The Vampire And The Maid
8 Oito segundos
Notas iniciais
E bom, 90 reviews, vcs não sabem a felicidade que deu quando eu vi isso ahshashhas muito obrigado mesmo!
De qualquer forma meus lindos, boa leitura
As semanas estavam passando e eu estava me acostumando cada vez mais a aquele emprego. Na verdade, até estava começando a me acostumar com as provocações do Usui. Bom, ele ainda me tira do sério, mas estou começando a ignorar certas provocações. As ultimas semanas estão passando bem rápido e minha rotina esta começando a ficar mais “agradável”. Porem, essa calmaria toda esta me deixando mais inquieta do que nunca. Bem, como eu posso explicar... Eu sinto que algo de ruim vai acontecer. É estranho e pode ser apenas uma besteira minha, mas as vezes eu me arrepio toda só de pensar no que pode acontecer. As vezes penso que estou ficando paranoica e procuro não ficar pensando no assunto.
Hoje eu fui dispensada do trabalha muito mais cedo do que de costume, então fiquei em casa ajudando minha mãe. Na verdade, eu não entendi por que o Usui me libero tão cedo, não era nem meio dia quando ele disse que eu poderia ir embora, mas, mesmo não entendendo, decidi não perguntar nada. Droga, eu não quero ficar pensando nisso! Pensando no trabalho... No Usui. Me recuso a ficar pensando nele no meu dia de folga.
-Misaki-chan, não precisa fazer a comida se não quiser – insistiu minha mãe. Ela não gosta que eu fique trabalhando durante as minhas folgas, mas eu sempre acabo ajudando ela, afinal, não custa nada, né?
-Tudo bem mãe, já esta quase pronto. Você deve descansar
-Mas a folga é sua
-Mesmo assim eu insisto – sorri para ela, para transmitir confiança. Só então ela realmente descansou
Eu realmente gosto de ajudar minha mãe, principalmente por que a saúde dela não é das melhores, então estou sempre ajudando ela. E alem do mais, para mim que trabalha como empregada de segunda a sábado, fazer o almoço é algo tão simples e rápido por conta da prática. O cheiro estava ótimo, olhei para a janela. Meus pensamentos voaram e por um momento eu pensei em Usui. Ele nunca almoça né? Ah, paro Misaki, balancei a cabeça, nada de Usui hoje.
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Era pouco mais das seis quando recebi uma mensagem no celular. O numero era restrito, mas no final estava o nome da pessoa, espera, Usui? Não me lembro de ter dado meu numero de telefone para ele. Mas de qualquer forma eu estranhei mais ainda a mensagem. Dizia algo para eu ir até o parque encontra-lo, que ele queria falar comigo uma coisa importante. Será que eu devo acreditar nele? Quer dizer, ele vive fazendo umas brincadeiras sem graça. E se isso for uma das brincadeiras dele? Por outro lado, se for serio... Não que eu esteja preocupada com ele. Fiquei fitando a mensagem por um bom tempo, decidindo se iria ou não. Olhei para o relógio, não esta tão tarde. Suspirei, acho que eu devo ir, afinal de contas, ele ainda é meu patrão certo?
Não demorei muito para me arrumar, na verdade tomei um banho e coloquei uma roupa bem simples. Cheguei no parque sete e meia, a hora combinada na mensagem. A praça estava bem vazia e estava escuro, nem parecia sete e meia, tava com cara de dez ou onze da noite. A pracinha era bem aconchegante com várias arvores. Eu andava entre as arvores olhando para os lados, procurando o loiro, que estava atrasado. Passou uns dez minutos e nenhum sinal dele, estava quase desistindo.
Estava caminhando entre as arvores do parque, numa trilha de pedra. Não havia ninguém por perto e uma brisa extremamente fria me fez arrepiar. Olhei para trás e percebi que havia um homem caminhando na minha direção, me virei e apertei o passo. Quando fui olhar para trás novamente o homem desapareceu. Virei-me e me surpreendi com o mesmo homem a poucos centímetros de mim. Por reflexo eu deu um passo para trás, mas o homem me puxou pelo braço.
-É ela, não é? – indagou o homem. Eu simplesmente não entendi. Tentei puxar meu braço de volta, mas ele me segurava com uma força descomunal
-Ah sim, é ela mesmo – olhei para trás e havia outro homem. Ambos estavam com o corpo praticamente coberto por uma capa negra, mal dava pra ver o rosto deles
-O que vamos fazer com ela? – indagou o que me segurava
-Vamos leva-la ora. Igarasi-sam ficarácontente se a levarmos
-Me solte! –ordenei puxando meu braço.
O homem que me segurava levantou uma das mãos. Ela tinha unhas enormes, pareciam garras de algum animal. Gelei, estava com ódio e medo ao mesmo tempo
-Ei, não a machuque
-Mas ela esta me estressando — o homem que me segurava levantou levemente o capuz que cobria seu rosto. Seus olhos eram vermelhos, não um simples vermelho, eles pareciam dois rubis – Prometo que será só um arranhãozinho – ele aproximou a ponta da unha na direção do meu pescoço
Numa tentativa desesperada de fugir, eu o chutei, mas meu chute, mesmo sendo certeiro, não causou nenhum dano a ele, pelo contrario, o homem apenas riu de mim.
-Ora, a gatinha sabe brigar? – disse o que segurava, entre uma gargalhada e outra. Por mais que eu tentasse esmurra-lo, era inútil. –Bem, já chega de brincar – ele levantou a mão e a cerrou em um punho.
Fechei meus olhos, já esperando um futuro golpe, que não veio. Quando abri meus olhos Usui estava segurando o braço dele.
-Solte ela, agora! – ordenou ele. Seu tom de voz era amedrontador e totalmente diferente do que eu estava acostumada.
-E se eu não quiser? – indagou o homem, provocando o loiro
-Se é assim – o loiro mantinha uma postura assustadora
Eu realmente não entendi o que aconteceu, só sei que em uma fração de segundos, eu já estava suja de sangue e a mão do Usui havia atravessado o crânio do homem que me segurava. Arregalei meus olhos. Não entendia nada e aquilo parecia surreal. Queria correr, mas minhas pernas falaram e eu acabei permanecendo no mesmo lugar, vendo aquela cena. O loiro retirou a mão do crânio do rapaz. A cena parecia em câmera lenta agora, o corpo dele caindo no chão. Eu não sabia o que fazer.
-Você tem duas opções. – Usui se virou para o outro que parecia tão atordoado quanto eu – Fugir ou se tornar um cadáver, escolha.
O homem apenas fugiu. Eu continuava a encarar o cadáver rodeado por uma poça de sangue. Uma cena digna de filmes de terror. Não sabia o que exatamente havia acontecido, mas aquilo com certeza não era normal. O silencio era torturante, porem eu não sabia se queria realmente quebra-lo, até por que, eu não sabia o que dizer. Olhei para o loiro que continuava parado. Seus olhos estavam da mesma cor que o sangue que sujava sua face. Ele não me encarava
-O que... –não consegui formular uma pergunta
-Me desculpe
Ele levou uma das mãos até meu rosto e de repente tudo escureceu. Não sei de mais nada, só sei que naquele momento, eu desmaiei.
Notas finais
ah e eu terminei na melhor parte de propósito e -apanha/leva pedrada- não me matem ou nunca saberão o que vai acontecer MUAHAHA -QN
até o próximo -prometo não atrasar
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