The True Lives Of The Fabulous Killjoys
63 When the motor gets hot, we can do it again
Notas iniciais
Olha que legal: já tenho esse e o último capítulo prontos!
Isso tudo foi fruto de uma aula particularmente chata de geografia, é.
Enfim, desculpa a demora pra responder reviews e tal, estou em semana de provas e CHEIA de trabalhos pra fazer '----' Mas consegui um tempinho depois de estudar hoje pra poder digitar os capítulos, responder reviews e postar o penúltimo capítulo.
Quero que lembrem que, inicialmente, esse seria o final definitivo. Mas como eu decidi juntar os dois... O próximo será tipo um epílogo, é.
(Eu não gostei desse capítulo, pra falar a verdade. Não consegui fazer o final como eu queria, mas vai ficar assim porque eu não consigo, realmente...)
Enjoy!
Nove meses depois
–Killjoys, Impairers e chefes! Nós temos o prazer de inaugurar a mais nova Oitava Base do estado da Califórnia, Estados Unidos. – disse Poison Heart, em um microfone, ao lado de Supermassive, Adrenaline, Diamond, Danger e o mais novo chefe, Toxic Jet, um garoto de 19 anos; novo, mas experiente e inteligente – Após nove meses de trabalho duro, nós conseguimos reerguer aquilo que muitos de nós chamamos de “casa”. Mas foi um trabalho que valeu a pena: reconstruímos toda a estrutura de uma forma melhor em tão pouco tempo! É um motivo para nos orgulharmos!
Poison fez uma pausa e ajustou o aparelho auditivo no ouvido, ainda um pouco incerta sobre como usá-lo direito.
–Espero que tenham entendido o significado da frase que disse no começo de nosso trabalho, porque essa nova Base é o que mais ilustra isso. – um sorrisinho nasceu nos lábios de Poison – Levem essa lição para toda a vida de vocês: criem e destroem o quanto vocês quiserem. Enfim, sem mais blablablá, lhes apresento... A nova Base 8!
Os portões de ferro anti-lasers abriu, sem rangido e nem nada, e todos os Killjoys e Impairers começaram a gritar e a aplaudir. Todo o grupo correu para dentro, prontos para andar pelos corredores novos, pela arena nova... Enfim, simplesmente aproveitar toda a nova estrutura da Base 8 que, certamente, teve melhorias significativas.
Danger se aproximou de Poison e apoiou o braço em seu ombro, olhando para o prédio de cores espalhafatosas, combinando com as roupas dos próprios Killjoys.
–Sabe... Você começou uma rebelião. – disse Danger, cutucando a barriga de Poison, fazendo a outra rir – As bases de todo o mundo estão começando a ser invadidas. Logo será a vez da base central, em Tokyo.
–E eu estarei lá. – prometeu Poison.
–Somos duas.
As amigas sorriram e se abraçaram.
–Você mudou... – sussurrou Danger, sem se separar da outra – Pra melhor...
–Eu tentei, pelo menos. – ela deu de ombros, meio sem graça, se afastando.
–E está conseguindo, continue assim! – disse Danger, apertando a bochecha pálida de Poison. A Killjoy riu baixinho e afastou algumas mechas azuis (não mais desbotadas) do rosto. Danger deu um último abraço em Poison e se afastou, indo junto com os Impairers para olhar os quartos e tudo o mais. Em seu lugar, surgiu Kobra, abraçando Poison por trás.
–Hey! – exclamou Poison, rindo ao sentir Kobra beijando seu pescoço.
–E agora que temos nossa Base de volta... O que faremos?
–Voltaremos às nossas vidas normais. Só que a minha nunca mais voltará ao normal, sinto dizer. – ela revirou os olhos – Acho que foi um desses motivos que me levou a rejeitar o cargo que era de Plastic. Quero pelo menos parte da minha vida de volta. Tenho certeza de que Adrenaline Danger Heart será bem melhor do que eu para isso. – de repente, um sorrisinho passou por seus lábios – Além do mais... Eu também queria passar mais tempo com você...
Kobra sentiu suas bochechas ficarem quentes, mas ignorou o fato e levantou o rosto de Poison, beijando-a levemente. Porém, a Killjoy parecia ignorar a delicadeza de Kobra e agarrou-o com uma violência leve, fazendo-o se arrepiar. Ao se separarem, a Killjoy desceu a mão por debaixo da camiseta de Kobra, arranhando-o de leve.
–E-eu quero você... – gemeu Poison, com um olhar desejoso e o tom de voz suplicante. Kobra gemeu e balançou a cabeça levemente, mas beijou-a, levantou-a no colo e carregou-a até o novo quarto dela, sem nunca quebrar o beijo.
–X-
–Party... Você viu a Poison e o seu irmão indo pro q...
–Vi, vi, vi. Não precisa apontar. – murmurou Party, ficando da cor dos próprios cabelos ao ouvir o que Fun tinha a dizer. Fun riu baixinho e beijou-lhe o rosto.
–Você fica fofo quando cora...
Isso só o fez corar mais ainda e começar a fitar os próprios pés, totalmente constrangido.
–Você ainda vai me matar, baixinho... – murmurou Party, escondendo o rosto com os cabelos ruivos.
–Por quê?
–Você me mata de vergonha.
Ele revirou os olhos e beijou-o de surpresa, acariciando sua face logo depois.
–Você é muito envergonhadinho, meu amor. – sussurrou ele, sorrindo docemente. Party corou ainda mais e passou um braço por sua cintura, trazendo-o mais para perto. Os dois ficaram abraçados por um longo tempo, até que Fun voltou a falar – O que faremos agora?
–Temos uma vida inteira pela frente.
–Uma vida é muito pouco. – murmurou ele, tristemente.
–Então temos muito mais. Teremos o tempo que você quiser, Funny.
Fun sorriu, radiante, e beijou a bochecha do ruivo, que sorriu de volta e entrelaçou seus dedos.
–Só não me deixe.
–Hmm?
–Não me deixe. – repetiu Party Poison, com a expressão triste.
–Party, você sabe que eu nunca te deixaria...
–Eu já... Já perdi meu pai... Não quero perder você também... N-não quero perder mais ninguém q-que eu amo...
–Eu sei como se sente, Party. – disse ele, acariciando o rosto do mais velho – Não vou a lugar nenhum. Não sem você.
Ambos se olharam e se beijaram novamente, felizes em ter um ao outro.
–X-
–Pony, pra onde você vai agora? – indagou a pequena Sunshine, enquanto conversava com Show Pony, que ficou durante os nove meses na Base, ajudando a remontar tudo.
–Vou voltar para a casa de Dr. D. – disse ele, com um sorriso bondoso.
–Por quê? – perguntou a menor, meio chorosa.
–Porque lá é o meu lugar.
–Seu lugar poderia ser aqui... Na Base...
–É, só que eu não posso. – disse ele, fazendo carinho na cabeça de Sunshine – Eu não pertenço à Base, esse é o lugar da Poison, mas não meu.
–Entendo...
–Ei, não fique triste. Posso vir visitá-la, se quiser.
–Eu quero! – exclamou Sunshine, com os olhos brilhando de felicidade. Show Pony riu e assentiu.
–Então virei visitar você, não se esqueça de mim!
–Não vou. – prometeu ela, sorrindo. Pony sorriu de volta e deu um beijo na testa da menor.
–X-
–O que vai fazer... Agora que a Base foi reconstruída? – indagou Revolver, sentada em um murinho, ao lado de Jet Star, com os braços cruzados.
–Vou continuar aqui, é claro. – ele fitou o céu, mas logo virou o olhar em direção a Revolver – E você?
–Meu plano era começar meu treinamento Killjoy e tudo o mais, mas... Ver a morte de tantas pessoas, principalmente o enterro do pai de Party e Kobra... Me fez sentir muita falta da minha irmãzinha. Eu vou atrás dela.
–Ah.
Os dois entraram em um silêncio profundo. Bulletproof Revolver olhou de esguelha para Jet, que observava o chão, visivelmente triste. A menina mordeu o lábio inferior e murmurou, baixinho:
–Se você... Você quiser vir comigo... Seria legal.
Jet Star levantou o olhar e encarou Revolver, que mantinha o lábio inferior entre os dentes. De repente, várias imagens passaram pela sua mente: ele mesmo e Revolver juntos, no meio de uma cidade, observando as ruas escuras; ele e Revolver brigando com alguns Draculoids, ele e Revolver de mãos dadas, entrando em uma casa escura, ele e Revolver encontrando uma menininha semelhante a Revolver...
Porém, mesmo após todas essas imagens, Jet sorriu e disse:
–Não. Vou esperá-la.
Bulletproof Revolver sorriu e assentiu. De repente, ouviu alguém chamando seu nome e virou para olhar; era Show Pony.
–Preciso ir. Pony vai me dar uma carona. – ela riu – Até mais ver, Jet Star. Você foi um grande amigo. – Revolver se aproximou e deu um selinho em Jet, mas ele segurou seus pulsos, transformando o selinho em um beijo longo e demorado, mas que Revolver soube aproveitar muito bem.
Ao se separarem, a menina suspirou profundamente e sorriu.
–Até logo, Jet... – sussurrou ela, olhando em seus olhos e se afastando logo depois. Pony deu um sorrisinho significativo e ela revirou os olhos – Cala a boca, Pony.
Show Pony balançou a cabeça levemente e a seguiu até um carro que Pony pegou emprestado (ou seja, pegou sem pedir) de Poison. Os dois entraram no carro e partiram, olhando para trás e vendo Party, Fun, Jet, Sunshsine, Poison e Kobra (com as roupas desarrumadas) acenando para eles e sorrindo.
Pela primeira vez na vida, Poison Heart teve a certeza de que tudo ficaria bem. Que não haveria mais problemas em sua vida, ou, pelo menos, eles seriam menos frequentes.
E de certa forma, ela estava certa. Toda aquela luta havia valido a pena no final, não é?
Sim, os Killjoys fizeram barulho o suficiente para acordar um mundo inteiro, abrindo seus olhos para o que a Better Living Industries estava fazendo.
Poison sorriu internamente e balançou a cabeça de leve.
Estava tudo acabado, finalmente acabado.
Finalmente em paz.
Notas finais
Enfim........................................
...................................
........................
..................
..........
.....
...
Não sei o que dizer agora '-'
Já estou sentindo um vazio, mas ainda nem postei o último capítulo '-'
ARGH.
VOU ACABAR FICANDO ASSIM ANTES DO TEMPO, SHIT.
Ok, chega.
Eu vou esperar os quatro dias passarem pra postar o epílogo, isso é, se eu conseguir me segurar, né (daora, não quero que termine, mas quero postar logo. FUN, FUN, FUN!).
Cya c:
[Edit: pra quem não entendeu, a Poison ficou permanentemente surda em um dos ouvidos. É, tem coisa que é irreversível mesmo, é a vida, sorry -qn]
Fale com o autor