The True Owners Of The Dark Side
25 Capítulo 25
Notas iniciais
Peguei o corpo do Klaus e o arrastei até os fundos da casa, se alguém passasse e o visse ia ter problemas. A estaca não adiantava muita coisa, já que Klaus é um Original, então sempre que eu percebia que ele iria acordar eu retirava e colocava a estaca de novo.
Não demorou muito para o tio Adam, o Stefan, o Matt e a Elena chegarem com o corpo do Damon. Eles não retiraram do carro, porque o dia de fazer o feitiço era hoje.
– Temos que avisar Anna – disse Stefan – já tem que estar tudo pronto quando chegarmos lá.
– O feitiço é hoje? – falei assustada.
– Quanto mais cedo fizer esse feitiço, mais cedo ficaremos livres do Klaus. – tio Adam falou.
– Falando em Klaus... Venham comigo. – falei e os guiei até os fundos. – Mas... Cadê ele?
Klaus não estava mais ali.
– Ele fugiu! – gritei – Argh!
– Uma estaca não iria parar ele por muito tempo... – Elena falou.
– Eu sei. – entrei em casa com raiva. – Só porque eu tinha pegado o desgraçado! – gritei.
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À noite, Anna e Juliet já tinham tudo preparado para o feitiço que traria Damon de volta. Kol continuou preso no Mystic Grill, Stefan estava lá com ele, pronto para mata-lo na hora do feitiço.
Posicionamos o corpo de Damon perto de Juliet e Anna, e elas colocaram umas velas em volta dele. As duas estavam de mãos dadas, lendo o grimório e falando umas coisas em latim. Enquanto elas falavam, as chamas das velas aumentavam. No meio do feitiço, Juliet falou.
– Adam, ligue pro Stefan.
E assim ele fez.
– Na hora que eu mandar, fale para ele enfiar uma estaca no coração do Kol.
– Tá bom... – ele falou para Juliet, depois falou para Stefan – Prepare-se Stefan.
Depois de mais algumas palavras, ela finalmente disse:
– Agora!
Imediatamente Adam gritou para Stefan.
Depois as chamas aumentaram, rapidamente e logo em seguida, apagaram. Parece que deu tudo certo.
– Acabou? – Elena perguntou.
– Sim – respondeu Anna.
Fui até Damon, ele ainda estava inconsciente.
– Ele vai ficar bem, não é?
– Sim, Isa. Só dê um tempo até ele acordar. – Juliet falou.
Demorou um pouco, mas finalmente Damon acordou.
Pov. Stefan
Fiquei esperando a ordem de Juliet para matar Kol. Eu o havia amarrado com umas cordas de aço que trouxe. Achei que seria útil.
Adam me ligou.
– Prepare-se Stefan. – ele me disse.
Peguei a estaca e me posicionei perto de Kol, pronto para atacar.
– Agora! – Adam havia me gritado.
Na mesma hora, larguei o celular. Mirei no coração de Kol e dei uma estacada nele.
Kol começou a pegar fogo instantaneamente, depois de alguns segundos o fogo cessou e a única coisa que sobrou foi um Kol em forma de cinzas.
Pov. Isabela
– Damon! Que bom que você voltou! – falei e o abracei, mas ele não retribuiu o abraço. – Está tudo bem? – perguntei.
Damon se levantou e não me respondeu.
– O que você tem, Damon? – perguntei.
– Ele está sem humanidade. – Anna me respondeu.
– O que é isso?
– Os vampiros têm a habilidade de desligar a sua humanidade. – Stefan explicou – É como se fosse um "interruptor" que os vampiros podem ligar e desligar.
– Quer dizer que ele não tem mais sentimentos?
– Não.
– Finalmente vocês me trouxeram de volta. Já estava de saco cheio daquele lugar. – Damon falou. Depois foi até mim – Ah não fica assim gatinha, a gente pode ter um lance. – e deu um sorrisinho.
Fui correndo até meu tio e ele me abraçou.
– Onde está o desgraçado do Klaus? – Damon voltou a falar – Ei bruxinha, quando você vai fazer o outro feitiço?
– Em breve... Ainda não estou preparada. – Juliet respondeu.
– Juliet, Isabela! – tio Adam falou – Vamos embora.
Só assentimos. Cada um foi pra sua casa.
Fui até a casa da Elena para desabafar um pouco, essas coisas que estão acontecendo... são demais para a minha cabeça. Depois que conversamos bastante fui para casa, já estava tarde da noite.
Cheguei e fui direto para o quarto, no outro dia eu tinha que ir para a escola.
Tranquei a porta e quando me virei vi Damon.
– Ai meu Deus! – assustei – o que você está fazendo aqui?
– Ué, ainda somos namorados, não é? – ele falou num tom irônico.
Não respondi.
– Saia daqui, por favor... Você não é mais o Damon.
– Por que não? – ele perguntou.
– O Damon que eu conheço me ama e tem sentimentos.
– Mas eu posso fingir.
Fiquei pasma.
Ele foi chegando perto de mim e eu estava saindo fora.
– Vai embora, Damon!
Aí ele chegou mais perto de mim e disse:
– Você não estava com saudade de mim? Eu estou aqui agora. – e me beijou.
Acabei cedendo a ele.
Amanheceu o dia e quando me virei, Damon não estava lá.
– ARGH! Como eu sou imbecil! – comecei a socar a cama. Damon tinha me usado.
Respirei fundo, fui até o banheiro, tomei um banho demorado e desci para ir para a escola.
Antes de sair, tio Adam me chamou.
– Isabela, fala com o Matt para vir aqui. Eu quero conversar com ele.
– Ok. – falei e saí.
Lá eu encontrei Matt e Elena.
– Oi pessoal. – falei.
– Oi. – eles responderam.
– Matt, meu tio disse pra você ir lá em casa hoje.
– Pra que? – ele falou.
– Ele quer conversar com você.
Entramos no colégio. Encontrei com Stefan no corredor.
– Oi.
– Oi Stef. – falei e fui para o meu armário.
– Isa, é melhor você evitar o Damon por enquanto.
– Tudo bem. – dei uma pausa e continuei – Ele vai voltar ao normal, não vai?
– Depende.
– Do que?
– Como eu te disse, nós escolhemos se queremos ligar ou desligar nossa humanidade, vai depender se Damon vai querer liga-la.
– Quero o Damon de volta... – fechei o armário com força e continuei – E eu vou ter!
Desisti de ir para a aula e liguei para Damon.
– Damon, eu preciso falar com você. Onde você está?
– Escuta aqui baby, não estou a fim de ter uma DR noa fim de ter lar com voccagora.
– Damon... Eu só quero conversar numa boa. É para ajudar você.
– Que tipo de ajuda você está falando?
– Marcamos um encontro e eu digo...
– Não sei não... Ando muito ocupado para esses tipos de coisas. Vá procurar outra pessoa para você ajudar.
– Dá para ser menos insensível?
– Como já disse: não tenho tempo para isso. Tchau.
– Espera Damon, por favor! Me encontre no Mystic Grill, depois que sair da escola estarei lá, ok?
Ele ouviu isso e desligou o telefone.
Fui para o grill e aguardei em uma mesa que tinha um sofá. Ele demorou, mas apareceu.
– Sabia que você ia vim. – falei.
– Sem enrolações, vamos direto ao assunto.
– Damon você se lembra daquela peça da escola?
– Lembro... Você ficou toda derretida quando eu te beijei. – ele riu, zombando.
Ignorei e continuei falando.
– E o nosso primeiro encontro?
– O que tem? – ele falou secamente.
– Foi ali que eu me apaixonei por você.
– Lamento.
– O que você sente por mim, Damon?
Ele sentou mais perto de mim, passou a mão em meus cabelos e aproximou seu rosto do meu.
– Nada. – ele falou e foi embora.
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