The Things That Only You Can Do

1 One-Shot - The things that just you can do


Notas iniciais
Olá meus queridos marcianoo~s *0* Quanto tempo, nee..? *disfarça* Na minha cabeça a maior parte desta fic estava em inglês..... e caaara, como isso ficou estranho quando eu passei para Pt! e.e shafghdfgaf (inclusive esses comentários e.e’ ) * Oikawa e Iwa-chan já se encontram em uma ‘relação’ * Kusokawa - Lixokawa - preferi não traduzir por razões estéticas Espero que gostem /o/ !! Vejo vocês lá embaixooo.... espero? Boa leitura ^^~

Estava frio. Estranhamente frio para aquela época do ano na verdade; o inverno já estava praticamente no fim, logo seria primavera. Porém uma chuva fina, que já durava metade da semana, havia trazido consigo uma queda de temperatura.

As aulas haviam começado há poucas semanas, e tudo parecia ser apenas uma continuidade do ano anterior, o que, em parte, era verdade. Porém, este ano tinha algo de muito diferente: eles agora estavam no Terceiro ano. O último ano.

O último ano que teriam daquela vida de colegiais, sem ter que se preocupar com encontrar um emprego ou serem “aceitos na sociedade”. Também era aquele o último ano que carregariam a bandeira da Seijoh para a quadra e a última chance que teriam de derrotar, como time, os antigos rivais.

E o último ano em que poderiam ficar juntos daquela maneira.

Estavam agora na casa de Iwaizumi, basicamente por um acordo: uma vez na casa dele, outra na de Oikawa.

Este que, por sinal, estava deitado na sua cama, ao seu lado, vestindo nada mais do que um moletom cinza-claro e a ‘roupa-de-baixo’. O tão vangloriado Capitão da Seijoh estava largado de bruços, com as pernas nuas voltadas para a cabeceira da cama, agitando os pés no ar, e os braços meio pendurados para fora, na outra ponta, com um travesseiro sob o queixo.

O setter tinha uma expressão completamente entediada enquanto segurava frouxamente o controle do PS3 e encarava a tela da TV, resmungando sons aleatórios para mais um de seus jogos sobre alienígenas. Lá fora, a garoa gelada não dava trégua; ou seja, estariam confinados a uma tarde inteira sem vôlei.

Iwaizumi Hajime apenas suspirou e voltou a atenção para seu livro; por ser o terceiro ano também precisava estudar mais do que antes, e, olhando pelo lado bom, ao menos estavam sozinhos na casa.

Não demorou nem meia-hora para Oikawa realmente se encher do jogo e simplesmente desliga-lo, largando o controle ao pé da cama. Realmente Aliens: Colonial Marines era frustrante e tedioso.

— Hm? Já cansou? – O Ace da Seijoh perguntou quando o outro trouxe o travesseiro e deitou-se, com a cabeça para o seu lado dessa vez.

— Nn... É chato ~... Além disso, já fechei mesmo. – respondeu Tooru com a cara amassada nos travesseiros.

— Chato? Mas não tinha aliens?

— Nem tudo que tem aliens é legal, Iwa-chan...

— Ah, é? — o outro não desviou-se do livro.

Oikawa bufou e ficou um tempo encarando o moreno, que se concentrava no texto.

O próprio Iwaizumi podia não achar, mas ele era realmente muito bonito... e atraente...e ainda tinha aquela aura de Ace ao redor dele, algo como ‘legal e maduro’, sempre sério, prestativo e responsável. O completo oposto de si.

E era por isso que o amava tanto. Seu Iwa-chan tinha todas as qualidades que lhe faltavam. Ele o completava como ninguém; o entendia como ninguém e também conseguia lê-lo como ninguém.

— O que foi? — perguntou o moreno depois do outro ter passado um tempo encarando, perdido em pensamentos.

Oikawa pareceu acordar do devaneio e sorriu.

— Só pensando em como você é sexy, Iwa-chan~

Riu de leve perante a careta do outro, então se ergueu dos travesseiros e, sem apagar o sorriso, moveu-se para o colo do moreno, pedindo espaço e forçando-o a largar o livro.

— Oe, Kusokawa, eu estou tentando ler. Se não tem nada para fazer, me deixe em paz.

— Mmm, que frio você, Iwa-chaaan ~ — resmungou, subindo ainda mais com o corpo, ficando próximo ao rosto do Ace. — Vamos ter que estudar um monte daqui pra frente... então, porque não aproveitamos que é feriado pra fazer... alguma outra coisa? — A voz do setter era manhosa, assim como seus dedos que traçavam o desenho das veias em seu pescoço e o bico que se formava nos lábios rosados.

— Não vamos ter muito tempo para ficarmos juntos daqui pra frente... Vamos ficar ocupados... eu queria te monopolizar um pouco enquanto ainda posso, Iwa-chaan... – sussurrou bem próximo à seu ouvido.

— ............... Tsc. — Iwaizumi largou o livro no chão e olhou o outro de cima, carrancudo por mais alguns instantes, antes de soltar um pesado suspiro de derrota e relaxar a postura.

— Certo. Pode vir.

Com a permissão concedida, o rosto de Oikawa se iluminou e seus lábios foram de encontro imediato aos do outro, enlaçando seu pescoço e içando-se para cima. Iwaizumi também rodeou sua cintura com os braços e abaixou um pouco o rosto.

Estavam numa postura um pouco desengonçada, com Tooru meio deitado, apoiando-se no outro, e Iwaizumi sentado de contra os travesseiros. A princípio trocaram beijos mais simples, apenas pressionando os lábios e sentindo um ao outro; o cheiro do parceiro, a maciez da pele, o calor dos corpos que se entrelaçavam cada vez mais.

Oikawa lambeu de leve os lábios do moreno, sugestivamente, e Hajime puxou-o mais para cima, aprofundado o beijo com a língua, fazendo ambos soltarem um arquejo prazeroso.

— Nn... Iwa-chan...

— Mm...

O moreno deslizou uma mão para dentro do moletom do outro, correndo os dedos pela base das costas do setter, delineando o limite da boxer azul-claro, fazendo o rapaz arrepiar-se e gemer baixinho. O Ace da Seijoh adorava o cheiro do parceiro, e afundava o rosto nos fios macios de seu cabelo, depois buscava novamente pelos lábios pidões do mais alto, e mergulhavam num beijo profundo porém calmo; uma paixão suave, onde as mãos apertavam para gravar cada linha do corpo do outro e as línguas não se cansavam de sentir aquele gosto, por mais incontáveis que fossem as vezes que fizeram aquilo.

Pararam por alguns instantes e ficaram apenas observando, entre carícias suaves e outras nem tanto. Estava começando a esquentar. Tooru se entretinha distribuindo pequenos beijos pelo pescoço do Ace, enquanto este apenas descansava o rosto nos cabelos cor de chocolate. Não cansavam daquele abraço, porém, naquela posição, era difícil esconder que ambos já estavam ficando excitados. Oikawa foi o primeiro a quebrar o silêncio, voltando um olhar luxurioso para o moreno.

— ... hey, Iwa-chan, Iwa-chan... Eu posso tentar uma coisa?

— Huh? No que você está pensando agora, Kusokawa? — Iwaizumi sabia que, com aquela frase, nunca vinha coisa boa.

— Heh~...Eu só quero testar... Fica parado, tá? Juro que vai gostar! —

— Nn... — Iwaizumi já pressentia o perigo quando o setter saiu de cima de si, levantou da cama e começou a despir o moletom, puxando-o pela cabeça, deixando o moreno observar todo seu tronco bem definido, com linhas firmes no abdômen e curvas esguias nos quadris.

Oikawa jogou a blusa para o lado com um movimento lento, e, encarando o moreno na cama, escorregou as duas mãos para dentro da própria boxer, nas laterais das coxas, empurrando a peça um pouquinho para baixo, de modo a deixar a ereção de Iwaizumi ainda maior. O rapaz corou, droga, aquele idiota era realmente sexy quando queria.

Ainda encarando o moreno do jeito mais tentador que conseguia, apenas para provoca-lo, Tooru lambeu os lábios e deixou a roupa íntima deslizar por suas coxas, revelando a ereção ainda crescente.

— Você também precisa tirar isso, Iwa-chan~ — Oikawa sentou-se novamente no colo do outro e começou a erguer o moletom preto enquanto beijava o moreno e passeava as mãos em seu corpo.

— Hm... ah... nn.

— aah...ah.

Impaciente, Iwaizumi terminou de arrancar o moletom pela cabeça, enquanto Oikawa descia com seus beijos por seu pescoço. Virando-se para o outro lado, o setter empinou os quadris para o moreno, empurrando sua bermuda para baixo.

— O-oe... Mas que merda é essa, Oikawa? – o rapaz não pode deixar de corar como um tomate ao ver a bunda, ou melhor, o buraco do outro tão exposto para si.

— Já ouviu falar em 69, Iwa-chan...? – perguntou o setter, igualmente corado, mas com os olhos faiscantes e os lábios já sobre a ereção ainda encoberta do outro.

— Heh... só um idiota para ter esse tipo de ideia mesmo... Nn!

— Heeh... e você seria o quê então, Iwa-chan? Por que, você já está bem grande aqui...

— Hm! Nn... Tsc. Cala a boca, Kusokawa.

— Perv-Iwa-chan--Ah! Hnn...!

O moreno afastou as nádegas macias do outro, as mãos espalmadas com força, e lambeu o orifício pulsante, fazendo Oikawa arrepiar-se todo e perder o embalo por um momento.

Porém, uma das coisas que tinham em comum era o espírito competitivo; Tooru não demorou para abaixar a boxer preta e lamber longamente o membro ereto à sua frente, do mesmo modo que Hajime usava agora seus dedos húmidos de saliva para alargar a entrada do outro.

Aquilo era realmente erótico, e, mesmo tendo consciência da vergonha que corava suas bochechas, os dois garotos apenas pensavam em dar mais e mais prazer ao companheiro, era algo como uma disputa silenciosa que sempre aparecia no dia-a-dia dos dois. Queriam ver quem iria ceder primeiro.

Iwaizumi baixara o travesseiro em suas costas, agora deitado na cama, com dos dedos entrando fundo e os testículos do setter em sua boca. Sugava-os e lambia o falo pulsante de Oikawa que já gotejava em seu peito, enquanto isso, seus dedos se abriam e se moviam dentro do outro, dobrando o prazer e as sensações. Seus corpos estavam quase colados e ele conseguia sentir os músculos do maior se contraírem em espasmos e tremores, além da respiração pesada em seu membro e o suor que escorria e se misturava ao seu.

Tooru não queria perder, mas realmente estava difícil de aguentar. Gemidos entrecortados e tremores involuntários, partidos de seu baixo ventre, o faziam ficar completamente entregue às mãos do moreno, suas coxas tremiam e era complicado ficar naquela posição com os dedos do outro o tocando tão fundo. Porém, seu consolo era ver que Iwa-chan não estava muito melhor; seu membro estava completamente duro e o pré-gozo escorria pela ponta.

O Capitão da Seijoh tinha mais isso para se gabar, nem mesmo Iwaizumi conseguia aguentar muito quando ele usava sua boca... não que já tivesse feito isso com mais algum outro. O moreno abaixo de si também estava tomado por tremores e seu arfar quente de contra sua pele era algo muito excitante, na opinião de Oikawa. Mesmo com a mente nas nuvens, ele continuou a chupar e lamber da melhor maneira possível, adorava o cheiro quente do moreno e tentava engoli-lo cada vez mais, porém...

— A-AAH!! Nnnn!

O setter quase se engasgou e perdeu os sentidos por um segundo quando o moreno acertou em cheio no ponto mais sensível dentro de si, fazendo suas costas curvarem e sua saliva pingar no ventre do mesmo. Todos os músculos de seu corpo se contraíram enquanto sentia uma onda quente de puro prazer espalhar-se por seu baixo ventre.

Abaixou a cabeça, com o membro gotejante do outro ainda em mãos, respirando pesado enquanto sentia se conseguia, ou não, mover as pernas.

— I-Isso foi maldade Iwa-chan... Nngh... — o rapaz arfou, ainda de cabeça baixa.

— Heh, eu que deveria falar isso... Ei, sai de cima. — a resposta veio em uma voz rouca, enquanto o outro saía de baixo de si. Aquilo fez Oikawa se atentar novamente, aquele tom que deixava a voz do spiker a mais sexy possível.

O mais alto girou para o lado, sentando-se na cama e encarando o moreno que se sentava também, na outra ponta da cama, com as costas na cabeceira.

Iwaizumi estava tão corado quanto Oikawa, com seu abdômen melado de sêmen e o membro extremamente duro. Diferente do outro, ele ainda não havia gozado, mas estava quase, tão perto que chegava a doer... Enquanto tentava arrumar sua respiração um pouco, passou os dedos pela barriga suja, olhando o líquido escorrer lentamente por sua pele; havia bastante, o outro devia estar se segurando...

— Hey...Iwa-chan...

Oikawa o chamou, e, quando o moreno olhou, seu raciocínio perdeu a linha. Oikawa estava sentado com as pernas abertas flexionadas, com sua entrada úmida e pulsante completamente exposta. O setter ainda levou as mãos à região, convidando-o; em seus olhos, o desejo queimava num chamado mudo.

— ........ — Iwaizumi encarou-o, estarrecido por um instante, antes de voltar a pensar — Você esqueceu que estamos sem camisinhas, idiota? Se fizermos assim vai ser pior pra você depois... — Oikawa reclamava que aquilo lhe dava dor de estômago e era chato de limpar.... E, infelizmente, Iwaizumi sabia muito bem sobre isso.

— Tudo bem... Não precisa usar hoje, Iwa-chan... de vez em quando, é bom poder sentir você dentro de mim... sem nada no meio.-

O Vice-capitão corou imensamente antes de estalar a língua e avançar para o outro, puxando-o pelo pescoço para um beijo luxurioso e trazendo-o para seu colo. Atacou a pele clara enquanto posicionava seu membro e Oikawa passava os braços ao redor de seu pescoço, com um sorriso torto brilhando nos lábios.

Encostou a ponta na entrada pulsante, sentindo-a deslizar para dentro e segurou firme o quadril do mais alto; foi entrando vagarosamente, deixando que o mesmo se acostumasse, tentando não machuca-lo.... No entanto, Oikawa já não se aguentava mais.

Com um arquejo sem fôlego, apertou os braços ao redor do moreno e respirou fundo antes de baixar-se sobre o falo rijo, penetrando-se o mais fundo possível, de uma só vez.

Iwaizumi parou um momento, sentindo o interior do mais alto espreme-lo enlouquecidamente. Aquele infeliz pervertido... O calor de Oikawa era incrível, seu cheiro, o toque de sua pele, aquele aperto delicioso; tudo aquilo levava sua sanidade embora.

— Aah... haha... Eu consigo sentir que o Iwa-chan já está quas...tem uma coisa quente que já está escorrendo--Nghnn... ah ... Iwa-chan fica ainda maior quando entra em mim, nee? É tão bom assim? Ahhn! —

A única coisa era que Oikawa falava demais, e isso realmente dava nos nervos. Para fazer o setter calar a boca, Hajime começou a se mover sem aviso, empurrando os quadris para cima e puxando o outro ainda mais para baixo. Tooru teve de parar de falar para soltar um gemido alto e Iwaizumi estalou a língua.

O mais alto agora ajudava nos movimentos, subindo e descendo sobre o membro do moreno, apoiando-se em seus ombros; tinha os olhos fechados, algo que fazia constantemente quando faziam sexo, como tinha notado Iwaizumi.

— Ah...Anhg!! Nnn...I-Iwa-chan ... Iwa…chan!

— Ah… ah.. nn …!

— Ahh! Tão bom… Isso! Aí! Aí, Iwa-chan...AAH! Não...AH! Iwa-chaan...eu amo você, eu gosto tanto.... de você Iwa-chan.

— Tsc... Cala a boca, Kusokawa... Nnhg!

O moreno segurou o mais alto pelos quadris, num aperto forte, provavelmente deixando uma marca vermelha mais tarde... Mas não tinha problema, afinal suas coxas estavam na mesma situação pelo maior usá-las como apoio.

Naquele aperto firme, o Ace deu um solavanco no rapaz, invertendo as posições e acabando por cima, entre as pernas abertas do setter.

Oikawa perdeu o folego por um momento enquanto o mundo girava e ele encarava o teto. Porém, não dava pra dizer que aquilo havia sido inesperado; sempre que faziam naquela posição, Iwa-chan mudava na metade. Tooru nunca falava nada, mas sabia que Iwa-chan fazia aquilo por sua causa; para não causar demasiado stress aos músculos de suas pernas e prejudicar seu desempenho em quadra. Só mesmo seu Iwa-chan para se preocupar com isso até mesmo enquanto estavam na cama.

— Aah!! Ah.... AH!! I-Iwa-chan...Iwa...chan!!... AHNG!!! — o maior não sabia se gemia ou respirava.

Hajime estocou com força, fazendo o setter se agarrar aos lençóis. O membro do rapaz abaixo já gotejava, pingando em seu abdômen, assim como o suor que escorria pelos cabelos espetados do moreno.

— Ah...Nn...Ah....droga. Não aperta tanto!

— Ah... não dá--nnhg...!I-Iwa-chan!

O setter segurou-se ainda mais aos lençóis, sentindo espasmos intensos percorrerem seu corpo como eletricidade. Provavelmente estava fazendo uma cara ridícula, tipo todo corado e de sobrancelhas franzidas; mas não tinha muito que fazer a respeito, afinal, ali seus sorrisos sedutores e olhares dominantes não adiantavam de nada, quando estava com o moreno, o Grande Soberano ficava completamente desarmado. Seus flertes não funcionavam e sua aparência não importava, o que sobrava, então, além de se agarrar desesperadamente àquela pessoa e chamar por seu nome até ficar sem voz...?

E era isso que fazia.

Iwaizumi sabia de tudo. Sabia de todos os seus pontos fracos, suas manias e seus lados ruins; mas não se importava e aceitava todos eles. Por exemplo, agora era aquela parte em que primeiro Oikawa falava sem parar, para esconder o embaraço, e depois, desistindo de manter alguma sanidade, apenas gemia e chamava pelo outro, agarrando-se a ele com todas as forças, para ter certeza de que realmente era o moreno ali e que ele nunca o deixaria.

O Ace inclinou-se sobre o outro, estocando fundo, ouvindo gemidos languidos desesperados, e tomou os lábios do setter. Estava tão quente, e ainda mais quente dentro da boca do outro; Oikawa puxou-o pelo pescoço para ainda mais perto, até não deixar qualquer espaço entre seus corpos.

O suor melava suas peles e deixava o ato ainda mais pecaminoso, e mesmo no meio daquele beijo desengonçado, Iwaizumi não parou os movimentos. Conseguia sentir os tremores pela pele do outro. Aquilo era tão bom. Os lábios do setter buscando os seus desesperadamente, sussurrando seu nome como um pedido. Estavam se perdendo. Derretendo dentro daquele abraço. Tão intenso.

— Iwa-chan....ah! Iwa-chan....I-Iwa-chan...! Haa! Nng…!

O rapaz abaixo já rebolava de encontro ao outro, enquanto afogava-se na respiração quente do mesmo. Seu sêmen estava escorrendo, não aguentava mais, era tão bom...! Levou uma das mãos, que antes se agarrava nos lençóis, ao membro pulsante, aumentando ainda mais o estímulo.

Estava tão excitado que chegava a doer. Via estrelas todas as vezes que Iwaizumi arremetia contra sua próstata. Estava delirando... Não conseguia olhar, cobriu os olhos com o outro braço e mordeu o lábio inferior... Não conseguia mais....

— Ei... Oikawa... hn... — O moreno chamou sem fôlego; soltou uma das mãos do quadril do setter e puxou seu braço da frente do rosto.

— Aqui... se segure aqui. — E direcionou-o para seus ombros, encarando o companheiro com certa ternura e recebendo um sorriso torto e perdido de prazer em troca.

Sem esperar nem mais um segundo, Iwaizumi investiu novamente contra Tooru, que não mais conteve os gemidos. Agarrado ao outro, o setter deixou uma pequena lágrima escapar antes de deleitar-se com o gozo.

— Aah-AH! I-Iwa-cha..n! Ah! Hnng! Aaah…!

Iwaizumi também não aguentou aquela pressão deliciosa dos interiores do outro, parecia que iriam derreter à sua volta. Porém, quando ía se retirar no último segundo, para não gozar dentro do setter, Oikawa envolveu-o com suas pernas fortes, prendendo-o a si e impulsionando seu membro ainda mais fundo.

Assim, mesmo surpreso, o moreno derramou-se dentro do outro, sentindo um forte tremor percorrer ambos.

— Ang.... Ah-o que?! Nn-- Hng.....!

Caíram arfantes na cama, lado a lado. O suor grudava em seus corpos e o cheiro de sexo impregnava o quarto; levaram alguns instantes para regularizar a respiração, e depois apenas ficaram em silencio, ouvindo as batidas aceleradas dos próprios corações.

Iwaizumi virou-se de lado, encarando o setter que descansava de olhos fechados. Não disse nada; não precisava dizer. Já havia percebido o que estava acontecendo. Oikawa Tooru estava... carente.

Não, essa não era a palavra certa. Quando se tratava de Oikawa tudo era muito mais intenso. Oikawa Tooru estava “necessitado”, para não falar “desesperado”. Esse era o tipo de coisa que acontecia; era raro, mas já havia acontecido algumas vezes. Porém, geralmente, antes ou depois de alguma situação ruim.

A primeira vez fora no final do fundamental, quando perderam seu último campeonato para Ushijima. Daquela vez, o garoto se abraçou a ele e chorou a noite inteira, ao mesmo tempo em que pedia para o moreno beijá-lo; e ele o fazia, beijos inexperientes e desengonçados, salgados pelas lágrimas de ambos.

Depois em seu primeiro ano na Seijoh, onde Oikawa o tomara para si pela primeira vez, enchendo seu corpo de marcas e roxos, para que todos soubessem que Iwaizumi era dele, mesmo estando em classes separadas. E, logo no mesmo ano, durante as férias de verão, foi a vez de Iwaizumi possuir aquele corpo, sob o cheiro do sexo, muito suor e o incessante gemido das cigarras.

A última vez que o vira tão louco de prazer fora na metade do segundo ano, e talvez aquela tenha sido a pior.

Oikawa Tooru era o ídolo do colégio, sempre rodeado por garotas o paparicando, e isso finalmente encheu Iwaizumi. Decidiram parar com aquela relação e serem apenas amigos normais. Porém, quando Hajime apresentou sua primeira, e última, namorada à Oikawa, o rapaz mudou.

Tooru se recusava a comer direito, não dormia e treinava até a exaustão, quase quebrando o pulso enquanto Iwaizumi não estava olhando. E foi ali, às portas do hospital, após menos de um mês de namoro vazio, que eles voltaram a se falar; com Oikawa mancando depois de ter torcido o tornozelo e seu Iwa-chan com lágrimas nos olhos, o xingando de idiota e todos os similares possíveis. Naquela noite, na cama de Oikawa, os garotos falhavam até mesmo em lembrar de seus próprios nomes.

Lembrando-se destas vezes, Iwaizumi se pegou pensando em qual seria o motivo daquela vez. Não se lembrava de nada muito estranho nos últimos dias... Com a ponta dos dedos, afastou a franja do setter do rosto suado, numa leve carícia, observando, pensativo, as feições coradas do mais alto. Inconscientemente, Tooru moveu o rosto em direção à mão do outro, abrindo os olhos com um sorriso estranho nos lábios.

— Hnn... Eu vou sentir falta disso ano que vem... — murmurou o setter, abrindo mais o sorriso, mas agora com uma pontada de melancolia.

E, num estalo, tudo se encaixou na cabeça de Hajime.

— Hah... Então era isso que estava girando dentro dessa sua cabeça oca, Kusokawa? — o Ace suspirou pesado.

— Huh?

— É por causa do questionário de carreira, não é? Aah... eu devia ter imaginado. Só você para quebrar a cabeça com uma coisa tão boba.....

—................... não é bobo. — Oikawa resmungou, desviando o olhar, mas mesmo assim com uma careta consternada. Iwaizumi também não conseguia encará-lo.

Ambos já sabiam que este momento chegaria.

Oikawa conseguiria uma carta de recomendação pelo esporte e iria para Tóquio, aonde representaria todo o Japão. Iwaizumi, no entanto, ainda nem sabia direito o que iria fazer, não queria apelar para uma carta, nem sabia exatamente para qual universidade prestaria; mas uma coisa era certa... eles não acabariam juntos.

Agora que estavam no Terceiro ano, aquela ideia parecia tão próxima, tão real e assustadora que nenhum deles poderia dizer que não ligava. Iwaizumi repreendera Oikawa, mas eles estavam juntos desde que nasceram; só o pensamento de ficarem separados já era suficiente para afundar o estômago. Não seria certo culpa-lo por agir daquela maneira.

Mas Iwaizumi não iria ceder. Recusava-se a pensar naquilo como sendo o fim para eles. Não deixaria acontecer.

O moreno suspirou novamente e trouxe o rapaz para seus braços, puxando-o para bem junto do corpo, até esconder seu rosto de contra o peito.

— .... Iwa-chan...?

— Ainda é muito cedo para ficar choramingando. Temos um ano inteiro pela frente. Vamos deixar para pensar nisso quando a hora chegar, ok?

— .... — Oikawa olhou-o, sem saber o que falar.

— Quem sabe o que vai acontecer.... A gente sempre dá um jeito... não é? —

Obviamente ele também estava preocupado, porém, falou firme, pois realmente acreditava que, se estivessem juntos, poderiam fazer tudo dar certo. Fechou os olhos e deixou o queixo repousar sobre a cabeça do setter, apenas aconchegando-o em seus braços.

— ....heh...

— Huh? — Abriu um olho ao ouvir um barulhinho vindo do mais alto.

— Hehe... Haha! — Oikawa estava rindo. Uma risada limpa que sempre apertava o coração do Ace.

— Você é tão incrível, Iwa-chan... ! Hehe... Eu...Eu não sei o que faria sem você. Juro que não sei! — Oikawa livrou-se um pouco do abraço para conseguir olhar o moreno nos olhos; os seus próprios estavam marejados, mas mesmo assim ele sorria. Aquele sorriso bobo e desarmado, exclusivo para seu Iwa-chan.

O moreno até começou a retribuir o sorriso, mas Tooru envolveu-o e o apertou num abraço com todas as forças, esmagando suas costelas.

— Ouch! Me solta, idiota! Quer quebrar minhas costas?! — e tudo que Oikawa recebeu um soco no alto da cabeça.

— Hehe... Desculpa, mas é que eu te amo tanto, taaaanto, Iwa-chan~!

—... Hmph.

Ficaram assim por um tempo, e o moreno estava quase adormecendo quando o setter moveu-se junto dele, levantando-se.

— Ah, você estava dormindo? Desculpa~ .

— Não...aonde está indo?

— Tomar banho...? Se não depois... — o mais alto moveu-se sugestivamente.

Iwaizumi corou, mas desviou o olhar, limpando a garganta, depois levantou-se e catou a cueca que estava largada na cama, assim como a azul-claro que estava no chão; tudo sob olhar do setter.

— Iwa-chan? Aonde você vai?

— Hm? Banho, não? — respondeu o outro, como se não fosse nada, vestindo a sua.

Oikawa corou como um tomate por um segundo, depois também limpou a garganta e apenas vestiu a peça que o moreno lhe estendia.

— Hah, claro, claaro.

O banheiro era grande, com azulejos azuis e brancos, um chuveiro e a banheira ao lado. Iwaizumi ligou a banheira, que começou a encher lentamente.

— Vou pegar umas toalhas enquanto enche.

— Vou usar chuveiro antes, tá? Pra não sujar a água...

— Ah....hm. Claro. — corou um pouco e saiu apressado, deixando o setter se lavar.

Sozinho, Tooru abriu o chuveiro e fechou a porta de acesso. Deixou a água escorrer pelo corpo, tirando o suor e o resto, depois, levou dois dedos à própria entrada e alargou-a, deixando o gozo do moreno escorrer por suas pernas e ser levado junto. Gemeu baixinho pelo contato, fazia tempo que não ficava por baixo e... De repente, as lembranças de antes voltaram e ele corou.

Aquilo tinha sido tão bom...! Seu Iwa-chan era realmente o mais incrível de todos! Conseguia ser tão másculo, sério e forte, e, ao mesmo tempo, tão fofo e sexy! Só ele sabia como o temível Ace da Seijoh gemia na cama, só ele conhecia aquela expressão toda corada de quando o fazia gozar apenas penetrando-o lentamente...

Nada se comparava à maneira como Iwa-chan balançava seu coração; podia sair com todas as garotas do mundo que, tinha certeza, nenhuma delas jamais conseguiria fazer o que ele fazia. Só ele, apenas Iwaizumi Hajime, conseguiria destruí-lo caso quisesse, apenas ele tinha total poder sobre o “Grande Soberano Oikawa Tooru”.

Oikawa não conhecia um mundo sem Iwa-chan, afinal Iwaizumi havia nascido antes, ele era a única pessoa com quem o setter não conseguia sequer cogitar viver sem... Por isso a faculdade o assustava tanto...

— Oe, Oikawa, vou deixar a toalha aqui e--!

Num movimento brusco, Oikawa abriu a porta e puxou Iwaizumi para dentro do banheiro e para baixo do chuveiro, imprensando-o de contra a parede já num beijo profundo.

— O-Oe, Kusokawa! Mas que merda--?!

— Desculpa... Acho que não foi o bastante... Ainda quero você, Iwa-chan~

— O q--?! Anhg...!

Sem dar tempo para o menor protestar, o setter tomou-lhe novamente os lábios, de modo voraz, a língua entrando de imediato e dominando a do outro, explorando todos os lugares. Uma das mãos foi direto para dentro da única peça negra que o rapaz usava, manuseando o membro do modo que sabia ser o que dava mais prazer ao outro.

A água quente ainda caía sobre eles e o moreno já estava desistindo de tentar empurrar o mais alto para longe, apenas resmungando quando o outro abaixou sua boxer e deixou a peça encharcada cair a seus pés com um sonoro ‘splash’.

— Agora quem é o pervertido...? Hnng... tsc.

— Nn... Não seja malvado, Iwa-chan~. Sei que você está gostando... — Os corpos colados roçavam e faziam as ereções ficarem ainda maiores. O setter mantinha-os o mais próximo possível, movendo as mãos agora para as nádegas firmes do outro, ouvindo um xingamento.

Tooru alcançou o pote de condicionador e apertou um pouco em sua mão, descendo-a pelas costas do outro até atingir sua entrada. O moreno sentiu o toque frio naquele lugar e estremeceu, contraindo os músculos.

— Ahng!? Mas que merd--? Não meta coisas estra--nhAH! Nng! — Não conseguiu conter um som esquisito quando o maior forçou um dedo para dentro, que deslizou fácil com o creme e a água.

— Ah-ah!...Nngh! Ah, droga...Ah!— Iwaizumi realmente odiava não conseguir conter os gemidos e apertou com força os ombros do outro, numa revanche tosca.

— Hah... já são três dedos, Iwa-chan~ E está me puxando para dentro...hm. — Oikawa não se aguentava mais de desejo.

— AH! C-cala a boca, Kusokawa...! Nhg! Ah..!

O mais alto sentia o membro do outro pulsando de contra o seu, tão quente... Aquele tanto teria que servir.

Num movimento brusco, tirou os dedos e virou o parceiro, colocando-o de costas para si e segurando-o pelos quadris, posicionando-o contra seu membro. Desligou a água e se inclinou sobre as costas arqueadas do moreno, respirando pesado bem junto a seu ouvido e distribuindo pequenas mordidas nos ombros largos.

Iwaizumi espalmou as mãos nos azulejos da parede, sentindo o toque frio quando Oikawa se pressionou ainda mais contra ele. Estava muito duro.

— Iwa-chan... posso? — arfou.

— Hnn... anda logo… Kusokawa. — respondeu, sem forças para reclamar ou negar, o seu próprio já estava pingando.

— Então… estou entrando ... Nn!

— Haa!! Nhg!....!

— Aah... Iwa-chan.. tão apertado..Nn! Tão bom...

Tooru respirava em seu pescoço, sussurrando em seu ouvido. As mãos do setter percorriam o abdômen definido do mais baixo, puxando-o ainda mais para si. Iwaizumi também respirava pesado enquanto tentava manter um pouco de sua racionalidade.

Oikawa o preenchia completamente, tão excitado e tão quente que o ace podia sentir o membro pulsar dentro de si. Aquilo era realmente enlouquecedor.

— I-Iwa-chan... vou me mover, ok? — A voz do outro estava embriagada de prazer.

O mais alto iniciou as estocadas, com força, fundo e rápido, impulsionando-se para frente ao mesmo tempo em que puxava o outro para si. Iwaizumi trincou os dentes num grito estrangulado e sentiu os olhos lacrimejarem.

— AHng!! Droga... m-mais devagar... idiota! AH! Nnng! Dói...!

— D-Desculpa Iwa-chan... não consigo... Nng! Só mais um pouco... só até eu... —

— AHHN! Nhhg!

— Aah...Achei. — um sorriso fino puxou seus lábios quando o setter sentiu o interior do outro se contrair deliciosamente em uma convulsão de prazer.

Iwaizumi vergou-se ao sentir o choque de prazer que percorreu seu corpo e quase engasgou com a própria saliva, desta vez trincando os dentes para não gritar de prazer. Oikawa sabia exatamente aonde estocar.

Mirando bem, o mais alto continuava a acertar aquele exato ponto, estimulando sua próstata de modo alucinante. Todas as forças do corpo do moreno pareciam ter desaparecido, e a única coisa que o sustentava de pé eram as mãos do setter, firmes em seu quadril.

Iwaizumi escorregou pela parede, empinando mais os quadris para o outro. Seu membro já estava completamente melado de sêmen e ele não conseguia pensar em mais nada. Aquele prazer era tão ridiculamente intenso que ele tinha certeza que seus neurônios derreteriam e ele viraria um idiota.

— Hey... Iwa-chan ... é bom, não é? Hnn... você gosta quando eu acerto aqui...? Hein... Iwa-chan... Nng! Ah... Eu te amo... tanto... — o maior continuava falando com a voz embragada de prazer.

O moreno ía gozar, sentia todo seu corpo contrair-se e seu baixo-ventre queimar... rápido... só mais um pouco... Levou a mão em direção ao membro, buscando terminar aquela agonia, porém, a meio caminho, os dedos longos de Oikawa interceptaram os seus e os grudaram novamente à parede fria.

— Nnhg? Mas que....AH!

— Ahh... Não pode Iwa-chan... Eu estou quase também... anhg... Quero fazer você gozar... só com a parte de trás hoje...—

— O-o que... Ahng! Merda...! Aah...tsch! — Não aguentava mais — E-então... vai logo...Oikawa...Ah!! Ahn...!!

Os dedos do outro apertaram os seus e Iwaizumi sentiu sua respiração pesada enquanto o mesmo aumentava o ritmo, totalmente concentrado no corpo do Ace, inebriado por seu calor.

—... Iwa-chan... Iwa...chan... Aah…Agh...!!— sussurrava seu nome como uma prece, investindo ainda mais rápido, forte e certeiro. E, com um gemido particularmente alto, rouco, e luxurioso, o setter derramou-se dentro do outro, sentindo um tremor violento em toda sua coluna.

Iwaizumi sentiu as pernas fraquejarem e o calor subir por seu baixo ventre, derretendo seu corpo. Mordeu os lábios para não gemer muito alto e franziu o rosto, sentindo o ápice do próprio prazer. Seu jato sujou a parede e desceu pelos azulejos.

Quase sem força nas pernas, o Ace apoiou-se nas mãos e encostou a testa na parede fria, sentindo Oikawa sair de dentro de si e o sêmen escorrer por suas coxas de modo embaraçoso. Realmente, fazer aquilo de pé era uma ideia idiota.

— Hey, Iwa-chan... A banheira encheu... — O mais alto tocou de leve os ombros do spiker, puxando-o consigo para dentro da água quente.

Oikawa sentou-se e Iwaizumi ficou entre suas pernas, descansando a cabeça em seu ombro. Suspirou pesado. Sentiam a água quente relaxando seus músculos cansados; aquilo era muito exercício para uma tarde livre.

Ficaram assim por alguns instantes antes de Oikawa falar, a voz baixa em um tom que não era dele.

— ...Iwa-chan... —

— huh...? — o rapaz abriu um olho.

Oikawa hesitou. O Grande Rei hesitava perante aquela pessoa. O que diria? Que o amava tanto que simplesmente não conseguiria existir sem ele? Que não queria nunca sequer pensar em deixa-lo? Que a única vez que pensou em suicídio foi quando Iwaizumi arranjou uma namorada?!

Parou. Fechou a boca e sorriu.

— Acho que sujamos a água de qualquer jeito... hehe. —

Iwaizumi não corou, nem xingou-o ou mesmo falou qualquer coisa, apenas encarou o mais alto por um longo momento; o que fez Oikawa parar de sorrir e começar a se preocupar. O que Iwa-chan havia visto em sua expressão...?

Por fim o moreno se moveu, ergueu o rosto e puxou o seu para baixo, beijando seus lábios com calma. Sem língua, apenas um pressionar suave, soltando-o lentamente depois de um breve instante.

— Deixe o sorriso de ídolo para as garotas. Se for difícil falar, não se force... Eu sei no que você está pensando, idiota.

—.............. Iwa-chan... — Oikawa estava sem palavras, outra coisa que somente Iwaizumi conseguia fazer.

Ambos sentiam a mesma coisa. Eles eram quem melhor entendiam um ao outro. Todos os lados bons e ruins, manias e picuinhas, e aceitavam tudo isso. Se Oikawa era o Imperador, Iwaizumi era sua fortaleza.

Por mais que estivessem em faculdades diferentes, times diferentes, cidades diferentes, nunca se separariam de verdade, porque um não saberia viver sem o outro, e isso valia para ambos. Aquilo já não poderia se chamar namoro, era mais que um laço, era algo indestrutível; era algo maior e mais forte até mesmo que o “amor”.

—... —

—... —

—... Hey, Kusokawa... Quer tentar morar junto?

Notas finais
Oláá aos marcianos perseverantes kkkk Oiwaaaa )*0*) OTPOTPOTP!! sadadfsg adoro casais reversíveis *Ç* Acho que o Oikawa é o meu personagem preferido de Hq!! e///e desculpem se eu meio que deturpei ele demais -.- mas eu adoro a ideia de poderoso por fora e frágil por dentro e.e Ah e alguém aí já leu os doujinshi de Hq!! da Gusari ?? Recomendo muuuito!! São lindos demaaais *0* Enfim, Muuito obrigado por lerem!! Espero que tenham gostado! Ah, e se quiserem deixar um review, sempre amo lê-los e respondê-los!! Até a próxima ^^~
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!