Marcos Rogers

Kyung-Mi estava pronta para dar seu discurso e estava pronto para ouvi-la em alguns momento olhamos um para o outro e aquilo me deixava desconcentrado ela percebe nossos olhares e começa seu discurso.

— O nosso escritório de advocacia JRTO, É provavelmente o menor entre todos os outros escritório de advocacia. Eu só quero dizer três coisas...Primeiro. Nós nunca iremos divulgar informações confidenciais dos nossos clientes. Sob quaisquer circunstâncias. Em segundo lugar, nós nunca perdemos qualquer caso no tribunal. Apesar de não ter pegado nenhum grande caso. O terceiro... — Kyung para de falar por alguns segundo e abaixa a cabeça, lança um sorriso e olha pra min como se só eu estivesse naquela sala, começo a sorrir pra ela esperando ela continuar.

— O terceiro... Nós... Sempre nos colocamos no lugar dos nossos clientes. E com todo o meu coração... "Ouvir"... Nós vamos te "ouvir"... A partir de uma perspectiva do cliente. Nós solenemente prometemos se comprometer com os nossos clientes... até o fim. Obrigada. — Kyung da sua última olhada em mim e em seguida se despedi voltando para o seu lugar.

A reunião tinha acabado e me levanto para ir diretamente para minha sala, vou andando até a minha sala quando escuto passos atrás de mim olho para trás e era Carlos meu sócio.

—Espero que tenha um bom motivo pra vim atrás de min. — Digo abrindo a grande porta da minha sala.

—Bom apenas conversar sobre a reunião de agora. — Carlos diz entrando na minha sala.

Adentro a sala e vou direto para minha poltrona e sento a diante de minha mesa, Carlos faz a mesma coisa sentando em um dos cantos do sofá da sala.

—Você acha que essa empresa pode ser confiável? Nunca tinha ouvido falar nessa empresa de advocacia. — Carlos diz.

—Andei pensando...devo da uma chance a essa empresa, tenho alguém que posso confiar. — Digo.

—E quem é essa pessoa? — Carlos diz.

Fico pensando não sei se devo dizer que estou louco pela advogada da empresa JRTO.

—A advocada me passa uma confiança… sei que vamos nos dá muito bem. — digo pegando uma garrafa de uísque e despejo em um copo.

—Vi o jeito que a olha… vocês já se conheceram? — Carlos diz curioso querendo saber.

—Talvez Carlos… Talvez. — Digo brincando com o conteúdo no copo e bebo um gole do uísque.

—Entendi. — Carlos diz.

Ficamos quieto por alguns minutos até escutar um barulho atrás da porta, ouço vozes e não demorou muito para identificar quem estava falando. " Inferno " digo comigo mesmo como ela encontrou minha empresa e o pior o que ela está fazendo aqui.

A porta é aberta revelando uma Pamela sorridente e agitada, alguns seguranças tentam segura — lá mais ela se debate gritando como uma criança.

—Ei amor esses homem não querem soltar de mim… Me Soltem seus brutamontes. — Pamela diz tentando sair dos braços de um dos meus seguranças.

Era só o que me faltava essa Pamela não vai desistir tão fácil de mim.

—Tudo bem gente podem solta- lá eu dou um jeito. — digo

Os seguranças entendem e soltam a Pamela que em seguida mostra a língua para eles, essa mulher cresceu mais tem uma mentalidade de uma criança só pode. Os seguranças saiam da minha sala e Pamela vem em minha direção correndo, ela me abraça e vejo Carlos me olhando e achando graça da situação, mostro o dedo meio para ele e mesmo assim ele continua rindo.

—O que está fazendo aqui Pamela? — Digo um pouco bravo.

—Queria ver como você estava meu amor. — Pamela diz ainda me abraçando.

Tiro ela dos meus braços e ando para um outro canto da sala querendo sair de perto dela. Vejo Carlos se levantar e sair da minha sala.

—Bom não quero estraga a conversa dos pombinhos então estou vazando. — Carlos diz e dando chão sem olhar pra trás.

Não digo nada apenas bufo e querendo tirar essa doida o mais rápido possível.

—Esse é meu local de trabalho Pamela não quero que venha interferir. — digo olhando pela grande janela que possuía na minha sala olhando a paisagem da grande cidade de Los Angeles.

—Eu disse a sua mãe me mandar o endereço de onde trabalhava e então ela me passou...o que tem a ver eu vim pra cá. — Pamela diz se aproximando de mim e tentando me abraçar.

Sou mais rápido e pego sua mão antes dela me tocar seguro firme sem machuca- lá, olho para ela com fúria e ela percebeu isso e vejo medo em seus olhos.

—Olha aqui Pamela eu não te chamei para vim aqui então você vai voltar pra casa e esquece que veio aqui! — digo rosnando para ela.

Pamela me olha com medo e desvencilha de mim e sai correndo para fora da minha sala, quando ela sai da minha sala fico aliviado e volto para minha mesa, me sento na poltrona e pego o telefone discando para a recepção da minha empresa.

—Mari quero que ligue para o Sr.Gonçalves e diz que a empresa dele está aceita no cargo de Órgão Consultivo da empresa. — Digo.

—Sim senhor vou avisá-lo. — Mari diz.

Em seguida desligo o telefone e fico sentado e a única pessoa que está em minha cabeça é Kyung-Mi, caramba aquela mulher realmente mexeu comigo de todas as formas possíveis, parar de pensar nela é uma tarefa muito difícil e o melhor de tudo ela vai trabalhar comigo e isso vai ser muito bom, não vou desistir daquela mulher tão fácil. Encosta minhas costa na poltrona e fecho meus olhos pensando naquela linda mulher, sua voz me convencendo de que sua empresa pode ser confiável, mais a única confiança que tenho é com ela e com mais ninguém.

As horas se passam e já são 7:30 da noite pego meu terno na poltrona e meu celular, desligo os computadores e saio da minha sala, ao sair da sala vejo que alguns funcionários estavam prontos para saírem também, vou andando até o elevador e quando chego ao elevador aperto o botão em seguida o elevador é aberto, adentro ao elevador e aperto o botão para ir ao andar de baixo, o elevador fecha e espero o elevador descer. Quando o elevador abre novamente saio do elevador e vou andando até a saída da empresa, ao sair da empresa vejo meu motorista a minha espera, me aproximo do carro e o motorista abre a porta do carro pra mim e adentro ao carro.

—Herick me leva para o mesmo bar que vou por favor, não quero ninguém enchendo meu saco hoje. — digo.

—Sim senhor. — Herick diz e em seguida ele liga o carro dando a partida.

Olho atravéz da janela e olho a grande cidade que ainda está em movimento, ouço meu celular vibrar e só espero que não seja a Pamela, se ela soube o endereço da minha empresa não duvido nada ela saber o número do meu celular. Vejo no visor e vejo que é minha mãe e atendo.

—Oi minha rainha. — digo exausto.

—Nada de rainha… o que deu na sua cabeça falar de uma forma grossa com a Pamela. — ela diz brava.

Legal agora a Pamela tá dando uma de vítima pra cima da minha mãe… que legal.

—Ah mãe qual é eu nem briguei com ela só disse para ela não entrar assim no meu trabalho invadindo minha sala sem minha autorização. — digo já sem paciência.

—É melhor se acostumar por que quando vocês se casarem ela será bem vinda a sua empresa então filho por favor se comporta. — minha mãe diz.

"Inferno" penso comigo mesmo.

—Ta mãe desculpe. — digo fechando os olhos.

—Não é pra mim que deve pedir desculpas e sim para Pamela. — minha mãe diz firme.

—Ta tenho que desligar. — digo não querendo papo.

—Tudo bem fique com Deus filho. — ela diz.

—A senhora também. — digo em seguida desligo o celular e guardo no meu bolso da calça.

O carro para em frente a um bar que sempre frequento, desço do carro e digo ao Herick esperar por aqui. Vou andando até a entrada do bar e quando adentro vejo algumas pessoas no local, vou até uma mesa vazia e sento, ergo minha mão para que alguém me atende e um homem vem até minha mesa e diz o que eu desejo bebe.

—Me dá uma garrafa de uísque por favor.- digo sem olhar para o rapaz.

Ele ainda me olha não entendendo que quero a garrafa por inteiro de uísque, olho pra ele e digo outra vez.

— Trás pelo menos uma garrafa de uísque e um copo por favor. — digo firme.

—Sim senhor. — o rapaz diz sumindo da minha frente.

Minutos se passam e a bebida tinha chegado, pego o copo e a garrafa de uísque despejo o conteúdo no copo e em seguida dou um gole no meu uísque.

As horas se passam e ainda estava no bar não sei que horas eram mais presumo que eram mais ou menos 00:20 resolvo pegar meu celular e ligo para o meu motorista.

—Herick quero que faça um favor para min. — digo.

—Sim senhor o que deseja?- Herick diz.

—Queria que vá atrás de Kyung-Mi e diz que preciso conversar com ela.

—Sim Senhor.- Herick diz e em seguida a ligação é encerrada.

Preciso da presença de Kyung-Mi nesse momento, minha cabeça estava uma bagunça tudo estava muito tumultuado em minha mente, não escolhi me casar e agora tenho que ser obrigado a casar com aquela mulher maluca.

Alguns minutos se passam e vejo Kyung-Mi em minha frente, ela lança um pequeno sorriso me deixando louco por ela.

— Eu sei que é tarde. Desculpe incomoda- lá assim. — digo olhando pra ela.

Ela solta mais um sorriso e em seguida ela puxa a cadeira para que ela sentasse, ficamos um do lado do outro sem dizer nada até que ela resolve falar.

— Na verdade, eu estava bem consciente da nossa empresa não ser totalmente competente. Então... Obrigado. Sr. Rogers. — Kyung diz olhando pra min.

Solto um sorriso e resolvo falar o que realmente estava preso em min, precisava dizer o que estava sentindo por ela.

— Eu gosto de você, Kyung-Mi. — digo com um copo de uísque em mãos.

Vejo Kyung-Mi surpresa com minhas palavras até eu mesmo estava surpreso comigo mesmo por dizer isso para ela.

— Então eu quero fazer alguma coisa por você. Eu não sei como expressar meus sentimentos... Então, honestamente, eu digo isso para você assim... — digo olhando pra ela.

Ficamos em silêncio por alguns segundos e vejo que ela ainda estava surpresa.

— Se eu não aceitar os seus sentimentos.... Como ficaria a nossa relação de trabalho? — Ela diz e lança um pequeno sorriso.

—Talvez você aceite minhas palavras. — digo sorridente. — Estou apenas brincando. — Digo.

— Sr. Rogers. Eu realmente aprecio que você goste de min. Mas eu provavelmente não poderia considerar sem me certificar que você realmente gosta de min... Então eu não sou diferente da minha irmã ingênua. — Ela diz olhando pra min.

—Eu... — digo mais antes de falar qualquer coisa ela me interrompe.

— Nem todas as garotas acreditam em história de Cinderela. Além disso, eu também tinha uma madrasta. Então eu não posso desempenhar esse papel. — ela diz se levantando da cadeira pronta para sair de lá.

— Nós não assinamos um contrato. então você pode cancelar tudo isso quando quiser. — ela diz um pouco baixo.

— Já é tarde da noite. Eu tenho que ir para casa. — Kyung diz e em seguida sai do bar.

Merda acho que disse besteiras demais, ela nunca vai acreditar em minhas palavras do quanto sinto algo por ela mais não vou desistir eu vou lutar por ela nem que ela não me aceite.

Vejo que era tarde da noite então pego meu paletó em cima da mesa e deixo algumas notas em cima da mesa, me levanto e saio do bar. Já do lado de fora eu adentro ao carro e digo para Herick me levar direto para casa, o carro da a partida e fico na espera para chegar o mais rápido possível em minha casa.

Quando chegando em casa, saio do carro e ando até a entrada da grande casa que possuía, já dentro de casa ando até às escadas subindo de degrau a degrau até chegar ao andar de cima, ando até chegar ao meu quarto, abro a porta do meu quarto e fecho atrás de min, coloco meu paletó em cima de um sofá e tiro toda a roupa que estava usando, já nú vou em direção até o banheiro, já dentro do banheiro vou até o box e ligo o chuveiro deixando toda a água molhar meu corpo.

Quando termino meu banho desligo o chuveiro, pego uma toalha e começo a me enxugar alí mesmo, quando termino de me enxugar eu saio do banheiro fechando a porta atrás de min, avisto uma calça moleton em um canto no chão e pego a calça e coloco em meu corpo, estava tão cansado e de ressaca que apenas deito na cama e durmo sem dificuldade.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.