The Truth About Love!
15 XV- Quarto
Notas iniciais
O loiro de olhos cinzas acordou cedo aquele dia. Era uma manhã extremamente quente em Londres. Max que já era acostumado com algumas manhãs quentes acabou achando que aquela era quente demais. O loirinho levantou com seu pijama e reparou que a quente manhã também afetava Guilherme. O garoto de cabelos castanhos estava com uma perna fora da cama e o cobertor jogado pelo chão. O castanho havia dormido apenas de cueca e estava excitado.
Max visualizou o corpo moldado de Guilherme. A cueca era justa, bem colada ao corpo natural de Guilherme. O membro excitado do castanho estava quase saindo do cós da cueca apertada. Max parecia hipnotizado com o corpo de Guilherme. O loirinho usava a calça comprida e a camisa longa do pijama.
Vagarosamente o loirinho se aproximou e se ajoelhou na cama do castanho, o membro do castanho estava chamando a sua atenção. Os dedos trêmulos do loiro se aproximaram da roupa íntima de Guilherme e mesmo nervoso, Max tocou os dedos o membro do castanho que estava sob a cueca. Max circundou com a ponta dos dedos a glande do brasileiro e apertou lentamente.
Guilherme se mexeu com o ato assustando o menor. Max olhou Guilherme com os olhos cinzas arregalados, mas o brasileiro ainda não havia acordado. O garoto britânico, embora soubesse que aquilo era errado, estava excitado, seu pênis tremia dentro da roupa e o loirinho levou a mão esquerda até o membro e apertou o mesmo sentindo a excitação. Max deslizou os dedos pelo membro do brasileiro e nem percebeu os olhos do maior abrirem.
Guilherme sentia a mão do menor tremendo, talvez por medo, talvez por excitação, mas constatou que era por excitação ao ver o membro do maior duro sob a roupa e uma pequena mancha no lugar onde a glande estava, o que Guilherme achou ser o sêmen já expelido do loirinho.
—Está gostando de pegar ai? –Perguntou em português, como se ainda estivesse no Brasil.
—Ah... –Max suspirou nervoso e tirou a mão do membro do castanho, se sentou no chão com o impacto e levou as mãos até o membro duro como uma rocha. –O-o que você disse? –Perguntou nervoso, não entendia uma palavra de português, tremeu pensando o pior, talvez Guilherme tenha lhe xingado em português.
—Eu disse: “Está gostando de pegar ai?”. –Max ficou vermelho, aliás, mas vermelho do que já estava e Guilherme não aguentou. Estava sem sexo e morrendo de saudades de Emanuel, mas Max mexia com sua excitação.
Sabia que com Emanuel sempre seria passivo e não se importava com isso, afinal Emanuel era um verdadeiro furacão e o castanho era um tremendo apaixonado pelo loiro, mas o loiro era lindo e mexia com seu lado ativo. Afinal, Guilherme já havia dormido com garotas e gostava de “usar o pênis” algumas vezes.
O castanho se levantou e puxou o menor de uma vez, Max suspirou assustado e levantou rapidamente. Guilherme atacou os lábios fininhos do britânico que gemeu ao sentir o toque mais evasivo do castanho. O castanho arrastou o corpo do britânico até a parede e fez um sanduíche com o corpo do loirinho. Max gemia, mas seus gemidos eram abafados com o beijo. Guilherme atacou a bundinha arrebitada de Max e levou os lábios até o pescoço excessivamente branco do loirinho. Max gemia, quase gritava sentido os toques firmes de Guilherme. Sua bunda era apertada pelas mãos hábeis de Guilherme e seu pescoço era o lugar onde ficaria marcado com os chupões singelos do brasileiro. Max gemia e gemia apertou com força os ombros do castanho, suas mãos não se moviam estava extasiado de tanto prazer.
Uma das mãos de Guilherme foi até o membro do loirinho e apertou. E Max gritou, gritou e suas pernas ficaram fracas e quase cederam, o loirinho só não caiu, pois tinha seu corpo segurado por Guilherme. O castanho olhou para baixo e reparou que a calça do loirinho ficava mais molhadinha, Max havia tido outra ejaculação e seu rosto estava extremamente vermelho. Guilherme caiu em si e percebeu o erro a tempo. Saiu de perto do loirinho e foi direto ao banheiro.
Max escorreu encostado na parede e sentou-se. Ficou recuperando o folego e triste por a sensação terrivelmente boa sair de si. Era a primeira vez que tinha ejaculado com prazer. Max não se masturbava e na primeira ejaculação do dia o loirinho estava tão fora de si que nem havia reparado. Quando Max voltou a si, Guilherme já estava de pé na sua frente, vestido com o uniforme da instituição que na opinião do loirinho caia tão bem no castanho.
—Por quê?
—Hã? Porque o que?
—Porque não transamos? Eu achei que você fosse... Fosse... –Max estava nervoso, não queria soar vulgar, mas sabia que seria o passivo. –Me comer?
—O que te fez pensar isso?
—Você... Você me pegou, apertou minhas nádegas... Me jogou na parede...
—Foi apenas um momento sem pensar... Desculpe-me...
—Guilherme... Você quer voltar ao Brasil?
—É o que eu mais quero! –Falou o castanho sem dar muita atenção.
—Então... –Max levantou e começou a mexer no seu baú que ficava próximo a sua cama. –Toma! –Guilherme olhou para a mão do loirinho. Tinha dinheiro, muito dinheiro. Um punhado de libras que daria para ir, voltar e ir novamente para o Brasil. O castanho olhou e tentou pegar o dinheiro, mas Max foi mais rápido e tirou de perto do castanho. –Você transava por dinheiro no Brasil e se quiser voltar para lá, vai ter que transar comigo aqui...
Guilherme se afastou do loiro. Max estava decidido. Seus olhos brilhavam, mas não era só desejo. Era paixão. Max estava caído de amores por Guilherme.
—Loirinho...
—Guilherme... Você transava por dinheiro e não pode me negar isso, eu pago o que for! Se você quer mesmo voltar ao Brasil, pode voltar... Eu vou morrer de saudades suas, mas eu preciso... Eu preciso... Sentir você dentro de mim... Antes de você partir...
Guilherme sentou na cama, estava chocado com a decisão do loiro e tinha que pensar.
—Eu... Eu tenho que pensar primeiro...
—Você tem todo o tempo do mundo! –Falou o loiro guardando a grana e indo para o banheiro!
[...]
“Sua chamada irá para a caixa postal e a cobrança será efetuada após...”.
Alberto desligou a chamada com ódio. Era a decima quarta ligação naquela manhã. A decima quarta ligação que o ruivo fazia para Bernardo, mas o moreno não fez o favor de atender nenhuma. Alberto estava em casa, estava triste, choroso. Passou a noite toda se empanturrando de chocolates. Seus dentes sempre tão brancos estavam cobertos pelo doce e seus olhos meio avermelhados devido ao choro. Seu nariz vermelho e seu corpo exausto, embora o menor não tivesse feito nada desde a noite anterior.
Usava apenas uma cueca azul e na cama tinha uma camiseta de Bernardo. Uma camiseta que o moreno havia esquecido no belo apartamento de Alberto. O ruivo estava deitado na cama, com a camisa sobre o colo e vez por outra cheirava fortemente o tecido para sentir-se próximo ao ator pornô.
O ódio que sentia de Mauro Mendonça triplicou depois que o negro havia dito ao moreno que ele era corno, mas Bernardo precisava entender a posição do advogado. Embora Alberto fosse rude e terrivelmente insensível às vezes, o ruivo era um tremendo inseguro. Sentia medos e muitos medos. Não tinha pais, não tinha irmãos, não tinha nenhuma família. Era ele, seu apartamento, sua profissão, seu escritório, seus carros era tudo que o ruivo tinha. E pela primeira vez na vida tinha se encantado por alguém e estava terrivelmente apaixonado. Por isso não queria que Bernardo tomasse o corpo de outro, afinal ele era só seu. Porque além de inseguro, Alberto era extremamente egoísta e possessivo.
—Com licença... Doutor Alberto?
—Fala! –Disse o ruivo, a empregada entrou no recinto, mas não ligou a luz, afinal o chefe não queria ver ninguém.
—Sua secretária lhe ligou, disse ser extremamente importante e inadiável...
—Fale para ela que eu não estou em condições de ouvir nada...
—Eu disse, mas ela insiste e disse que o senhor necessita dessa informação!
—Fale que eu morri! E que se ela me importunar, mais uma vez, que vá trabalhar no inferno! –Esbravejou mais uma vez.
—Sim, senhor...
Era doze da manhã. Alberto apertou o telefone na mão e discou os números já conhecidos, iria ligar mais uma vez...
[...]
Bernardo estava sentado na cama de um dos quartos de hóspedes do chefe Igor. O gorducho estava ajoelhado sobre a cama e massageava as costas do ator. Bernardo estava apenas de jeans e com as pernas abertas, os olhos fechados e suspirava a medida que Igor apertava seus pontos tensos.
—Isso... Ahh, você devia ser massagista Igor e não empresário.
—Eu ganho bem melhor sendo empresário, afinal eu tenho essa joia rara que é você, não? –Falou o gorducho ainda massageando.
E o telefone do moreno tocou, ele pegou o aparelho e viu o número do amado.
—De novo não!
—O advogado de novo?
—Isso, não tô com cabeça! Se atender vou mandá-lo ao inferno.
—É uma pena o estúdio estar fechado hoje, Bernardo... Hoje teria uma cena espetacular de suruba com três ativos e um passivo, você poderia ser o quarto... Iria ter dupla penetração e tudo, mas o dono do estúdio teve de morrer justo, hoje? –Sentimentalismo não era uma das virtudes de Igor. –Felizmente o herdeiro vai continuar alugando para nós!
—Logo hoje que eu estava precisando de alguém para fuder até o cara chorar! –Falou o moreno sanguinário. Igor cairia nas graças de Bernardo, se o moreno não estivesse tão agressivo aquele dia, afinal quem não piraria com um pedaço de mau caminho como Bernardo.
Um empregado entrou no quarto. Era William, um adolescente de treze anos. Igor era um pouco maluco, todos os seus empregados do lar, eram menores infratores que moravam nas ruas. O bom samaritano Igor lhe dava um lar, desde que cada um dos garotos fizessem algumas tarefinhas para ele.
Tinham que trabalhar na casa e estudavam com professores particulares. Igor queria que eles aprendessem apenas o básico. Ao chegarem à maioridade assinariam contrato com Igor e se tornariam astros gays do pornô. Os mais bonitos também eram “obrigados” a dar para Igor e todos deveriam trabalhar apenas com uma cueca preta de couro e uma gravata borboleta. E William estava daquele jeito. Descalço, com a cueca de couro e uma gravata borboleta.
—Se-senhor Igor? –Falou o garoto entrando.
—Fala, Wellington...
—É William, senhor. É... David acabou de ligar, disse que hoje era o dia dele com o senhor e perguntou se o senhor vai querer ele aqui hoje.
—Vem cá, garotinho... –Mesmo timidamente o menor se aproximou e ficou em pé, de frente para Bernardo e Igor. –Vira ele, Bernardo! –O ator segurou a cintura fina do menino e virou o garoto ficou de costas para os dois, tinha uma bunda magra, afinal o menino era todo magro parecia que comia pouquíssimo. –O que achou, Bernardo?
—Bonitinho...
—Puxa a cueca dele! –Bernardo segurou a cueca e puxou para baixo, William era moreninho e tinha uma pele branquinha. Havia fugido de casa após o pai tentar estuprá-lo. Foi para rua, onde Igor o achou e o deu um lar, aulas, mas deixando bem claro os preços que o menor teria de pagar. E sem nenhuma perspectiva o garoto aceitou. O garoto tremia assustado. –Ele chegou essa semana, está fechadinho... Acho que você pode gostar...
—Não, Igor... Ele não me aguentaria... –Riu o maior segurando o membro com uma das mãos.
—Coloca um dedinho nele... Vai, quero ver ele se contorcendo de prazer e dor...
O garoto se assustou e virou o rosto para olhar para Bernardo, um olhar sofrido, desejando que não fosse penetrado, mas Bernardo sabia que era melhor assim... Se ele negasse, Igor poderia querer fazer por si só e o garoto sofreria bem mais. Bernardo colocou o dedo mindinho na boca e salivou o máximo que pode. Igor tirou o dedo do maior da boca e colocou o indicador no lugar, queria que fosse o indicador de Bernardo. E como Bernardo era alto, seu indicador era proporcional ao seu tamanho.
William continuava olhando pedinte para Bernardo, mas o moreno teria de fazer. Bernardo salivou ao máximo que pode e levou ao dedo até o buraquinho enrugado do garoto. Inclinou o menor um pouco, ficaria mais fácil assim...
—Aaahhh... Argh... Para, por favor... –Falou choroso o garoto, Bernardo havia colocado o mais lento possível, mas o garoto era realmente virgem.
—Ahh que delícia... Mexe um pouco, Bernardo... Vai para frente e para trás... –O moreno fez o movimento duas vezes, ainda com o moreninho se contorcendo, mas tirou o dedo de dentro do corpo do menor e deu uma tapa na bunda dele.
—Vai garoto...
O menor levantou a cueca e começou a sair do quarto limpando as lágrimas.
—Espera! –Igor falou e o garoto ficou estático. –Bernardo o que você acha de fuder o David, ele é gatinho e te aguentaria de boa, ele sabe fazer maravilhas com aquele rabinho branquinho.
—Não sei não... –Bernardo sabia que se fizesse isso trairia o seu ruivinho. Quando era no estúdio e com outro ator o moreno sabia que era profissional, mas com um dos putos particulares de Igor? Seria traição.
—Qual é, Bê? Você tá precisando se aliviar e se você não quiser o lindinho do David, eu mando o Jorge, o negão gostoso e com uma pica grossa fuder esse rabinho branquinho ai... Do nosso William. Se ele não te aguenta, imagina o Jorge? Aposto que o Jorge iria deixar o garotinho tão aberto que até a Torre Eiffel doeria menos! –O garoto tremeu... Tremeu feito vara verde e passou a negar com a cabeça, mesmo sabendo que não teria escolha.
—Ok... Garoto, manda o tal David vir aqui, vou comer ele! –Bernardo levantou e o menino saiu o mais rápido que pode.
—Boa escolha, Bernardo... –Igor sentou na cama e sentiu um puxão na sua camisa, Bernardo havia levantado o gordo um pouco pela camisa e olhava dentro dos olhos do patrão.
—Você não vai fazer nada com esse menino, ok? Sabe que eu venho constantemente aqui e se eu descobrir que você mandou estuprar esse menino ou estuprou você mesmo, eu juro como eu acabo contigo, seu patife!
—Cuidado, com a boca, Bernardo!
—Você sabe que ganha mais dinheiro comigo, do que com metade desses seus putos! Não vai fazer nenhum mal a esse menino! Os outros são tão ordinários quanto você, por isso merecem o que sofrem, mas esse garotinho é ingênuo e bobinho, ele merecia coisa melhor do que estar aqui nesse bordel que você chama de casa!
—Você sabe que todos os que estão aqui, vieram por livre e espontânea vontade!
—Não quero saber... Está avisado, um dedo nesse garoto e você vê o que acontece contigo.
[...]
O expediente da tarde era sempre mais calmo. Carlos terminava de fazer um relatório importante do escritório do chefe, mas sua mente estava longe dali, muito longe. O loiro ainda pensava no dia em que foi ao shopping com a filha do chefe e namorado. A garota havia dito algumas coisas sobre o namorado mandar na cama, mas tudo que Maria Luiza dissesse poderia ser real ou completamente fictício. Carlos terminou de digitar as últimas palavras do relatório e logo iria imprimi-lo.
O loiro ainda pensava. Havia reparado que no dia em que fez sexo oral com o chefe ele foi carinhoso, mas também parecia ser do tipo autoritário e mesmo assustado com os possíveis fetiches do namorado, Carlos se sentia curioso em saber como Fernando era na cama.
O secretário imprimiu todo o relatório e foi no caminho da sala do chefe. O oiro bateu na porta e ouviu o “Entre!” autoritário do chefe e tremeu por dentro. O menor abriu a porta e viu Fernando tirar os óculos cansado e colocar sobre a mesa. Embora o namoro tinha começado muito bem, o tempo dos dois era quase nenhum, afinal Fernando segurava a empresa com mãos de ferro e isso lhe tomava mais tempo que o necessário.
—Senhor... Aqui está o relatório das despesas de limpeza e de organização que o senhor pediu e lamento lhe informar, mas suas suspeitas estavam corretas.
—Inferno! –Praguejou alto e se levantou pegando os papéis do relatório, os folheando depressa. Fernando suspeitava de um superfaturamento dos produtos de limpeza e embora fosse um dinheiro que não lhe faria falta, era uma falcatrua e o moreno não tolerava falcatruas. –Isso eu resolvo amanhã! –Jogou os papéis sobre a mesa e sentou-se nela. –Sabe da nova de Maria Luiza? –O loiro tremeu, ainda estava de pé, do mesmo jeito que chegou.
—Não! Conte-me... –Fernando como sempre estava estupidamente belo, usava seus trajes sociais que Carlos tanto amava e que deixavam o corpo magro e durinho do amado perfeito. Fernando era diferente dos nossos “machos-alfa”. O moreno não era musculoso como Emanuel ou Bernardo. Tinha um corpo magro e o máximo de exercícios que fazia, era alguns levantamentos de barras, pouquíssimas abdominais e a sagrada corrida de toda manhã, no parque de seu condomínio.
—Disse que eu estou muito solitário, que preciso levar você lá para casa. Para dormir lá em casa! –Carlos gelou. –Não sei de onde essa garota tira isso, mas ela está me saindo uma ótima sem-vergonha. Esses dias mesmo ela disse que sabia que eu e você não transávamos, perguntei como e ela me deu uma resposta que eu não tinha como contestar.
—O que ela disse?
—Ela disse que eu trabalhava feito louco e que sempre chegava tarde em casa, mas que não chegava com cara de quem tinha transado e sim com cara de quem estava morto de cansaço de tanto trabalhar! A mãe dessa garota precisa voltar! –Fernando reparou na distancia e no silêncio do amado. –Porque você está tão afastado? Vem aqui! –O loiro caminhou e ficou em frente ao namorado. Carlos levou as duas mãos até o paletó do maior e o tirou devagar passeando com as mãos pelos braços do moreno.
—Sabe...
—Isso, quero sua opinião!
—Acho... Acho que... Sabe, ela tem razão... –O loiro se enrubesceu e o maior sorriu malicioso. –Você anda tenso, só pensa em trabalho e naquele dia...
—Naquele dia?
—Que eu...
—Que você me chupou! –Falou naturalmente.
—Isso, naquele dia você relaxou bastante!
—Está pensando em repetir?
—Melhor!
—Melhor?
—Isso, quero... Fazer amor com você...
—Opa e quando vamos marcar isso?
—Hoje! Agora, vamos agora para um motel. –E mesmo timidamente, o loiro pegou a mão do namorado que continuava estático.
—Mas... Não posso sair assim, eu tenho...
E Carlos não quis ouvir, se aproximou do moreno e atacou aos lábios finos do namorado. Fernando continuou o beijo surpresa que recebeu e parou em seguida respirando pesadamente.
—Ainda vai inventar, alguma desculpinha boba? –Falou o loiro desejoso.
—Vamos agora! –Comentou já levantando e dessa vez indo à frente do loiro que sorria vitorioso.
[...]
Bernardo havia ficado sozinho no quarto esperando a visita do tal David, um dos putos de Igor. Igor era de longe uma das pessoas mais nojentas do mundo. Cheio de fetiches e de sadismo, o empresário era terrível e a única coisa que mantinha o moreno e o gordo juntos era o contrato com a produtora de filmes norte-americana. Bernardo detestava o chefe, mas tinha que reconhecer que era o maior agente do mercado brasileiro.
A porta foi aberta devagar e o William, o jovem garotinho que ainda tremia ao se aproximar de Bernardo entrou.
—Mo-moço... O garoto chegou, o senhor deseja que ele entre agora ou quer fazê-lo esperar como o senhor Igor faz? –O jovem estava próximo a porta, parado e olhando para as próprias mãos.
—Vem cá, guri! –Disse Bernardo sentando na borda da cama e mesmo receoso o garotinho se aproximou. –Olha desculpa por aquilo, mas acredite se eu não tivesse feito Igor teria feito bem pior contigo...
—Tu-tudo bem... Os meninos já me avisaram que semana que vem será minha vez de deitar com o patrão...
—Talvez não! –O menino olhou para o moreno, os olhos brilhavam. –Eu falei com ele, meti medo e talvez ele te deixe em paz, mas só talvez... Anota o meu telefone, se ele fizer ou mandar alguém fazer qualquer coisa com você, me liga ok?
—Eu não tenho telefone, senhor...
—Ok... –Bernardo pensou mais um pouco. –Você sabe andar por BH?
—Sim, conheço boa parte dessa região da cidade. –Felizmente Igor e Bernardo moravam no mesmo bairro. Igor na zona mais nobre do bairro e Bernardo nos prédios mais modestos.
—Olha, toma meu endereço e pode ir lá, diz para o porteiro que você é amigo de Guilherme e que veio visitar o senhor Bernardo Guimarães, ele vai te deixar subir e talvez até te dê uma chave. Se eu não estiver, você entra e me espera, ok?
—O senhor é Bernardo Guimarães?
—O próprio...
—O-obrigado... Agora acho melhor eu ir, se eu não lustrar os sapatos do patrão, ele pode pensar em alguma punição...
—Lembre-se vá ao meu apartamento se eles ti fizerem qualquer coisa! E manda logo esse puto entrar...
O garotinho saiu logo e pediu que David entrasse que já era esperado. Bernardo estava olhando o chão e nem percebeu quando o garoto entrou e foi logo sentando no colo do ator. Bernardo olhou para o garoto e se assustou como que viu. David era um puto de luxo, com toda certeza, era ruivo natural como Alberto, tinha os mesmo lábios e o nariz cheio de sardas, o advogado tinha menos sardas.
—Alberto! –Falou Bernardo hipnotizado.
—Já vi que eu te lembro alguém, delícia... Hoje me dei bem, não vou ter que foder com aquele nojento do Igor e sim com você. –O ruivo enlaçou as pernas no corpo do maior e roubou-lhe um beijo. Bernardo aceitou o beijo e logo tomou a frente da situação. O moreno era másculo demais para ser submisso, até mesmo em um beijo. O moreno jogou o corpo magro e leve do puto sobre a cama e ficou sobre ele atacando os lábios do ruivinho. –Uau, que fogo, hein príncipe!
—Você...
—Cara, pode me chamar de Alberto! Desde que você me foda até me partir em dois...
E mais uma vez o ruivinho atacou os lábios de Bernardo que não estava em si. Desde que começara a namorar Alberto e perceber seus sentimentos pelo ruivo, só conseguia transar com outra pessoa com a ajuda de remédios, mas David e Alberto eram tão parecidos que até o membro do moreno levantou e ficou desejando se perder na bunda branquinha do ruivo.
Bernardo levantou e puxou o ruivo pelos cabelos que gemeu. O maior estava irritado com o advogado e como David era quase uma cópia de Alberto, só que mais jovem, Bernardo descontaria tudo o que queria. Os dois ficaram de pé sobre a cama e Bernardo jogou o menor novamente, só que dessa vez de quatro. Arrancou de qualquer jeito a roupa de David e pegou numa gaveta do criado-mudo um vidro de lubrificante e uma camisinha.
Ensopou dois dedos com o conteúdo da garrafinha e penetrou o menor de uma vez.
—Ahhhhh... –Gemeu alto, David... –Calma, cara! –Bernardo não ligou, continuou os movimentos para frente e pra trás dentro a bunda branca de David. A bunda era convidativa e estava implorando por tapas. Bernardo espalmou a mão sobre a carne e logo deu o primeiro tapa. –AHHHH! –Gritou o menor com a batida.
Aquilo grito atiçou o moreno que continuou a desferir tapas nas nádegas durinhas de David. O ruivo gemia e rebolava, esse ado meio sádico, todo garoto de programa deveria ter, afinal qualquer cliente poderia ser um sádico em potencial. Bernardo batia, deu dois, quatro, oito, quinze tapas na bunda do ruivo que estava vermelha, seus dedos estavam marcados e os outros dedos da mão permaneciam brincando com o buraquinho...
—Alberto... Você foi muito mal me traindo...
—Fui sim... –Gemeu o ruivo encarnando o tal Alberto.
—Eu vou te foder até você chorar...
—Me fode, cara! Me come vai! –Gritou David enlouquecendo o moreno mais ainda. Bernardo tirou a calça jeans e a cueca de uma vez e foi logo encapando o membro já duro e ensopando o mesmo com lubrificante, brincou mais um pouco com os dedos dentro do ruivinho e logo se ajoelhou atrás do menor.
O membro estava apontado para o buraquinho rosado e já aberto, o ânus começava a se fechar gradativamente e quando já estava quase no tamanho natural, Bernardo penetrou de uma vez. O lubrificante quase não serviu de nada e David gritou alto com o ato. Bernardo levava o corpo do ruivo para frente a para trás devido a força de suas estocadas e o ruivinho só gemia, gemia não gritava de tanto prazer e dor, muita dor e muito prazer.
—Isso cara, fode... Fode!
—Você quer pau no rabinho, Alberto?
—Vai mete... Forte!
Bernardo segurava na cintura do ruivinho e mantinha o ritmo alto das estocadas... Aos poucos foi caindo em si, percebendo que aquele garoto não era Alberto, as estocadas foram perdendo a força e o ritmo e logo o moreno parou, tirando o membro de dentro do ruivo, que ainda estava duro feito rocha e jogou a camisinha no chão.
—Qual é? Você não gozou? Porque parou? Quer outra posição...
—Vai embora... –Sussurrou o moreno saindo da cama e indo até o banheiro.
—Mas, estava gostoso, vem cá e me deixa sentar no seu pau...
—VAI EMBORA! –Gritou batendo a porta do banheiro com força e sentando no vaso. Bernardo levou as mãos ao cabelo e apertou com força os fios negros e lisos. –INFERNO! –Estava arrependido, muito arrependido e triste e traído... Mesmo retribuindo a traição, se sentia péssimo, porque Alberto era o seu ruivinho e ficar longe dele era péssimo!
[...]
Carlos abriu a porta do grande quarto de motel. Aqueles quartos lindos, limpos e prontos para o amor. O quarto era grande dividido em duas partes. A primeira tinha a grande cama redonda com o espelho no teto típicas de motel. Uma grande armação de vidro ficava perto da cama, onde possuía de tudo. Camisinhas, chocolates, morangos, chantili, cintos, algemas e aquelas duas últimas coisas fizeram o loiro tremer. Uma TV de plasma também estava presente naquele ambiente, estava com um filme hetero no menu. Na outra parte tinha uma grande hidromassagem com uma estante cheia de óleos e diferentes tipos de sais de banho, além de um pequeno ofurô e uma mesa grande de massagem, onde os casais poderiam se deliciar ou ligar para a recepção do motel, onde um massagista sexual subiria e faria seu trabalho com os cientes.
O loiro entrou e foi logo tirando o paletó ficando apenas de camisa, calça e calçados sociais. O moreno permaneceu com todos os trajes, olhando as prateleiras cheias de algumas “brincadeiras” e “brinquedinhos” para o prazer. Carlos levantou-se rápido, era melhor começarem logo, antes que Fernando ligasse um lado sádico que o loiro desconhecia. O menor agarrou os braços de Fernando e o virou rápido.
—Quer começar logo? –Perguntou o moreno, ele estava nervoso e Carlos reparou e um estalo na mente de Carlos o fez lembrar que aquela seria a primeira vez de Fernando com um homem. –Achei que você iria querer tomar um banho antes ou sei lá...
—Nós vamos tomar um banho depois, mas agora eu quero te ver mais solto. –O loiro tirou o paletó de Fernando e foi descendo as mãos até a barra da calça do moreno para tirar a camisa social.
Era notável que o membro do moreno estava começando a acordar. Fernando estava nervoso por não saber se transar com homens era igual a transar com mulheres, mas no fundo ele sabia que seria diferente. Carlos passeou com as mãos pela calça do moreno e o membro do moreno pulou dentro da cueca do moreno e Carlos percebeu. O loiro retirou o cinto do moreno e o puxou pela mão até a cama.
Fernando sentou-se na cama, com as pernas abertas e Carlos ficou de pé entre as pernas do moreno, retirando a camisa do maior. Fernando suspirava de olhos fechados recebendo os carinhos do amado. Carlos abriu a camisa branca social e visualizou o corpo magro e durinho de Fernando, o loiro passeou com as mãos pelo abdômen e pelo peitoral pouco definido, mas Carlos não gostava de músculos exagerados. A boca do loiro foi até o pescoço do moreno e o menor começou a brincar com o pescoço do amado. Fernando levou as mãos até os fios loiros e um pouco compridos de Carlos. Apertou os cabelos e foi guiando a cabeça do amado para baixo. Os lábios de Carlos passearam pelo pescoço, pelo peitoral, pelo abdômen, pelo umbigo até que chegou ao baixo ventre de Fernando. A calça estava com o botão aberto e com o zíper quase aberto, o membro de Fernando estava tão duro que estava quase saindo por si só.
—O que você quer? –Perguntou o loiro fazendo charme.
—Você sabe... Faz... Por favor! –Pediu o moreno extasiado de prazer.
—Não... –O loiro guiou a mão esquerda até o membro do moreno e deu um forte aperto que rendeu um grito a Fernando. –Me diz, o que você quer que eu faça!
—Carlos... Amor...
—Fala Fê... –O loiro se levantou e guiou a boca até a orelha do maior para sussurrar. –Fala que você quer que eu chupe seu pau! –E dei uma mordida gostosa na orelha do moreno.
—Isso... Carlos... Por favor, chupa meu pau!
O loiro empurrou o corpo do maior na cama, Fernando deitou e logo sentiu as mãos do menor apertarem-lhe a calça e abrirem a mesma, fazendo o membro do maior ficar coberto apenas pela cueca. O loiro massageou o membro do moreno por cima da cueca e o maior arfava de prazer. Carlos retirou os sapatos, meias e a calça do amado deixando-o apenas de cueca e camisa. Já o loiro ainda estava todo vestido.
Fernando guiou as mãos do loiro até o membro dele novamente fazendo pressão sobre as mãos do loiro.
—Cuida dele... Rápido!
—Quer que eu cuide dele?
—Uhum...
—Com todo prazer!
O loiro massageou novamente o membro sob a cueca e logo libertou o membro de Fernando. Era grande e grosso, talvez maior do que o de todos os nossos rapazes, o loiro olhou assustado, da primeira vez que teve contato direto com o membro do moreno o prazer não o havia feito notar.
—Se assustou com o tamanho, loirinho?
—Ah... Não! –Falou o loiro já agarrando o membro e o colocando na boca. Fernando suspirou de prazer e agarrou os cabelos loiros e levemente compridos comandando os movimentos do secretário.
O moreno ainda permaneceu deitado suspirando e comandando os movimentos do loirinho. Carlos aos poucos foi se despindo, já que estava com as mãos livres, o loiro tirou a camisa e abriu a calça, afinal precisa “brincar” também. Fernando puxou o loiro para cima de si e logo virou ficando sobre o loiro na cama do motel.
—Minha vez de cuidar de você!
—E o que você vai fazer?
—Eu nunca fiz... –Falou o maior levantou as mãos até o membro do menor. –Mas todos dizem que eu aprendo as coisas rapidamente.
—Eu tenho certeza que você vai fazer isso muito!
O maior sorriu safado e começou a baixar a calça e a cueca do loiro. Deixando o membro branco e levemente excitado do loiro. O membro de Carlos era normal, não era circundado por tanto bastante sensível. Fernando apertou a cabeça do membro de Carlos que fez o loiro quase gritar com a sensação maravilhosa ao sentir seu membro ser apertado pelos dedos do amado.
Fernando não tinha retirado as peças do loiro de vez, elas estavam apenas abaixadas e o maior se ajoelhou na cama e começou lambendo o membro excitado do amado. Carlos apenas suspirava com os toques calmos de Fernando. E mesmo extremamente nervoso e maior segurou a base e levou a boca até cabeça do loirinho.
—Você não precisa se não estiver se sentindo bem...
—Mas eu quero... Eu quero que você se sinta amado!
E com essas palavras, Fernando levou os lábios até o pênis do amado e literalmente engoliu o membro do menor. Carlos suspirou quando sentiu a boca de Fernando sugando e chupando seu pênis. O loiro suspirava e acabou levando as mãos aos fios negros do amado e os puxou delicadamente. Fernando subia e descia no membro de Carlos e o loiro só gemia e suspirava o que deixava o moreno muito excitado.
—Loirinho, eu não aguento! Eu quero entrar em você...
O menor sorriu safado e logo ficou de pé para retirar toda a roupa. Fernando também levantou e foi até a grande estante pegando uma camisinha e um dos vários tubos de lubrificantes. Carlos já estava deitado, estava com as pernas entreabertas e flexionadas e também se masturbava.
Carlos sentou-se na cama e respirou fundo.
—Nervoso?
—Não... Ansioso? Acho que sim! Como você quer?
—Se importaria se fosse... De quatro? –Falou o empresário nervoso, talvez Carlos não quisesse parecer tão “exposto” já na primeira transa, mas o loiro se ajoelhou e logo ficou de quatro na cama. O loiro estava nervoso e com um pouco de medo. Fernando se masturbou mais um pouco já com a camisinha no membro, foi até a parte de trás do loiro se posicionou, direcionou seu pênis para entrada de Carlos e o penetrou lentamente...
—Hum! –Exclamou o loiro ao sentir o membro do maior entrando devagar.
—Tudo certo?
—Pode continuar... Embora tenha dado uma pequena dor é normal... Continua vai!
—Tem certeza?
—Uhum...
O maior voltou a penetrar Carlos o mais devagar possível, afinal não queria machucá-lo. O loiro fazia o máximo possível para não gemer. Sabia que Fernando poderia achar que era de dor e acabou apenas expondo gemidos de prazer. Quando o pênis de Fernando entrou por completo o loiro suspirou e rebolou fazendo o maior gemer. O empresário fez com que seu membro entrasse e saísse bem devagar.
—Ahhh, loiro isso é tão bom... Você tá me esmagando! –Falou o moreno se movimentando mais rápido, ele ouvia os gemidos do amado, mas estavam numa sonoridade de prazer e não mais de dor. –Vou aumentar, se te machucar me avisa, ok?
—Ok... –Mas gemeu do que falou.
Os gemidos foram as únicas ouvidas nos momentos seguintes. Fernando penetrava com tudo, sentia seu corpo inteiro estremecer. Era exatamente como ele achava que Carlos faria e estava feliz. O moreno foi acelerando com o tempo, gradativamente evitando qualquer desconforto ao loiro. O menor só conseguia gemer em alto e bom som apenas de prazer.
—Vai Fê... Isso! –O menor sentiu o membro de Fernando bater contra sua próstata. –Isso Fê! Arh...
—Carlos... Isso é muito bom! –As costas do maior começaram a suar devido aos movimentos repetitivos e deliciosos...
Passado alguns minutos, a velocidade da penetração de Fernando já era bem maior do que aquela que ele iniciou. O loiro gemia mais alto que o moreno e até estimulava seu membro com uma das mãos.
—Vamos mudar, loiro? –Perguntou e o loiro acenou que sim, Fernando retirou o membro e Caros logo se virou, continuava se masturbando e logo abriu as pernas para que Fernando ficasse entre elas.
Carlos reparou na expressão no rosto do namorado que lhe deixava ainda mais excitado. Era de desejo, de muito desejo o empresário mordia os lábios e lançava um olhar malicioso.
—Gostoso... –Comento. –E só meu!
—Todinho seu! Agora mete, por favor! Tá muito gostoso!
—Tô indo!
Fernando colocou novamente seu membro dentro de Carlos e começou novamente, um pouco devagar. A mudança de posição causou ao loiro, afinal parecia que aquela posição facilitava uma entrada mais profunda do nada pequeno membro do moreno.
—Arh... Loiro, que delícia...
Fernando levou os pés do loiro até seus ombros e levou uma das mãos a um mamilo de Carlos e o apertou puxando, fazendo o menor gemer. O maior suava cada vez mais e o suor descia pelo seu peitoral magro, mas apaixonante! O tempo estava passando e o empresário se sentia cada vez mais completo com a penetração em Carlos, era deliciosamente pecaminoso e perfeito. Seus cabelos estavam molhados por causa do suor e ele contava os segundos para ejacular tudo o que podia com aquela relação. Carlos permanecia em silêncio apenas admirando aquele homem incrível, sexy e um ótimo amante. Ele também estava adorando aquilo e seu pênis liberava muito pré-gozo como se aquela fosse sua melhor transa e de fato era.
—Argh! Está chegando, Carlos... Vou gozar. –O moreno apertou o mamilo do loiro.
Fernando acelerou os movimentos chegando a uma velocidade surpreendente. Com um urro de prazer ele sentiu que “explodiu” dentro do menor. Seu corpo estava tomado pelo prazer, tremia um pouco e o suor que antes estava lhe fazendo feliz e satisfeito, agora o estava deixando enojado.
Continuou se movendo até o cansaço ser mais forte. Levou uma das mãos até o membro duro e necessitado de Carlos e passou a masturbar o menor com rapidez e delicadeza ao mesmo tempo. Fernando se deitou sobre o menor e passou a beijá-lo, beijou uma, duas, três vezes e sem parar de masturbá-lo. Depois do terceiro beijo, Carlos suspirou denunciando o gozo e logo em seguida a mão e um pouco o abdômen de Fernando foram sujos pelo jato potente de Carlos. Fernando virou e deitou ao lado do loiro.
—Foi a melhor da minha vida... De longe! –Falou o moreno olhando para o espelho do teto vendo o pequeno Carlos ali, todo vermelho devido a sua brancura e completamente sexy. –Você é lindo!
—Você é uma delícia... Seu pau me deixou exausto!
—E é porque você me pegou desprevenido... Da próxima vez, você vai ver o que vai acontecer!
Carlos sorriu e se deitou sobre o maior, ficando cara a cara com ele, os lábios roçaram-se e o beijo venho em seguida.
—E o que você vai fazer, senhor delícia? –Fernando levou uma das mãos e deu um forte tapa na nádega direita de Carlos que gemeu.
—Se prepara que você vai adorar o que eu vou fazer contigo, lindo!
—Eu te amo, Fê.
—Eu também te amo, loiro!
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