The Vampire And The Maid
10 TENtação
Notas iniciais
eu sei que, mais uma vez, eu atrasei, e peço desculpas x.x
é que eu tive uns probleminhas e tals (semana de prova, coisas acontecendo aqui em casa, meu Ronan tava precisando da 4º skill) ENFIM, mas fiquem felizes de saber que eu sempre atualizo essa fic primeiro e tals, então ela é a que menos atrasa
outra coisinha tbm, desculpem o trocadilho infame no título do cap. não pude resistir -Q
outra coisinha² acho que de todos os cap. esse foi o que eu mais gostei de escrever xD não sei bem o por que... mas amei de mais
outra coisinha³ esse cap. sera narrado inteiramente pelo nosso lindo/maravilhoso/perfeito/tesudo/sonho de consumo, Usui ♥
outra coisinha4 -q eu vi que temos leitores novos, então
Okaerii ~espero que gostem e aos leitores antigos, obrigado por acompanharem e aguentarem meus atrasos x.x se quiserem me ligar p/ me cobrarem a fic fiquem a vontade para pedir meu número -QQQQ
puts, falei de mais, ENFIM, boa leitura seus fofos ♥
Usui ~
Cinco dias se passaram desde aquele “incidente” e, apesar do ocorrido, tudo parece tão normal. É claro que a Misaki mudou um pouco comigo, mas eu achei que tal mudança seria mais radical. Pra falar a verdade, até estranhei a rapidez dela em absorver o que aconteceu.
Estava chovendo muito estava um pouco frio, uma condição climática que eu aprecio muito. Estava sentado na minha cama, encarando o vidro úmido da janela. As coisas estavam mais calmas e tal calma me incomodava um pouco. Igarasi é do tipo imprudente, na verdade eu tenho quase certeza de que ele deve esta tramando algo, se é que já não tramou! Essa clamaria esta me tirando do sério. passei a mão por sobre meu cabelo, bagunçando o mesmo. Fui acordado de meus devaneios pela porta se abrindo e dela passando Miyazono.
-Não sabe bater? – disse ríspido, ele é realmente abusada.
-Ara! Alguém acordou com a macaca – respondeu a loira, me alfinetando .
Bufei e deitei na cama: — Se não tem nada de importante...
-Na verdade, eu tenho sim – ela deu uma leve pausa, tentando fazer um clima se suspense – Adivinha o que eu descobri
Respirei fundo e respondi quase que aos berros: -Miyazono eu realmente não estou com saco para-
-Eu falei com o Igarasi –a loira enfim assumiu um tom sério. Levantei imediatamente para fita-la. A loira retirou um envelope e me entregou o mesmo
-O que é isso? –indaguei enquanto fitava o envelope em minhas mãos. Ele tinha vários detalhes, parecia até um convite.
-Abra, é uma mensagem do Igarasi
Hesitei um pouco, mas logo o abri. Dentro do envelope, uma folha tão trabalhada quanto o que a envolvia e aquela letra... É mesmo a letra dele:
“Há quanto tempo Takumi. Demorei muito para acha-lo, devo admitir que você é bom em ser discreto.
Mas vamos direto ao assunto. Estou com saudades e queria te ver. Na verdade, então decidi aproveitar o fato de seu irmão estar no país e decidi fazer uma festinha. Então seria bom se você comparecesse, não é? Ah, e seria incrivelmente adorável se você levasse a sua meido, já ouvi falar dela e eu realmente queria conhecê-la.
Espero-te na festa daqui a dois dias.Igarasi”
Apertei a carta que jazia em minhas mãos, maldito! Depois de tanto tempo tentando evitar tudo aquilo... Trinquei os dentes, amassei a carta formando uma bolinha de papel e a remessei em um canto aleatório.
-É tão ruim assim? – indagou Miyazono enquanto me encarava
-Esse maldito quer nos reunir – massageei minha testa
A loira pegou a carta amassada que estava jogada no chão. Ela a desamassou e começou a ler a mesma: -Você sabia que isso aconteceria mais cedo ou mais tarde – completou depois de concluir a leitura
-Eu sei... – me levantei e caminhei até a suíte. Fui até pia e molhei meu rosto – Eles querem que a Misaki vá comigo... – disse enquanto encarava a água da torneira caindo
-E o que você pretende fazer?
-Se eu a esconder vai ser pior... – fechei a torneira e olhei para o espelho, vazio. Não tinha reflexo algum. – Ela acabou se envolvendo com um monstro – sussurrei um pouco mais alto do que planejava
-Não fique se culpando. Até por que, não escolhemos por quem nos apaixonamos – pude ouvir uma leve risada dela
-Não estou apaixonado – disse ríspido
-Esta bem. De qualquer forma eu vou indo, tem coisas que eu preciso fazer. Quando decidir o que vai fazer, me chame.
Ouvi o barulho da porta se fechando. Peguei a toalha e passei pela minha face. Sai da suíte, mas fiquei encostado na porta: -Eu não estou apaixonado... Estou? – sussurrei
É verdade que eu sinto algo inexplicável pela Misaki... Na verdade, um desejo inexplicável, mas não acredito que seja algo como “amor”. Na verdade eu nunca amei alguém, então não sei como é se sentir apaixonado. Pensei mais um pouco a respeito, joguei-me na cama novamente, mas me senti meio incomodado com aquilo e acabei descendo.
/////
Era pouco mais de meio dia. Eu estava na cozinha, encarando Misaki que estava cozinhando. Eu parecia uma criança esperando pela comida, mas eu pouco me importava para o que a Misaki estava fazendo pra comer, até por que eu não comeria mesmo. Mas aquilo que a Miyazono me falou ainda ecoava pela minha cabeça.
Apaixonado? Será? Mas como posso saber? Eu continuava encarando a jovem que parecia meio incomodada. Ela me olhava vez ou outra, mas logo virava a cara. Depois de um tempo a jovem virou para mim dando um tapa na pia:
- Você vai ficar me olhando?! – exclamou em voz alta
-Eu estou pensando – respondi da maneira mais boba possível – Misaki-chan eu posso te fazer uma pergunta?
-Acabou de fazer uma – retrucou enquanto abria uma das gavetas para pegar uma colher de pau – E não coloque “-chan” no meu nome
-Misaki-chan, você já se apaixonou por alguém?
A pergunta foi bem repentina e a reação dela foi meio engraçada. Ela acabou deixando a colher de pau cair no chão: -M-mas que tipo de- de pergunta é... É essa? – indagou gaguejando enquanto se abaixava para pegar o objeto que deixará cair. Percebi também que os batimentos cardíacos aceleraram.
-Ora Misaki, você entendeu – permaneci encarando a jovem, seu rosto estava tão vermelho
Ela hesitou bastante em responder e o silêncio se fez presente por um bom tempo, na verdade, só podia ouvir seus batimentos cardíaco. A jovem ficou de costas para mim, mexendo nas panelas. Quando eu achei que ela não iria mas me responder ela começou com a voz meio baixa e falha:
-Eu... Não sei
-Como não sabe?
-Eu simplesmente não sei! Mas... – ela parou.
-Mas? – insisti, queria saber o que mais ela tinha para falar
-Nada Usui, me deixa trabalhar em paz!
A jovem largou a panela no fogo e foi até a pia, pegou uma faca e passou cortar uma batata. Eu sabia que fazer a Misaki falar de algo assim seria difícil, mas agora eu estava mais curioso que antes. Levantei e fui me aproximando sutilmente
-Vamos Misaki-chan, continue o que você iria falar – insisti
-Nada de mais Usui – ela parecia estar nervosa. Parei de me aproximar. Os batimentos cardíacos dela dispararam mais. – Já falei pra me deixar em paz!
Eu adoro quando ela fica assim, cheia de vergonha, isso me excita! Na verdade, a Misaki em sim me instiga. Não sei explicar mas a algo nela que me seduz. Eu a fitava meio distante, a olhava de cima para baixo. Ela é linda, mas acima disso, o jeito dela é o que me chama mais a atenção. Aproximei-me um pouco mais, ficando atrás dela
-Só irei embora quando completar aquela frase – podia quase sentir o coração dela, ouvir o sangue correr por suas veias, algo extremamente tentador. Minhas presas pareciam formigar.
-Não tenho mais nada pra falar – a voz dela saiu meio rouca.
Eu estava a poucos centímetros dela e me segurando a todo custo. Uma enorme vontade de agarra-la e de cravar minhas presas nela tomava conta de mim. Um desejo tão forte que acho que não desapareceria mesmo que eu sugasse todo o sangue dela. Aquilo estava ficando perigoso. Eu estava prestes a me afastar quando um aroma doce me invadiu.
Um aroma tão doce, familiar e tão hipnotizante. Olhei para Misaki, o cheiro vinha dela, tinha certeza. A jovem levou a mão até a torneira da pia, mas eu a segurei viando-a pra mim. Seu coração estava descontrolado e ela não me encarava, em sua mão havia um corte.
Segurei a mão cortada e a levei até meus lábios, lambendo o sangue que escorria do mesmo. O sangue dela é tão tentador, tão delicioso. Enquanto lambia o sangue da palma da mão da menor, minhas presas roçaram levemente na pele dela. Perigoso... eu já estava excitado. O mais correto seria recuar, sair de perto dela, mas não consegui e no fundo não queria.
Eu a encarei e pela primeira vez, ela me olhava. Passei minha língua pelo corte de sua mão, que se fechou segundos depois. O contato visual permanecia, eu me aproximei mais, a menor não tinha como recuar e parecia não querer fazer isso. Imprensei levemente o corpo dela contra o meu e a beijei. Eu a desejo tanto! O beijo foi intenso e eu a pressionei mais. Eu explorava cada canto da boca dela, cada parte, tudo era tão... Delicioso. Eu tenho me segurando tanto. O desejo de um vampiro é infinitamente mais intenso do que de um homem normal.
Separei nossos lábios, ela estava ofegante. Sentir a respiração descompassada dela é uma sensação tão boa. Fico me perguntando como deve ser seu gemido. A jovem estava corada e pareceu ter percebido que eu estava ereto. A menor desviou o olhar, aquela não fora a primeira vez que eu fiquei ereto, mas tenho certeza de que é a primeira vez que ela percebeu.
Encostei meu rosto no dela e sussurrei em seu ouvido: -Eu nunca desejei tanto uma pessoa na minha vida... Não como te desejo...
Meu corpo clamava pelo corpo dela, mas eu não queria intimida-la, na verdade eu já estava passando dos limites. Eu a soltei, mas para minha surpresa a menor me puxou de volta e sem me encarar voltou a encostar o corpo no meu. Suas mãos pequenas e macias passaram por minhas costas e ela a fundou o rosto em meu peito. Ela parecia tão frágil, uma cena tão difícil de ver.
Eu tinha receio de fazer algo, então ficamos abraçados por um tempo e tal momento só foi quebrado pelo barulho da porta. Alguém estava vindo e quando Misaki percebeu isso, tratou de me empurrar e voltar a fazer a comida.
-Usui-sam – era o motorista- Eu já levei a Miyazono-sam em casa, se o senhor precisar de mim, estarei a espera – o filho da mãe estragou o momento e nem percebeu. Eu apenas assenti e ele foi embora.
O clima romântico acabou da pior maneira. Eu não vou dizer que aquilo me broxou por que... Bem, e ainda estava... Meu... Duro, mas clima? Cadê? Suspirei, sempre tem alguma coisa pra atrapalhar.
Estava prestes a sair quando me lembrei de avisar algo importante: -Misaki, antes que eu esqueça – a jovem não me encarava – Daqui a dois dias haverá uma festa e você vai comigo – ela me olhou meio confusa
-Festa? – indagou meio confusa. O rosto dela ainda estava levemente corado
-É, depois a Miyazono te passa os detalhes
Sai da cozinha antes que ela me perguntasse mais alguma coisa. Parei no meio da sala e olhei para baixo, estava mais calmo. Cochei a nuca, eu não sei até quando vou conseguir resistir a tentação, mas eu só espero não fazer nenhuma besteira.
Notas finais
mandem suas reviews para a titia aqui ♥ e até a próxima xD
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