The Third Way Of Love
11 Capítulo 11
Kyung-MI
Eram 9:00 da manhã e estava na mesa tomando meu café pronta para ir ao trabalho, Jin estava quieta tomando seu café também precisava conversar com ela e fazer ela desistir esse emprego.
— Fui ontem conversar com seu chefe — digo sem fita-la continuando com meu café.
Ela olha atenta pra min um pouco assustada ou espantada.
— Por que você foi conhecer ele? — ela diz num tom baixo. — Isso absolutamente não tem nada a ver com ele. Eu só soube que ele iria se casar, e me senti triste. Só foi isso- Jin fala num tom triste.
— É por isso que eu procurei ele, quero que se demita, pare de trabalhar por lá — digo olhando pra ela.
Ela para de olhar pra min e se mantém quieta até que resolveu falar.
— Eu não quero parar. Eu estou feliz só de vê- ló à distância. — ela diz ríspida.
— Você ficou louca? — digo levantando da cadeira indignada. — Ele nunca derramou uma lágrima por você, mesmo se você tivesse morrido. Então, por que está fazendo isso? Não seja ingênua! — digo com um tom de voz um pouco alterada.
Jin se levanta da cadeira também não ligando com minhas palavras.
— Eu não me importo. Isto é o que eu quero, Eu não me importo. — ela diz baixando a cabeça.
Me aproximo dela colocando minha mão em seu ombro.
— A partir de agora, você não deve voltar para lá. Eu vou cuidar do seu contrato. — digo calmamente.
Jin se afasta do meu contato e olha com desdém para min.
— Você não tem que intervir. Não é da sua conta. — Jin diz saindo da cozinha e indo para seu quarto.
Fico lá parada e bufo não entendendo qual é a dela de está tão apaixonada pelo Marcos isso tem que parar e já, ela tem que enxergar que quero o bem dela não será ele que vai se importar com ela. Cansada de tudo isso pego minha bolsa que estava em cima do sofá, pego minhas chaves e saio de casa.
***
Já adentrando ao trabalho vejo muitas pessoas na frente do seus computadores, e vejo algumas mulheres que trabalham muito agitadas como se visse algo muito impressionante vou me aproximar mais e escuto as mulheres dizendo algo.
— Eles estão juntos? — uma loira diz.
— Sim? — a outra diz batendo palminhas
Vou aproximando mais até a Mirela a loira que trabalha na advogacia da empresa me parar.
Kyung-Mi! Kyung- Mi! Marcos realmente tem uma boa aparência? — Mirela diz Alegre e sorridente.
— O que está acontecendo aqui? — digo calma.
— O que aconteceu é que você se tornou uma celebridade agora. — Alex diz ficando perto das mulheres. — Você está em todas as mídias. Eles dizem que você salvou um suicida junto com Marcos Rogers. — diz desanimado.
Fico espantada me inclino a cabeça para ver a notícia e quando vejo fico sem reação, " Merda" agora meu rosto está em todas as notícias.
— Toda garota nesse cidade está com inveja nesse momento. — Alex dizendo
— Kyung- Mi, ele realmente é muito bonito? Nós conte sobre ele! — Kelly diz interessada
Abro um sorriso achando muito engraçado as reações delas.
— Bem... Ele tem um rosto feio. — digo mais na verdade Marcos é um absurdo de lindo.
— Convida a gente quando você for ver ele novamente! — Mirela diz.
Sorrio e em seguida me direciona até minha sala deixando as meninas falarem sozinho até que meu chefe fala eu e o Alex para uma conversa, só espero que não vez merda por aí.
— Kyung- Mi! Alex! Venham ao meu escritório- diz um tom alto.
Eu e Alex nós olhamos e em seguida direcionamos até a sala do chefe. Já na sala do Sr. Gonçalves ele começa a falar sobre a empresa de ninguém nada ninguém menos que Marcos Rogers.
— Tô sabendo que o escritório de advocacia Sharifi Firm,APC está a cargo da Rogers Corporativo como consultor jurídico...Mas o executivo diretor tinha acabado de ser preso sob acusação de corrupção.- Sr. Gonçalves diz explicando.
— Então o grupo Rogers Corporativo planeja contratar um novo órgão consultivo. Então, eu realmente acho... Devemos tentar a nossa sorte. — Sr. Gonçalves diz olhando pra min.
— Ouvi que os salários de consultoria são em torne de 1 milhão de dólares por ano. Para não falar dos honorários advocatícios. Eles acumulam um monte de casos a cada ano. — Alex diz.
Eu simplesmente não estava entendendo quase nada naquela conversa minhas reações são revirar os olhos e acabar com aquela conversa.
— Além disso, eu sei que alguém em nossa empresa tem uma relação pessoal com o presidente do Grupo Rogers Corporativo — Alex diz olhando diretamente para min.
Merda ele tinha que fazer isso mesmo na frente do meu chefe, revirou meus olhos detestando tudo isso.
— Eu me encontrei com ele só duas vezes, mas não pessoalmente. — digo.
— Tudo bem... Embora não foi pessoal, você pode torná- lo pessoal. — Sr. Gonçalves diz aproximando de min.
O Sr. Gonçalves me puxa em direção a sua mesa e me faz sentar em uma das poltronas.
— Por favor mande um e- mail para ele. — Sr. Gonçalves diz como um por favor.
Respiro fundo e revirou meus olhos, pego o notebook dele e tento mandar um E-mail para a empresa Rogers. Minutos se passa e não obtive nenhuma resposta.
— Por que é tão difícil chamá- ló — Alex diz aí meu lado.
— Cale a boca! — digo não aguentando mais Alex falando em minha cabeça toda hora.
— Kyung- Mi, tente mais uma vez...- Sr. Gonçalves diz.
— Dê-me três razões para que eu deva chamá-lo. — Digo quase desistindo dessa palhaçada.
— 3 razões? Eu posso te dar mais de 100 razões. Por quê? Podemos ser famosos. Quando famosos, nós podemos ser ricos...Quando ficarmos ricos,podemos comprar uma casa,comprar um carro, podemos ter nosso próprio escritório.- Sr. Gonçalves diz esperançoso.
— Eu venho trabalhar todos os dias a pé e eu adora.- digo olhando pela janela.
SR. Gonçalves bate a mão na mesa me fazendo pular na poltrona e em seguida se levanta dizendo que vai se matar, ah qualquer mais um suicida no meu top 2.
— Eu quero pular e morrer! Como o seu cliente! Não tente me parar! — Sr. Gonçalves diz indo em direção a janela.
— Senhor! Não! — Alex diz aproximando dele para que não faça algo ruim.
— Não me Pare! — Sr. Gonçalves diz a Alex que começam a se debater um contra o outro.
Vejo a cena em minha frente e queria rir da tamanha vergonha alheia que estou vendo em minha frente, mais vi que era sério e o Sr. Gonçalves realmente abre a janela e coloca um de seus pés para fora, me levanto rapidamente dizendo para que não pule.
— Senhor, você está no 10 andar! — Alex diz ainda puxando o Sr. Gonçalves para longe da janela.
— Não tente me impedir... Vou para o telhado! — Sr. Gonçalves diz indo para o telhado de cima.
Ótimo era só o que me faltava na minha vida, não era possível.
— Viu só! Ele disse que quer morrer! Se ele realmente morrer, você será responsável! — Alex diz apontando o dedo para min.
Fecho meus olhos e respiro fundo não aguentando o tamanho da pressão em cima de min.
— Por favor, dê uma olhada no nosso escritório. Não tem ar- condicionado. Nós só usamos o ventilador. Eu estou te implorando, minha senhora. Por favor, ligue para ele. Por favor... — Alex diz com um dos papelzinhos do telefone do Marcos colado em sua testa implorando.
Bufo olhando para o papelzinho colado na testa de Alex, fico olhando e dei por min tiro rapidamente o papel da testa de Alex e resolvo ligar para a empresa Rogers Corporativo.
Pego o telefone e disco o número da empresa, que a minha sorte era a recepção da empresa que atendeu, por sorte com muita conversa conseguimos uma reunião às 11:40 da manhã de hoje, confirmei a presença e em seguida desligo o telefone.
— Eai... Conseguiu? — Alex diz esperançoso.
— Bom... Consegui uma reunião para hoje às 11: 40 temos que se preparar. — digo
Alex se levanta vitorioso e em seguida vem em minha direção e me abraça dando um beijo no meu rosto.
— Você é a melhor, vou contar para o chefe.- Alex diz e sai correndo saindo da sala.
Fico lá sozinha naquela sala e bufo pensando que tenho que encarar o Sr.Rogers mais uma vez.
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