The Synister Side

9 Capítulo IX - O Agente Duplo.


Notas iniciais
Etto... Para quem levou tanto tempo pra postar isso devia estar uma maravilha, todavia eu acho que este capítulo está bastante fraco. éh a vida de vagabundagem acabou e a facul já está me cobrando um pouco mais. Eu nem sei quando eu vou escrever o próximo talvez isso gere um pequero hiatus.
Se eu tiver coragem eu posto uma one-shot que eu tenho guardada só pra não ficarem tão desapontadas. é é isso aí não vou me importar se depois disso me jogarem umas pedras.
xxx hime-chan

Chegamos à biblioteca Ruki, Reita e Uruha começaram a pegar livros de uma salinha que dizia claramente e em negrito para não entrar a menos que tivesse uma autorização.

Os três reuniram uma pilha de livros que iam ter de devorar o mais rápido possível. Eu peguei um para tentar ajudar e desisti em seguida aquilo lá não era língua de gente vamos dizer assim.

Eu estava fuçando, na minha bolsa, algo para me distrair quando Aoi, Hizaki e Kai chegaram à biblioteca. Eles estavam ofegantes e sujos com uma gosma nojenta que permanecia pregada neles.

– O que aconteceu? – Uruha perguntou preocupado fazendo menção de levantar, mas Kai o fez voltar com um gesto.

– Tivemos uns probleminhas de percurso. – Kai sorriu e tirou uma gosma muito nojenta do ombro que antes de chegar ao chão tornou-se fumaça.

– Descobriu algo Ruki? – Aoi perguntou se jogando no chão.

– Hai, descobri que a criança do Kirito não tem sangue da mãe, a criança era um parasita se alimentava do sangue da feiticeira, por isso ela ficava fazendo transfusões durante a gestação. – Ruki disse virando a página.

– Muito interessante Ruki, demais até, mas diga quem é o filho. – Aoi continuou perguntando tentando não me olhar.

– Não está escrito sua mula! Segurança para a feiticeira dimensional e para a criança. Para malucos como a Guisella não conseguirem achar! – Ruki respondeu olhando para a cara do outro que deu de ombros.

– Tá, tá quantos anos mais ou menos tem que ter esse filho? –

– É uma filha e deve ter mais ou menos 21. Você devia se lembrar disso Aoi. –

– Eu não estava aqui você devia se lembrar disso Ruki! – Aoi disse tirando o fraque e a blusa debaixo deixando aquele tórax completamente nu e deitou no chão.

Desde quando cubos de gelo sentem calor? Desgraçado, não precisa se refrescar assim, aqui nem tá tão calor assim eu não to com calor!Eu não tirei minha roupa! Maldito! – Pensei observando os leves movimentos que ele fazia ao respirar.

– Então temos que falar com a feiticeira dimensional. – Reita disse fechando o livro que lia.

– Ninguém sabe onde ela está. – Kai disse pegando um livro da pilha que eles precisavam ler.

– Espera aí Ruki. Eu ouvi direito você disse Filha? Tem certeza Ruki? – Reita disse depois de um milênio e foi para trás do menor ler também.

– Tenho. Está escrito aqui, que a criança foi selada que por isso não é manifestou o vírus e esse selo só pode ser quebrado por um vampiro de sangue puro. Nós já sabemos que vampiros de sangue áuro sentem uma atração fatal e que não ficam separados, que quando um vampiro assim encontra outro eles se tornam monogâmicos. Sendo que a única vampiresa conhecida é a Jyou e ela já tem o vampiro dela que é o Ai, sobra o Aoi. – Ruki disse com um sorrisinho de canto de quem tinha descoberto a pólvora.

– Está dizendo que o fruto do amor da Amaterasu e do Kirito é uma mulher, que é vampiresa, porem está selada e este selo será quebrado pelo Aoi. E a Guisella que o sangue dessa menina para que? – Reita tomou o livro das mãos do outro que o fuzilou com o olhar.

– Foi o que eu disse não foi? E eu não sei, vai ter que perguntar para Guisella quando ela te capturar. – Ruki disse tomando o livro das mãos do outro.

– E se perguntássemos ao Kirito? – Hizaki disse o obvio.

Aquela discussão ia render eu já podia ver. Peguei o livro que Uruha tinha abandonado para se juntar a brainstorm. Abri em uma página qualquer e reconheci uma das fotos a de uma mulher. –

Uruha’s Pov on

– Olha Uruha. – Yuzuki me cutucou e me mostrou duas fotos idênticas, uma impressa no livro e a outra dentro de um porta-retratos que ela tirou da bolsa.

– De onde você tirou essa foto Yuzuki? –

– É da minha mãe ora ela me deu até escreveu aqui atrás. – Yuzuki tirou a foto me mostrando a bela caligrafia de trás da foto. — Ela é bonita não é? – A morena sorriu para mim e eu confirmei aquela era a feiticeira dimensional, a filha do Kirito estava entre nós o tempo todo ela era a Yuzuki.

– Qual o nome da sua mãe Yuzuki? – Kai perguntou sentando ao lado dela. –

– Sugiyama Amaterasu. – Ela respondeu sorrindo.

– Não há dúvidas, Yuzuki é a filha. Se o Uruha entregou o sangue dela naquela noite para o Kirito ele sabe que a filha está aqui isso explica por que ele não lutou contra a Guisella. – O loiro menor concluiu caminhando lentamente ao redor da mesa de livros.

– Mas isso não explica por que o selo da Yuzuki ainda não foi quebrado... – Foi à vez de Hizaki se manifestar.

– Talvez por que ela ainda seja virgem. – Aoi disse se sentando.

– Não é mais! – Eu disse rindo satisfeito.

– Uruha, onegai, não fique falando disso. – Ela disse corada com a cabeça baixa.

– Não se envergonhe hime-sama, todos aqui estão muito acostumados com a sexualidade, há séculos. – Kai disse rindo a fim de tranquilizá-la, mas não surtiu efeito.

– Ela é uma hime Uruha, mas respeito, onegai. – Hizaki disse abanando Yuzuki com um leque.

– Vocês não ouvem o que eu digo? – Ruki disse jogando uma taça no chão e a quebrando em vários pedaços. — Só um sangue puro que no caso é o Aoi pode quebrar o selo. -

Um silêncio sepulcral reinou na biblioteca depois daquelas palavras, eu não podia crer que Yuzuki era a filha da Amaterasu com o Kirito e muito menos que ela se sentia fatalmente atraída pelo meu melhor amigo.

Uruha’s Pov off

Aquele silêncio ia durar... Todos estavam pensativos principalmente Uruha.

Aoi tinha sumido eu não vi para onde, mas as roupas dele permaneciam no chão. Eu não tinha acreditado naquela maluquice de ser vampiresa, eu era humana e só isso e gostava muito de ser.

Amaterasu é um nome comum pode haver várias, minha mãe podia ter uma irmã gêmea, eu não conheço meus parentes mesmo. E eu não me sinto fatalmente atraída pelo Aoi...Pensando melhor talvez eu me sinta sim. Isso explicaria aqueles momentos ‘calientes’ entre nós... Mas eu amo o Uruha. Com o Aoi é só fis... Bom não é não tem algo mais... Meu Kami-Sama o que eu sinto pelo Aoi?

– Que bom que vocês são extremamente previsíveis... – A porta da biblioteca foi aberta e um loiro com dois piercings abaixo do lábio inferior, olhos claros e quase nenhuma sobrancelha que entrou rindo de algo que somente ele podia compreender. –

– O que você faz aqui seu desgraçado? – Hizaki levantou mostrando as presas para o outro.

– Hizaki... — Este gargalho fechando a porta atrás de si. — Fez as pazes com seu mestre não é. Já está pronto para ficar de quatro para ele? – O loiro disse gargalhando ainda mais, Hizaki se moveu rapidamente até ele dando-lhe um soco que arrancou sangue se seus lábios.

– Não vim perder tempo com você sua vadia. – O loiro jogou Hizaki na estante de livros que caiu por cima dele.

Kai correu para ajudá-lo a tirar a estante de si enquanto isso o loiro avançava em nossa direção logo Uruha se colocou na minha frente.

– Vejo que estão com a Hime-sama? – O sorriso se dissipou e as presas ficaram visíveis.

– Como sabe que ela é a filha perdida ? – Aoi (que eu acho que nunca vou saber de onde veio) pulou por cima dele e com ajuda dos outros o imobilizou e perguntou ameaçando dar-lhe um soco.

– Eu não obedeço a regras que nem as mocinhas. – Ele gargalhou perverso.

– Além de você quem tem conhecimento disto? – (Ruki)

– Isso não te interessa – Ele disse então Aoi deu-lhe um soco e depois perfurou a pele do braço do loiro com as unhas. – Guisella não sabe. Eu não obedeço a ordens daquela piranha. Meu mestre é o Ai. – Ele disse com dificuldade aquilo devia estar doendo muito.

– Então ele sabe? –

– Meu mestre sabe tudo que precisa saber. – Respondeu

– Como você é confuso de que lado você está seu desgraçado? – (Uruha)

– Do lado do meu mestre. –

– Para que eles querem a filha do Kirito. – (Ruki)

– Eu não sei. – Ele respondeu gargalhando eu não entendi o porquê, mas continuei olhando enquanto Aoi enfiava as unhas na carne do outro fazendo escorrer sangue.

– Seu verme desgraçado! – Aoi disse enterrando mais as mãos da carne do outro. Ele ia matar o loiro ali mesmo disso eu tinha certeza. – PREPARE-SE PARA DIZER ADEUS AO MUNDO!- Aoi disse pausadamente retirando uma das mãos da carne do outro para pegar alguma arma ou sei lá.

– Não o mate! – Ruki disse calmo.

– Todos olhamos para o menor que calmamente se aproximou de Jin e olhando nos olhos deste disse. – Tenho uma proposta.

– Me mate logo eu não vou desapontar meu mestre! –

– Não precisa. Sabemos que seu mestre não está em si. Nós o ajudamos a recuperar os sentidos do seu mestre e você fica do nosso lado. -

– E vocês querem que eu além de ser agente duplo não entregue a mocinha também. – Jin riu e depois gemeu de dor Aoi tinha voltado a torturá-lo.

– É o preço da sua vida infame. – Ruki disse ainda mais calmo se distanciando.

– Aceito! – Jin disse rápido acho que não queria mesmo abandonar a vida.

– Ruki pense melhor ele não é confiável não vamos querer ele do nosso lado ele matou o Jasmine o melhor amigo dele sem pestanejar... – Hizaki começou a gritar, mas Ruki fez um sinal para que ele se calasse.

– Já pensei o suficiente! Jin será nosso informante, já pode soltá-lo Aoi. -

– Eu te compreendi Ruki, mas que garantia teremos que isso ficará do nosso lado? – (Aoi)

– A minha palavra não basta? – Jin disse ofendido.

– Claro que não! – Ruki pensou um pouco. – Eu vou pensar em algo até o fim da noite eu te digo o que fará para provar que mereçe viver. –

– Ok concordo, mas eu também tenho uma condição. Quero ficar no mesmo quarto que a Hime-sama. – Ele disse olhando para mim.

– Todos ficarão. – Kai disse tranquilizando Uruha.

Dito aquilo Aoi mesmo a contra gosto retirou as mãos ensanguentadas dos braços do outro que só não deve ter chorado por vergonha, voltamos a nos sentar Aoi sumiu novamente devia ter ido se livrar daquele sangue todo e Hizaki não tirava os olhos de Jin que por sua vez tentava da melhor forma perder menos sangue e lamber os braços para uma cicatrização mais rápida.

– Como ela fez? – Perguntei ao loiro.

– Como ela fez o que Hime-sama? –

– Como ela enfeitiçou os guardiões? –

– Um feitiço de memória. As memórias confiscadas estão no colar que ela usa no pescoço. –

– Como podemos quebrá-lo? – Ruki perguntou largando de lado o livro que lia.

– Só ela ou um feiticeiro mais forte pode quebrar. –

– A feiticeira dimensional com certeza tem esse poder. – Reita disse se envolvendo no assunto.

– Não tem como saber onde ela está! – Aoi que brotou do nada disse e se lembrou de pegar as roupas do chão.

– TEMOS QUE SAIR DAQUI! – Jin disse se levantando.

– O que? Por quê? – Eu perguntei eu olhei em volta e todos os outros se puseram a observar.

- Estão vindo aqui agora com o mesmo propósito que vocês vieram e o mestre está com o Kirito. – Jin disse já de pé.

Reita, Aoi e Ruki foram os primeiros a confirmar o que Jin tinha dito. Foi aí que eu entendi por que Jin era útil. Como um interceptador que se esconde nas sombras ele era um ótimo farejador e qualquer diferença no ambiente ele saberia até mesmo antes do que Reita perceberia.

Saímos com alguns livros por outro túnel Hizaki e Ruki conheciam bem as passagens subterrâneas daquele lugar não quero nem imaginar as bobagens que essa frase pode gerar.

Chegamos ao banheiro do quarto do Hizaki. Não sei se íamos ficar ali naquele quarto, mas estava quase me acostumando com a presença do outro vampiro ali. Jin esse era o nome, tinha um sorriso perverso muito lindo por sinal, ele era muito bonito e não seria muito difícil me sentir seduzida por ele assim como me sentia seduzida pelos outros cinco é a recompensa de viver entre as sanguessugas do inferno se sentir atraída por todo mundo.

– Hime-sama me daria à honra de fazer uma troca de sangue comigo? – Jin disse assim que pudemos sentar para descansar.

– Não posso. –

– Naze? –

– Eu não sou vampiresa Jin. –

– Mas... –

– Ela não é e pronto. – Uruha disse exaltado a ponto de levantar da cadeira e estraçalhar o outro.

– Mas Aoi você ainda não quebrou o selo? Como assim mano? Eu confiava mais no seu taco realmente achei que seria fácil para você a jogar numa parede e a fazê-la gemer em ritmo frenético como se não houvesse amanhã até que ela se transformasse. –

– Feche essa maldita boca antes que eu a feche para você. – Aoi disse finalizando o assunto.

Era muito constrangedor que a minha vida sexual estivesse sendo exposta daquela forma sem o menor pudor para qualquer um naquela sala! Isso não devia ser da conta de ninguém e agora era da conta de todo mundo, culpa daquele comentário infame do Aoi. Depois eu resolvo isso com certeza resolvo Aoi me paga!

– Então né gente eu acho que estou mesmo muito cansada mesmo por isso Uruha e eu vamos para o nosso quarto descansar. Oyasumi nasai. – Peguei o braço de Uruha que se levantou e me acompanhou até a porta.

– Vocês não vão para lugar algum! – Jin disse olhando as unhas. – Que eu me lembre o Kai disse que dormiríamos todos juntos. – O vampiro loiro disse e Kai meneou a cabeça positivamente.

– Kai essa situação é inviável olhe o tamanho deste quarto não tem camas para todos. – Uruha disse segurando o trinco da porta.

– Nem todos aqui precisam dormir. A humana aqui é a Yuzuki. Ela é que precisa de sono para se reestabelecer. Falando nisso ninguém se lembrou de alimentá-la hoje não é? – Kai disse olhando para mim.

Tenho certeza que meus olhos brilharam. Como ele descobriu que eu estava faminta? Talvez o meu estômago tivesse dado uma pista.

Notas finais
*Abre guarda-chuva ante pedras*
Pois é eu avisei. hehe
Yuu-chan você sabe que não importa o momento fome é fome, se ponha no lugar da Yuzuki vai. Pense que indiretamente ela é inspirada em uma das minhas multi personalidades.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.
Matta \o
xxx hime-chan