Notas iniciais
Oi pessoinhas ✌
Cá estou eu com mais um dos meus surtos da madrugada.
Dessa vez uma oneshot. (Minha primeira) e sem Hentai. (Resolvi pegar leve dessa vez. Rsrsrs.)
Espero que gostem.
Por favor nao reparem nos erros de gramática.
Boa leitura.

Mais uma manhã agitada na grande Paris. Os heróis Ladybug e Chat Noir haviam acabado de derrotar mais um akuma de Hawk Moth.

— Zerou! — Disseram em uníssono fazendo seu toque costumeiro.

— Então, até mais gatinho. — Ladybug jogou seu ioiô e saiu pulando sobre os prédios.

— Eu não aguento mais Plagg. Hoje eu vou descobrir quem é você, My Lady. — O gato sorriu maliciosamente e esticando seu bastão, se lançou na mesma direção que a heroína havia ido segundos atrás.

Tomando cuidado e mantendo uma distância segura para não ser notado, Chat começou a seguir a azulada por entre os prédios, analisando a paisagem e reconhecendo algumas casas e lojas. Então a menina parou. O loiro se escondeu atrás de uma chaminé enquanto ela olhava para os lados checando se não havia ninguém lhe observando. Sua transformação acabou fazendo com que a jovem voltasse a ser a doce e desajeitada Marinette.

— Te peguei! — Sussurrou ele antes de se virar e tomar o caminho de casa. — Eu não acredito Plagg. O grande amor da minha vida estava bem de baixo do meu nariz esse tempo todo. Um fui um idiota em não perceber.

— Você não foi idiota. Você é idiota! — O kwami se jogou na cama do loiro dramatizando uma morte por cansaço. Adrien jogou o pedaço do queijo antes que o gato começasse a lhe perturbar. — Sabe... — Ele disse com a boca cheia. — A eu pensava que a Tikki tinha escolhido a portadora errada dessa vez. Aquela menina é uma tonta. — Ele mordeu mais um pedaço. — Mas em ação, até que ela tem se saído bem.

— A Mari não é tonta. — "Espera! Eu disse MARI?" — E quem é Tikki? E que história é essa que ela escolheu? Achei que fosse o tal "Mestre" que escolhia os portadores dos miraculous.

— Primeiro, Tikki é a kwami da Ladybug, você é bem lerdo hein... Segundo, O Mestre avalia possíveis candidatos, por assim dizer, mas nós, kwamis, escolhemos quem será nosso portador. Agora vê se me deixa dormir. Estou morto.

— Claro. Claro. — Suspirou Adrien. — Marinette... — Outro suspiro. — Parece que vamos ter uma conversinha...

***

No dia seguinte Marinette acordou mais disposta do que o normal. Acordou cedo e preparou suas coisas para a aula. Pegou alguns biscoitos colocando alguns dentro de sua bolsinha e outros em um pequeno pratinho.

— Bom dia Tikki. — Disse acordando a pequena com um beijo carinhoso.

— Caiu da cama Marinette? — Ironizou.

— Há. Há. Muito engraçado. — Ela estendeu o prato de cookies, o que fez a joaninha literalmente voar para dentro do prato.

— O que deu em você hoje menina?

— Ah Tikki, não sei. Apenas estou com a sensação de que hoje vai ser um ótimo dia. — Esperou a kwami acabar de comer e se pronunciou. — Vamos?

— Vamos!

Ela andou despreocupada pela rua enquanto caminhava rumo à escola chegando lá, incrivelmente meia hora mais cedo. De longe avistou o loiro dos seus sonhos parado na entrada. Como se esperasse alguém. Ela se aproximou e cumprimentou-o.

— O-Oi A-Adrien. — Por que sempre tinha que gaguejar? Ela se perguntava mentalmente. "Droga!".

— Oi Marinette. — Ele sorriu maliciosamente. De certo modo despertou uma curiosidade na garota.

— Está esperando alguém? — Perguntou tímida.

— Sim. — Fez uma breve pausa. — Você!

— E-E-E-Eu?

— Precisamos conversar!

— Cla-Claro.

Adrien pegou subitamente a mão da garota, assustando-a. Entraram na biblioteca e o loiro trancou a porta. Marinette se perguntava como ele havia conseguido a chave. Mas esse era o menor dos seus problemas. Ela o não tirou os olhos do garoto enquanto o mesmo checava entre as prateleiras para ter certeza de que estavam realmente sozinhos.

— Adrien? — Chamou ela.

Ele se aproximou segurando as mãos da jovem, que virou na mesma hora. Soltou um suspiro pesado enquanto procurava as palavras certas. Seus olhos verdes presos no turquesa na menina.

— Marinette... Eu... Eu sei... — Ela arqueou uma sobrancelha numa visível expressão de confusão, parecia não ter a mínima ideia do que ele estava dizendo. — Eu sei que você é ela. — Ele pausou. — Eu sei que você é a Ladybug. — Sussurrou.

— Co-Como? Como você...? Não. Não pode ser. Eu estraguei tudo. DE NOVO! Eu sabia que não era a pessoa certa para isso... Droga!

Marinette se encontrava em um beco sem saída. Se Adrien havia lhe dito que descobriu seu segredo, com certeza ele possuía alguma prova. Não havia como ela negar. Sua vida estava acabada. O que ele acharia dela agora? Ele contaria para alguém? Se fizesse isso todos à sua volta iriam correr grande perigo. E agora o que fazer? A menina desesperou-se.

— Adrien, eu não sei como descobriu mas, por favor não conte a ninguém. Eu lhe imploro. Você não pode contar. Diga de não irá dizer nada a ninguém. Me prometa. — Sua voz era de pânico.

— Marinette. — Chamou. — Hey! — Ele pegou o rosto da menina com as duas mãos percebendo algumas lágrimas que insistiam em cair mesmo sem o consentimento da jovem. — Eu não vou contar para ninguém, eu prometo. — Ela olhou nos olhos do modelo enquanto tentava controlar suas emoções. Respirou fundo e parou de chorar. — Bem melhor...

— Não vai contar para ninguém? Me promete?

— Claro! Eu nunca contaria isso para alguém. — Ele se aproximou do ouvido da menina com um sorriso malicioso. — Será o nosso segredo, My Lady.

Ela ruborizou instantaneamente. Só conhecia uma pessoa que a chamava assim. Mas Adrien não era ele. Era? Sua mente já não raciocinava. Adrien pegou a mão de Marinette, ajoelhou-se em sua frente e depositou-lhe um beijo suave. Era ele! Ela teve certeza com aquele gesto. Levou as mãos a boca ainda assustada percebendo que aquelas lágrimas de antes, estavam mais uma vez presentes em seu rosto.

Ele sentia-se bem por ter descoberto a identidade de sua Bugboo, mas ao mesmo tempo, refletia se fizera o certo revelando a sua também. Percebia que a menina estava visivelmente atordoada. Ele queria abraçá-la, beijá-la, sentir seu toque, sua pele, seus lábios. Mas por que desejar isso agora parecia tão errado? Ele achou que deveria se desculpar e dar espaço à garota. Ela precisava de um tempo.

— Marinette, me desculpe, eu... — Ela o calou colocando o dedo indicador nos lábios do loiro, silenciando-o.

— Não diga mais nada. — Ela abriu um sorriso. — Apenas... — Ela deixou a frase no ar selando seus lábios aos de Adrien.

A princípio ele se manteve estático. Não conseguia acreditar no que estava lhe acontecendo. Aquilo realmente estava acontecendo, certo? Sem pensar em mais nada ambos se entregaram ao momento. Por trás das pálpebras fechadas, absorviam o gosto e o cheiro um do outro. O silêncio e a calmaria da biblioteca, lhes permitiram escutar seus batimentos. A respiração dos dois estava ritmada, suas línguas faziam uma dança sensual dentro das bocas. As mãos de Adrien apertaram possessivamente a fina cintura da menina, o que a fez tremer. Seus corpos estavam em chamas, queimando de dentro para fora. A jovem ainda não acreditava no que estava lhe acontecendo. Suas delicadas mãos acariciavam a nuca do modelo, deixando ali alguns arranhões, que com certeza deixariam marca. O ar se fez necessário interrompendo o beijo. Mas Adrien não se dando por satisfeito, desceu sua boca até o pescoço de Marinette e começou a beija-lo e mordisca-lo, foram aparecendo, quase que instantaneamente, pequenas marquinhas vermelhas por onde sua boca passava. Ambos perderam a noção da hora, não sabiam quanto tempo haviam ficado entre beijos. Curtos e longos. De língua ou selinhos. Cada um trazia consigo uma nova sensação ao jovem casal.

Afastaram seus rostos e fitaram um ao outro por alguns instantes. Ambos estavam corados.

— Estou tão feliz por ser você. — Ele disse sorrindo.

— Eu estou mais. — Ela o abraçou. — Eu te amo.

— Eu te amo mais. Agora você é minha, princesa.

— Sua! — Ambos se afastaram sorrindo. Adrien abriu a porta e com as mãos dadas foram para sala.

***

— Então classe, não se esqueçam, amanhã é o passeio da turma. Apenas os sete alunos de maior nota no semestre irão. Direi os nomes de quem vai. Os demais estão dispensados da escola amanhã. — A professora pegou um papel e começou a ler os nomes. — Com a maior nota da turma, Adrien. — Ela anotou o nome no quadro. — Seguido por Marinette, Alya e Nathanael. — Ela também anotou os três nomes. — E por último, Nino, Sabrina e Chloé. — Anotou-os também finalizando sua pequena lista. — Passarei a autorização para seus pais assinarem.

— Onde iremos professora? — Alya se pronunciou.

— Será uma surpresa. Apenas um aviso! Nosso destino é um pouco longe por isso o horário de saída do ônibus será às 3:30 da manhã.

— Mas e o meu sono de beleza? — Chloé se pronunciou.

— Se não quiser ir, não vá srta Bourgeois. — A resposta da professora fez com que a loira se calasse depois de um estalo de língua insatisfeito.

***

Os alunos estavam no ônibus aguardando ansiosamente a professora.

— Todos em seus lugares por favor. — Ela pediu ao entrar no veículo. — Este é o senhor Pierre Lafronté, será nosso motorista.

— Bom dia meninos. — Ele cumprimentou.

— Bom dia! — Todos responderam em uníssono.

— Hoje iremos ao Parque Paul Mistral em Grenoble.

O Parque Paul Mistral era um dos pontos turísticos mais famosos de toda a França. Ficava na cidade de Grenoble, situada a 560 km de Paris. São cerca de sete horas de viajem de ônibus, isso a uma velocidade média de 80 km/h. (N/A: Sim, eu pesquisei. Acham que vida de autora é fácil? Rsrsrs.)

Todos em seus lugares, o ônibus começou seu trajeto. Marinette repousou a cabeça no ombro de Adrien. Algum tempo depois o garoto já havia adormecido no colo da namorada. Alya que sentava no banco da frente, ao se virar para falar com a amiga e ver os dois pombinhos cochilando, não perdeu tempo e puxou o celular do bolso para tirar uma foto. O flash da câmera fez com que ambos acordassem assustados.

— Alya! — Reclamou Marinette.

— Quando ia me contar sobre vocês hein amiga? — Alya disse rindo, na esperança que a menina desmentisse sua teoria como sempre. Mas aquém abriu a boca para falar foi o garoto.

— Desculpa Alya. É que eu e a Mari começamos a namorar ontem. E acabamos esquecendo de contar para vocês. — O loiro sorriu tímido.

— Hum MARI? Que fofo Agreste. Então tudo be... ESPERA! VOCÊ DISSE NAMORANDO? — A morena gritou e os olhares de todos no ônibus forma parar nos três.

— Fala baixo Alya. — Pediu a amiga.

— Você vai me contar essa história direitinho srta Marinette. — Exigiu.

— Claro, claro. — Ela suspirou dando-se por vencida. — Mas pode ser depois? Eu realmente... — Marinette foi interrompida por um barulho alto.

Todos olharam pela janela assustados mas antes de verem qualquer coisa o ônibus parou bruscamente.

— Estão todos bem? — Perguntou o motorista.

— O que houve sr. Pierre?

— Um deslizamento de rochas. — Explicou ele. Todos desceram do ônibus. Rochas gigantescas bloqueavam o caminho, tanto à frente, quanto atrás do veículo.

— Estamos presos! — Choramingou Sabrina.

— Eu vou ligar agora pro meu pai. — Chloé pegou o celular e discou o número. — DOGRA! Está sem sinal.

— O meu também.

— E o meu idem. — Nenhum dos celulares pegavam.

— Não tem como ficar pior. — Reclamou Nino. E como se "alguém" ouvisse sua reclamação, uma resposta veio do céu para mostrar-lhe que sempre pode ficar pior.

— Você tinha que dizer isso, não é? — Resmungou Alya.

— Todos para dentro do ônibus. — Ordenou srta Bustier. — Temos que sair dessa tempestade.

Não tinham para onde ir. O ônibus estava encurralado. Os celulares, sem sinal e a chuva cada vez aumentava mais. Com riscos de novos deslizamentos.

— O que vamos fazer? — Marinette sussurrou para Adrien.

— Não sei. E se eu usasse o Cataclismo para desobstruir a passagem?

— Okay gênio. Mas como vai se transformar sem que ninguém veja? — Perguntou sarcástica.

— O que faremos então? — Perguntou Adrien. — Não podemos ficar aqui parados sem fazer nada.

— Agora sim! Não dá pra ficar pior! — Exclamou Nino. E novamente a o destisno lhe mostrou que estava errado. Um akumatizado aparecera no lado de fora do ônibus.

— Nino! Faz um favor? CALA A BOCA! — Alya estava quase batendo no garoto.

— E agora? — Perguntou Adrien.

— Não temos escolha! Não podemos deixar que esse akumatizado machuque nossos amigos. — Marinette sussurrou.

— Eu sou Nikki a Deusa do fogo. Ladybug e Chat Noir sei que estão ai. Posso sentir vocês. Saiam ou irei explodir essa lata velha.

Os alunos se entreolharam surpresos. Como assim Ladybug e Chat Noir estavam entre eles? Todos estavam em choque, menos Marinette e Adrien.

— Não temos escolha. — Sussurrou Adrien.

— Não temos escolha. — Sussurrou Marinette. Ela abriu a bolsa e viu sua pequena kwami assentindo com a cabeça, autorizando-os a fazer o que fosse necessário.

— Não irão aparecer? Estão com medo? — Gritou Nikki. — Ótimo! Adoro explodir coisas. — Sussurrou para si mesma caminhando para mais perto do ônibus.

A akumatizada levantou uma das mãos, que agora, pegava fogo. Ela se preparou para lançar quando foi impedida por um grito.

— NÃO! — A voz da doce e gentil Marinette soou até como uma ameaça.

— Marinette você ficou doida amiga? — Perguntou Alya. Houve uma breve troca de olhares entre a azulada e o loiro.

— Me desculpe Alya. — Ela disse com um tom de voz quase inaudível.

Adrien correu para frente do ônibus e puxou a alavanca que abria a porta. Marinette correu atrás do loiro, mas foi impedida no meio do caminho por sua professora.

— Onde pensam que vão? Vocês dois. Voltem para os seus lugares. Deixem que os heróis de Paris cuidem dessa louca. Eles devem chegar a qualquer momento.

— Eles já estão aqui. — Disse Marinette de soltando e correndo para a saída junto com Adrien. Lá fora, a chuva continuava com sua potência máxima.

— Nós estamos aqui! — Gritou Adrien.

— Não. Brinca. — Alya disse boquiaberta enquanto começava a gravar.

— Há. Até parece... — Disse Chloé com tom de deboche.

— Parem com isso meninos. Voltem para o ônibus. — Gritou a professora.

A akumatizada lançou algumas bolas de fogo na direção do casal, mas eles conseguiram desviar sem dificuldade. Marinette olhou para Adrien e acenou positivamente com a cabeça. O gesto foi retribuído pelo garoto que olhava fixamente para a menina.

— Plagg... — Chamou Adrien.

— Tikki... — Chamou Marinette. O dois kwamis saíram prontamente de seus "esconderijos".

— Mostrar as garras!

— Transformar! — Os dois disseram em uníssono.

Na frente do alunos não estavam mais Marinette e Adrien. Agora se encontravam ali, Ladybug e Chat Noir. Os alunos e a professora, todos sem exceção, estavam boquiabertos, chocados. Não conseguiam acreditar no que acabaram de ver. E Alya continuava filmando.

Enquanto isso do lado de fora a luta já havia começado.

— My Lady o que faremos? Mesmo chovendo ela ainda consegue lançar essas bolas de fogo. Sabemos que água não resolverá.

— Primeiro me ajude a achar o akuma, depois pensamos nisso.

Chat Noir correu em direção a Nikki desviando das bolas de fogo no caminho. Ao chegar perto o suficiente para lhe golpear, notou um acessório incomum preso do lado direito do peito, na roupa da akumatizada. Um relógio de bolso que reluzia como diamante.

— Achei! — Gritou ele tentando pegar o objeto, mas foi impedido com um chute no abdome que o lançou longe. Chat sentiu seu corpo bater contra a lataria do ônibus.

— Você está bem gatinho? — Ladybug estendeu sua mão ajudando o parceiro a se levantar. — Venha comigo eu tive uma ideia. Preciso que irrite ela.

— Deixa comigo. — Respondeu prontamente. — O palito de fósforo. — Gritou ele. — Por que não vai acender o fogão do bar do sr. Manoel da esquina? — O fogo que antes estava apenas em sua mão, agora começava a se espalhar para o corpo inteiro. Ladybug foi até o ônibus, e pegou o extintor de baixo do acento do motorista.

— Isso deve apagá-la, mesmo que por um breve momento. — Disse a si mesma.

A vilã continuava aumentando suas chamas.

— Como isso vai nos ajudar com a esquentadinha? — Perguntou Chat.

— Confie em mim.

— Sempre.

— Quando eu der o sinal, você pega o relógio e quebra, okay?

Chat acenou positivamente com a cabeça. Ladybug olhou para Nikki e percebeu que seu plano estava dando certo. Uma nuvem densa de vapor começou a se formar em volta da vilã, deixando-a incapaz de vez um palmo à frente do nariz. A heroína rapidamente abriu o extintor e apagou o fogo dela.

— Chat agora! Ela não vai ficar apagada por muito tempo!

Chat Noir pulou e pegou o pequeno relógio voltando, em seguida, para o lado de sua parceira. Ele pisou no objeto destruindo-o, libertando o akuma.

— Hora de aniquilar a maldade. — Ladybug lançou se ioiô capturando a borboleta. — Te peguei. — Em seguida libertou-a purificada. — Tchau tchau borboletinha. MIRACULOUS LADYBUG! — Então tudo voltou ao normal. Até mesmo a chuva parou, dando lugar a um sol aquecedor e um lindo arco-íris.

— Zerou. — Disseram em uníssono fazendo seu toque costumeiro.

Os dois lançaram um olhar vitorioso. Mas agora vinha o problema maior. Seus amigos.

​ — Ah meu Deus! Marinette por que não me contou? — Perguntou Alya abrançando a amiga.

— É mesmo cara, podiam ter contado pra gente. Somos seus amigos. — Disse Nino.

— FICA QUIETO! Metade do que aconteceu aqui foi culpa sua. — A morena repreendeu o garoto.

— Desculpem não podíamos. — Disse Ladybug.

— Tudo bem. Mas está. Me devendo uma entrevista amiga.

— Eu já não te dei uma? — Respondeu lembrando-se do ocorrido no dia em que Fred Haprèle, o pai da Mylène, foi akumatizado.

— Ah mas eu quero outra. Aquela não valeu.

— Claro Alya, claro. — Suspirou Ladybug dando-se por vencida. — Ah! Gatinho!

— Sim?

— Poderia? — Ela apontou para as rochas que bloqueavam a estrada.

— Com prazer. — Ele correu. — CATACLISMO! — Deslizou sua mão por alguns pedregulhos, que logo sumiram.

— Maneiro. — Disse Nino recebendo um tapa de Alya em seguida. — Aí!

— Eu disse que você poderia falar?

— Esses dois se amam. — Sussurrou Ladybug.

— Assim como nós. — O gato tomou para si os lábios da joaninha. Alya prontamente bateu mais uma foto.

— Ladynoir é real! — Gritou a morena empolgada, sem para com os flashes.

Notas finais
E ai o que acharam?
Por favor comentem...
Amo ler os comentários.
Beijos e até a próxima.
FUI
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!