The Synister Side
1 Capítulo I - Stars
Notas iniciais
Não eles não são como vampiros comuns por que eses são um mix de tudo que eu reuni sobre vampiros e outros seres a vida toda. Sim eu sou uma aspirante a autora de uma fic boa, não eu não espero escrever um livro.
chega de abobrinha, vamos a fic.
xxx Hime-chan
Eu nunca fui do tipo que acredita em coisas sobrenaturais, mesmo assim minha mãe sempre dizia que existiam e que eu devia tomar mais cuidado com isso. Talvez eu devesse mesmo tê-la ouvido.
Naquela noite estava especialmente escuro e com nuvens grandes e cinzentas eu tinha saído do trabalho meia hora depois do fim do meu turno graças a uma reunião sem propósito do meu chefe. Sinceramente ele tinha perdido a noção, mas eu não me importei eu sempre gostei de andar sozinha por aí de noite com o vento gelado batendo no meu rosto.
Eu sei que isso soa estranho e muito, mas naquela época eu não achava nada disso.
Ok vamos as apresentação e claro como tudo isso começou.
–
Capítulo I – Starts
– Oyasumi nasai Sugiyama-san – Ikeuti-san meu chefe disse trancando a porta depois de todos os funcionários da loja saírem tarde da noite. Mas precisamente as vinte e três e quarenta e cinco.
Meus colegas de trabalho pegaram seus carros ou chamaram táxis para ir para casa, eu preferi não gastar com táxi e ir de ônibus mesmo, mesmo todo me alertando para não ir.
– Esbanjadores! – Eu disse enquanto caminhava para o ponto de ônibus. – Ok eu tenho que para de falar sozinha vão achar que eu sou louca. No mínimo. –
Continuei caminhando pelo caminho de sempre... (Aquele caminho era o que as pessoas menos gostavam de andar, era mais perto, mas passava por um parque, onde drogados costumavam, se reunir além do beco sem saída escuro que ficava entre o parque e loja onde eu trabalho.)... Ouvi de lá um grito de mulher, ela parecia estar em perigo. Eu devia correr! Sair correndo para direção oposta, mas não minha curiosidade me impediu de fazer isso. Entrei no beco com medo, mas a curiosidade era maior, muito maior. A cena que eu vi foi a mais estranha possível.
Havia um homem alto com olhos brancos e dentes grandes e afiados lambendo o pescoço de uma mulher que já estava desacordada provavelmente para estancar o sangue que ele tinha sugado, ele me viu e veio sombriamente na minha direção. Eu queria correr meu cérebro gritava corre, minhas células gritavam corre, mas minhas pernas não obedeciam, elas não obedeciam!Minha respiração ficou ofegante e eu consegui dar o número impressionante de dois passos para trás.
– Obrigada por aparecer ‘Jantar’ amanhã não vou precisar caçar... – Ele disse e meu cérebro desparalizou de medo.
– Espera — Não sei de onde surgiu essa coragem, mas vamos enrolar o cara até poder correr. – Acho que nós ainda não fomos apresentados, eu sou... – Saí correndo, correndo desesperada em direção ao ponto de ônibus.
– Correr torna as coisas menos entediantes realmente, mas será que vocês humanos não sabem que isso é inútil hein ‘Jantar’? – Ele disse prostrado á minha frente será como Deus que isso chegou aqui primeiro.
– Pare de me chamar de ‘Jantar’! – Gritei encarando com fúria.
Ele rolou os olhos e me pegando pelos quadris me colocou sobre o ombro e estava andando para perto do beco.
– Vamos ‘lanchinho’ não estou com paciência agora. ’ -
– Será que por obséquio você poderia me por no chão e me deixar ir para casa tranquilamente sem mais transtornos? – Eu disse olhando para seu rosto completamente pálido. Seus olhos já não estavam brancos, mas mantinham um brilho sinistro. Ele não disse nada apenas continuou sua caminhadinha.
– Não! –
– É imaginei essa resposta... Então dava pra nos apresentarmos eu não gosto de ser chamada de jantar, de lanche e de nada que faça referência à comida. Eu não sou comida! – Gritei a última parte e ele riu.
– Acho que você tem direito a um último desejo sim, Jantar. –
– Não acredito que você não vai voando. – Eu disse assim que o vi disparar o alarme em frente a um carro grande e preto.
– Aposto que você também vai querer que eu me transforme em morcego e brilhe no sol. – Ele gargalhou.
– Não sou assim tão idiota, mas achei que voar seria no mínimo viável. –
– Eu nem devia falar com minha comida, mas aí vai um conselho ‘Jantar’. Não acredite em tudo que vê, ouve ou lê por aí. As pessoas inventam coisas para melhorar histórias completamente sem graça. –
– Quanta gentileza! Quem sabe se você me soltasse eu escrevesse um Best-Seller sobre a verdade dos vampiros. Podia se chamar A Face Sinistra De Um Ex-Humano. E que tal se você parasse de me chamar de ‘Jantar’ isso é ultrajante! –
Ele rolou os olhos e me colocou no carro pondo também o cinto de segurança. Depois segurou meu rosto pelas maças enfiando as unhas a ponto de machucar e virou para os dois lados.
– Parece saudável, e também é bem bonita. Como os humanos costumam dizer é? – pensou uns segundos -... A sim se come primeiro com os olhos. Ou algo assim. Espero que seu gosto seja igualmente bom. – Ele disse dando a partida no carro.
– Que maravilha saber isso hein. Mas então vampirão... Há quanto tempo você é esquizofrênico? –
– Então você é ‘cética’ jantar? –
– EU JÁ DISSE QUE EU NÃO SOU JANTAR! EU VOU SAIR DAQUI! – Com muito custo tirei cinto e depois tentei abrir a porta, mas os botões não se moviam. – ABREEE! – Gritei, mas não para ele e sim para a porta.
– Não vai abrir... Esse é um carro especial, todos os comandos só funcionam quando ativados por um vampiro, o sistema reconhece vampiros, assim como a impressão digital para os humanos. –
– Isso deve ser o máximo contra roubos, você poderia mandar fazer o primeiro carro para humanos assim e podia me libertar também. –
– Eu NUNCA encontrei um ser humano tão tagarela. Você tem um botão de desligar algo do tipo? –
– Não seja tolo isso não existe, mas para se livrar do meu falatório, você podia me deixar em casa, é na próxima esquerda. – Eu disse sorrindo na esperança falsa de que no fundo talvez ele quisesse me soltar.
– Já pode matar sua esperança, amanhã de manhã será o seu ultimo dia de sol e então eu sugarei seu sangue quente e ele passará a correr dentro do meu corpo gelado aí você deixará a vida e eu vou ser bonzinho com você e vou deixar te enterrarem como quem é e não como indigente ok? –
– Quanta bondade por que fará essa gentileza? – Fui sarcástica.
– Por que você me divertiu essa noite. – Ele disse e eu quase notei sinceridade.
– Credo parece que fizemos sexo. Não fale isso de novo... Diabo qual seu nome? –
– Eu prometi que nos apresentaríamos não é? Você primeiro já que você vai morrer mesmo. –
– Fico tão feliz ouvindo isso, você vai morrer, você vai morrer o tempo todo credo. Hajimemashite Sugiyama Yuzuki Yoroshiku Onegai Shimasu. E eu vou gostar muito de continuar a me chamar assim.
– Kotirakosso, douzo Yoroshiku Yuki-chan – Ele disse com um sorriso simpático e muito bonito. – Eu costumava me chamar Takashima Kouyou, mas agora eu sou Uruha e apenas isso. –
– Uruha lá é nome de vampiro? –
– É o meu nome. –
– Ok Kou-kun. Não vai ter mesmo jeito de você desistir de derramar meu sangue não é? –
– Faz tempo que ninguém me chama assim... – Ele riu. – E eu não vou derramar seu sangue. Vou tomá-lo! –
– Melhorou muito. – Ri sarcástica. – Tinha tanta coisa que eu queria fazer... — Lamentei.
– Chegamos! –
Um portão grande que detinha uma casa pouco iluminada e de porte pequeno.
– Imaginei que você morasse em um castelo. Quantas decepções em um só dia. Por que eu não ouvi minha mãe. Ela disse que coisas desse tipo existiam, por que eu não a ouvi? –
– Não se impressione com essa casinha ridícula. Ela é um disfarce! – Ele disse rindo.
Ele dirigiu mais alguns quilômetros e chegamos a um castelo em estilo medieval europeu.
As luzes ainda eram escassas, mas se parecia mais com minha fantasia. Ele não estacionou um manobrista levou o carro para o subterrâneo.
– Chique não... — Eu disse encantada com a arquitetura do palacete.
– Pare de olhar Yuki-chan. – ele me arrastou pelo braço para um elevador que foi para um aposento grande e bem decorado em estilo gótico. – Sente ali. – Ele apontou uma cadeira enquanto tirava o, sobretudo de couro que parecia bastante velho.
– Antes de eu morrer você bem que podia deixar que eu olhasse a sua casinha e ligasse pra minha mãe dizendo que eu a amo... Pedir contas do meu emprego eu quero meu dinheiro! – Eu disse, mas ele estava me ignorando.
– Vá embora estou ocupado! – Ele disse quando bateram na porta.
A pessoa que bateu não se importou com o que ele disse apenas abriu a porta e entrou.
Tratava-se de outro vampiro, não tão alto, mas igualmente belo, ele exalava um cheiro amadeirado maravilhoso e também parecia ter muito poder. Os olhos desse eram ainda mais escuros do que o do Takashima-san, mas igualmente sinistros.
– Adivinha quem voltou à vida... – O moreno disse com um sorriso debochado.
– Não é possível, mas tão cedo? Não era pra ela acordar daqui a vinte anos? –
– Ele foi acordado e acordou ela.
– ELE TAMBÉM? –
– Todos os anciões estão de pé Uruha, e os outros estão vindo para cá. –
– Naraku! Péssimo momento. –
– Eles querem falar com você estão interrogando todo mundo, voltaram mais irritante e dominares que nunca! – Ele riu e notou a minha presença. – Isso é sangue humano vivo? – Olhou para mim e riu de leve. – Uma prisioneira... –
– Como levou tanto tempo pra perceber? – Uruha disse lavando o rosto numa bacia perto da janela.
– Senti o cheiro forte, mas achei que eram suas roupas, você está voltando de uma caçada não é tigrão? Tá mas o que você vai fazer com ela? –
– Eu vou fazer o de sempre, mas não hoje. –
– Brincar com a comida é feio você devia saber disso. Sua mãe não te ensinou? –
A porta foi aberta novamente dessa vez era um japonês loiro de olhos azuis, menor que os outros dois, e bem mais misterioso.
– Mate isso logo, está empesteando o andar. – Ele disse se referindo a mim. – Eles querem te ver. E não demore. –
– Estou indo. Yuu onegai cuide dela. – O moreno piscou para o loiro que saia do quarto. Eu me senti um sushi entre dois lutadores de sumor esfomeados.
– É bem bonita não acha Ruki? – O moreno disse me circulando.
– Espero que valha a pena trazer ela para cá. Aqueles dois já devem ter sentido o cheiro e estão famintos. – O loiro disse me olhando com... Fome. Era a primeira vez que um cara olhava pra mim com fome e eu não me senti lá muito a vontade com aquelas sanguessugas.
Foi então que o moreno mais alto pegou meus pulsos e levantou na altura da minha cabeça. E o loiro pegou correntes chumbadas na parede e no teto e abriu. Eles iam me prender a parede. “Belo fim Yuzuki foi à única coisa que consegui pensar.”
Eles me prenderam na parede e ficaram conversando aleatoriedades até Kouyou voltar.
– E então como foi? – O loiro menor perguntou.
– Primeiro eles disseram que as coisas vão mudar e que eles vão vigiar todos nossos passos e segundo eles querem o sangue dela... – Ele disse apontando para mim.
Os dois riram, mas Kouyou permanecia estarrecido.
– Que maravilha que fim fantástico. Eu só queria ir pra casa, mas essa curiosidade infeliz que eu tenho tinha que estragar tudo. É eu não vou dar netos a minha mãezinha. – Eu disse derrotada e os três olharam pra mim. –
– Uma comida que lamenta... Onde achou isso Uruha. É muito corajosa, no geral elas só querem que acabe... – O tal Ruki falou acendendo um cachimbo de ouro.
– Vai ser realmente uma pena perder isso o sangue dela cheira tão bem, parece ser delicioso e é claro que aqueles fominhas não vão dar nem uma gota para nós. – O moreno lamentou.
– Não posso matá-la! –
– Aí vai começar a crise de bondade... – O Ruki rolou os olhos e foi para janela.
Kouyou pegou uma espada e fez um corte no meu braço que doeu muito por sinal e deixou que meu sangue caísse em um balde.
A cada gota que caia seus olhos brilhavam mais e o dos outros também cheguei a ver os dentes do moreno crescer.
Quando ele decidiu que era suficiente lambeu o corte que imediatamente parou de sangrar e foi ficando seco.
– Como é Uruha? – O loiro perguntou me chocando no mínimo achei que o moreno perguntaria isso, ele parecia mais faminto.
– Metálico... Quente... Delicioso... Irresistível... –
– Por que não a matou de vez? – O moreno que se recompôs perguntou me surpreendendo, parecia uma transferência de personalidade.
– Por que eu não quero fazer isso com ela. Eu vou levar isso para eles e você Aoi vai chamar o Hizaki, faça com que aquilo siga suas ordens e mande-o lavá-la e vesti-la depois você vai colocá-la no seu quarto e vai tomar conta dela até que eu termine o que eu tenho que fazer. –
– O que você tem que fazer?- O loiro perguntou.
– Ordens expressas e sigilosas dos anciões. Até mais. – Kouyou saiu do quarto e depois dele Ruki, ficamos apenas eu e Aoi esse era o nome.
Ele passou a maior parte do tempo olhando para fora e não dizia uma palavra eu estava cansada queria dormir e estava suja e 4 litros de sangue mais fraca. Eu precisava descansar...
A dor nos pulsos, nos tornozelos e a fome estavam quase imperceptíveis em relação ao meu sono, eu estava quase me entregando a ele quando senti lábios gelados encostarem aos meus. Ele segurou minha nuca e aprofundou o beijo, senti suas presas perfurarem de leve minha língua, mas não foi bem dor o que eu senti na verdade ficou melhor eu estava mesmo gostando do beijo então o moreno se afastou e me deu um tapa na cara. Muito forte tanto que o seu anel feriu meu rosto.
Não entendi o que aconteceu, mas espero que o Kou volte logo!
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