– Bingo!
(...)
Stefan e Troy estavam em silêncio na caverna, até que ouviram passos se aproximando. Stefan pode perceber que eram três pessoas... e logo Lacey apareceu, sendo seguida por Damon e Elena.
– Aqui está ele. — Lacey disse e saiu do caminho
– Stefan. — Damon murmurou e ficou frente a frente com o irmão — O que aconteceu? Silas... você.
– Então eu imagino que ele já deva ter feito sua primeira aparição. — Troy comentou — Demoraram pra descobrir?
– Eu desconfiei o dia todo, mas a noite eu tive certeza.
– Onde você esteve? — Elena perguntou — Silas disse alguma coisa sobre um rio, algo assim?
– É, ele fez comigo o que eu ia fazer com ele. Por causa da Bonnie, ela se foi. Ela já estava morta no dia da formatura. E agora, sem a Bonnie, a única forma de nos livrar dele e com a cura. Onde está?
Damon e Elena se entreolharam
– Por que essas caras? — ele ficou desconfiado — Onde está a cura, Elena?
– Nesse momento... no organismo da Katherine.
– Maravilha! — ironizou
E então mais passos foram ouvidos, se aproximando cada vez mais. Até que um homem adentrou o espaço onde eles estavam. Ele era alto, olhos verdes, pele bronzeada e cabelo castanho claro. Era Daniel, o vampiro primo de Troy e Lacey.
– Hey. — disse ele, em seguida olhando diretamente para Elena, o que despertou a desaprovação de Damon — Vejo que não me esperaram.
– Não se preocupe. — Troy brincou — Deixamos as explicações principais pra você.
Notas finais
Espero que tenham gostado
Se houver comentários, a fic continua... beijos
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