The Truth About Love!
3 III
Notas iniciais
Obrigado!
Machi, Linkbill, Kerolinny e TogetherForever.
Vocês são os lindos do Sketcher do capítulo!
-
Quer ser um(a) lindo(a) do Sketcher? É simples, basta você comentar depois de ler esse capítulo.
-Guilherme! Acorda você tem escola hoje! –Gritou o senhor que estava sentado à mesa do café da manhã.
-Hm... –Gemeu o garoto dentro do quarto, estava tudo escuro e ele se debatia na cama acordando. Levantou e foi até a parte da cozinha do grande apartamento.
O pai olhou para o filho. Guilherme estava apenas de cueca e com o volume bem aparente no pedaço de tecido. Coçava os olhos e o cabelo estava bagunçado.
-Esqueceu que você tem escola, moleque?
-Não senhor. –Sentou-se e começou a colocar o café na xícara. –Pai... Porque o senhor nunca fala sobre a minha mãe?
-Você sabe que eu não gosto de falar sobre isso, Guilherme. Não me irrita logo cedo garoto!
-Desculpe...
-É só isso que você sempre sabe pedir. Desculpas. Como andam as notas esse período?
-Ainda não estou fazendo provas, pai.
-Acho bom, você estudar direitinho, ou vou te dar aquela surra.
-Ok. –Ficou em silêncio e começou a comer. Guilherme e Nathan nunca se deram bem, o pai nunca deu carinho ou atenção ao menor. Guilherme e Nathan na verdade eram estranhos que viviam em um mesmo apartamento. –Pai como era o nome da minha mãe?
Nathan jogou a xícara que estava na mão na parede mais próxima. E levantou-se indo em direção a cadeira do menor. Agarrou o filho pelos cabelos castanhos e jogou ele no chão com agressividade, em seguida agarrou o braço dele e apertou com força.
-ESQUECE A VADIA DA TUA MÃE! –Gritou ao ouvido do filho que chorava baixinho assustado. –PARA DE CHORAR FEITO VIADINHO! –Saiu o pai indo em direção à porta. –Limpe essa bagunça quando chegar da escola e nada de matar aula senhor Guilherme. Já estou indo.
Nathan saiu de casa e Guilherme levantou do chão. A parede estava molhada de café forte e o chão também. Cacos de vidro por todos os lados e Guilherme estava com uma mancha arroxeada no braço. O garoto fez toda a sua higiene pessoal e limpou o chão e a parede antes de ir para escola.
Ao descer até o térreo e caminhar um pouco encontrou Otávio junto com Laís. Uma loira burra que dava para Otávio sempre que ele pedia.
-Qual o programa de hoje? –Perguntou Guilherme para os dois.
-Hoje nós vamos para um motel do centro, Gui! –Explicou Láis.
-E você vai estudar na escolinha, junto com os outros retardados mentais não é Guilherme? –Implicou Otávio.
-Meu pai meio que hoje está alterado, olha. –Levantou a manga da camisa e mostrou o roxo do braço. –Melhor eu não dar mais motivos para ele ir à escola.
-Você é muito bundão, Guilherme! –Reclamou o amigo. –Porque você não da uma surra nesse velho?
-Para eu ir para embora de casa? Ou ser expulso de casa? Esqueceu que eu não tenho mãe?
-E aquele seu tio, o astro pornô? –Lembrou Laís.
-Você acha mesmo que eu iria morar com meu tio? Pra aprender o que com ele? E seria o primeiro lugar que meu pai procuraria por mim.
-Você vive uma vida de merda, meu querido. –Chegaram à escola. –Bem aqui que você fica e eu vou curtir com a minha gata, falou Guilherme.
-Falou Otávio, Laís.
O castanho entrou na escola e foi direto para a sala, onde teria outra aula de matemática. Sentou-se em uma das cadeiras da frente. Por incrível que pareça, todos os alunos continuavam abismados por ele ir três dias seguidos para aula. Logo Emanuel entrou e sentou-se em seu lugar.
-Bom dia, segundo ano!
-Bom dia, professor.
A aula transcorreu normal e como sempre com muitas duvidas na cabeça de Guilherme, aos poucos ele ia vendo que a matemática não era uma coisa tão difícil, apenas precisava de um pouco mais de atenção. Já era hora do intervalo e Guilherme demorou para organizar seu material para poder falar com seu professor.
-Senhor... Cavalieri posso falar com senhor?
-Claro, Guilherme. –Emanuel foi até a cadeira do aluno e sentou em uma próxima. –O que você quer?
-Sabe... Hoje é... É... Quarta, vamos ter nossa aula?
-Se tiver tudo bem para você, quando eu começo algo eu vou até o fim. Tudo bem?
-Sim claro. –Guilherme levantou e sentiu um aperto em seu braço machucado, em seu rosto fez uma expressão de dor.
-Está tudo bem mesmo?
-Sim... –A aparência do castanho não era nada boa.
-Deixa eu ver seu braço. –O professor levantou a manga do uniforme do castanho e viu a marca roxa. –Quem fez isso em você?
-Desencana cara, foi briga de escola normal, nada demais. –Explicou o aluno saindo de perto do professor. –Eu vou lanchar, até mais tarde.
Na hora da saída, Guilherme estava no estacionamento dos professores esperando o loiro. Já estava tudo acertado os dois teriam uma aula no apartamento do menor e depois de alguns minutos o loiro chegou com sua típica camisa social, sua calça jeans e sua bolsa.
-Vamos? –Perguntou o professor abrindo a porta do carona. O castanho entrou e sentou-se.
Minutos após os dois chegaram ao apartamento. Os dois subiram e foram para o elevador e entraram no apartamento. O professor seguiu para cozinha para tomar água e o jovem foi até o próprio quarto para trocar a roupa. O professor percebeu cacos de vidro pelo chão e a parede levemente amarronzada. Guilherme voltou e percebeu o professor olhando para o chão.
-Algum problema, professor?
-O que é isso? –Perguntou o professor mostrando um pedaço de vidro.
-É um caco de vidro, professor.
-Então a briga na escola foi aqui?
-Ahh... Não. Claro que não, eu derrubei a xícara... E... E ela quebrou... –Mentiu.
-Você tá mentindo. Porque não me conta a verdade, sou teu amigo. Pode confiar em mim. –O professor aproximou-se do aluno e segurou firme seus braços. –Pode me contar o que acontece aqui na sua casa?
O menor abraçou o professor e chorou sobre os braços do maior. O professor se sensibilizou com o castanho ali em seus braços e agarrou com firmeza os fios castanhos e apertou.
-Meu pai... Ele me bateu... –Choramingou.
-Por quê?
-Porque eu perguntei sobre a minha mãe.
-Você não conhece sua mãe?
-Não tenho ideia de quem ela seja!
-Eu vou te ajudar...
-O quê?
-Eu vou te ajudar a procurar sua mãe, eu também não tive pai e ele me fez muita falta, mas meu pai morreu já sua mãe deve estar viva.
-Como você vai me ajudar?
-Você não tem avó? Avô?
-Estão mortos...
-Seu pai é filho único?
-Tem um irmão! –Guilherme pensou, nunca tinha perguntado ao tio sobre a mãe.
-Então, você conhece esse tio? Sabe onde ele mora? –O menor assentiu e o professor agarrou o pulso dele e o puxou para fora. –Vamos agora na casa do seu tio.
Bernardo, o tio de Guilherme, morava em um bairro de classe média de Belo Horizonte. O apartamento dele era bem menor que o de Guilherme. Bernardo e Nathan nunca se deram bem e como o ator tinha segredos do irmão, Nathan era obrigado a dar uma mesadinha para o mais novo.
Os dois chegaram a frente a porta do apartamento do tio de Guilherme. O castanho apertou a campainha e logo ouviu um grito de “já estou indo”. Bernardo abriu a porta e deu de cara com o sobrinho e o professor dele. Bernardo estava apenas de cueca e mostrava o seu belo volume.
-Oi sobrinho.
-Tio, tenho algo importante para falar com você.
-Vamos entrando então!
Os dois entraram e analisaram a bagunça do apartamento, na sala, haviam roupas íntimas e copos com restos de vodca por ali. O sofá estava sujo e em algumas partes com manchas. A televisão estava desligada e o dono do imóvel sentou largado no sofá, ainda de cueca.
-Fala o que você quer, Guilherme.
-Você não tem vergonha de ficar assim, na frente do seu próprio sobrinho? –Indignou-se o loiro.
-E quem é você para me dar lição de moral? Namoradinho do meu sobrinho? –Levantou-se.
-Eu sou o professor do Guilherme e exijo que você se vista.
-Quem é você para exigir algo aqui na minha casa? –O loiro ameaçou atacar o moreno, mas Guilherme se pôs entre eles.
-Vamos parar, posso conversar com você Bernardo?
-Peça para esse seu professorzinho sair daqui.
-Pode ir, professor, me espera no carro, por favor.
-Eu não vou te deixar aqui com esse pervertido.
-Pode ir, eu converso com o Bernardo. –Emanuel saiu meio indignado e o moreno sentou-se.
-O que você quer?
-Bernardo, você sabe por onde anda minha mãe? –O maior gargalhou.
-Que ideia, o que você quer com a sua mãe, depois de tanto tempo?
-Meu pai me bateu hoje e eu quero conhecer a mulher que me gerou.
-Eu conheço a senhora sua mãe sim, mas...
-Mas?
-Seu pai me paga muito bem para não falar nada disso com ninguém e eu não quero me libertar da minha mesadinha...
-Eu faço qualquer coisa, mas eu preciso saber.
-Senta aqui. –O maior bateu no próprio colo, Guilherme pensou duas vezes, mas sentou. Bernardo agarrou o pescoço do menor e deu um beijo agressivo nos lábios do garoto. Guilherme não se manifestou, mesmo que não estivesse gostando. –Deixa eu te contar uma história. Seu pai sempre foi gostoso e quando ele tinha sua idade, eu sempre quis transar com ele, claro eu era uma criança naquela época e ele nunca me deu nem bola, mas você... Ahh Guilherme, você é igualzinho seu pai e eu tô pirando nesse seu rabinho...
-Eu nunca vou transar com você!
-Se quiser saber sobre sua mãe, terá que transar. –Silêncio, Guilherme pensou por alguns minutos sobre a proposta do tio.
-Eu aceito... –Bernardo agarrou o menor e começou a dar lhe beijos lascivos por todo o pescoço. –Mas... Não agora. Depois que eu fizer isso com alguém que eu goste de verdade e só depois eu venho saber sobre a minha mãe.
-Não demore... Odeio esperar. –O tio liberou o sobrinho que saiu de seu colo e já ia sair. –O seu professor é que é quem você gosta?
-É... –Saiu Guilherme.
Durante todo o restante da tarde Bernardo continuou ali, sentado em seu sofá vivendo em sua bagunça apenas de cueca e comendo quase sempre. Como ele não estava trabalhando com seus vídeos, estava pouco ligando para o corpo sarado. Quando pintasse algum trabalhinho, bastava ele pegar alguns poucos dias de academia que colocava tudo no lugar. A genética foi muito bondosa com o nosso ator. E mais uma vez, a campainha do apartamento do moreno.
-Quem é dessa vez? –Reclamou indo abrir a porta.
-Bernardo, achei uma brecha no seu contrato que pode fazer... Onde estão as suas roupas? –Perguntou o advogado ruivo.
-Acho que eu perdi quer me ajudar a procurar? –Insinuou.
-Você só pode estar brincando, que ideia ficar pelado dentro de casa. –Entrou e foi até a mesa de centro bagunçada do apartamento. –Que zona tá isso aqui!
-Eu não estou pelado dentro de casa. –Disse enquanto tirava a cueca. –Agora estou. –Alberto olhou assustado e viu o moreno pelado. O corpo moreno bem malhado e deliciosamente gostoso. E o belo mastro ainda pouco excitado balançava à medida que o moreno se aproximava do ruivo. Alberto lutava, mas seu olhar queria continuar admirando aqueles centímetros incríveis que cresciam devagar.
-Se veste Bernardo, deixa de idiotices.
-Ué, você está curtindo, nem tirou o olho do Bernardinho.
-O quê? Quer saber, eu vou embora. –Bernardo agarrou os braços do advogado e se encostou ao menor.
-Não vai não, fica! Você tá adorando.
Bernardo levou os seus lábios carnudos de encontro aos finos do ruivo, um beijo lento se iniciou. Bernardo tentava adentrar com sua língua pela boca do menor, que não cedia. Logo o ruivo abriu levemente os lábios e Bernardo pode invadir a boca do menor, mas a ideia não foi tanto satisfatória. Alberto abriu a boca para poder usar os dentes e morder sem piedade o lábio inferior do ator, que logo se separou com os lábios ensanguentados. Depois da separação o ruivo desferiu um forte soco contra o maior, já que Bernardo não esperava uma agressão acabou por cair com as mãos no rosto.
-Amanhã passe no meu escritório e pague meus honorários, estou fora desse caso. Seu estúpido. –O ruivo saiu indignado, mas o seu amiguinho lá embaixo estava bem alegrinho com o contato que teve com o membro do maior.
[...]
Fernando estava terminando de ler seu jornal naquela manhã, ainda com a mesa do café posta. Aos poucos a sua empregada doméstica tirava as louças do café da manhã. A campainha tocou e era uma surpresa alguém tão cedo em sua casa, principalmente pelo fato dele não receber visitas nunca.
-Deixa que eu atendo, Cássia. –Falou para a empregada de meia idade que limpava o chão da cozinha.
Assustou-se com as pessoas que estavam ali. Andréia, a mãe da sua filha, uma morena de olhos caramelados, com uma cabeleira encantadora negra e lisa.
-Andréia? O que você faz aqui?
-Vou viajar para Nova York e você vai ficar com a sua filha.
-O quê? Eu tenho trabalho, esqueceu? Deixe-a com a sua mãe, com uma irmã sua...
-Que tipo de pai é você? Ela é sua filha esqueceu, Fernando? Entra Maria Luiza. A proposito, hoje ela não tem aula, então vai ter que ficar com ela o dia todo.
Maria Luiza era rebelde e adorava um visual mais Dark. Ela usava um cabelo armado e uma maquiagem sempre pesada. As unhas sempre pintadas de preto e a cara amarrada.
-Eu volto em alguns meses... Até mais filha, te amo.
-Tá mãe, agora me larga aqui na casa do Fernando e vai embora.
-Pai! Esqueceu que sou seu pai?
-Me erra, Fernando. –Entrou colocando as malas sobre o chão.
-Cássia! –Gritou Fernando, aquela manhã não será fácil.
-Chamou, senhor Fernando?
-Aguenta essa moleca aqui...
-Mas... Senhor Fernando... Eu avisei para o senhor que hoje eu iria tirar folga o senhor esqueceu? Só vim mesmo para por o café do senhor.
-Ai meu Deus! Garota, você vai para empresa hoje comigo. Acho bom você se comportar... Carlos você tem que me ajudar. –Falou a última frase baixinho. Como um pedido.
Ao chegar à empresa acompanhado de sua filha, Fernando viu a mesa do secretario vazia, será que o menor já se demitiu? Viu também seu típico café e um bilhete embaixo do copo.
“Resolvendo problemas no RH.”
Fernando seguiu para sua sala, ainda seguido pela morena.
-Aqui onde você ganha seus milhões e dá misérias para minha mãe, Fernando?
-Eu não dou misérias para sua mãe. Se ela estiver reclamando é de luxuosa que ela banca. O dinheiro que eu dou para ela dá para manter três crianças perfeitamente.
-Nossa, falou o cara mais muquirana do Brasil.
-Olha aqui garota, senta nessa cadeira e fica quieta até eu achar algo para você fazer e me deixar trabalhar. –Apontou o pai para uma das cadeiras a frente da mesa, mas a garota foi ágil e pulou sobre a mesa e sentou na cadeira do pai. Como o movimento foi rápido, Fernando acabou se desequilibrando e derrubando café em sua camisa. –Ahh... Menina olha a droga que você fez. Vou ter que trocar de camisa.
O empresário procurou uma camisa limpa no seu armário e foi até o banheiro de sua própria sala. Nesse instante, Carlos entrou na sala.
-Bom dia, chefe. –Falou vendo a cadeira virada para as vidraças e logo virando novamente mostrando uma adolescente. –Oi senhorita.
-Quem você pensa que é para entrar na sala do meu pai assim? Quer ser demitido incompetente? –Gritou a garota.
-Seu pai? Você é a Maria Luiza?
-Senhorita Maria Luiza, incompetente!
-Pelo visto já conheceu minha filha, Carlos. –Voltou Fernando colocando a gravata.
-Um doce de menina.
-Já que você gostou tanto dela, hoje vai passar o dia com ela.
-Co-como? Passar o dia com ela?
-Sim, minha empregada está de folga e eu aposto que tenho muito que fazer e você vai entreter essa garota durante todo o dia.
-Não me lembro disso estar no meu contrato. –Brincou.
-Se você não quis ficar sem contrato! –Entrou na brincadeira o chefe.
Maria Luiza e Carlos passaram o dia no shopping, enquanto a menina brincava em alguns parques ou gastava muito com compras. Carlos mexia no celular para atualizar todo o trabalho.
-Carlos! Olha só que bela bolsa.
-Deixa eu ver... Nossa! Olha só que belo preço. São dois mil reais, onde eu compro minhas coisas, as bolsas são bem mais baratas.
-Você é pobre! Moça, eu quero duas dessas. –Falou a garota pegando as bolsas e entregando a vendedora.
-Duas?
-Uma para mim, outra para minha mãe.
-Você não vai comprar nada para o seu pai?
-Ele não merece...
Carlos sentiu que necessitava falar com a garota.
-Vamos lanchar algo? O que você acha?
Os dois foram para a praça de alimentação do shopping, Carlos pediu para deixar todas as sacolas no carro com o motorista no estacionamento. Os dois pediram um lanche cada e foram para as mesas.
-O que você sente pelo seu pai?
-Eu gosto dele, Carlos, mas ele não gosta de mim.
-Como assim? Ele não gosta de você?
-Minha mãe sempre diz que ele só dá o dinheiro que ela pede por obrigação, mas que ele não gosta de mim e que ele mandou ela me abortar, porque ele não queria mais um problema, já que ela me teve quando a empresa estava passando por dificuldades.
-Você acredita em tudo que sua mãe fala?
-Minha mãe não mentiria para mim!
-Sabe, seu pai é um ótimo homem. Se você visse como ele conduz aquela empresa e ainda tem todos os problemas em casa. E tem uma filha linda, ele sempre fala comigo sobre você. –Mentiu. –Disse que você é um pouco rebelde, mas que ama você muito e que gostaria de ficar muito tempo com você, mas como ele trabalha demais não pode.
-Viu? Ele sempre põe trabalho na minha frente... Isso é depressivo. –No fundo, Carlos percebeu que a garota que parecia forte e agressiva era só carente de atenção do pai, como ele suspeitava.
-Vamos fazer assim... Eu vou conseguir um dia inteiro somente seu e do seu pai, mas você tem que prometer que vai obedecer ele e ser muito gentil, como está sendo comigo, fechou?
-Fechou! –Respondeu a garota feliz. –Posso te fazer uma pergunta, Carlos?
-Sim, pode.
-Você gosta do meu pai?
-Claro, ele é meu chefe e é muito legal. –Desconversou o loiro, ele sabia o intuito da pergunta da garota.
-Não perguntei assim, eu perguntei se você gostaria de namorar o papai?
Notas finais
O que vocês acharam do meu Carlos?
Guilherme dá ou não dá para Bernardo?
E será que foi o fim do romance do advogado com o atôr?
Gostaram da Maria Luiza?
E o Carlos o que responde para a garotinha?
Fale com o autor